Soju’s Beginner-Friendly Thai Dramas A Liga dos Cinco Dragões está sob a liderança de Jao Sua Song. Ele é habilidoso e está no controle dos negócios, mas as coisas na família se tornaram caóticas. Com sua esposa principal, Li, ele tem seu filho mais velho, Thian. Ele tem uma esposa secundária, Jan, com quem tem um filho chamado Yang e uma amante chamada Bua. Em uma família chinesa, a masculinidade é valorizada. Thian é o rosto da família, aquele que eventualmente sucederá Song, que carregará o poder que seu pai construiu. Khun Chai não é uma posição para a qual qualquer pessoa é adequada. O amor entre dois homens é obstruído pela sociedade chinesa. (Fonte: Thai = One31 || Tradução = kisskh) Editar Tradução
- Português (Brasil)
- magyar / magyar nyelv
- עברית / עִבְרִית
- dansk
- Título original: คุณชาย
- Também conhecido como: Khun Chaai , Khun Chai , Sir
- Diretor: Worawit Khuttiyayothin
- Roteirista: Chawanon Sarapat
- Gêneros: Histórico, Mistério, Romance, Drama
Elenco e Créditos
- Film Thanapat Kawila Papel Principal
- Jam Rachata Hampanont Papel Principal
- Kitsakorn Kanoktorn Papel Principal
- Saksit Tangthong Papel Principal
- Piyathida Mittiraroch Papel Principal
- Panward Hemmanee Papel Principal
Resenhas
Drama político, Sofrimento e amor: tudo na medida certa
Khun Chaai foi uma surpresa que eu não esperava que me pegasse tão forte. Sabe quando a série não precisa de beijo, não precisa de cena quente, e mesmo assim consegue entregar muito mais do que um monte de BL que só sabe se apoiar em namoro possessivo e sexo vazio? Pois é, aqui a coisa é diferente. A trama é coesa, bem amarrada, não fica largando ponta solta, e isso já é um alívio imenso. Eu senti raiva, senti satisfação, senti um ataque de ansiedade real (sem meme, precisei parar e tomar meu remédio porque tava pesado demais) e, no fim, acabei sorrindo, chorando e me envolvendo de um jeito que fazia tempo que não acontecia.O casal principal tem uma dinâmica muito mais profunda do que só romance. Não é só sobre estar junto, mas sobre se completar dentro de um universo cheio de conflitos e escolhas difíceis. E os casais secundários também não ficam atrás, cada um traz um tempero próprio, dá aquela sensação de que todo mundo importa na trama, não é só enfeite.
Tian e Jiu, por exemplo, mexeram comigo de um jeito especial. O sofrimento do Tian é sufocante, não ser aceito, ter que se esconder, se perder num looping de mentiras que vão drenando ele pouco a pouco, foi pesado de acompanhar. E aí chega o Jiu, quase como uma fresta de luz numa vida tão cinzenta, trazendo esperança, mas também dor. Porque ver Tian se agarrando a isso, tentando respirar em meio ao sufoco, foi lindo e dolorosamente triste ao mesmo tempo. Eles entregaram uma relação que não é só romancezinho doce, é aquela que te esmaga e te faz refletir.
E não tem como falar de Khun Chaai sem mencionar o Yang. Eu simplesmente me apaixonei por esse personagem, porque o companheirismo e o amor dele pelo irmão são de uma delicadeza rara. Ele não é aquele tipo de personagem que precisa gritar aos quatro ventos o quanto se importa, ele mostra em gestos, em cuidados, em como sempre tá ali pra segurar o Tian quando o peso parece insuportável. É bonito de ver, dá vontade de proteger os dois juntos. E aí vem a relação dele com a Phin, que é outro show à parte. Esses dois têm uma química divertida, leve, cheia de troca genuína de afeto. Eles não precisam de nada grandioso pra serem fofos, só o jeito natural de se cutucarem e se apoiarem já deixa tudo mais cativante. Yang e Phin são aquele casal que você quer guardar num potinho, porque entre tanto drama e tensão, eles trazem a dose necessária carinho.
E, olha, eu preciso bater palmas para o protagonismo feminino aqui. As mulheres vilãs foram um show à parte. Eu senti ódio real delas, aquele ódio gostoso que só vem quando a atuação é foda mesmo. E acompanhar a transição delas, indo de vilãs odiáveis para parceiras críveis, foi uma das coisas mais bem construídas que eu já vi. Nada forçado, nada abrupto, tudo feito com o cuidado que a história merecia. A-Li e A-Chan são o coração desse núcleo feminino poderoso, e foi fascinante acompanhar até onde uma mãe pode ir para proteger ou elevar o nome de seu filho. Ambas movidas por ambição e desespero, jogando sujo, sem se importar com o rastro de dor que deixavam. E aí vem a ruína, aquele momento em que as consequências finalmente batem na porta, e a queda delas é tão intensa quanto a subida foi arrogante. Ver essas duas mulheres, que no início eu queria esganar, ganhando camadas de vulnerabilidade e até um certo respeito no fim, foi simplesmente brilhante. Elas não foram escritas como caricaturas de vilãs, mas como mulheres complexas, falhas e humanas, que erraram feio e pagaram por isso.
Os pontos negativos até existem, mas honestamente? Eu não quero nem gastar tempo com eles, porque essa série é tão bem dirigida, tão bem feita, que dá gosto de assistir. Eles criaram um universo fascinante, cheio de detalhes que te puxam pra dentro, e eu só consegui sair quando acabou. E quando acabou, eu fiquei com aquele sentimento raro de satisfação plena, de que valeu cada minuto. Não foi aquela experiência que você termina e já esquece no dia seguinte, não. Khun Chaai ficou comigo, martelando na cabeça, revisitando cenas e diálogos, e até cutucando meus sentimentos dias depois. E olha que fazia tempo que uma série não me deixava assim, envolvida a ponto de me fazer parar pra respirar, rir, chorar e até xingar a TV. Puta merda, que série boa. Recomendar essa série não é nem questão de gosto, é quase um serviço público, porque todo mundo que gosta de um bom drama, bem escrito e intenso, merece sentir essa montanha-russa de emoções. E sim, sou exagerada nos elogios e não tenho nenhuma vergonha disso. Vão assistir Khun Chaai agora!
10/10 God, this is incredible, what kind of lakorn is this
10/10 God, this is incredible, what kind of lakorn is thisGod, this is incredible, what kind of lakorn is this, set in the first third of the 20th century, when the Japanese occupied Siam at the time. Read the description in the previous review by Barka, l' just emphasize that the story must have been invented and written by the devil himself. We are in a time when the world did not wish other people, we are in the time of a Chinese clan operating in the territory of Siam, and the intrigues are so terrible, so surprising and every ten minutes they turn in a way that you do not expect. Absolutely no boredom, grown-up, no school kids. I thought to myself, I'll take a look at the first part and then I'll probably wait for the translation to be completed, but somehow it's still not happening, and after the first part, which is such an introductory piece, I just took a look at the second part. But that was a mistake! There it started in such a way that ! devoured the series in three days. And that it is a pack, 17 parts of 70 to 75 minutes each! In addition to the intrigues and surprising plot twists, it is also a sky-high drama, mystical and sometimes even tragic (see the mushrooms), but that doesn't bother me, I also don't blame fairy tales for the story because they are partly fictional, everything was done so that the viewer, especially Thai, he didn't get bored. But on the other hand, beautiful visuals, a great theme tune and a song by NuNew that has 66 million views on YT and excellent acting in the Thai way. I was captivated by the beautiful sibling love, while the mothers scheming the ostopero, the younger brother, the brawler Yang, was every inch a symposus, the equally beautiful Jiu, who gradually fell in love with Thian, who was expected to succeed the clan leader, as well as both wives and one mistress the existing Song fruit and their two butler maids. A great experience for those who understand why it is filmed and made the way it is. The current rating on MDL 8.3 and IMDb 8.5 speaks for itself, who doesn't like Asian lakorns - I don't recommend it, others do!





















