the Chinese killer Chung-Ri
Do anyone knew who the actress is who plays the chinese-killer that works with An Yohan? She kinda steal the show when it comes to action after An Yohan who played by Kyungsoo. It says she goes by the name "Lee Hyun-jin" but when I searched her, no results aside from the actor who has the same stage name as her.Was this review helpful to you?
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A masterpiece 10000/10
After a long time a k drama hit me too hard .Jcw is at his finest & exo did wonderful job
A total masterpiece with great direction & story that hooked you from 1st scene to last scene
Hosetly this show deserves much more ,only if they could have choose platform wisely then it is would have broke the records
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10/10 Manipulated: A Thrilling Rollercoaster of Emotion and Suspense!
"Manipulated" is an exhilarating addition to the world of K-dramas, and it has captured my attention from the very first episode. Each instalment so far has been mind-blowing, with a gripping narrative that keeps viewers on the edge of their seats. The anticipation for each new episode is palpable, and I often find myself wishing we could binge all 12 episodes at once!The standout performance in this series undoubtedly comes from Ji Chang Wook. His portrayal of the lead character is nothing short of remarkable. Wook brings depth and nuance to his role, making every scene he is in feel electric. His ability to convey a wide range of emotions-from vulnerability to intensity-demonstrates his extraordinary talent.
Complementing him is a stellar cast that elevates the show even further. Each actor brings their own unique flair, contributing to a rich tapestry of interconnected stories that resonate deeply with the audience.
Episodes 5 and 6 have left me yearning for more. The stakes are raised, and the tension builds to a fever pitch that feels almost cinematic in its execution. Every second of these episodes felt epic, with plot twists that are not only surprising but also expertly crafted. The pacing is on point, keeping viewers engaged throughout.
The cinematography and direction deserve a mention as well. The visual storytelling works hand in hand with the powerful performances, creating a truly immersive experience. The show's ability to blend emotional depth with thrilling suspense makes it a standout in the crowded K-drama landscape.
In conclusion, "Manipulated" is a must-watch for anyone searching for a captivating drama that combines stellar acting, a gripping storyline, and breathtaking production values. I can hardly wait for the next episodes to drop, and I highly recommend this series to fans of the genre and newcomers alike. It's a rollercoaster of emotions that you won't want to miss!
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A Thriller Built on Clichés and Convenience
Manipulated” tries to sell itself as a dark, complex thriller, but ends up collapsing under the weight of every cliché it borrows. The series builds its entire premise on an innocent man wrongly accused, a flamboyant rich psychopath, a corrupt politician, an incompetent police force, and even a survival car race straight out of Death Race (2008). Instead of suspense, it delivers absurdity packaged as drama.The investigation never feels real. The prosecution presents circumstantial “evidence” that would be dismissed instantly in any believable legal system. Procedures vanish, logic disappears, and the script constantly removes the presence of the State just to make its villain work. By episode five, the show abandons any sense of grounded storytelling and leans fully into cartoonish spectacle.
Ji Chang-wook once again gives his all, but he’s trapped in a script that confuses intensity with incoherence. The series tries to evoke emotion through exaggerated performances, recycled tropes, and overdramatic set pieces, but never earns the tension it demands.
In the end, Manipulated doesn’t manipulate the story — it manipulates the audience, expecting them to overlook every narrative gap just because the packaging looks thrilling.
It’s not suspense. It’s noise.
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A Vingança Meticulosa e a Família Inesperada
Foi uma excelente série dramática sobre retribuição. A morte do irmão do protagonista foi um momento verdadeiramente comovente. A trama foi meticulosamente elaborada, desde a narrativa principal até os intricados mecanismos para incriminar alguém por homicídio.No entanto, uma dinâmica específica me deixou com algumas dúvidas: a ideia de que eles necessitam de um período para investigar toda a vida do alvo e reunir evidências. Mas, quando uma figura poderosa comete um assassinato, eles aparentemente já possuem todos os indícios prontos? Ou será que mantêm as provas ocultas até que um crime aconteça? Acredito que esta parte poderia ter sido mais bem desenvolvida e esclarecida.
Fora isso, a produção foi impecável. Agradeço por não terem forçado um romance onde ele não se encaixava naturalmente. Claro que deixaram espaço para os fãs torcerem por um casal (shippar), mas fizeram isso sem cenas excessivas ou forçadas, o que teria arruinado o fluxo da história.
Ele perdeu sua família ao ser encarcerado, mas acabou encontrando uma nova. A jovem e o pai dela representaram todo o apoio e afeto de que ele precisava.
Adorei o detalhe dos amigos que, mesmo sendo constantemente rejeitados, persistiam em tentar visitá-lo no presídio, demonstrando genuína preocupação e lealdade.
Já a namorada que simplesmente desapareceu sem deixar rastros foi intrigante — nem mesmo uma visita para oficializar o término. Ela pareceu evaporar. Também estranhei que o protagonista nunca a mencionasse ou perguntasse aos amigos sobre o seu paradeiro.
O confronto final foi espetacular. Apenas imaginei uma cena adicional com várias figuras influentes sendo detidas e sentenciadas, e o público clamando por justiça. Acredito que isso teria sido ainda mais impactante, sem diminuir a grandiosidade do desfecho que tivemos.
É um ótimo drama de vingança e ação, e certamente ficará entre meus favoritos do gênero. O final foi simplesmente perfeito. Agora, fiquei curioso: o que será que aconteceu com aquela senhora cega?
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Que Doramaaaaaa
Viu sentir falta de acompanhar esse dorama as quartas feiras!!!! valeeee muito a pena assistir, te prende desde o primeiro episódio até o fim, por mim não teria apenas 12 eps.Começando pela maravilhosa atuação do Lindoooo do Ji Chang Wook ele arrasou. O homi sofreu nos primeiros eps, mas dps ele ergueu a cabeça e foi em busca de vinganca e justiça.
As cenas de ação tbm muito bem produzidas, deixando os telespectadores sem conseguir piscar de tanta adrenalina kkkk
Temos que falar do vilão tbm que fez o papel muito bem feito….
Muito bom ver o prota conseguir provar sua inocência e sair de cabeça erguida com amigos em volta.
Esse dorama entrou no meu top 10 com certeza❤️
Pra quem é fan do Ji Chang Wook vale muitooo apena assistir 🫶🏻🫶🏻🫶🏻🫶🏻
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Poder Não Se Constrói, Se Esculpe
Em Cidade das Esculturas, poder não se herda , se constrói, se manipula e se esculpe. A trama se desenrola em um universo onde política, grandes conglomerados e interesses pessoais se misturam em alianças frágeis e traições calculadas.Nada é explícito. Nada é gratuito. Quem parece mandar é apenas fachada. O verdadeiro controle acontece nos bastidores, onde decisões são moldadas com precisão cirúrgica e pessoas viram peças descartáveis de um jogo maior.
Ji Chang Wook como Park Tae Jung
O eixo central do jogo. Carismático, estratégico e perigosamente inteligente. Park Tae Jung sabe transitar entre luz e sombra como poucos. Não impõe, induz. Não ameaça, cria cenários onde os outros caem sozinhos.
Do Kyung Soo (D.O.) como An Yo Han
O contraponto moral… ou a próxima escultura. An Yo Han é intenso, observador e carregado de conflitos internos. Sua presença traz tensão constante: ele pode ser a consciência do sistema ou o próximo a se corromper por ele.
Jo Yoon Soo como No Eun Bi
A personagem que enxerga além da superfície. Inteligente, silenciosa e estratégica, No Eun Bi entende cedo demais que sobreviver exige mais do que ética exige leitura de jogo.
Lee Kwang Soo como Baek Do Gyeong
Surpreendentemente afiado. Seu personagem adiciona camadas de ambiguidade, ironia e imprevisibilidade. Baek Do Gyeong nunca está exatamente onde parece e isso o torna perigosíssimo.
Kim Jong Soo como No Yong Sik
A velha guarda do poder. Representa a estrutura tradicional, os acordos antigos, o tipo de homem que construiu impérios no silêncio e cobra lealdade absoluta.
Yang Dong Geun como Yeo Deok Su (papel secundário)
A força bruta institucionalizada. O executor. Onde o jogo vira risco, ele entra para “resolver”. Poucas falas, muito peso.
Aqui, secundário não é decorativo.
Cada personagem sustenta um pedaço do sistema: política, imprensa, bastidores empresariais e alianças invisíveis. Eles reforçam a sensação constante de vigilância, ameaça e instabilidade. Ninguém está seguro. Ninguém é neutro.
O Verdadeiro Poder Nunca Está no Centro do Palco
Esse drama é denso, elegante e sufocante na medida certa. Não entrega respostas fáceis nem vilões caricatos. Tudo é construído no subtexto, nos olhares, nas pausas e nos silêncios desconfortáveis.
Ji Chang Wook surpreende pela contenção estratégica. Do Kyung Soo traz intensidade emocional crua. Lee Kwang Soo quebra expectativas e prova versatilidade dramática. O elenco funciona como um mecanismo de relógio: se uma peça falha, tudo desanda.
Cidade das Esculturas é um drama para quem gosta de jogo de poder realista, personagens moralmente ambíguos e histórias que exigem atenção total.
Não é sobre quem grita mais alto. É sobre quem espera. Observa. Calcula.
Porque, no fim, ninguém percebe quando está sendo moldado, até endurecer demais para voltar atrás.
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DOH et JCW sont tellement excellents !
JCW est super ! il fait passer ses émotions bonnes ou mauvaises de façon incroyable.DOH est énorme en psychopathe ! Ce rôle lui va comme un gant.
La musique est bonne, le rythme est rapide, on ne s'ennuie pas, la production a acheté des tonnes d'hémoglobine !
JCW se fait taper ou trouer la peau à tous les épisodes !
C'est une très bonne série d'action, avec une excellente intrigue que connaissent ceux qui ont vu "fabricated city" (film)
Ce que j'ai moins aimé :
Une fois de plus, la FL a un personnage pourri : elle est ultra pénible, insulte et tape, c'est une racaille.
Elle a la grâce d'un camion et la douceur d'une enclume...
Quelquefois Park Tae Jung prend des risques inconsidérés, et fonce sans réfléchir (le bateau 2 fois, la reddition au commissariat )
Une maserati jaune ? vraiment ?
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O Drama que Sabia Onde Começar, Mas Não Como Terminar
O drama abriu com três episódios de fôlego raro, daqueles que agarram o espectador pelo colarinho e não pedem licença. Depois, é verdade, perdeu ritmo e empolgação, caminhando em marcha menos ousada até o final. Ainda assim, as atuações sustentam boa parte do interesse. KyungSoo entrega um vilão surpreendentemente contido, distante do caricato fácil e do exagero histriônico, compondo um sociopata frio e funcional. Já Chang Wook, como protagonista, é competente e carismático, mas em diversos momentos parece operar no piloto automático, como quem sabe exatamente onde precisa chegar, mas não faz questão de explorar o caminho.O problema maior está mesmo no desfecho, um final sem clímax e estranhamente mal resolvido. A luta derradeira sugere uma escolha moral interessante quando Taejung poupa YoHan, indicando fé nas instituições e na punição pela justiça, mas essa construção é sabotada segundos depois por um incêndio conveniente que elimina o vilão de forma quase cômica. O que poderia ser ironia trágica vira confusão narrativa. A cena final, de tom subjetivo e poético, tenta insinuar camadas de manipulação até sobre o próprio vilão, mas não aponta com clareza para uma segunda temporada nem fecha o arco proposto. O saldo é positivo, porém aquém do impacto prometido no início. A sensação que fica é de uma obra que começou incendiária e terminou em fumaça.
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Vendetta, inganni..e un finale controverso
The Manipulated è un thriller che trascina lo spettatore in un ciclo soffocante di ingiustizia, dolore e ricerca disperata della verità. Il viaggio di Tae-jung — interpretato con grande intensità da Ji Chang-wook — è quello di un uomo comune la cui vita viene brutalmente stravolta da un crimine che non ha commesso. La serie eccelle nel mostrare la sua trasformazione emotiva: dall’angoscia iniziale, alla rabbia incontrollabile, fino alla determinazione lucida che lo spinge a smascherare chi lo ha distrutto.Anche l’antagonista, An Yo-han (Doh Kyung-soo), offre una prova solida: freddo, calcolatore, ambiguo. Tra manipolazioni, indizi falsati e una rete di controllo quasi onnipresente, il drama costruisce un clima di tensione costante in cui ogni personaggio sembra muoversi su un terreno instabile. Le sequenze più concitate — scontri, fughe, inseguimenti — si alternano a momenti di silenzio psicologico, creando un buon equilibrio tra azione e introspezione.
Pur mantenendo un impianto narrativo familiare per chi ama i revenge-drama, The Manipulated riesce comunque a coinvolgere grazie alla forza emotiva del protagonista, alla cura per le atmosfere e a una regia che lavora molto sul senso di oppressione e di sorveglianza.
Nota dolente del finale
Proprio nel finale, però, la serie perde parte dello sprint iniziale. Gli ultimi minuti sembrano introdurre un accenno di lieto fine inserito quasi per addolcire la brutalità degli episodi precedenti, e questo stona con il tono generale del drama. Restano inoltre diversi interrogativi:
il personaggio misterioso seduto sulla poltrona nella sala video;
la tata che scompare improvvisamente;
l’incendio appiccato nell’ultima sequenza;
Tutti elementi che suggeriscono la presenza di un’altra figura nell’ombra, forse un nuovo “occhio di dio” ancora più potente del nostro antagonista. Eppure, sapendo quanto sia improbabile una seconda stagione, questi spunti rimangono sospesi, lasciando la sensazione di un puzzle incompleto.
Sicuramente mi vien voglia di recuperare il movie da cui è tratto!
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Un drama fascinant, nerveux… mais qui n’explose pas jusqu’au bout...
"The Manipulated", c’est un mélange de vengeance, d'enquête, d'action... en gros, un cocktail 🍸qui ne laisse aucune place à l'ennui. On va suivre l’histoire de Park Tae-jung, un homme banal qui voit sa vie exploser en quelques heures... Il est accusé d’un meurtre qu’il n’a jamais commis, et là tout s’écroule... sa réputation, sa liberté, sa famille… et quand il réalise qu’il est victime d’une machination parfaitement orchestrée, quelque chose se fissure en lui. Il n’a plus qu’un objectif, remonter la piste de ceux qui l’ont détruit... et tout ramène à An Yo-han, ce mec c'est un génie du contrôle, il tire les ficelles dans l’ombre avec une telle aisance 🥶.Entre chasse à l’homme, vengeance glaciale, manipulations et révélations qui te tordent l’estomac... j'étais dans une ambiance tendu, nerveuse, sombre, et chaque épisode m'a attrapé par le col.
Côtés personnage on a Park Tae-jung joué par Ji Chang Wook ❤️, qui revient dans un rôle intense. Ici il peut déployer toute sa palette de jeu entre, souffrance, rage, détermination, résilience… J’ai eu mal pour lui dès le premièr épisodes... Ce mec lambda, gentil, qui voulait juste vivre pépère... et bam, on lui arrache. Ce que j’ai adoré, c’est sa métamorphose. On le vois passer du “je comprends rien à ce qui m’arrive” au “ok, maintenant c’est moi le chasseur” 😶🌫️🔥. Mais il est magistral dans ce rôle hyper tendu, avec son regard vide, la douleur sous la peau, ses petites explosions de colère contenue… bref, il te porte tout le drama sur ses épaules sans jamais rien lâcher 😍.
Face à lui on retrouve An Yo-han, joué par Do Kyung Soo, que j'ai decouvert avec ce drama, et il m'a convaincue 👍🏻. Son personnage, c’est pas un antagoniste, c’est une ombre glaciale... Un cerveau froid, patient, qui manipule les gens comme des pièces d’échecs. Le mec parle doucement mais tu sens qu’il peut pulvériser une vie en envoyant un simple message 😅... Je l'ai trouvé hypnotique, terrifiant, fascinant. Je ne l'aimait pas, mais impossible de le quitter des yeux.
Pour terminer sur les personnages, il y a plein de figures de l’ombre... Entre la police manipulée, les exécutants silencieux, les pantins qui ne savent même pas qu’ils en sont… le drama m'a plongé dans un "écosystème" où tout le monde ment, tout le monde cache quelque chose... et c'est exactement ce qui donne cette atmosphère aussi lourde 👌🏻.
Même si j’ai dévoré le drama, je dois aussi avouer que son format 12 épisodes de 45 minutes, est autant sa force que sa faiblesse... D’un côté, ça garde un rythme tendu, efficace, hyper centré sur JCW (ce qui n'est clairement pas la pour me plaindre 😅) et sur DKS… mais du coup, le reste du casting passe un peu à la trappe. J’aurais vraiment voulu en savoir plus sur Eun Bi, sur Cheol Hwan, ou même sur la femme aveugle liée à DKS (qui serait apparemment sa mère ?!? 🤷🏼♀️), mais tout ça reste survolé. Et puis… parfois, j’ai eu des petits moment “attends, JCW c’est un super-héros ou quoi...” 😭 Il survit à des trucs complètement tirés par les cheveux... mais bon, après des années de blockbusters US, je pardonne facilement 😅. Et la fin… hmm. Elle, m’a laissée un peu partagée. Après tout le build-up, j’ai trouvé la résolution un peu abrupte, pas totalement à la hauteur de mes attentes. J’aurais préféré un procès plutôt qu’un jugement post-mortem. Mais dans l’ensemble, ça reste correct. Par contre, énorme mention aux OST 🎶, ça parfaits l’ambiance, et je trouve que ça donnent encore plus de profondeur à tout ce chaos.
Bref, j’attendais ce drama depuis longtemps, je peux pas dire que j’ai pas aimé, je suis pas dans la déception totale non plus... mais, je m’attendais à un truc plus abouti, plus massif émotionnellement. Si vous voulez un "drama" sur le même thème, qui parle de fausses accusations, de manipulations, et d'un héros brisé qui se reconstruit. Je vous conseille le film “Fabricated City”, que j’ai trouvé bien au-dessus sue tout les points ✌🏻
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Começou MUITO bem
Eu estava achando foda até o EP 3, triste e sofrido lógico, mas muito bom mesmo 10/10.A gente simpatiza com a injustiça do personagem e a gente quer ver ele se reerguendo, o episódio 2 então que mostra ele treinando e se aperfeiçoando em várias coisas com aquela música meio Miles Morales de fundo foi incrível.
A partir do episódio 5 quando eles são levados da prisão, e começa uma espécie de round 6, a série me perdeu um pouco.
Começou tão original e ficou tão mais do mesmo.
Eu estava muito curiosa sobre o vilão do D.O, que ele era milionário, já era obvio, mas ter a tecnologia do Tony Stark? Achei um pouco exagerado
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