Chen Zhe Yuan's new drama is not a Chinese version of 'Descendants of the Sun', say C-netz Song Ran, uma repórter da Guarda de Liangcheng, de repente se encontrou em perigo enquanto realizava uma missão de reportagem no turbulento Dongguo. Felizmente, ela foi resgatada por Li Zan, um engenheiro de explosivos chinês que estava voluntariando em Dongguo. A gentileza e consideração de Li Zan, junto com seu coração inocente e cheio de amor, atraíram profundamente Song Ran. Durante muitas interações com Song Ran, Li Zan também descobriu que essa garota parecia frágil por fora, mas na verdade era corajosa e forte, com um coração cheio de justiça e bondade. Os mesmos ideais e almas compatíveis criaram uma faísca de amor entre os dois. No entanto, uma explosão repentina pôs fim a essa relação incipiente. Depois de retornar à China, ambos caíram em um ponto morto na vida e até perderam o contato um com o outro. Li Zan se sentiu culpado e arrependido porque seu amigo morreu tentando salvá-lo durante o bombardeio, enquanto Song Ran foi controversa por uma foto tirada durante o bombardeio. Ambos sofreram dor física e mental. Por acaso, eles se reencontraram e, pouco a pouco, suas vidas voltaram ao normal: juntos, plantaram sementes de oliveira branca. (Fonte: iQIYI) Editar Tradução
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Onde assistir A Oliveira Branca
Elenco e Créditos
- Chen Zhe YuanLi ZanPapel Principal
- Liang JieSong RanPapel Principal
- Wang Tian ChenBenjaminPapel Secundário
- Gu Zi ChengSa XinPapel Secundário
- Wang Zhuo ChengJiang LinPapel Secundário
- Liu Yong XiPei Xiao NanPapel Secundário
Resenhas
Recentemente assisti um drama onde Wang Tian Chen era um psicopata e sua atuação foi muito boa, neste drama, ele repete uma excelente atuação como o apaixonante Benjamin, mostrando consistência nos seus trabalhos. Estou acostumada com a atuação de Liang Jie em comédias românticas, mas foi uma surpresa vê-la interpretando uma personagem com tamanha carga emocional de forma tão convincente. Até determinado ponto eu diria que Chen Zhe Yuan era mais do mesmo do que sempre apresenta nas suas atuações, mas nos capítulos finais, a mudança em suas expressões para mostrar os danos sofridos por seu personagem, foi uma atuação incrível e convincente, mostrando que o ator tem capacidade para interpretar personagens mais complexos.
O elenco ocidental escolhido apresenta atuação questionável, o uso do idioma inglês atrapalhou mais do que enriqueceu o drama, pois as pronuncias dos atores ou dubladores ficaram muito estranhas. A finalização não é a melhor, acho que se a diretora tivesse encerrado na cena das crianças dentro do ônibus vendo a miragem da oliveira branca ficaria mais emocionante e não daria lado para questionar se eles morreram ou não, pois se a intenção era mostrar o casal após a morte, seria necessário mostrar onde, como e quando eles morreram.
The White Olive Tree
A história acompanha pessoas marcadas por tragédias que mudam suas vidas para sempre. A partir delas, cada um tenta lidar com trauma, culpa e perda de maneiras diferentes. A trama acerta ao retratar a guerra como uma presença constante e dolorosa, mostrando como ela deixa marcas físicas e psicológicas duradouras. Ela não é só um cenário, mas é um personagem que se mantém constante sempre.No centro da narrativa temos Song Ran e Li Zan. O amor entre eles é genuíno e bonito. Em meio ao caos, os dois se tornam um refúgio um para o outro. No entanto, senti algumas frustrações com os dois em alguns momentos, principalmente pela constante falta de comunicação entre eles, um problema que persiste até o final da história. Eles sempre escondem um do outro como estão se sentindo ou o que estão passando, e isso causar muitos conflitos. Mesmo no final, isso permaneceu. Outro ponto que me incomodou um pouco é a forma como o drama lida com saúde mental deles. No início, temas como depressão e transtorno de estresse pós-traumático são até que abordados com responsabilidade, mas na reta final parece surgir uma idéia de que o amor deles seria suficiente para superar tudo. Eles só decidem fugir, mas ambos estavam tão vulneráveis naquele momento que precisavam de apoio psicológico, da companhia da família e dos amigos. Nos momentos finais não consegui me emocionar com o amor deles, mas me senti incomodada com o excesso de culpa que ambos carregavam um com outro sempre pedindo excessivas desculpas e com as promessas de ficarem juntos independente de tudo. Acho que nesse momento eu já previa que teríamos um final meio ambíguo e talvez trágico… mesmo assim, o relacionamento deles cativa muito e os personagens, individualmente, também.
Apesar de alguns arcos pouco desenvolvidos, da morte de um personagem que eu amava e de um final ambíguo que pode parecer confuso, The White Olive Tree foi uma experiência marcante. É uma história que alterna constantemente entre esperança e tragédia, lembrando que a vida é imprevisível e que, muitas vezes, tudo o que resta às pessoas é continuar sobrevivendo. Tive muitas reflexões com essa história. Ela cria um ciclo: esperança → tragédia → cura → nova esperança → nova tragédia → sobrevivência. E ele vai se repetindo, pois a vida é assim. Estamos aqui vivendo um momento presente sem saber o que nos espera amanhã, por isso achei bonito aquela cena final, mostrando o símbolo da oliveira branca: uma árvore que cresce devagar, atravessa estações, tempestades e períodos de paz. Ela não controla o que acontece ao redor, mas continua existindo. Não dá pra saber o que aconteceu com os dois no final, mas acho que aquela cena sugere que sempre há esperança.
Espero que Song Ran e Li Zan tenham sido felizes e encontrado paz para continuar. Mas levando em consideração que o final pode levar acreditar que eles já não estão mais no mundo, me lembrei do trecho final da música Asleep do The Smiths: “there is another world, there is a better world… well, it must to be”.
Para finalizar, é importante que a gente lembre que em toda a guerra, um povo sofre. Que nunca esqueçamos desse povo!






















