um dos melhores da GMMTV
Pensei que depois de Last Twilight não acharia outro BL que me fizesse falar “que obra maravilhosa”, mas aí assisti Be My Favorite. Fui sem expectativa nenhuma e talvez isso tenha ajudado. Simplesmente uma das melhores produções da GMMTV. Gosto de roteiro bom, e essa série tem, porque eu não aguentava mais ver coisas com roteiros pobres e personagens rasos, com apenas um traço de personalidade. Depois que abandonei We Are, fiz uma pausa porque não estava com vontade de ver mais nada. Então, sim, Be My Favorite é maravilhoso! Ele tem seus clichês, mas quando você pensa que algo comum vai acontecer, eles mudam os rumos. Tenho vários elogios:1- Construção de personagens: Todos os personagens têm vida e são importantes, todos têm uma história e não servem apenas para girar em torno do protagonista. E todos têm traços bons e ruins. Eles são reais.
2- Personagem feminina bem desenvolvida: Não fizeram a personagem feminina que fica entre os caras ser uma vilã. O que mais me dá raiva nessas produções BL é colocarem a personagem feminina com o único propósito de atrapalhar o casal. Posso dizer que a Praemai e a Poh-jai de Last Twilight são as duas melhores ex/amigas que já vi.
3- Mensagens significativas: O BL tem pontos que te fazem refletir sobre si mesmo. Ele ensina algumas lições de vida bem legais. E isso é muito bom de ver, porque não se trata apenas de romance.
4- O casal principal: Esse casal me lembrou muito a vibe de Pat e Pran. São fofos, têm química, são intensos e combinam. Amei.
5- Ainda sobre os personagens: Algumas produções da GMMTV não têm essa profundidade na construção de personagens, mas em Be My Favorite, eles te fazem sentir empatia pelo protagonista. Mesmo quando ele comete erros, você não sente raiva dele. Esse é o ponto. E foi ótimo que houve vários conflitos entre eles ao longo da trama, mas não deixaram tudo para o episódio 11.
Enfim, agora não sei quando irei assistir outra obra que me faça apegar ao elenco inteiro e ficar acordada até de madrugada para assistir tudo.
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Irei falar sobre cada personagem participante e depois o geral
Dai e Shun: Preciso falar dos dois juntos primeiro. Para mim, o Dai foi uma montanha-russa. No começo, não tinha uma opinião formada, depois com uma opinião política dele meio que peguei ranço, aí então comecei a gostar dele e no final eu só tenho pena. Me simpatizei e o achei uma bandeira verde enorme. Agora falar do Shun para finalizar com o que eu acho do relacionamento deles. Shun precisa de TERAPIA, digo isso e repito várias vezes, porque tenho CERTEZA que ele e o Dai não conseguirão ficar juntos, não importa o quanto tentem. Shun é bastante inseguro, confuso, traumatizado e muito mais. Ele não tem culpa de que a vida não foi legal com ele, desde que nasceu já vinha passando dificuldade, porém, ninguém é obrigado a aguentar. Ele ficou com raiva diversas vezes do Dai por motivos pequenos, que não diminuo o peso desses motivos porque para o Shun tinha um peso maior, no entanto, esse relacionamento não funcionará enquanto o Shun for assim. Aquela história da camisa foi o que me fez crer no meu ponto de vista. Com o tempo, o Dai ficará ainda mais com medo de errar, de fazer alguma coisa e deixar o outro bravo e ficar o tempo todo com medo de pisar em ovos cansa demais, será aquela relação que não tem segurança. Então, o Shun não tem culpa, mas para ele arrumar um namorado e deixar seu próprio relacionamento saudável, precisa curar o psicológico. NINGUÉM aguenta uma pessoa doente da cabeça por muito tempo, infelizmente, porque adoece o outro junto. Adoro os dois, e torço para o sucesso deles.Alan: Desde que ele chegou, já gostei dele, porém, de uma forma diferente. Eu pensei que ele seria apenas uma pessoa divertida na casa e que serviria ali para dar um brilho brasileiro, mas aí ele começou a se mostrar um dos seres humanos mais sensatos daquele lugar junto com o Tae. O Alan conseguiu dar diversos conselhos e colocar as pessoas em ordem. Sobre ele com o Kazuto, no começo não torcia tanto assim porque shipava Kazuto com outro, no entanto, no final já estava feliz por eles juntinhos e torcendo para que no futuro e fora do reality consigam começar um relacionamento. Alan é perfeito sem defeito.
Kazuto: Meu favorito desde o primeiro episódio, não peguei ranço em nenhum momento, lindo e divo. O coitado não aguentava mais o tanto de macho se declarando do absoluto nada, e o chamando para trabalhar KKKKKKKKK o menino já estava cansado de tanto vender café. Eu shipava ele com o Usak, via ali uma química, porém, feliz com o final mesmo assim. Ele cozinha, é bonito, fofo, gentil e educado. Perfeito.
Usak: Ele era um ursão com uma personalidade de ursinho. Acho que deu para entender. Ele por fora parecia grande e musculoso, um dançarino de boate e tals, enquanto por dentro era uma maria mole, um amor. Chorei quando ele saiu, gritei que ele podia comer quantos kg de frango quisesse. Espero que encontre o grande amor da vida dele em algum momento.
Taeheon: Divo injustiçado. O homem é bonito, conselheiro, talentoso, gentil!!!! Por que ninguém quis ele? Pelo amor de Deus! Fiquei com dó dele sozinho, servindo só para dar conselhos aos outros. Torço para que dê tudo certo em relação a assumir a sexualidade para a família, espero que o aceitem ou que pelo menos ele seja forte e não caia, se mantenha erguido. Aqui fora com certeza muitos teriam o escolhido dentro da casa.
Ryota: Menino é o maria vai com as outras. KKKKKK Ele é lindo, no começo gostava dele porque eu sempre me apego aos coitadinhos, e ele é o rei da coitadolândia, mas depois comecei a pegar ranço, porque senhoooooor o menino é muito complicado. No final espero que ele cresça na carreira, e seja mais consciente com seus sentimentos.
Ikuo: Odiava ele no começo, mas o julguei mal. Chorei com ele chorando por terem ficado bravos com a intromissão dele na briga, o coitado só queria ajudar. Ele é um amor, todo atrapalhado tadinho, divertido e devia ter entrado no começo do programa.
Gensei: Um pitico com coração gigante. Desde o começo só gostou de um, foi concreto com seus sentimentos, foi paciente e não sufocou ninguém. Fiquei na torcida para que em algum momento o Ryota gostasse dele de volta, nunca aconteceu, porém, torço para que ele aqui fora arrume um gostosão que o dê tudo o que merece.
Opinião final: Esse programa podia ter colocado todos os participantes de uma vez no primeiro episódio, e sem a possibilidade de saírem no decorrer. E achei um pouco mal editado as cenas, algumas vezes você não tinha contextos das cenas, e não havia dinâmicas legais para juntar os casais, poderiam ter feito provas e jogos melhores. Também seria bom mais participantes, pelo menos uns vinte assim, que aí teria mais possibilidades. Adorei os apresentadores, saí com uma crush KKKKKKK Eles tinham comentários sensatos e sinceros, gostei bastante de todos. Por favor, façam agora uma versão sáfica, Japão!
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Não é péssimo, mas também não é bom
Comecei a assistir uns quatro dias atrás e só terminei hoje. Pode parecer rápido, mas para 10 episódios curtos poderia ter sido mais rapida. A questão é que não me prendeu a ponto de eu querer ver um atrás do outro, fui meio que empurrando com a barriga. No entanto, enquanto eu assistia, não era ruim, só que, quando acabava, eu sempre preferia fazer outras coisas mais legais e me distraía.Achei que faltou uma fase de relacionamento antes do namoro, depois da tentativa de descobrir se realmente gostavam uma da outra. Parece que houve uma quebra, eu não consegui sentir um desenvolvimento natural, faltou aquele “algo a mais” para dar o bum quando finalmente se beijassem (Wan e Maewnam). Uma crítica (não tão crítica assim) é sobre a personagem da Milk. No primeiro episódio, criaram uma expectativa enorme com ela,o jeito como foi apresentada, os figurinos, a personalidade, o carro, o apartamento, a rotina… eu fiquei “ahhh, finalmente!”. Mas depois virou uma Ongsa 2.0. Tudo bem, eu até acho fofas as roupas dela (às vezes) e os figurinistas arrasaram em vários momentos, mas eu queria tanto ver a Milk com outra estética em alguma oportunidade, sem ser apenas coloridinha e fofinha. (E sem aquela saia de bolas com a camisa social azul por cima, misericórdia…😐). E o diretor dessa serie tem uma pegada mais comunidade de bairro, mostrar cultura local e envolver comidinhas e tals, depois que fui ver que era ele. A cinematografia está linda, todos os cenarios são bonitos, mesmo ter reclamado das roupas da Milk, achei em geral bem construido para os personagens, tiveram algumas cenas muito lindas na rua e bastante criticas sociais legais. Talvez a culpa tenha sido minha, por ter criado expectativas demais. Ou talvez não fosse o momento certo para eu assistir. Achei que seria um grande plot twist o motivo da Maewnam fugir da mãe e trabalhar em vez de viver como rica. Também achei que a história do mercadinho iria crescer, que teríamos mais acontecimentos e seria sempre melhorando, mas no final parecia que tava no começo. Tudo pareceu meio jogado. Do nada a menina estava falando com a mãe da outra, sem desenvolvimento nenhum. O que aquela mulher tinha a ver com o mercadinho? KKKKK E depois, do nada, já era a questão da mensalidade do doutorado. Eu não comprei a ideia também que a Wan queria tanto aquele mercadinho. A série entregou que ela queria vingar ou orgulhar o pai por causa do mercado rato, mas sei lá, acho que estou sendo chata.
Sobre o casal secundário, eu continuei empolgada. Achei fofas, legais de acompanhar, e gostei de ver a maturidade no relacionamento (o casal principal tbm tinha bastante maturidade, elas conversavam e resolviam, exceto pelo drama do doutorado que fiquei confusa). Já a mãe… eu odiei a atitude dela, plmds, estava me irritando muito. Eu chorei junto com a Tonnam quando ela levantou a voz, porque senti o peso da pressão que ela carregava em tentar ser a melhor imagem para a sogra. E é tão real essa situação, dos pais que aceitam os filhos dos outros como LGBT, mas não os próprios. Aí depois a mãe ainda vem dizer que ficou magoada porque a filha não contou nada, que não sei o que... Querida, você não devia sentir nada, não. Fez greve de silencio com a propria filha, agiu feito criança, e até no ultimo segundo do ultimo episodio veio com aquelas roupas... eu teria enfiado no cu dela. Não tive empatia por aquela mulher.
A atuação da Milk está muito boa nesse GL, ela melhorou bastante. Muito boa mesmo. Em todos os episodios que ela chorou foi bem feito, deu pra sentir a emoção.
Por fim, falar sobre não ter tido publicidade de marcas externas durante GL, mas teve demais dos produtos delas. Toda hora! E não era natural. Do nada mostrava a pulseira de baleia, ou a foca… ficou forçado.
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assisti com medo
Eu devorei esse BL. Comecei a assistir por causa de um edit do TikTok com o Kim Soo-hyun sendo tóxico, e eu pensei que seria um relacionamento assim. Por que fui assistir? Não sei KKKKKKK. Deu vontade de ver algo em que o protagonista é red flag, mas acabou que eu shippei o protagonista com o Joo Sung-hyun, e o BL era sobre relacionamentos tóxicos. Me surpreendi.Gostei muito do roteiro, é meu segundo BL coreano, e é o segundo que tem um roteiro bom, uma direção inteligente, com pequenos detalhes escondidos nas cenas que falam muito. Eu adoro. Confesso que assisti com medo do protagonista acabar com o Kim Soo-hyun, tanto pelos comentários da fansub, que todo mundo estava torcendo por ele. Gente, vocês são malucos? Precisam de tratamento por querer o protagonista com um daqueles dois. Se não fosse pra ficar com o Joo Sung-hyun, melhor sozinho então.
Quero enaltecer as atuações. Todas. As dos 4 atores. Os dois malucos possuem uma atuação grandiosa, principalmente na cena da delegacia. E o protagonista, ele conseguia passar toda a ansiedade que sentia, o pânico começando a explodir. Muito maravilhosos.
Sobre o Kim Soo-hyun, muita gente esquece que pessoas tóxicas e abusivas não são 100% ruins o tempo todo, e é justamente isso que prende as vítimas. Em um momento está te batendo e dizendo coisas doentes, no outro te abraçando e dizendo que te ama. Um exemplo claro foi quando ele machucou o protagonista e, logo depois, comprou pomada e band-aid. Esse cuidado não apaga o fato de que foi ele o causador do corte. Ele era fofo com a criança, ele era fofo com o protagonista, mas isso não apaga as vezes em que ele foi completamente agressivo não só fisicamente, mas também psicologicamente, com palavras e atitudes. Vamos superar isso de passar pano porque ele tem uma família ruim? Alguns personagens até dá pra entender com questões de abuso na família, mas com o Kim Soo-hyun não!!!! Eu fiquei preocupada com as pessoas da fansub defendendo ele, dizendo que ele devia ir pra reabilitação pra ficar com o protagonista, pessoas dizendo que ele só amava muito o Da-on, que ele foi manipulado pelo outro, e que antes ele não era agressivo. POIS É!!! Antes!!! Agora ele é. Parem com isso. Dito isso, otimo personagem, fez um bom trabalho em eu odia-lo, e mesmo eu dizendo que nao se deve passar pano, comparando ele com o Kim Ho Young, acho que ele devia se internar sabe, tentar se curar, não amar alguem por enquanto. Todo o caos com as pressoes familiares, e a forma que o outro jogou com ele, e toda aquela raiva. Tinha momentos que me dava aflição, de tanto que esse personagem gritava e dava o sentimento de que ia explodir.
O sentimento que eu tinha de medo quando o protagonista estava interagindo com o Joo Sung-hyun e depois com o Kim Ho Young, a angústia, a aflição de que algo ia acontecer, é justamente o que se sente em relacionamentos tóxicos. Medo dos outros dois causarem problemas. Achei que iam matar o Joo Sung-hyun.
Sobre o Kim Ho Young, ele no primeiro ep nao faz nada de errado, porém, mesmo assim eu senti algo. Como se a energia dele fosse ruim KKKKKKKKKKK eu fiquei desconfortavel com ele, e como ele tinha aparecido primeiro, pensei que seria o interesse amoroso protagonista, e ja meio que me deixou "nao sei se gosto", no fim era só meu cerebro apitando um alerta. Eu nao confio em personagens que tem gosto por jogo de xadrez, eles nunca prestam... Enfim, ele representou um amor bem possessivo. E a forma como ele manipulava todo mundo, todas as pessoas em volta dele. A maneira que ele sempre saia por cima, criava situações para ele se tornar o salvador. Muito bom esse personagem, meu Deus!!!!!
Enquanto isso, o personagem Joo Sung-hyun é um amorzinho. Eu gostei tanto do roteiro, da forma como construíram. Aquele duplo sentido com as alianças. Os três deram uma aliança pro protagonista: uma ficou folgada demais, a outra muito apertada, mas a do Joo Sung-hyun coube perfeitamente. E enquanto os outros dois privaram o protagonista de diversas coisas, manipulando e prendendo ele, o Joo Sung-hyun não fazia isso. Ele pediu pro protagonista ir viajar, passar um ano fora, porque ele estaria esperando. Olha a diferença!!!! Fiquei tão feliz que o final foi satisfatório, que ele e o Joo Sung-hyun ficaram juntos.
Sobre o protagonista. Vi muitos criticando ele, alguns falando que ele também era red flag, muitos até falando que era culpa dele que o estressado surtado lá era assim. Gente... era pra ele que vcs deviam passar pano, era pra ele que vcs deviam olhar pras atitudes e palavras ruins e passar pano. Olha a vida do cara, olha a maneira que os dois caras jogaram com ele, manipularam e por 11 anos foi assim. Ele recem entrou na faculdade quando tudo começou, ou seja, ele tinha uns vinte anos, fora a vida com o pai e a mae. O Kim Ho Young está manipulando ele desde aquela epoca. Os dois jogavam a autoestima dele lá em baixo, os dois, e aquela cena na escada que ele está tendo ataque de panico é o resultado. Todas as vezes que ele afastou o Sung, foi pra proteger ele ou por inseguranças, porque os malucos fizeram a cabeça dele. As reações dele era justificado por "passado triste", ele sim devia fazer terapia e ter um final feliz.
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melhor que a primeira temporada
A segunda temporada começou me ganhando muito facil, principalmente pela direção, porque dá pra perceber logo de cara que não é o mesmo diretor da primeira, a estetica mudou bastante, a iluminação (pelo menos nos primeiros episodios) mais aconchegante, os cenarios mais clean(primeiros episodios tbm), as cenas mais longas e melhor construidas. Tem uma identidade diferente do diretor antigo. Nos primeiros episodios a construção das cenas junto com a atuação entrega uma imersão muito boa, coisa que o diretor anterior não me entregou em nenhum outro BL dele que eu assisti. Porque as coisas do New são meio no corte, tipo: o personagem tá sofrendo, ele mostra o motivo, dai corta pra ele chorando numa luz estourada, sem muitos angulos pra deixar a cena melancólica e fazer nós telespectadores sentirmos a dor dele. Fim. Já em Beside the Skyeu realmente senti o peso da vida do Phoon que inclusive só sofre o pacote completo de desgraça, chega a ser até engraçado de tão absurdo.
Os personagens são o ponto mais forte, com certeza (a magia dos BLs que o New faz e esse diretor novo aqui fez. Desse grupão de amigos unidos se ajudando e tals. Eu amo). Todo mundo tá mais carismatico, mais natural, e até os grupos de amigos parecem mais reais dessa vez. Não fica aquela coisa forçada de “somos os populares bonitões” como parecia na primeira temporada.
No começo o clima mais melancólico e dramático me prendeu mais, porque conforme os episódios foram passando, a série foi mudando pra uma comedia romantica mais leve e colorida, mais proxima do estilo da primeira temporada. Não chegou a ficar ruim, mas eu senti essa quebra. Eu tinha me apegado mais ao tom inicial, então acabou perdendo um pouco do impacto pra mim... (e isso é mais sobre MINHA experiencia). Agora, o maior problema continua sendo o mesmo da primeira temporada que é o desenvolvimento dos romances. Eu gosto muito dos personagens, gosto da dinamica entre eles, acho Fah e Phoon fofos juntos, mas não compro a forma como o romance acontece. Parece sempre apressado ou mal construido. Situações que tinham potencial pra serem profundas acabam sendo resolvidas de qualquer jeito ou simplesmente ignoradas. Esse arco do fake por exemplo, me incomodou mais do que deveria. No começo até achei interessante pelo drama, mas depois começou a ficar meio absurdo. E isso acontece várias vezes, a série cria conflitos bons, mas não sabe desenvolver ou resolver direito. Tem decisões de roteiro que parecem ir contra o proprio desenvolvimento dos personagens. Fora algumas coisas meio aleatórias (tipo certas cenas jogadas só pro fanservice) e escolhas estranhas, como esconder identidade até um ponto que já não faz mais sentido. Outra coisa que senti mais pro final é que a qualidade caiu um pouco. Os primeiros episodios tinham uma direção muito mais cuidadosa (como falei ali em cima), atuação mais convincente, diálogos melhores. Já nos ultimos parece tudo mais corrido e menos profundo como se não tivessem dado o mesmo cuidado ou mudaram de diretor. Momentos que deveriam ter peso não tiveram. Mesmo assim, continuo assistindo. Muito por causa dos personagens e da química do casal principal que funciona muito bem quando a série foca só neles sendo fofos. O elenco no geral também ajuda bastante, já tenho um certo apego. Resumindo: é uma temporada que começa muito forte, me ganhou pela direção, estética e personagens, mas foi se perdendo no desenvolvimento do romance e na forma como conduziram a historia. Ainda assim, não é ruim, só dá aquela sensação de potencial desperdiçado.
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Poderia ser meu favorito se eu tivesse visto no ano de lançamento
Logo de cara tem uns problemas técnicos com o áudio. Tem hora que estoura do nada e não tiraram os ruidos de fundo. Mas ao mesmo tempo o resto da produção é bem feito. A direção do New aqui ficou boa, não vi erro de continuidade gritantes, os angulos eram bons e a edição é ok. Isso inclusive me fez questionar como os trabalhos mais recentes dele parecem mais descuidados em comparação, mesmo tendo mais recurso (preciso ver o novo agora dos JuniorMark e OhmPoon, mas vi uma galera elogiando).O ponto principal do BL é o romance. E aqui entra uma coisa que eu senti muito assistindo, que tem BL que tem romance, e tem BL que é O romance. Esse aqui é O romance. Desde o começo dá pra sentir que eles gostam um do outro, não precisa de fala explicando, é no jeito que se olham e nas interações. Tem cena simples, tipo segurar a mão escondido e que dá em nós aquele quentinho no coração, como se fosse com a gente.
Sobre atuação, o Ohm Thitiwat Ritprasert me surpreendeu. Eu tinha uma imagem ruim dele por comentários que já tinha visto, mas aqui não achei ele ruim não. É basico, nada grandioso, mas funciona. Ele não parece travado e principalmente consegue passar sentimento no olhar. Isso fez eu até ficar mais interessada em ver outros trabalhos dele.
Outro ponto que gostei muito foi o trio de amigos. Faz tempo que não vejo uma amizade assim em BL, onde todo mundo tem quimica e ninguém é insuportavel. Funciona bem e deixa a história mais leve. E o que esse BL me fez gostar tbm, foi como teve muitas coisas citidianas, até levar os amigos em casa pra cozinhar, com eles usando roupas bem comuns que aqui no Brasil os jovens usariam. Cenas deles brincando um com o outro, implicando, tudo relacionado aos personagens como pessoas, fizeram bem.
A parte da reencarnação também é bem interessante. Gostei principalmente da ideia de que eles não lembram exatamente tudo, mas sentem. Tipo sonho mesmo, que você acorda com o sentimento e só alguns flashes. Isso deixa tudo mais coerente, principalmente em momentos em que eles descobrem coisas aos poucos, em vez de já saberem tudo desde o início. Ao mesmo tempo, isso tambem pesa. É impossível ver as cenas fofas do passado sem lembrar do fim deles. Fica uma coisa estranha de achar fofo e querer chorar ao mesmo tempo. Era eu rindo e depois querendo chorar por saber o que aconteceu no fim KKKKKKKK
A historia mostra bem como o preconceito afetou tudo e como só depois da tragédia que os pais percebem o que fizeram. É bem triste. Agora, nem tudo é perfeito. Pra mim, 17 episódios foi demais. Dava pra contar essa história em uns 12 tranquilo. Tem muito episódio que não acontece nada relevante, só enrolação. E isso acaba cansando, principalmente do meio pro final. Outra coisa que me incomodou foi a mudança no comportamento do Pharm. No começo ele era mais natural nas interações com o Dean, depois começaram a forçar aquele jeito mais “inocente exagerado”, se assustando com coisas que antes ele não se assustava. Ficou inconsistente e meio irritante as vezes. Os beijos também deram uma caída comparado ao começo, ficaram mais naquele padrão antigo de BL. Nada horrível, mas deu pra notar a diferença. E uma coisa que me pegou foi a expectativa de sofrimento. Sempre falam que esse BL é super pesado e traumático, mas sinceramente, tirando o começo e algumas partes mais específicas, achei ele bem mais cozy. Isso não é ruim, só foi diferente do que me venderam, e acho que muitos ainda nao viram pelo mesmo motivo.
No final, acho que minha experiência caiu um pouco nos últimos episódios. Até o ep 9, seria uma nota 9,5. Comecei gostando muito, bem envolvida e depois fui pegando uma leve birra com a enrolação e algumas escolhas. Chegou num ponto que eu só queria terminar logo, o que é uma pena considerando o quanto gostei do começo. Talvez se eu tivesse assistido na época do lançamento, teria sido um dos meus favoritos. Hoje em dia, com tantos outros BLs ele acaba ficando um pouco abaixo pra mim mas ainda vale a experiencia.
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Ainda não sei se estou pronta para escrever sobre Khemjira
Eu tinha expectativas altas, muito altas. Foram cumpridas? Acho que 90%. Acredito que apenas duas coisas me incomodaram, mas, de resto, foi perfeito.Confesso que eu curtia mais a vibe dos primeiros cinco episódios, que traziam pequenos casos com alguma crítica social por trás, porém não decaiu tanto assim também. Achei bem legal a vibe de terror do episódio 1 e queria que isso tivesse continuado. Eu gosto quando brincam com nós telespectadores, como quando o Khem foi possuído, mas na verdade era apenas uma visão.
Vi muitos criticando a atuação do Namping, e na minha avaliação, mesmo sem nenhum tipo de técnica, digo que gostei. Quando ele era o Jet, deu para ver a mudança de personalidade, quando na visão, ele estava possuído, também deu para perceber essa mudança. E, na minha visão, nem sempre uma boa atuação é gritar e espernear de chorar, às vezes algo silencioso é bom o bastante. Teve uma cena específica em que achei que faltou emoção? Sim, porém teve outra que mexeu muito comigo, que foi quando ele tentou ressuscitar a vovó.
Em relação ao Keng, ele é um bom ator, acredito que seja por ele ter mais experiência. Só não é o meu tipo de personagem favorito o que o Mestre era no início, eu odeio quando tratam mal uma pessoa simplesmente sem motivo ou por questões pessoais pelas quais ela não tem culpa.
O casal secundário foi o meu favorito, sem desmerecer os protagonistas, é só que eles tinham uma dinâmica que eu curto mais. Fora que o Jet é maravilhoso e o Chan também era um tipo de personagem que eu gosto.
Sem dúvidas, os atores possuem muita química e as cenas de sexo conseguem ser explícitas, porém artísticas ao mesmo tempo. Por exemplo, as de Pit Babe eram mais físicas, vulgares ironicamente, enquanto em Last Twilight eram artísticas demais, muito estética, ou em Shine, que eram muito realistas e cruas, mas em Khemjira tinha uma sensualidade construída, algo equilibrado.
A vilã eu achei muito bem escrita, ela tem motivos, tem passado e conta com uma boa atuação da atriz. Chorei diversas vezes quando contaram a história dela, o quão injusto e terrível era ser mulher naquela época, e não só hoje em dia.
Sobre a história em geral, eu curti muito, gostei da temática, da cinematografia, e a trilha sonora era maravilhosa, principalmente aquela que a vovó cantava. Não conheço tanto da cultura, mas, pelo que vi foi um BL rico em elementos da cultura do nordeste tailandês.
Ainda tenho dúvidas se gostei de todo o acontecimento do final, principalmente na parte de enfrentar a vilã, não sei se curti tanto assim ou se apenas gostei. Me pergunto se a redenção nao foi rapida de mais, ou se de fato era melhor assim, já que ela sofrue muito ao ponto de se tornar o que se tornou, e quando ela teve o que queria, desistiu de matar o Khem. O que tenho certeza é de que eu gostei de saber que foi o filho dela que a libertou, só nao posso pensar muito que eu tenho questionamentos que nao foram respondidos e faz a historia nao ter tanto sentido.
Gostei deles adotarem os dois meninos, que eu acho que eram a reencarnação dos espíritos, muito fofos, e eu amo isso porque precisamos de mais casais gays em BLs sendo pais. Familia traidiconal tailandesa, entendeu? casou, teve filhos, final feliz.
Agora, duas coisas me irritaram e ambas são contornáveis:
1- Os efeitos especiais, que nos primeiros episódios eram aceitáveis, mas aí veio aquela vespa dourada e eu saí completamente da imersão, só que os outros pontos do BL é tão bom que não me incomodei tanto com isso.
2- chmar o Khem de esposa. Isso me incomodou por conta de como esse termo soa aqui no Brasil. E não saiu no tom de falar "amiga" "menina" quando se está conversando com um cara gay, soou mais como quando de fato se chama carinhosamento seu parceiro. Além disso, se eu for pensar mais a fundo, o personagem do Khem sempre esteve atrelado a uma figura mais delicada, que fazia as tarefas domésticas, cuidava das crianças e ainda era chamado de esposa. Pelo histórico de alguns lakorns que já assisti, a Tailândia ainda é bastante machista, porém, no contexto de chamar seu esposo de esposa, não sei exatamente como isso soa para eles, afinal não podemos esquecer que é um país diferente, com uma cultura LGBT diferente da nossa, então certos termos podem ter um peso diferente do que têm para nós. Como disse, pode ser controverso chamarmos um cara de "amiga" pros tailandeses. O que me faz também não me pilhar tanto com isso, é que como a serie abordou outros temas importantes, de forma responsavel, e até teve uma critica sobre um personagem apontar que o Khem tem uma aparencia mais "femenina" no ep 2, confio que tudo bem o "esposa" no ep 12. Pode ser visão de país diferente.
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melhor GL que ja vi
É com certeza o melhor GL que assisti em relação à produção, edição, atuação, etc. Achei muito bem feito, apesar de às vezes ter coisas acontecendo que só em série mesmo, pq na vida real não rolaria, mas é aquilo de desligar o cérebro crítico. Eu gostei, as atrizes são lindas e talentosas, gostei principalmente de ter vários núcleos, então não fica tão chato de ver só um romance que não tinha muito o que acontecer, tipo: quais perigos o relacionamento delas corria? Nenhum. Acho que foi isso que faltou, talvez. Estava chorando por ela no último ep com o reencontro? Sim. Porém, bato sempre nessa tecla: falta motivos pra uma amar a outra. Eu não gosto de romance rápido, principalmente nesse que não havia muito o que abalar o romance, pq elas estavam presas ali. Trocaram dois dialogos, um toque de mao e começaram a namorar. Mas quem sou eu para julgar né, até eu seria assim se tivesse uma Claire na minha vida.Ficou muitos eps delas só sendo fofas, e eu gosto de ver o casal sendo fofo, porém falta aquele temperinho, né? Um draminha. Então, por isso agradeço aos outros arcos, principalmente o da Dao, espero que ela aproveite a chance de ser uma mãe melhor pro filho mais novo. Ah, e eu senti TANTA satisfação da Claire espancando a menina, nossa, abri um sorrisão. Eu faria o mesmo, que a Bell esperasse 3 anos, mas eu ia esfregar a cara daquela maluca no chão até arrancar a pele.
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This review may contain spoilers
Sem titulo
Escrever uma opinião mais básica. Achei uma das produções mais bonitas que vi esse ano, pelo menos a parte que se passava na Ilha. Os cenários, as lojinhas, as filmagens em que eles andavam de moto, os momentos no mar, até a escola. Todo o cenário belíssimo. Também achei muito caprichados os figurinos. Eles ornavam com os fundos, e não parecia uma bagunça. Gostaria de ter o guarda-roupa inteiro do Lava. Estou com vontade de visitar aquela ilha, minha meta se eu for pra Tailândia.Achei o casal com muita química, gostei deles discutindo antes da paixão, que eram picuinhas bobas, mas realistas. Quem nunca se estressou com alguém até por ela respirar KKKKKKKKK O Lava virou um dos meus protagonistas favoritos de BL, achei bem desenvolvido e "racional" a forma que ele agia, apesar de ele sempre ir pela emoção. Não precisava do drama da perda de memória que acontece no ep 9? Não precisava. Achei mal desenvolvido o lance do Victor e a família? Sim. Poderiam ter pulado só pro Wave voltando e resolvendo as coisas com a família sobre estar apaixonado pelo cara da ilha. Enfim, mesmo assim eu me diverti muito nos 8 episódios, ri muito, tem um equilíbrio na comédia que não fica exagerada.
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um grande petisco
A história não é grande coisa, mas a produção está impecável. Dá pra ver que foi tudo muito bem feito e a série é visualmente bonita. Não tem muito além dos 4 episódios deles, mas o casal passou uma química tão natural, aquela vibe gostosa de dois adolescentes se apaixonando pela primeira vez, que eu assisti sorrindo sozinha e querendo ver mil episódios só deles tendo pequenos surtos e interações um com o outro.As 10 estrelas são só porque me apeguei demais a esse casal. Foram os minutos mais fofos da minha vida. Nota puramente por apego emocional mesmo kkkkkkkkk.
Only Boo teve o mesmo efeito. Agora O Cartomante e o Err... Aaaaaaaaaaa!
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bom, porém, poderia ser melhor
Esse BL tem apenas 6 episódios de 24 minutos, e mesmo assim consegue desenvolver a história de forma que parece que passei mais tempo com os personagens. Gostei bastante do redator, ele não levava desaforo e era sempre direto, gosto disso. O professor também era gente boa, mas até o final do BL eu não soube dizer ao certo qual era a personalidade dele, talvez algo misto.Eles têm boa química, a atuação não é caricata, os beijos não se limitam àqueles selinhos engessados, e os personagens são decididos quanto à própria sexualidade. De bônus, ainda tem o enredo de se conhecerem desde a adolescência. Acredito que esse BL teria ainda mais brilho se mostrasse mais cenas deles jovens, sabe? Criando um paralelo entre o primeiro encontro e o momento em que reacendem a chama no presente. Fica difícil se apegar totalmente ao fato de que eles se amam se isso não é mostrado nem na adolescência, nem de forma mais aprofundada na fase adulta. Eu, particularmente, adoro quando há vários flashbacks do passado, pois eles ajudam a construir o relacionamento e a dar sentido ao presente.
Enfim, é um BL gostosinho de assistir. Não é ruim, mas poderia ter tido um roteiro mais elaborado, com mais camadas. Ainda assim, se você procura algo rápido, leve e agradável para ver em uma tarde, esse é o ideal.
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resenha curta
Comecei a gostar mesmo a partir do episódio 6. Porém, antes disso, já tinha uma das minhas cenas favoritas: eles deitados na cama conversando. É uma cena bem intimista e com um tom tão natural.Meio que só comecei a gostar de verdade quase nos últimos episódios, então acredito que vou curtir bastante a segunda temporada. Talvez o meu tipo de BL japonês seja justamente aqueles em que os personagens já estão em um relacionamento, porque acho os roteiros mais desenvolvidos. Nos episódios anteriores eu sentia que os personagens eram muito sem personalidade, e a única coisa que aparecia era aquele “tímido” caricato japonês. Enfim, achei que não iria querer ver a segunda temporada, mas agora quero muito!
OBS: No começo julguei os primeiros beijos deles, mas depois entregaram beijões! As duas últimas cenas de beijo são muito bem feitas, e não parece que os atores odeiam beijar.
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Minhas expectativas estavam altas e, quando assisti, a série conseguiu superá-las. Achei que iria me encantar pelos romances, mas, na verdade, eles foram a última coisa que me interessou e nem eram o foco principal da história. O que realmente me prendeu foram as questões de cada personagem, da época retratada e os aspectos sociais.A produção é excelente, desde os figurinos até a direção e o roteiro. É aquele tipo de direção inteligente, em que ações aparentemente simples escondem significados profundos e poéticos. As atuações também me surpreenderam muito, cada personagem foi bem construído, e todos tinham sua importância dentro da narrativa.
Me apeguei tanto ao Victor que ainda não superei a morte dele KKKKKK. Eu gostava muito da personalidade que ele tinha, e acho que merecia um final feliz. Apesar disso, considero uma ilusão eles acreditarem que mudar para os Estados Unidos resolveria tudo.
Outro personagem de quem gostei bastante foi o coronel, que, entre todos, tinha a vida mais triste. Pensar que aquela mulher planejou tudo, até forçá-lo a se casar com ela chamando isso de amor… Ele não pôde ser feliz com o ator, casou sem querer, apaixonou pelo repórter e não conseguiu fugir. Foi obrigado a passar o resto da vida preso, tendo relações forçadas, sendo obrigado a ter filhos. Os outros personagens também tinham questões, mas nada que tirasse completamente a liberdade deles de viver, eles ainda tinham escolhas.
Eu esperava que fosse apenas uma série de MileApo, mas, no fim, todos os personagens tiveram destaque, e o relacionamento acabou sendo apenas pano de fundo. Tenho tanto a dizer sobre essa obra, mas não consigo organizar todas as ideias em palavras, parece uma bagunça. Então, deixo aqui essa resenha mais simples.
Alguma coisa não me deixou dar 10 estrelas. Parece que pra mim, algo faltou.
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é...
Eu ia assistir ao outro, em que eles são um casal secundário, porém não consegui passar do terceiro episódio, então resolvi ver o spin-off. É bom, bem rapidinho, mas achei desnecessário esse final aberto, ainda mais porque levei spoiler de que no outro BL também não dizem se eles ficam juntos ou não.Eu amo friends to lovers, então foi bem gostosinho de assistir enquanto era só alegria. Eles têm MUITA química, principalmente nas duas cenas de beijo… minha nossa! No segundo beijo, o Ho Tae estava com tanta fome que quase engoliu o outro. Os atores e o diretor sabe bem construir uma cena que vc dá vontade de enfiar a mão na tela e empurrar eles para se beijarem logo.
Acho que, se eles tivessem sentado e colocado o papo em dia, principalmente com a mãe do Ho Tae, teriam tido um final bem melhor. Foi sofrimento demais para um simples spin-off carregar. KKKKKKK
Outra coisa: achei esse casal tão Suho e Sieun! Eles têm muito essa energia, além da personalidade ser bem parecida. Fisicamente, o Ho Tae lembra bastante o Suho, até no corte de cabelo.
Minha cena favorita é a em que o Dong Hui está todo machucado por causa do pai, e o Ho Tae cuida dos machucados. Aí eles têm um diálogo sobre quando alguém bate em outra pessoa e dói mais nos sentimentos do que no físico, e então o Dong Hui começa a chorar… Nossa, essa cena foi muito tocante, eu só queria entrar na tela pra abraçar ele.
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Tantas coisas pra dizer sobre esse BL, mas não conseguindo começar KKKKK
Esse BL foi uma febre quando lançou. Eu até tentei assistir na época, mas parei na metade do primeiro episódio. O problema é que desisti antes de ficar bom, porque os primeiros sete episódios são muito viciantes. Eu maratonei tudo em uma madrugada! Depois que o vício passou, eu já estava tão apegada que não consegui largar. É até vergonhoso admitir que gostei tanto, do mesmo jeito que é quando admito amar Jardim de Meteoros KKKK pq esse drama tem cenas problemáticas, como é comum nos dramas chineses, mas a China tem um jeito de criar histórias que grudam na gente. Acho que é porque eles colocam muita coisa em cada episódio: enquanto em séries de outros países passa no máximo dois dias por episódio, nos chineses pode passar quase uma semana. Isso faz a gente viver junto com os personagens e se apegar mais. Eu terminei esse BL querendo mais 40 episodios, porque estava apaixonada nas interações dos 4 ali, mesmo que sem um enredo.- Do que eu mais gostei, digo que foram os primeiros episódios, principalmente a parte do protagonista querendo conquistar o atual da ex. Foi o meu enredo favorito. O resto foi o cliche classico dos dramas chineses: família rica contra o namoro, ex que atrapalha, morte, traição falsa, outro ex aparecendo… só faltou o acidente de carro. E o protagonista bem vibe de fanfic do Wattpad. Acho que ele fumou mais cigarro do que o Fiuk no BBB. Pra mim ele tinha uma carinha de sad boy, ele nunca parecia estar bem, e sempre com uma vibe de fedido.
- Algumas coisas me irritaram muito. A principal foram os beijos e as relações sexuais forçadas do casal principal, que deixaram um desconforto até a metade do BL. Chi Cheng sempre beijando o Wei à força ou insistindo quando ele dizia que não queria. Não fazia sentido, ainda mais porque o drama mostra que isso é errado em outra parte da história, com o personagem Jiang Xiao Shuai. Como conseguem tratar o tema de forma séria em um lado da trama e, no outro, romantizar? Pra quê? Não entra na minha cabeça uma coisa dessas. Lá não existe consentimento? Acham engraçado esse tipo de situação? E até se for algo de comedia pra eles, como roteiro, é incoerente já que os personagens já se gostavam e tinham deixado isso claro, então não havia motivo para mostrar situações de forçar o outro. (E claro, ser forçado em qualquer hipótese é errado. Mesmo em um relacionamento onde os dois se amam, ou onde só um ama, continua sendo erradooooo e ninguém é obrigado a ter relação com o outro!!!)
Outro ponto que atrapalhou foi a dublagem. Descobri pouco tempo atrás que eram dublados os dramas chineses. Sempre pensei que fosse atuação ruim. Tipo, a atuação dos quatro protagonistas desse BL é maravilhosa. A cena do carro com o Wei, a morte da mãe dele e as expressões de Chi Cheng são exemplos de atuações fortes. Só que a dublagem tira a emoção e deixa artificial. Entendo que na China tem muitos dialetos, mas podiam liberar uma versão com o áudio original.
O ep que fiquei mais perdida, que eu acho que foi um desande, foi o episódio 18 a trama ficou tão confusa que nem eu e nem os personagens sabíamos mais o motivo da briga, mas eu continuei assistindo o sofrimento de todos. Até pq, adoro quando os personagens brigam e choram, aaaaaaaaaa eu me divirto com a desgraça dos outros.
- Uma surpresa foi ver um drama chinês falando abertamente sobre sexualidade. Isso é raro até em BL tailandês. Eles chegaram a usar a palavra “hetero”, o que me deixou chocada. E o melhor: não caíram naquela coisa de colocar papel “masculino” e “feminino” no casal. As famílias dos protagonistas até tiveram dificuldade em aceitar, mas não foram mostradas como homofóbicas, pelo o que eu me lembre (deculpa, foram tantas coisas acontecendo em tantos eps que posso excluir coisas da mente), eles estavam mais preocupados com o futuro e como são as pessoas, do que relacionado ao filho deles namorarem outro homem. Para uma produção chinesa, isso foi muito positivo. Choro até agora com a mãe do Wei wei ter morrido sabendo que seu filho amava outro homem, o mesmo homem que esteve ao lado dela nos piores momento, e a unica coisa que importava pra ela, era que ele cuidasse do seu filho. AAAAAAAAAAAAAAAAAA depressao
- Confesso que o casal secundário foi meu xodó. Eles tinham um relacionamento saudável, com paciência e respeito. Guo Cheng Yu apoiava os sonhos de Jiang Xiao Shuai, cozinhava para ele e não tinha aquelas brigas exageradas. Eu facilmente assistiria um BL só deles. As vezes tinha vontade de pular pra cenas deles. E apesar de todo mundo babar ovo pro protagonista Chi Cheng, o Guo tem um charme a parte. Ele tem uma energia que ele consegue ser charmoso sem fazer nada
-Além disso, senti falta de ver a visão da ex. Imagina descobrir que seu ex ficou com o seu atual? A cabeça dela deve ter explodido, e seria bem interessante saber o que ela pensou KKKKKKKKKKK
por fim, esse BL tem muitos defeitos, mas é impossível largar. Ele junta tudo que é cliche nos dramas chineses, mas também tudo que faz a gente viciar. E deixarei essa frase do meu personagem favorito: “Homem é que nem menstruação: quando vem, irrita, quando não vem, faz falta.”
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