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- Titolo Originale: 樱桃琥珀
- Conosciuto Anche Come: Cherry Amber , Oceans of Time , Ying Tao Hu Po
- Regista: Zhang Kai Zhou
- Sceneggiatore: Zeng Lu
- Generi: Romantico, Gioventù
Dove Guardare Oceans Time
Cast & Ringraziamenti
- Angel ZhaoLin Qi Le / Lin Ying TaoRuolo Principale
- Zhang Ling HeJiang Qiao XiRuolo Principale
- Dong JieZhao Sheng JuanRuolo di Supporto
- Bao Jian FengLin Hai FengRuolo di Supporto
- Wu ShengYu QiaoRuolo di Supporto
- Shen Jia YuQin Ye YunRuolo di Supporto
Recensioni
Drama senza i requisiti necessari per portare in scena una vicenda coerente, valida e sensata
Finito davvero a fatica, quasi droppato. L'idea a grandi linee è anche buona, nel dettaglio si risolve in una sceneggiatura improponibile.La serie prende l'avvio con un grazioso primo episodio che vede i protagonisti da bambini: il primo incontro tra i due, la vivacità e sensibilità della piccola Ying Tao, il rapporto con gli amici di sempre, le dinamiche di gruppo. Su questa tavolozza colorata Qiao Xi si inserisce come una densa pennellata nera che, a poco a poco, va a mescolarsi con gli altri colori. Accettabile l'idea che nel giro di qualche mese possa nascere un buon legame tra i ragazzini. Da qui in avanti, pero, la coerenza finisce.
Il secondo episodio catapulta di colpo la storia negli anni dell'adolescenza: troviamo Ying Tao sola nel paesino d'origine, gli amici trasferiti in una scuola in città, la stessa frequentata da Qiao Xi che non ha mai fatto ritorno come aveva invece promesso (quindi non si sono più visti dall'età di nove anni). Questa premessa rende un po' assurdo l'attaccamento di Ying Tao nei suoi confronti, aspetto che tra alti e bassi diventerà il suo modus operandi per tutta la durata della serie. Avrei capito se fossero cresciuti insieme, un po' come accaduto nel coreano "A prefabricated family" (a sua volta remake del cinese "Go ahead"): in quel caso il legame profondo e persistente avrebbe sì avuto senso.
La nostra protagonista, purtroppo, viene destinata a un ruolo forzato e abbastanza insensato. Non va molto meglio con la controparte maschile: posso capire se l'idea è quella di un personaggio freddo, distaccato, che per una serie di n ragioni - da un vissuto particolare a un tratto caratteriale - si faccia perennemente inseguire dalla fanciulla di turno, andando a imbastire una relazione anche prepotente e un po' prevaricante. Non sono modelli da seguire nella vita reale, sia chiaro. Qui, però, anche fosse stato l'obiettivo del drama, non è stato comunque raggiunto: Qiao Xi manca di senso e coerenza, pur con tutte le motivazioni addotte il suo personaggio e le sue scelte non funzionano, questo al di là che siano rispettose o meno nei confronti della FL.
L'impressione generale è quella di una sovrastima delle capacità di chi sta dietro le quinte: non basta voler fare un buon drama per saperlo poi effettivamente fare. Per chi calca la scena, anche un livello di recitazione standard non può che risultare deludente, se tutto il resto non sta in piedi.
Tranquillamente evitabile.
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Assista, mas com o coração aberto.
É um drama que mexe com a gente de um jeito que poucos conseguem. Confesso que em muitos momentos eu fiquei com raiva, especialmente do prota. Achei ele egoísta, egocêntrico, narcisista (tudo que nos tira do sério quando alguém parece não retribuir o amor que recebe). Já a protagonista parecia sempre correr atrás, sempre se doar, mesmo sem ser valorizada. Isso me irritava profundamente, porque eu via nela uma mulher que não tinha amor próprio, e isso machuca de assistir.Mas aí vem a parte mais bonita do drama: ele não é simples. Ele exige maturidade emocional para ser entendido. muita mesmo. Eu tive que aprender a ter essa maturidade até o fim do drama, eu confesso.
Com o tempo, fui compreendendo o porquê das atitudes dele. Ele foi formado por traumas, por ausência de amor dos pais, de si mesmo, dos outros. O único amor genuíno que ele teve na vida veio justamente dela… e do primo. Quando a gente entende isso, a raiva começa a se transformar em empatia. Ele não sabia como amar, porque nunca havia sido verdadeiramente amado. A prota, por outro lado, transborda amor. Mas não aquele amor idealizado, o amor dela é real, é sacrificial, é doador. Às vezes até demais. Ela cuida de todo mundo, pensa nos outros antes de si mesma, principalmente nele. E mesmo assim, dá para perceber que ela não é completamente dependente dele; ela tem um coração generoso com todos. O grande erro dela é não se cuidar tanto quanto cuida dos outros. Mas apesar disso, o drama é lindo. E eu recomendo sim que todos assistam, mas com o coração aberto. Não é um romance leve e fantasioso como amamos num geral, é um retrato dolorido, mas honesto, das relações humanas. E embora nos traga reflexões profundas, é importante dizer: não devemos romantizar a dor ou nos submeter ao sofrimento dos outros como se fosse nossa obrigação. Todos nós sofremos, todos temos traumas e precisamos aprender a dividir nossos fardos, a viver com leveza.
A própria Bíblia nos ensina que não fomos feitos para andar sozinhos. Precisamos uns dos outros, e o amor quando é verdadeiro não deve isolar, mas curar. E é aí que esse drama me tocou profundamente: ele me lembrou de que o amor sacrificial, aquele que cuida sem esperar nada em troca, é o mesmo amor que Jesus tem por nós. Cristo sofreu por amor, se doou completamente, mesmo sabendo que nem todos o valorizariam. E ainda assim Ele ama, ainda assim perdoa, ainda assim permanece. Quando olhamos por esse ângulo, entendemos que esse tipo de amor, que parece até loucura, é o mais puro que existe.
Esse drama me confrontou. Me faz ver o quanto às vezes estamos cegos dentro das nossas próprias relações. Nos faz repensar a forma como amamos e até como esperamos ser amados. Nos lembra que não precisamos ser perfeitos para sermos dignos de amor, e que dividir nossos sentimentos não é fraqueza, mas maturidade.
No fim das contas, esse drama me trouxe uma nova consciência. Sobre mim. Sobre o outro. Sobre Deus. E por isso eu recomendo, assista, com o coração aberto pra entender e chorar, sofrer, se divertir e amar. Aprender um amor diferente.
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