University student Hae-Won wants to break up with Teacher Sung-Joon. They have had a secret relationship. Hae-Won meets her mother, who is going to emigrate to Canada tomorrow. After meeting her mother, Hae-Won feels depressed and decides to meet Sung-Joon for the first time in a long while. On that day, Hae-Won and Sung-Joon happen to meet students at a restaurant who study the same major, and their relationship becomes known to others. Hae-Won becomes more depressed. Sung-Joon then suggests they run away somewhere else. Edit Translation
- English
- magyar / magyar nyelv
- dansk
- Norsk
- Native Title: 누구의 딸도 아닌 해원
- Also Known As: Noogooui Daldo Anin Haewon
- Screenwriter & Director: Hong Sang Soo
- Genres: Romance, Drama
Cast & Credits
- Lee Sun KyunSeong JunMain Role
- Jung Eun ChaeHae WonMain Role
- Ye Ji WonYeon JooSupport Role
- Kim Eui Sung[Professor]Support Role
- Kim Ja Ok[Hae Won's mother]Support Role
- Yoo Joon SangJoong ShikSupport Role
Reviews
A Solidão Também Anda de Mãos Dadas
Nobody's Daughter Hae Won é daqueles filmes que não fazem barulho, sussurram. Não atropelam emoções, deixam que elas escorram devagar, como quem observa a própria vida pela janela num dia nublado. É cinema que pede calma, olhar atento e disposição para habitar o silêncio dos personagens.Hae Won não é filha de ninguém, e é exatamente isso que o filme quer discutir. A sensação de não-pertencimento, de caminhar meio solta no mundo, buscando lugar, afeto, sentido. A protagonista vaga pela história como quem tenta se encontrar em espelhos que não devolvem o que ela espera. Pessoas chegam, partem, opinam, julgam. Nada é definitivo, nem ela.
O diretor segue a tradição coreana mais intimista: diálogos cotidianos, pausas longas, vida acontecendo no detalhe. Não entrega respostas prontas. Apenas observa. E, quando funciona, toca num ponto sensível, essa melancolia leve, cotidiana, que todo mundo já conheceu.
Ainda assim, é um filme que exige disposição emocional. A narrativa é lenta, circular, às vezes repetitiva em intenção. Em dias de pressa, pode cansar. Em dias de contemplação, pode encaixar como luva. O mérito está em capturar a humanidade sem maquiagem, com falhas, escolhas tortas, inseguranças reais.
A atuação é sólida, natural, quase documental. Nada exagerado, nada grandioso, justamente por isso, verdadeiro.
Nota 7,5: belo, honesto, sensível.
Não é obra que explode, é a que permanece em eco.
Um filme para ver com o coração desarmado e tempo disponível para sentir o que não é dito.
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