Lee Jae Wook in talks to lead another Netflix original K-drama! Baek Do Ha e Baek Do Yeong são irmãos gêmeos, mas vivem separados desde que seus pais se divorciaram quando eram pequenos. O irmão mais novo, Baek Do Ha, mora nos Estados Unidos, enquanto o mais velho, Baek Do Yeong, vive na Coreia do Sul. Todo verão, Baek Do Ha passa 21 dias em uma casa geminada com seu pai e seu irmão, Baek Do Yeong. Durante esse período, ele convive com Baek Do Yeong e com a vizinha Song Ha Gyeong. O pai de Song Ha Gyeong também é amigo do pai dos gêmeos. Song Ha Gyeong cresce brigando com Baek Do Ha, que passa o verão na Coreia do Sul, mas acaba desenvolvendo sentimentos por ele. Ela não consegue expressar seus sentimentos, já que ele só a visita durante o verão. Já adultos, Baek Do Ha trabalha como um arquiteto talentoso e Song Ha Gyeong trabalha como funcionária pública na área de arquitetura. Devido a um incidente ocorrido há dois anos, Song Ha Gyeong e os irmãos gêmeos enfrentam mudanças irreversíveis em suas vidas. (Fonte: Inglês = kisskh || Tradução = Chris Regina em kisskh) Editar Tradução
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- Título original: 마지막 썸머
- Também conhecido como: Majimak Sseommeo , Raseuteu Sseommeo , The Last Summer , 라스트썸머
- Roteirista: Jeon Yoo Ri
- Diretor: Min Yeon Hong
- Gêneros: Comédia, Romance, Vida, Juventude
Elenco e Créditos
- Lee Jae WookBaek Do Ha | Baek Do YeongPapel Principal
- Choi Sung EunSong Ha GyeongPapel Principal
- Kim Gun WooSeo Su HyeokPapel Principal
- Jung Bo MinI Seul [Ha Gyeong's friend]Papel Secundário
- Ahn Dong GooO Seung Taek [Para ice hockey player]Papel Secundário
- Kwon Ah ReumYun So Hui [Do Ha's friend]Papel Secundário
Resenhas
Eu realmente gostei! Gosto da temática desse drama.
Foi uma surpresa muito acolhedora para mim. Gosto de dramas que tratam de questões emocionais de forma construtiva, explorando sentimentos reais e resoluções sinceras, e esse faz exatamente isso. Ele trabalha com temas que facilmente se conectam à nossa vida: o hábito de guardar ressentimentos, de engolir emoções e, muitas vezes, de sempre priorizar o sentimento do outro enquanto deixamos os nossos de lado.Algo que me conquistou logo de início é que essa sensibilidade não está apenas nos protas. Ela se espalha para o casal secundário e para toda a trama, criando uma história envolvente e cheia de camadas. Cada episódio traz uma pequena conclusão, mas logo desperta uma nova curiosidade e isso me prendeu do começo ao fim. É aquele tipo de drama que te faz querer assistir “só mais um episódio” porque você sabe que existe algo para entender, eu acho isso MUITO legal.
Chorei bastante, especialmente nos episódios sobre o irmão do prota, na parte da resolução envolvendo o irmão, então… Foi emocionante, profundo e, ao mesmo tempo, leve. E é essa leveza que torna o drama tão agradável. Ele não é cheio de pesares, intrigas exageradas ou maldades gratuitas. Mesmo quando a prota parece um pouco irritante no início, rapidamente fica claro que seus sentimentos são genuínos e compreensíveis. Afinal, ela vivia um relacionamento baseado em apenas 21 dias juntos por ano, precisando lidar sozinha com um turbilhão emocional e ele também.
O romance é doce, gradual e respeita o tempo de cada um. Eles se bicam mas no fundo é sentimento PURO (fofos)
No final, não senti pontas soltas. Tudo foi bem amarrado, bonito e gostoso de acompanhar. Para mim, foi leve, emocional na medida certa, envolvente e perfeito para quem gosta de histórias com profundidade, mas sem carregar o coração. Vale a pena!!!!
Sombras do Afeto, Quando Crescer Dói Mais que Amar
Last Summer é um drama sobre parar de correr — da dor, do passado, das escolhas não feitas. E talvez aí esteja tanto sua beleza quanto sua fragilidade.A história acompanha os gêmeos Baek Do Ha e Baek Do Yeong, separados ainda na infância pelo divórcio dos pais. Do Ha cresce nos Estados Unidos; Do Yeong permanece na Coreia. O reencontro anual acontece sempre no mesmo ritual: 21 dias de verão, uma casa geminada, silêncios antigos e uma vizinha que cresce observando, sentindo e engolindo o que nunca foi dito.
Song Ha Gyeong é o eixo emocional da narrativa. Criança, adolescente, adulta — tudo nela é contenção. Medo, raiva, abandono e solidão moldaram os muros que ela ergueu para sobreviver. Ela ama Do Ha desde sempre, e foge desse amor com a mesma disciplina com que foge de si mesma. O medo maior não é perder — é ser vista de verdade.
O drama acerta ao contar sua história de forma não linear. As informações vêm em fragmentos, quase como memórias: incompletas, seletivas, às vezes desconfortáveis. Last Summer pede paciência e presença. Ele avisa: histórias têm passado, e só quem fica até o fim entende o todo.
Mas nem tudo amadurece no mesmo ritmo.
Apesar da proposta sensível e dos muitos layers emocionais, a conexão com o casal principal é irregular. Há um certo infantilismo emocional que se estende além do necessário. Repetições de conflitos, hesitações circulares e diálogos que giram no mesmo lugar acabam diluindo a intensidade que a história poderia alcançar. Em alguns momentos, o espectador entende o que os personagens sentem muito antes de eles próprios perceberem — e a espera cansa.
Do Ha, já adulto e arquiteto talentoso, ainda parece preso a um lugar emocional juvenil, enquanto Ha Gyeong, embora profunda e bem construída, repete padrões de fuga que poderiam ser tensionados de forma mais ousada. O resultado é um romance que existe mais na promessa do que na combustão.
Ainda assim, o drama é honesto consigo mesmo. Ele sabe que seus personagens são imaturos, quebrados, presos a histórias mal resolvidas — e a narrativa não romantiza isso o tempo todo. Pelo contrário: aponta, provoca, expõe. Há camadas de dor compartilhada, sentimentos nunca explorados e um peso silencioso que atravessa cada cena.
Last Summer não é um drama para quem busca química arrebatadora ou grandes viradas emocionais. É um drama sobre tempo, sobre o que não se disse, sobre o que ficou suspenso. Um diamante bruto — bonito, imperfeito, que talvez precisasse de menos polimento repetido e mais coragem emocional.
No fim, fica a sensação de uma história que tinha tudo para doer mais… mas escolheu doer devagar.
E, para alguns, isso basta. Para outros, deixa saudade do que poderia ter sido.
























