Actress Kim Min Hee reportedly pregnant with married director Hong Sang Soo's child Ele é um golpista e quer roubar o coração - e a fortuna - de uma herdeira. Mas o plano se complica quando a moça se apaixona pela criada que ele contratou para ajudá-lo. (Fonte: Netflix) Editar Tradução
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- Título original: 아가씨
- Também conhecido como: A Criada , Agasshi , Agassi , Ahgassi , Die Taschendiebin , Lady , Mademoiselle , Служанка , 下女的誘惑
- Roteirista e Diretor: Park Chan Wook
- Roteirista: Jung Seo Kyung
- Gêneros: Thriller, Histórico, Psicológico, Romance
Onde assistir A Criada
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Elenco e Créditos
- Kim Min Hee Papel Principal
- Kim Tae RiNam Suk Hui / TamakoPapel Principal
- Ha Jung Woo Papel Principal
- Jo Jin Woong Papel Principal
- Kim Hae Sook[Mr. Sasaki's wife]Papel Secundário
- Lee Yong NyeoBook SoonPapel Secundário
Resenhas
A trama se sustenta em camadas de mistério, trapaça e manipulação. Nada é exatamente o que parece, e o roteiro brinca constantemente com as expectativas do público. Quando se acredita que o clímax foi alcançado, uma nova revelação surge e reorganiza completamente o entendimento da história. Esse jogo narrativo é um dos grandes trunfos do filme, fazendo com que suas quase três horas passem de forma surpreendentemente fluida.
O romance entre as duas protagonistas é central e tratado com sensibilidade e intensidade. A relação se desenvolve de maneira gradual, explorando desejo, cumplicidade e libertação, sem cair na vulgaridade gratuita. As cenas mais sensuais existem para servir à narrativa e à construção das personagens, reforçando a carga emocional da história e a complexidade da ligação entre elas.
Ha Jeong-woo, como o protagonista masculino, funciona como uma peça essencial nesse tabuleiro psicológico. Sua presença constante cria tensão, conflito e desequilíbrio, atuando como uma barreira simbólica e narrativa entre as duas mulheres. O trio principal apresenta uma química impressionante, sustentando o filme com atuações seguras, intensas e extremamente envolventes.
Um dos aspectos mais interessantes de The Handmaiden é o uso bilíngue do japonês e do coreano. A alternância entre os idiomas não é apenas um detalhe estilístico, mas uma ferramenta narrativa que reforça relações de poder, dominação cultural e identidade. A fluência do elenco contribui para a imersão e dá ainda mais veracidade ao período histórico retratado.
Tecnicamente, o filme é impecável nos figurinos, cenários e direção de arte, que recriam com riqueza de detalhes a época da ocupação japonesa. Ainda que a trilha sonora seja discreta, o silêncio e os sons ambientes cumprem bem seu papel, intensificando a tensão psicológica. Talvez um aprofundamento maior no contexto histórico ajudasse espectadores menos familiarizados com o período, mas isso não compromete a força do conjunto.
O final é simplesmente arrebatador. Inteligente, ousado e satisfatório, ele ressignifica toda a jornada e recompensa o espectador pela atenção dedicada. The Handmaiden é um filme adulto, provocador e sofisticado, que combina erotismo, suspense e drama com rara precisão. Uma obra-prima moderna do cinema coreano, memorável e digna de figurar entre os grandes filmes do gênero.
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A história é extremamente rica e bem planejada. Desde o primeiro momento, é perceptível o cuidado e a boa execução dos produtores e dos roteiristas. O filme inteiro traz mistério, drama, tragédia, suspense, romance e até mesmo um pouco de comédia; tudo na medida correta. Quando você acha que está chegando no clímax, um novo acontecimento te surpreende. A existência de tantas descobertas e plot-twits faz com que as (quase) três horas de filme valham a pena de serem assistidas.
O romance é sensual e explícito, mas não vulgar e sem sentido. Mesmo assim, não recomendo que pessoas abaixo de 18 anos assistam, pois traz conteúdos de violência, estupro e tortura que podem acabar sendo perturbadores para algumas pessoas (apesar de que, para mim, deram um "quê" diferente para a produção).
O trabalho de TODOS os atores foi simplesmente incrível. Eu não tive uma única decepção com o profissionalismo, dedicação e execução beirando a perfeição, onde o filme mesclou o tempo todo entre dois idiomas (japonês e coreano) que eram falados com fluência pelos atores.
Talvez os únicos pontos que poderiam ser melhorados é a trilha sonora, que quase não apareceu, e talvez um foco um pouquinho maior na questão histórica, porque para quem não entende como aconteceu a ocupação Japonesa, pode ficar um pouco confuso alguns detalhes da cronologia histórica em que o filme ocorre (eu, por exemplo, demorei para entender algumas coisinhas).
Fora isso e o tempo um pouco extenso do filme que pode acabar incomodando algumas pessoas (e que também me levou a colocar uma nota 8.0 para o valor de reassistir), eu simplesmente amei! Fazia um BOM tempo que eu não ficava tão satisfeita assim com um filme!
Amei e, com toda a certeza do mundo, vou recomendar para as pessoas.
Nota 9.5
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