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Not Me

เขา...ไม่ใช่ผม ‧ Drama ‧ 2021 - 2022
Dropped 5/14
umasou007
0 people found this review helpful
Sep 29, 2025
5 of 14 episodes seen
Dropped 2
Overall 5.0
Story 4.0
Acting/Cast 8.0
Music 5.0
Rewatch Value 2.0

not for me

Plot and progression
I thought the plot was interesting enough to start watching. But I didn't enjoy how it progressed. The story was narrated to viewers for most of the beginning parts, which I didn't enjoy. That took me out of the show a little bit, simply because I think it's better to just show us, instead of talking us through it. I understand the plot intends to touch upon economics and society's corrupt ways, but the dialogues were delivered in such a way that it didn't feel like a normal conversation between people, but a bullet point statement of rights and wrongs that need to be fixed. If I could put it into feelings, I'd say it felt like I was watching a documentary with very well acted parts to showcase different conflicts (and personal grudge) within society.

Pace/flow
I thought the pace was actually alright, for the most part. The narrating bits in the beginning did happen quickly, but afterward, it got to exploring the characters and flowing accordingly toward the goal.

Character(s) dynamic/development
I thought the main character white was kind of wishy-washy. I had a hard time believing he could achieve anything with his mentality. It just feels like he bit more than he can chew and I wasn't really able to connect with his character either. I don't know if he will get better, I assume he does get better, but I won't be sticking around. I understand this kind of story isn't focused on the relationship, and that is very evident, because I didn't really feel any real connection between the main leads. Not that it matters per se, but just thought I'd mention it, since.....I assume they end up together?

Acting
Great acting, nothing really to say about it.

Overall enjoyment
I found myself skipping a lot, because as mentioned, the dialogues felt stiff. I wasn't really enjoying it as much as I thought I'd be. I really enjoy Gun and think he is a great actor, but this story just didn't pull me in.

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Completed
Cryssieee
9 people found this review helpful
Nov 14, 2025
14 of 14 episodes seen
Completed 3
Overall 9.0
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 9.0
This review may contain spoilers

Perfeitinha

Que série boa. Puta que pariu, que série boa. Eu comecei achando que ia ser só putaria, tiro, porrada e ideologia, e no fim você tá lá, envolvida, emocionada, e revoltada junto com eles. A série sabe dosar os dramas, as confusões, as brigas, a adrenalina e ainda joga na nossa cara uma mensagem social forte. Eles falam de desigualdade, de gente poderosa esmagando os mais vulneráveis, de como o sistema é cruel... e aí vem um grupo de jovens, com traumas, defeitos e coragem, tentando virar essa mesa. Tem protesto, tem voz sendo conquistada, tem gente aprendendo a lutar de verdade. E essa construção da narrativa… meu Deus, que coisa bem pensada. A história cresce direitinho, começa no mistério, vai pro caos e vira um grito coletivo no final.

Eu só não dou um 10 redondinho porque eu queria mais. O final me deixou com aquela sensação de “ué, cadê o resto?”. Eles são raptados, depois libertos, as coisas se movimentam ali, dizem que pagaram a fiança e estão em liberdade condicional, mas e o Tawi? O que realmente aconteceu com aquele homem? A gente vê o destino do Todd, o que o Black faz com ele, tudo bem amarradinho. Mas o vilão principal? Nada. Nenhum desfecho concreto. Zero explicações sobre as empresas dele, o tráfico de drogas, as consequências reais dos protestos. Só insinuações. Aí fica esse final meio aberto que não combina com o peso da história. E é por isso que não leva os 10 pontos que eu queria dar.

Agora, vamos falar de Off e Gun. Meu Deus do céu. Que química. É química de deixar a gente quieta olhando pra tela, sorrindo igual boba, sem nem perceber. Os dois entregam tudo. Eu sou apaixonada nesse casal, nessa conexão, nessa tensão que vira carinho do nada. E o Gun… não tem nem o que dizer. O homem carregou dois personagens nas costas como se fosse fácil. Palmas para ele. É tão nítida a diferença entre White e Black que chega a ser absurdo. O White é gentil, amoroso, cuidadoso. O Black é grosso, impulsivo, agressivo... e quando o Gun está em combate como Black, você vê nos olhos que é outro ser humano ali. Isso não é qualquer ator que entrega, não.

Mas não seria eu se eu não reclamasse de uma coisinha. A parte dos dublês de corpo. Meu Deus. Quando eles colocavam foco no rosto de um irmão e mostravam o outro só pela parte de trás, dava pra ver claramente quando não era o Gun. O dublê de Black ainda passa, mas o do White… meu pai amado. Quebrou a magia na hora. Eu entendo que é difícil gravar cena de gêmeos brigando, conversando e fazendo acrobacias, mas custava escolher um dublê que tivesse pelo menos a orelha do mesmo formato? O cabelo parecido? Um contorno de cabeça que não gritasse “sou outra pessoa”? Enfim. Pequena frustração, mas nada que estrague a experiência.

Fora isso, impecável. História boa, bem escrita, bem conduzida. Atuações maravilhosas, uma direção que acerta nos momentos emocionais e nas cenas de ação, e uma relevância social que até hoje deixa esse BL entre os mais comentados. Só fico triste por esse final faltando uma peça importante. Mas é aquela coisa: série de 2021, não dá pra mandar email pra empresa pedindo episódio extra.

Enfim, recomendo fortemente. É uma série forte, intensa e cheia de coração. Se tivesse fechado aquele arco final, seria um 10 com gosto. Mesmo assim, vale cada minuto.

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Completed
criski
7 people found this review helpful
Mar 22, 2022
14 of 14 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 8.5
Acting/Cast 8.5
Music 9.0
Rewatch Value 5.0
This review may contain spoilers

"Not me, not you, but everyone."

Em primeiro lugar, queria dizer que gostei muito de ter assistido Not me. Esse bl rendeu muitos surtos, aflições e reflexões. A trilha sonora é boa, os personagens são cativantes em sua maioria e a história é muito interessante, porém senti que em alguns momentos seu desenvolvimento não foi tão satisfatório.

A temática abordada em Not me é de extrema importância. Fico muito feliz de assistir um drama que traga essas questões, é realmente satisfatório e espero que isso abra portas para novos bls - ou não necessariamente bls - fazerem o mesmo. A ideia geral é muito boa.

Porém, na minha perspectiva, em alguns momentos o roteiro ficou meio confuso. Haviam também algumas conveniências que me faziam não acreditar que aquilo seria possível na vida real. Entendo que é uma obra de ficção, mas é uma temática muito pesada e séria e às vezes a narrativa possuía soluções que não dimensionavam isso.

Portanto, pra mim foi um drama de altos e baixos, alguns episódios maravilhosos e cativantes, outros nem tanto. Aqui entra a minha disposição e concentração pra assistir também, porque tenho um pouco de problema com o formato de 1 episódio por semana, pois quando assisto em andamento as chances de não estar empolgada pra assistir sempre que sai episódio novo são mais altas, diferente de quando faço uma maratona.

Gostei dos personagens desse bl, a química entre o elenco foi boa e os casais também. Gostei muito de Yok e Dan, foi um casal bem legal, além de que eu adorei o Yok. Também gostei de Gram e Eugene. Quanto à White e Sean, eles ficam lindos juntos, mas por algum motivo o desenvolvimento do casal não me convenceu muito. Senti que foi muito repentino, pois eles tinham muitas desavenças e não consegui sentir o romance crescer entre eles, quando vi já estava lá. Porém como disse, quando eles entram em um relacionamento é muito bonito, as cenas dos dois juntos são boas.

Ainda falando sobre o elenco, no geral gostei da atuação, mas queria destacar o excepcional desempenho de Gun Atthaphan. Se durante o drama estava gostando da atuação dele, na reta final da história quando Black voltou eu simplesmente aplaudi. Foi possível perceber as diferenças dos dois personagens, pelos gestos, forma de se comportar e agir. Gun interpretou White e Black muito bem, além de passar toda a credibilidade nas nuances desses personagens (como White tentando se passar por Black, e Black tentando se passar por White quando falou com Todd). Enfim, incrível!!

E além disso, mesmo que tenha sido pouco mostrado, gostei da relação entre Black e White. Black foi um personagem que me surpreendeu, no fim acabei gostando bastante dele. Outro personagem que gostei muito foi o Gumpa. Ele aparece com frequência? Não! Mas sempre adorava as cenas dele.

Quanto ao final do drama... achei confuso. Senti que tudo foi resolvido "rápido demais". Não sei exatamente o motivo, talvez tenha faltado mais ação ou algo assim. Gostei que o final foi feliz, mas ele não pareceu dimensionar tudo que foi trazido durante a trama, parecia algo vazio. Não que eu quisesse que tudo fosse resolvido, afinal isso seria impossível, mas senti que faltou algo.

Por outro lado, gostei que o final trouxe a sensação de "luta contínua" pois é isso que o drama veio mostrando ao longo de sua narrativa. A sociedade é isso, as mudanças não ocorrem magicamente, mas enquanto houver o povo, ele lutará contra a opressão.

Por fim, foi muito bom assistir esse bl, tenho minhas ressalvas aqui e ali, mas foi uma experiência empolgante. Not me fala de temas importantes, fala sobre a sociedade, as injustiças e o povo. Definitivamente, é um marco na história dos bls e espero ver essas temáticas abordadas cada vez mais nessas e outras produções.

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Completed
sgaby
5 people found this review helpful
Mar 21, 2022
14 of 14 episodes seen
Completed 9
Overall 4.0
Story 4.0
Acting/Cast 4.0
Music 6.0
Rewatch Value 2.0
This review may contain spoilers

Sopravvalutato

Premetto che dopo aver guardato Theory of Love non ero *così* gasata per questa nuova serie con gli OffGun come protagonisti ma... ho voluto dare una chance a Not Me dal primo trailer uscito. Mi sembrava diverso e interessante, questo trophe mi affascina: un fratello che prende veste i panni del suo gemello nella sua gang per scoprire chi è il colpevole del suo pestaggio fa molto "fanfiction", e ingenuamente pensavo che almeno ci fosse quel sano trash che avrebbe bilanciato un’atmosfera stile urban mob e un parte romantica boyxboy. Peccato mi sbagliassi.

Premessa: my opinion, non devi concordare.

Dopo il terzo episodio visti in diretta l'ho data su, come si suol dire, troppo lenta e noiosa. La recitazione è una mera sufficienza solo perché Gun è una spanna più in alto rispetto all'intero cast. La sceneggiatura è caotica e lascerà buchi di trama al termine della serie, lasciando quindi un wtf generale. L'unico motivo per cui ho ripreso la visione sono stati gli elogi dei miei mutuals su ig che hanno inneggiato l'episodio numero 8 come, cito letteralmente, "a masterpiece" e mi domando che serie abbiano visto.

Tutto ciò che trovo di sbagliato mi è stato giustificato con "il budget basso/la censura/il taglio degli episodi (da 16 a 14)/il realismo" ma... ne dubito: una penna, un foglio di carta e buone idee costano poco, nulla se il materiale già ce l'hai a priori.

Parliamo di come il villain della situazione, aka Tawi, sia praticamente inutile nella storyline: la ROL gang ci annuncia che Tawi è un criminale nelle vesti di imprenditore di successo che mina alle piccole attività, all'ambiente e sia segretamente un trafficante di droga... per non parlare di come Sean praticamente odi Tawi, incolpandolo della morte di suoi padre (con annesso insabbiamento + chiusura prematura del caso). Cazzata madornale. Sean dice più volte come Tawi sia responsabile del fatto che suo padre sia stato etichettato come uno spacciatore di droga... ma da come lo hanno ripreso lo era seriamente. Letteralmente era su un camion che trasportava droga, e nulla fa pensare che non ne fosse a conoscenza. E il responsabile della morte del padre di Sean (Dana aka Unar) è un poliziotto che ha sparato ad un soggetto disarmato... perché collegarlo a Tawi? Alla fine sono gli stessi poliziotti che hanno fermato il camion per un controllo, non possono essere dei corrotti di Tawi, altrimenti non li avrebbero fermati in primo luogo, e non si fa riferimento al fatto che il camion con la droga sia stato insabbiato. Bho. Si poteva scegliere un motivo più solido.

Per non parlare di come la serie abbia ammesso che Tawi abbia assunto la madre sordomuta di Yok mentre le altre attività l'hanno licenziata per il suo handicap... e questo comportamento (assumere gente con disabilità) lo hanno etichettato come negativo... ok. Potevano rendere Tawi sgradevole se avesse comprato una ipotetica azienda dove la madre avrebbe potuto lavorarci e licenziarla per la sua condizione... questo era una mossa furba per creare uno che *non* dà eguali opportunità a tutti i lavoratori.

A mio avviso la mossa token è stata attuata quando hanno messo in mezzo la parata del pride durante una manifestazioni della mancata sicurezza sull'azienda delle bibite di Tawi. Che poi, di nuovo, la ROL gang vuole smascherare Tawi facendo cosa... contaminando la loro Cocacola? Mia illazione, durante la stesura avranno pensato alla cazzata d'idea e l'hanno modificata con White che non versa l'amaro ma lo poggia vicino ai serbatoi...

Diciamo che le uniche scene d'azione sono quando la gang va nella casa di Tawi nel bosco (terreno fertile strappato ai locali, ci tengo a precisarlo dato che lo hanno fatto loro) per bruciarla, e all'attentato all'azienda della Cocacola nella bottiglia di olio per contaminare i lotti... mentre il gran nemico cosa fa? Nulla.

Non c'è una scena mostrata in camera dove il nemico architetta qualcosa di malefico, corrotto oppure illegale, anzi, quando i cittadini attaccano l'auto di Tawi, egli dice "lasciali fare, hanno il diritto di protestare". Wow, quindi anche un democratico, che cattivo veramente cattivo.

Ho molte parole da spendere anche da quanto ridicola sia la trama dopo aver saputo chi è stato a mandare in coma Black - il responsabile, il movente e la soluzione... al posto di Todd potevano letteralmente addossare la colpa a qualcuno della gang... nonostante l'alleanza nessuno spendeva parole piacevoli su Black, dato che tutti lo additano come uno stronzo senza sentimenti (però... non riesce a vendicarsi con Todd perché sono besties, è ancora innamorato di Eugene e tiene talmente tanto a White da impedirgli inizialmente di frequentare la su banda, sì, molto apatico mi dicono...).

Ci sono ancora enormi ? per quanto riguarda la side story Black/Eugene/Gram che non ha senso alcuno se non minutaggio (sprecato, dato che si poteva pensare ad altri temi sociali di cui chiacchierare) + esattamente quando e perché Sean e White si sono innamorati?: domanda legittima dato che White usa come foto profilo per ROL l'uccello disegnato nella porta di Sean sin da quando lo ha trattato a pesci in faccia e Sean l’ha quasi soffocato allo svenimento + esattamente il ruolo di Gumpa quale sarebbe? + i genitori di Black/White fanno un'apparizione e poi si dimenticano di avere figli (motivo che mi hanno propinato: la carica che hanno è troppo importante e ci sono implicazioni politiche da evitare... quindi, tutta la storia della serie che denuncia una società corrotta non permette di parlarne? ooooook)

Morale della storia: in 14 episodi cosa hanno concluso? Non hanno concluso una singola missione, non hanno risolto nessun problema sociale, la situazione tra Black e White è un po’ trattata all’acqua di rose… “ma Black vuole bene a White” certo, ma White non si è mai fatto venire in mente un singolo ragionevole dubbio riguardo al suo cambiamento, alla lite con la madre e tutta la situazione con Eugene – la direttrice Nuchy ha descritto Eugene come il personaggio girl empowerment della serie… sì, la povera ragazza volubile e innamorata di uno stronzo che le fa solo male (lo ribadisce più volte) e che cerca conforto nell’unico beta sfigatello che le va dietro… girl empowerment…

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Completed
YellowJewel
3 people found this review helpful
Mar 22, 2022
14 of 14 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 9.5
Rewatch Value 9.0

SENSACIONAL!!! RECOMENDO MUUITO

Que série incrível! Comecei a assistir já sabendo mais ou menos como é a história e já sabendo quem é o vilão, mas mesmo assim esse bl me prendeu completamente, já fazia tempos que eu não assistia um dorama que me fizesse ficar tão encantada e viciada. A história com um enredo incrível abordando assuntos importantíssimos, batendo de frente com problemas que a Tailândia possui, trazendo muitas mensagens importantes e quebrando muitos estereótipos.

Mesmo sendo uma série de ação, o romance não ficou de lado, foi muito bem trabalhado tanto com o casal principal quanto com o secundário, sendo casais que possuem um romance lindo e uma química incrível (n espero nada menos dos OffGun né).

A junção de uma história de ação IMPECÁVEL com um romance bl insubstituível, faz de not me meu dorama tailandês favorito e com certeza entra na lista de doramas asiáticos favoritos.

Não posso deixar de ressaltar a atuação perfeita de todos os personagens, que entregou literalmente tudo!!!

Não sei nem expressar o quanto eu amei essa obra de arte, estou completamente sem palavras. Superou todas minhas expectativas e sinto que mesmo já tendo outras obras de bl com ação, essa é uma obra que trouxe um "novo ar" pro mundo do bl.

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Completed
Drih
3 people found this review helpful
Mar 21, 2022
14 of 14 episodes seen
Completed 1
Overall 9.0
Story 9.5
Acting/Cast 9.0
Music 10
Rewatch Value 10
This review may contain spoilers

Promete muito e cumpre tudo, quem assistir não vai se decepcionar

Não tenho nem muito o que falar, Not Me é uma das melhores produções do mundo BL, promete muito e cumpre tudo. Trilha sonora digna de Hollywood, fotografia perfeita, uma história boa e consistente, ótimas atuações e casais com química, realmente acertou em todos os aspectos. Além disso, especialmente pra quem é de países em desenvolvimento e com problemas estruturais como a Tailândia e o Brasil, é impossível não se identificar com as questões que foram tratadas. O tempo todo eu pensei "essa série é na Tailândia, mas podia muito bem ser aqui". Achei a série inclusive bem corajosa de tratar desses temas, nunca imaginei isso vindo da GMM.

Fora isso, eu já acompanhava Off e Gun e sabia que eles trabalham muito bem juntos, mas não deixou de me surpreender como eles se superaram nessa série. Você consegue ver claramente as distinções entre Black, White e ainda White se passando por Black, incrível o trabalho do Gun. Off também estava maravilhoso, com certeza seu maior papel. Mas minha maior surpresa foi o casal Yok/Dan. Já tinha visto o Fluke antes em Dark Blue Kiss e não conhecia o First, mas incrível como eles tiveram química, confesso que as vezes acho que eles até ofuscaram um pouco o casal principal de tanta química que tiveram, foi meu casal favorito da série (mesmo com os contratempos dos eps finais).

Por fim, e mesmo que elas não tenham tido plots realmente relevantes, eu gostei que colocaram meninas fortes e legais e não aquela mesma lenga lenga de ex vilã ou menina chata que normalmente tem nos BLs. Além disso, é a primeira vez que vejo uma personagem trans ser bem representada, sem estar lá só pra ser alívio cômico ou gerar piadinhas transfóbicas, como acontece muito em conteúdos da Tailândia no geral, então isso seria mais um ponto positivo pra essa série.

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Completed
Fan2Dramas
4 people found this review helpful
Apr 26, 2022
14 of 14 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 8.5
Acting/Cast 8.0
Music 7.0
Rewatch Value 8.5

Une chouette évolution dans les BL thaïlandais

Au départ, j'attendais surtout ce drama pour son intrigue, sans me faire beaucoup d'illusions sur la qualité générale. En effet, le thème des jumeaux dont l'un prend la place de l'autre pour résoudre une enquête m'a toujours intéressée (j'ai pas mal apprécié le lakhorn Khun Mae Suam Roy par exemple) et je ne m'attendais pas à beaucoup plus. Mais après l'avoir visionné, je dois reconnaître que depuis l'an dernier, la Thaïlande a su se diversifier en matière de BL en nous offrant des intrigues qui s'écartent des niaiseries de ses débuts... bon pas tout le temps, ils continuent quand même à sortir des trucs toxiques / indigestes / neuneus et souvent le tout en même temps, mais bon, il faut bien contenter tout le monde. En tout cas, des dramas comme Manner of Death ou A Tale of Thousand Stars ont ouvert la voie, et prouvé que l'audience était au rendez-vous pour des histoires prenant place dans des contextes différents, voire plus adultes. Et même si Not Me se passe lui aussi dans un environnement universitaire, ici ce n'est qu'un décor de fond qui n'a pas vraiment d'importance dans la mesure où l'histoire nous raconte tout autre chose.

Le premier point que j'ai apprécié concerne, comme dit plus haut, le fait que notre héros White décide de prendre la place de son frère jumeau Black après la violente agression de ce dernier, qui l'a laissé dans le coma. Son but initial est de découvrir qui est à l'origine de cette agression, mais limiter le drama à cela serait une erreur. Le plus intéressant réside dans la manière dont le sujet a été traité, notamment en abordant le thème de l'activisme politique peu montré jusque-là. Pour atteindre son but, White infiltre un groupe d'étudiants dont son frère était le leader, et qui s'est donné pour mission de dénoncer la corruption des élites et des politiques - sujet on ne peut plus d'actualité d'ailleurs - en organisant des opérations clairement illégales mais nécessaires pour sensibiliser l'opinion. Le scénario évite néanmoins la facilité, car les membres du groupe s'interrogent sur les lois, leur application (ou de leur non-application quand le système est corrompu jusqu'à l'os ou que cette loi protège les puissants), mais nous montre aussi d'autres façons d'agir ou d'exprimer sa révolte, par ex. au travers des tags et peintures réalisées par d'autres étudiants ou bien le personnage du graffeur Unar. Je ne connais pas bien le contexte politique de la Thaïlande (ce ne sont pas mes deux semaines de vacances il y a 5 ans qui m'ont appris quelque chose là-dessus), mais j'imagine bien que la contestation là-bas doit demander pas mal de courage. Vous me direz, en France aussi ça commence vraiment à puer, mais c'est un autre sujet... Bref, on a ici un thème plutôt grave qu'on a rarement l'occasion de voir dans un drama, et encore moins dans un BL, et rien que pour ça, cette histoire mérite d'être découverte.

Ensuite, les acteurs jouent de façon assez naturelle. La plupart des protagonistes sont interprétés par des comédiens déjà aperçus dans des dramas BL, à commencer par le couple principal, et ces deux-là s'en sortent plutôt bien. Il faut dire aussi que ce n'est pas la première fois qu'ils jouent un couple, et je les ai trouvés vachement plus supportables que dans Theory of Love. J'ignore s'ils sont ensemble dans la vraie vie ou si leur aisance mutuelle résulte de leur expérience commune, en tout cas ils n'ont pas l'air bizarroïdes quand ils s'embrassent, et White (censé être plus "mimi") est loin d'incarner la mignonnitude ridicule, bien au contraire. Je dois saluer aussi sa capacité à changer de caractère quand il interprète Black, personnage beaucoup plus sombre et violent, d'ailleurs quand il joue Black se faisant passer pour White, on le remarque tout de suite, ne serait-ce qu'à la façon dont il se tient. Ça me fait d'ailleurs penser au talent extraordinaire de l'actrice principale de Orphan Black, si vous ne l'avez pas encore vue courrez tout de suite découvrir cette excellente série, en tout cas il ne suffit pas de changer vaguement d'attitude pour jouer correctement des jumeaux, il faut aussi savoir faire comprendre quand un des deux se fait passer pour l'autre par des variations subtiles de comportement pour que ça soit vraiment crédible. Alors oui le talent de Gun est encore loin d'égaler celui de la géniale et bluffante Tatiana Maslany qui interprète à elle toute seule une bonne dizaine de clones aux personnalités bien distinctes, mais on y croit et c'est l'essentiel.

J'ai apprécié le traitement des personnages féminins de ce drama, qui sont montrées comme actives et talentueuses dans leur manière d'exprimer leur opposition au système (l'une peint, l'autre danse), elles sont naturelles, un peu plus fouillées que d'habitude et surtout, ne servent pas seulement à valoriser le héros, et elle ne sont jamais énervantes. Enfin, j'ai envie de mentionner le cas d'un des camarades de fac des protagonistes, un personnage trans qui à première vue aurait tout pour incarner un gros cliché des BL (vous savez, les gars hyper efféminés et caricaturaux toujours dans l'exagération qu'on trouve dans pratiquement tous les BL thaï, histoire de fournir une dose de gags pas drôles pour un sou). Ici, ce personnage n'est jamais ridicule ou stéréotypé, au contraire je salue le fait qu'il soit tout simplement représenté comme un perso normal, qui se comporte normalement, et ses conseils sont même utiles quand il s'agit de décrypter les subtilités de telle ou telle loi, bref c'est tellement rare que je me dois de le souligner.

Les romances sont agréables. Elles ne cassent pas des briques, mais elles ont le mérite d'être là et d'avoir été écrites intelligemment, c'est à dire qu'on évite tout ce qui ressemble de près ou de loin à une amourette stupide entre un benêt coincé et grimaçant qui fantasme depuis l'enfance / l'adolescence sur le dieu du bahut / de la fac qui se comporte comme un trouduc, et elles se construisent de manière logique et naturelle. J'ai apprécié la romance secondaire entre Yok et Unar, même si je dois quand même avouer que le jeu de celui qui interprète Unar manque un peu de variété (ses expressions ne sont pas très nombreuses, et vers la fin il ne fait pas grand-chose d'autre que chouiner, mais bon ça va, ça passe...). La troisième romance entre le pote et l'ex de Black m'a moins intéressée, principalement parce que je crois que je n'ai pas tout saisi quant à la dynamique de leur relation, mais là encore ce n'est pas très grave. En tout cas, j'ai envie de dire que ce n'est pas le principal, et que c'est surtout l'originalité du thème traité qui rend le tout intéressant à regarder.

Bien sûr, je ne peux pas faire l'impasse sur certains points plus critiquables. Par exemple, on peut trouver que la façon dont les persos organisent leurs plans n'est pas très pro, surtout quand on considère la gravité ou le danger de ce qu'ils s'apprêtent à faire, c'est assez brouillon en fait. Ce manque de discipline laisse un peu trop de place au hasard et aux changements de plan qui pourraient tout faire foirer, donc ça manque un peu de réalisme sur ce point. Mais au moins, on nous montre leurs doutes, leurs questionnements et les implications que leurs actes peuvent engendrer. Par exemple, est-ce vraiment une bonne action de salir la réputation d'un homme d'affaire véreux et rendre ses malversations publiques, l'obligeant à fermer son usine au risque que des innocents qui crèvent la dalle se retrouvent au chômage ? D'un autre côté, si la loi ne peut pas s'appliquer dans un système pourri, ne vaut-il pas mieux passer dans l'illégalité, alors qu'on est jamais loin de basculer dans le côté obscur et d'obtenir un résultat opposé à son objectif et ses valeurs initiales ? Il n'y a pas vraiment de morale, tout acte a des conséquences, et même si les personnages œuvrent pour le bien commun, il est clair que ce n'est jamais simple ou rose. Pour le coup, l'histoire évite tout manichéisme simpliste, elle nous pousse à nous questionner, et c'est une bonne chose. Un autre point que j'ai trouvé peu crédible, c'est l'absence de suspicion des membres du groupe à l'égard de White. A aucun moment ils ne remettent en doute son identité, alors que Black savait faire des trucs dont White s'avère incapable au début, avant de s'entraîner (c'est comme le vélo : si tu as appris à en faire, il y a peu de chance que tu ne saches plus rouler par la suite, à moins d'un problème psy ou d'une lésion cérébrale). Mais d'un autre côté, c'est ce changement de comportement qui permet à la romance entre White et Sean de s'installer, donc là encore, il s'agit d'un défaut qui sert quand même à quelque chose. Et si je parviens à trouver des points positifs à des trucs que je viens de critiquer, bon ok ça signifie peut-être que j'ai quelques biais en faveur de ce drama, on ne va pas se mentir, mais ça me conforte surtout dans l'idée que malgré ses quelques défauts la série reste de bonne qualité, et qu'elle est parvenue à me surprendre dans le bon sens.

Pour conclure, je dirai que ce BL mérite vraiment qu'on lui donne une chance, d'une part parce que le sujet est original et bien exploité, d'autre part grâce aux acteurs qui font un assez bon job. En plus, l'histoire sait éviter les clichés, ainsi que les moments gênants ou ridicules qu'on a l'habitude de voir dans ce type de production. C'est assez rare qu'un BL ne prenne pas ses spectateurs pour des cons, donc allez-y sans crainte.

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Dropped 14/14
XuMy
3 people found this review helpful
Dec 21, 2021
14 of 14 episodes seen
Dropped 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10

Review

Tôi muốn dành một tràng vỗ tay lớn cho loạt bài này. Tôi không có cảm giác như đang xem một bộ truyện, mỗi tập phim giống như một bộ phim. Nó rất tốt, tôi đã có cảm xúc, đặc biệt là ep. 2. Nó rất dữ dội, làm cho nhịp tim của tôi bỏ qua. Tôi nổi da gà khắp nơi.

Kỹ xảo điện ảnh, âm nhạc, câu chuyện, mọi thứ đều ổn. ???

Tôi khen ngợi diễn xuất của súng và tắt. Thực sự, các bạn không làm tôi thất vọng. Bản cập nhật từ các ký tự trước đó của bạn. Nhưng Gun, trước đây diễn xuất kiểu này khiến anh ấy rất giỏi, tôi không nhớ tên phim. (Màu xanh gì đó) ???

Nói chung, tôi rất hài lòng với bộ truyện này. Tôi thực sự mong đợi để xem các tập tiếp theo.

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Completed
Grimmz
4 people found this review helpful
Mar 20, 2022
14 of 14 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 7.5
Acting/Cast 9.0
Music 8.0
Rewatch Value 6.5

Dommage...

Je reconnais l'originalité de la série surtout pour GMMTV. Mais y a tout de même un sacré goût d'inachevé. Je pense que le rendu final est plutôt fade par rapport aux ambitions exprimées de l'histoire.
La balance entre la trame principale et la romance est déséquilibrée, dans le sens où certains moments rallonge trop l'histoire en apportant rien de concret.
Je n'ai rien contre les fins ouvertes mais ils ont laissé trop de zones d'ombre. Comme s'ils ne voulaient pas trop se mouiller.
Les rôles féminins manquent d'importance dans l'intrigue, on va mettre sur le dos du fait que c'est un BL mais c'est dommage car les personnages étaient pas mal

Après le casting est ce qu'il est, pas vraiment envie de m'étendre dessus.

La musique rien de mémorable à mon goût mais rien qui m'a déplu non plus.

Si je le reregarde ce n'est pas avant longtemps.

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Completed
Apaixonada por BL
1 people found this review helpful
Mar 30, 2024
14 of 14 episodes seen
Completed 0
Overall 9.5
Story 9.5
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10
This review may contain spoilers

Subiu o nível de forma surreal

Esse BL tem tantas camadas que é difícil definir por onde começo a falar. Dona GMMTV realmente deu o nome e o sobrenome nessa série, que com certeza foi uma divisora de águas na indústria BL tailandesa, estou citando a GMM pois é a produtora que mais vi passar pano para falas condenáveis e atitudes desprezíveis nos últimos anos.

Como eu já disse, existem muitas camadas, muita coisa acontecendo, mas o foco central está na crítica social explícita e no romance de Off e Gun. Claro que em volta deles existe um universo de situações se desenrolando, mas todas elas estão envoltas neles de alguma forma, e nada fica desfocado, todos os assuntos são tratados de forma crítica, mas com respeito e atenção. A história parte da amizade entre 5 jovens que unem de forma deveras "anarquista" para lutar contra o sistema, cada um com suas motivações pessoais, que quando somadas formam o maior ideal da vida deles: Black; Sean; Gram; Yok; Gumpa.
Com exceção de Gumpa, que é o mais velho, todos são universitários de cursos na área do direito ou de ciências humanas/políticas, justamente pelo viés ideológico que esses cursos podem alimentar em pessoas militantes não importa de que área. Até mesmo as personagens secundárias da universidade, como Eugene, que utiliza arte corporal para fazer seu protesto, e Nuch, a garota trans que sabe que precisa lutar por seus direitos, mas espera fazer isso dentro das leis e por isso quer modificá-las, bem como Namo e Dan, grafiteiros que lutam e denunciam as injustiças sociais através de seus desenhos, mesmo sendo eles de universos diferentes. Digamos que a parte privilegiada nessa luta de classes, é representada por Tawi, rico, poderoso, que concentra seus esforços em explorar pessoas pobres e cometer crimes. A parcela do meio, são as pessoas que não estão no topo, algumas inclusive são pobres e carentes de políticas públicas , que sabem que o que está acontecendo é errado, mas preferem se vender para quem pagar mais ou fingir que não estão vendo nada por medo das coisas ficarem piores do que já são, assim como a mãe de Black, possivelmente o pai de Sean, a mãe de Yok,

Desses eu gostaria de citar alguns. Comecemos com Black e White. Não sei como funcionam as leis de guarda filial na Thai, mas não consigo aceitar a forma como mostram... nesse caso, pais de gêmeos se separam, e cada um leva um filho para que eles nunca mais se vejam, que p**** é essa?
Enfim, os dois pais ficaram em países diferentes, e os filhos foram criados em ambientes totalmente distintos. White cresceu na Rússia com seu pai diplomata, onde foi educado para ser seu sucessor, onde o mundo que ele conhecia era perfeito, com exceção da ausência de seu irmão. Black cresceu na Thai com uma mãe juíza, que de tanto conhecer o sistema sabia que não era fácil lutar contra ele, e por isso mesmo não o fazia. Black cresceu revoltado com as injustiças e diferenças sociais, mesmo sendo nascido em berço de ouro. Não senti maldade nele quando ele tentou separar White e Sean, senti apenas que ele sabia da escuridão de seu mundo, das dificuldades, e não queria uma vida difícil para seu irmão. Na história deles, o que me pegou de fato foi o sumiço do pai deles da vida de White, ficou faltando uma explicação de para onde White fingiu ir, sei lá, o pai simplesmente ia deixar ele sumir assim? Outro ponto legal, foi ver que ao final Black entendeu que deveria deixar Eugene seguir sem ele, já que ele não poderia dar o amor que ela precisava.

Sean: Estudante revoltado com a morte de seu pai pela polícia, que alegou que ele era um traficante e o matou, deixando nele um ódio ao estado e aqueles que deveriam proteger os cidadãos. Ele não pensa de forma muito racional, permite que o ódio o cegue. Fiquei um pouco perdida quando o romance entre ele e Black surgiu, eu realmente não acho que o desenvolvimento foi adequado. Também fiquei pasma quando ele e Gumpa afirmaram que já sabiam que White não era Black, juro que não percebi nem as desconfianças deles, isso pra mim foi um plot twist.

Yok não tem pai, vive com sua mãe que é PCD, ela é muda e já um pouco idosa e sofre muito com o preconceito, com a problemática de entrar em no mercado de trabalho. Yok retrata sua arte através das telas, ele pinta o mundo como ele o vê, com suas dores, problemas e renúncias. É assim que ele conhece o grafiteiro Dan, e posteriormente se apaixona mesmo sabendo que ele na verdade é policial, mas um policial que não acredita no sistema. A dor que Dan carrega, por ter assassinado o pai de Sean, nos mostra a dimensão humana que ainda pode ser encontrada dentro do sistema, que nem todos são maus e injustos, que pessoas ainda tem sentimentos bons.

Essa série traz cenas preciosas e históricas, como a cena do primeiro grande protesto, o desfile LGBT+, a passeata embaixo da bandeira, tudo com tanto simbolismo quanto o momento em que os manifestantes soltam os presos de Tawi. A atuação nessa série é impecável, e devo dizer que Off e Gun subiram o nível de atuação de forma esmagadora. Tem defeitos? Sim, claro que se aluta era por justiça e gostaria de ver Tawi atrás das grades, Todd preso, o pai de Sean inocentado, mas creio que a série quis passar uma mensagem mais real, pois infelizmente a impunidade está longe de acabar, a luta não para jamais. Quem sabe essa não é a deixa para uma nova temporada algum dia?

No meio de todo o quebra-quebra, os casais entregaram química e cenas belíssimas. Fotografia e ost impecáveis, aspectos técnicos sem defeitos. Definitivamente um dos meus preferidos que sempre vou panfletar, uma das bíblias para qualquer blzeiro.

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Completed
iatrys
1 people found this review helpful
May 19, 2024
14 of 14 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 7.0
Rewatch Value 10

Algo a mais para contar

Sem spoiler! Depois de uns anos, finalmente reassisti "Not Me", e foi como se fosse a primeira vez. Fiquei me perguntando qual era a "mágica" da série/lakorn, e é algo simples. "Not Me" ganha uma estrela de ouro só por estabelecer seu lugar próprio, ou seja, de ter algo a mais pra contar ao telespectador para além de um óbvio desenlace amoroso. A história assume um papel didático, nos ensinando e ensinando ao White as consequências do capitalismo no cenário urbano tailandês (um beijo pro Gun que deu um show de atuação). Vemos o personagem principal ser arrancado de sua bolha monetária, de seu status, para lidar com a crueza do mundo e encontrar significados para sua própria vida com seus amigos e interesse amoroso. Tudo na história se volta para o suburbano da Tailândia, fotografada em sua nudez citadina: as avenidas, as ruas, a favela, as zonas indústrias, a casa que não é ambiente privado (a garagem, o prédio abandonado). Todas essas paisagens colaboram no processo de olharmos para aquele país sobre uma ótica que o diretor nos convence a ver: a Tailândia do dia a dia, do caos, das reivindicações etc. e sentimos sobre ela os movimentos de ação/conflito e o melodrama de cada personagem. A arte (as pinturas, o grafite etc.) também colore as zonas suburbanas, preenchendo de simbolismo político e dando mais uma camada maravilhosa para "Not Me".

Os personagens secundários não merecem esse título porque eles são muito mais do que só "amigos": cada um deles tem seu papel crucial e que soma a seu modo à grandeza da série. Todos eles são apaixonantes e verdadeiros, com seus dilemas, "problemas", o que for. Somos convencidos do drama de cada um e podemos até nos ver neles. Gostei demais do casting de todos os personagens, pois só de conseguirem passar esses sentimentos já denota que fizeram um bom trabalho. Não sou muito fã do main shipp, mas foi satisfatório acompanhar o desenrolar das coisas entre o Sean e o White.

Continua maravilhosa!

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Completed
Giuliana Rizzo
1 people found this review helpful
Feb 13, 2025
14 of 14 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 9.0
Rewatch Value 10

Esplêndido

Gun sempre dá um show de atuação, sempre e sempre. Off melhorou tanto desde Puppy Honey, me surpreendi tanto. Acho que igual Not Me dificilmente existirá. Dorama sério que aborda situações sociais de forma nada banais. Mostra que a sociedade não é pautada em um maniqueísmo tosco e sim muito além disso. É lindo ver que os doramas podem abordar questões políticas e serem mais do que as bobagens que a GMM costuma produzir, elevando o patamar para outro nível. Foi preciso coragem para produzir um dorama que critica tudo que eles mais fazem. Um Not Me para cada década e que sejamos felizes por ter presenciado esse ato e o quão significativo ele foi. A GMM colocou um de seus mais clássicos shipps para protagonizar esse ato e não poderia ter sido mais histórico termos OffGun nesse projeto. Tenho que dar 1000 pontos para o First, que ator incrível. Na verdade, todo elenco é sensacional nesse dorama.

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