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ISSO É MAIS LAKORN DO QUE BL (E EU GOSTEI MAIS COMO LAKORN)
Esse BL foi um daqueles em que eu esperava uma coisa e recebi outra (não que isso seja algo negativo), mas eu vim preparada para assistir um BL e me deparei com um Lakorn.PONTOS POSITIVOS (o que eu gostei):
- A série é densa com cenas impactantes e de ação (mesmo que tenham pecado um pouco na hora de executar)
- Nos primeiros 2 episódios eu pensei que a história fosse sobre vingança bem x mal, certo x errado e ali eu já tinha desgostado da história, mas quando ela se mostrou consistente com todo mundo não valendo nada eu passei a gostar. Eu amo essa aura de moralidade cinzenta rondando os personagens porque é isso que traz entretenimento de verdade
- Os irmãos tentando se destruir a todo custo para conseguir a presidência do hospital é super interessante, amo como nenhum dos 3 presta
- Indo contra todos eu gosto de pai kkkkk, ele é tão desprezível que se torna querido para mim. Ele é a alma do caos.
- Eu amei ver a relação que os três irmãos possuem com seus assistentes/ seguranças. Eles não valem nada e ainda sim tem os funcionários mais leais (e até apaixonados)
- Jet e Phakphum possuem uma conexão tão profunda que foi uma pena não termos visto eles como casal
- Jet é interessantíssimo porque episódio após episódio vemos ele cada vez mais perdido sucumbindo a si mesmo pelo ódio, aceitação e poder
- Risa é sonsa e cínica e por isso ela cresceu muito para mim quando se assumiu uma vilã
PONTOS NEGATIVOS (o que eu não gostei):
- O tom dessa série é cruzado entre BL e Lakorn e não me convenceu. Eu preferia que esse fosse 100% um Lakorn porque é onde a série acerta, quando partimos para o romance não existe equilíbrio e parece forçado, tanto que já no final quando os protagonistas estão "bem" e "felizes' parece até outro projeto. A construção do romance e as cenas fofas não combinam com o tom da série. Não consigo os levar a sério como casal mesmo a química funcionando
- A ligação de infância entre os protagonistas pareceu tão forçada que não faz sentido o Pheem amar o Than por isso
- As cenas de ação foram bem coreografadas mas mal executadas. Eu entendi aonde queriam chegar mas a forma com que fizeram e o jogo de câmeras não convenceu, parecia falso
- Pheem é falso, manipulador e narcisista, eu não tenho nenhum problema com isso e aprecio a personalidade dele ser assim, mas essa mudança dele de "mau" para "bom" não me levou a acreditar nisso com espontaneidade, toda a construção pareceu forçada para mim
- A cada episódio vemos uma enxurrada de problemas que andam, andam e não saem do lugar. Era como ver a mesmíssima coisa o tempo todo com o tom super dramático de Lakorn, que de novo, não era o que eu esperava de um BL
Esse projeto poderia ter sido muito maior se não fosse um BL ou se tivessem o adaptado para um formato BL, porque mesmo que parecidos não é a mesma coisa.
Também houveram algumas pontas soltas e um final que eu achei bem simbólico para todos os protagonistas que de alguma forma tiveram paz (eu tinha muita do do Jet).
Esse é um projeto ok para mim, nada de especial.
Ah, e só acrescentando, o tiro que o Pheem deu no Than foi uma das melhores partes para mim, porque demostra a sede de vingança do Pheem sem poupar ninguém, mas segundos depois ele se arrepende como um cachorrinho apaixonado e soou bem patético. Ele deveria ter mantido o tom de surto por mais algum tempo e pouco a pouco se arrependendo do que fez, teria engrandecido muito mais o roteiro.
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A TEMÁTICA É BOA MAS O CHIAKI ESTRAGA
Quando esse BL foi anunciado eu não ia assistir por se tratar de um triângulo amoroso (eu odeio triângulos amorosos), mas eu descobri que o triângulo era com a mesma pessoa então eu adicionei na minha lista. Mas conforme eu assistia eu tive um grande problema: o Chiaki.Chiaki é um personagem que desde o primeiro momento não me agradou, sua personalidade é rude, ranzinza e demostra um falso complexo de superioridade. Ser punk não significa ser da forma que ele é.
O Ae por outro lado é um ótimo protagonista que está em uma vida dupla para poder estudar moda sendo um modelo popular em ascensão. Tudo nele é cativante e ele sim entende o que significa ser punk, o que significa ter um estilo autêntico e próprio.
Toda vez que o Ae chamava o Chiaki de fofo eu fica tipo: sério mesmo? fofo? ele?... bom, se você está dizendo...
A cada elogio eu só conseguia pensar que a gente não está vivendo mesmo mundo kkkkkk.
Eu realmente não sei a quem culpar pelo personagem do Chiaki ter me incomodado tanto, porque pode ter sido a caracterização, a atuação do ator ou o projeto original já que essa é uma adaptação. O ponto é que as expressões faciais dele me deixaram muito desconfortável, era como ver uma grande caricatura do que é ser emo e punk. O jeito que a boca dele ficava, que os olhos se mexiam, as coisas que ele dizia. Nada disso me agradou.
E como consequência disso eu realmente não consegui entender o porque do Ae ter se apaixonado por ele, porque mesmo em contato com suas 2 personas ele não era interessante e nem agradável. Quando ele estava com o Enaga ele era grosso e prepotente (mesmo quando isso vai melhorando com o passar do tempo), e quando estava com o supermodelo de quem ele é fã ele era tão tiete que era desconfortável.
A cena em que a professora o repreende em seu primeiro croqui para o concurso dizendo que ele quer fazer tudo ser punk é muito significativa porque é exatamente isso que ele é, uma grande performance da cultura punk.
Do começo ao fim ele se mostrou inocente e perdido apenas copiando tudo que seu ídolo fazia, tanto que ele ficou confuso quando o Enaga expos sua visão sobre moda, dizendo que as roupas que você usa podem trazer coragem. Logo depois disso ele teve uma "revelação" que o fez concordar.
Conforme a trama avançava eu não conseguia deixar de sentir vergonha alheia pelo Chiaki. Por exemplo, depois que ele foi ignorado por seu ídolo ele decidiu correr atrás dele pela rua e o obrigar a ouvir suas desculpas. É muita falta de noção.
A química entre eles é muito baixa, eu sinto que todo o resquício de química que eu senti veio da ótima atuação do ator que faz o Ae, parecia que ele dava o norte, brilho e intensidade para as cenas. Ele fez um trabalho excelente.
Isso sem contar as pontas soltas, mas como esse é um projeto relativamente curto eu deixo passar.
Eu realmente aprecio a estética do projeto e o empenho em mostrar a vida noturna, esse foi definitivamente o ponto alto. Outro ponto alto foi como no começo cada episódio possuía uma cena sexy e erótica com gestos simples, pois naquele momento conexão estava sendo criada entre os protagonistas.
Gostaria de ver algum outro BL focado na subcultura punk no futuro, mas sem a representação caricata que vimos no Chiaki.
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QUE SITUAÇÃO FAMILIAR INSALUBRE (MAS O CASAL É BOM)
Vamos começar falando sobre a situação insalubre em que os pais meteram os filhos. Seus pais se separam e então trocam de parceiros com um casal amigo, fazem todo mundo ter que morar junto e querem que os filhos aceitem e fiquem bem com isso? insalubridade total, a Miki tinha todo o direito de estar com raiva, chateada e desconfortável.Vemos a Miki e o Yuu não se darem muito bem no começo (por escolha dela), mas eles acabam se apaixonando. É fofo e interessante. Como casal eles super funcionam, a dinâmica deles é perfeita e transborda química, eles se beijam, se abraçam e tem intimidade como um casal de verdade (algo raro nos filmes japoneses de classificação G), mas é essa classificação livre para todos os públicos que poda toda essa química (tenho um sério problema com classificação livre por sempre superficializar um projeto).
Quero pontuar uma cena logo no começo em que a mãe da Miki diz para ela não se apaixonar pelo Yuu para não complicar ainda mais a situação familiar deles, porque o quão egoísta isso é? São eles, os pais, quem estão dificultando a dinâmica familiar e ainda querem cobrar algo? como eu disse anteriormente, insalubre demais.
E eu quase tive um treco de vergonha com aquele final deles indo confrontar os pais sobre serem irmãos e querem ficar juntos, porque estava tão na cara que eles não eram irmãos de sangue e foi tudo um mal entendido. Mas foi fofo.
Esse é um bom filme, apenas faltou um algo a mais para ser perfeito para mim.
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QUE MENINA IRRITANTE MEU DEUS DO CÉU
O nível de irritação que eu passei assistindo esse filme não foi brincadeira não, a Seo Bo Eun é tão mais tão irritante que estragou toda a experiência para mim.Um enredo de casamento arranjado e implicância é sempre promissor e divertido, mas os excessos que tivemos nesse projeto foi pavoroso para mim.
É natural que uma menina de 15 anos seja imatura, mas além de imatura a Seo Bo Eun é egoísta e briguenta, foram esses fatores que fizeram dela uma personagem ruim para mim. Ela estava casada e achou de bom tom ter um namorado pelas costas do marido (mesmo sendo um casamento de mentira existia carinho entre eles e carinho é respeito), gritava e era ríspida o tempo todo, não considerava os sentimentos dele e muitas vezes não se importava.
O Park Sang Min por outro lado é engraçado e genuíno, ele é a alma da relação, mas tudo sempre dava errado e era mais difícil para ele enquanto a Park Sang Min ficava com todas as partes boas. Não era justo.
O final pareceu forçado e apressado, não me convenceu.
Mas fora isso, mais ou menos da metade para o final tiveram alguns momentos divertidos de se acompanhar com a relação deles evoluindo.
Simplesmente no geral não funcionou para mim.
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BONITO, TRISTE E INCRIVELMENTE ÓBVIO
Quando eu comecei essa minissérie eu esperava uma coisa e acabei recebendo outra (não que isso seja algo negativo), mas essa outra coisa que eu recebi foi uma trama triste que tenta criar uma aura misteriosa mesmo sendo bastante óbvia desde o primeiro episódio.Cha Eun Tae perdeu a esposa e em recorrência do trauma ele perdeu partes importantes da memória, então ele entra numa saga atrás de uma cápsula do tempo para enfim se lembrar e manter a esposa viva dentro dele. No meio do caminho ele conhece uma adolescente que ele acha estranha e que o segue para todo lado.
São 4 episódios simples e efetivos, você imerge na dor do protagonista, mas tudo (e quando eu digo tudo é tudo mesmo) deixa notório o que esta acontecendo e o porque daquela garota estar ali.
Como você tem a grande resposta desde o inicio todo o resto que está voltado para isso acaba ficando chato e batido.
Então essa é uma história triste e bonita, mas a forma com que elaboraram o projeto deixou o resultado final bom mas mediano.
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CUMPRE O QUE PROMETE
Esse é um filme curto que tem como propósito não se levar a sério, e não se levando a sério ele cumpre o que promete.Todas as reações são exageradas e aqui isso faz total sentido, tudo é engraçado e com vários efeitos sonoros por trás. Eu nunca vi animes ou li um mangá, mas se eu for pensar nessas coisas é exatamente isso que vem a minha mente. Isso não é uma adaptação e sim levar um mangá a vida do jeito que ele é.
A disputa por dominância é boa e engraçada (mas deixaram muito a desejar no quesito romance).
Resumindo, esse é um ótimo filme para se divertir e passar o tempo.
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O SEXO E A AUTODESCOBERTA
Esse é um filme curto que definitivamente poderia ter sido mais longo.Nele temos o Amemiya Towa que é um ator de filmes adultos e avançando na história percebemos a relação que isso tem com sua iniciação sexual junto a sua madrasta (algo que poderia ter sido mais trabalhado na história), e também temos o Shinya que é retraído e inseguro e vemos como isso veio a partir da morte de sua mãe e a forte e expansiva vida sexual de seu pai que acabou se assumindo gay, como consequência ele se fechou emocionalmente e sexualmente, tanto que ele mesmo diz que parou de consumir mídias com conteúdo sexual (algo que também poderia ter sido mais abordado e trabalhado).
Como podemos ver essa é uma história abundante que acabou sendo curta demais e deixando tudo apressado. Esse é um filme ok que retrata o se entender e encontrar alguém especial que tem o poder de mudar sua vida.
As cenas sexuais foram muito bem coreografadas e os acontecimentos coerentes, mas pecaram na duração e complexidade exposta.
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DO COMEÇO AO FIM EU TIVE A SENSAÇÃO DE ESTAR INCOMPLETO
A sinopse dessa série da a entender que o conteúdo é mais legal do que realmente é.Essa é uma série curta de 6 episódios, mas ainda sim tudo foi muito artificial, a todo momento cena após cena eu tive a sensação de que os cortes eram muito bruscos. O ritmo é estranhamente lento e apressado.
Um ponto muito forte é a trilha sonora que consiste apenas no som e dependendo da cena ele oscila entre suave e poderoso, crescente e decrescente.
A motivação dos personagens pareciam bobas e superficiais (quem é que desiste da música tendo uma família amorosa e que te apoia só porque alguém tem ciúmes de você?) e por eu achar bobo eu não consegui ter uma conexão real com a série.
Logo no começo vemos que o Hayakawa Shuichiro de alguma forma trocou a música pelo sexo, mas em nenhum momento foi explicado o porque ele fez isso e o que significava para ele. Foi um fato apenas jogado e logo depois esquecido.
O encantamento repentino do Hayakawa Shuichiro pelo Konno Ryohei também pareceu pouco natural e apressado pois foi tudo muito rápido e desproporcional.
De repente houve uma passagem de tempo e novamente tudo foi finalizado com superficialidade. O último episódio não soou como um final para mim.
Esse é um projeto incompleto na minha visão e havia espaço para mais se simplificassem.
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A TRAGÉDIA DA EXISTÊNCIA HUMANA
Comecei a assistir essa série porque apareceu de recomendação para mim baseado nas últimas coisas que eu havia assistido e a muito tempo eu não assistia algo que me tocasse tanto quanto esse drama me tocou.Ele é leve, sombrio e de uma delicadeza impar. Pode parecer estranho definir algo como leve, sombrio e delicado, tudo na mesma frase, mas é exatamente o que é.
Quero começar falando sobre a trilha sonora que é impecável, a música tema aparecia sendo cantada, só melodia e variáveis. Todas as versões combinavam 100% com o que estava sendo apresentado, você conseguia sentir o clima e espirito da obra em cada canto da sua alma.
Num primeiro momento somos apresentados a uma "simples" relação de professor e aluna, mas conforme vamos assistindo e os episódios vão passando você vai entendendo que isso é só a ponta do iceberg e a história é muito mais nebulosa do que isso.
Aqui nós fomos apresentados a diversos tipos de situações envoltas em traumas e diferentes linhas de pensamento e personalidade. Tudo isso junto criou personagens ásperos e reais. Essa série é uma enxurrada de acertos e esse é o principal.
Nada me fascina mais do que ver personagens entrando a todo momento em contato com suas emoções e errando e acertando sem se preocupar com a polidez, afinal, são seres humano e eu gosto muito de ver através da casca social.
Todo mundo deveria assistir esse drama pelo menos 1 vez na vida. Eu super recomendo.
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O CONFLITO DE UM AMOR NÃO CONVENCIONAL
Esse filme é tão triste e bonito.O amor não convencional, mais conhecido como "amor proibido" é sempre um tema amplo e cheio de nuances, porque existe o amor e a paixão mas também a dor, a sensação de sufocamento e o mundo externo.
Gosto bastante da fotografia simples e melancólica porque retrata exatamente o que está acontecendo. A trilha sonora é quase inexistente e aqui isso funciona muito bem, as cenas mais intensas são carregadas do mais mais absoluto silencio, o que agrega peso e densidade deixando tudo mais impactante e sufocante para o telespectador.
A luta interna que os protagonistas enfrentam (principalmente o Yuki Yori) é desesperadora porque eles estão lidando com a batalha de sentimentos X o certo e errado mundano. É uma guerra difícil e cruel e que para ser vencedor você precisa sacrificar muita coisa, o que é injusto.
Esse é um filme impactante a sua maneira até porque tudo é muito quieto e parado pois são apenas duas pessoas vivendo suas vidas e morando em suas próprias cabeças e emoções.
Eu recomendo.
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VINGANÇA SEM SENTIDO E UM ROTEIRO FRACO, BOBO E SEM BRILHO
PONTOS POSITIVOS (o que eu gostei):- Satori Shun no começo parecia ser um homem decidido e de personalidade forte (o que logo descobrimos que não é verdade e já me desinteressou)
- Romance de escritório entre chefe e funcionária sempre é gostoso e interessante (mas não foi aqui)
PONTOS NEGATIVOS (o que eu não gostei):
- Atuações muito medianas
- Química extremamente baixa entre os protagonistas (culpa do roteiro que não ajudou)
- As cenas se atropelam, o desenvolvimento não é linear
- Que tipo de vingança é essa? não fazia o menor sentido. Em nenhum momento o Satori Shun transpareceu ter ressentimentos pela Hattori Maika, era tudo da boca para fora
- Os pais deles são péssimos e eles continuam sendo porque ninguém faz nada a respeito, se você aceita tudo nada muda
- O relacionamento deles não teve uma construção coerente e ela ter aceitado ir para a filial foi a gota d'água para tudo desandar de vez. Eu sou a maior hater de relacionamentos a distância.
- Esse plot de irmãos que foi inserido no final pareceu muito forçado e não gostei do desenrolar cheio de perdões fáceis para os personagens. É bobo e irreal.
Enfim, eu não gostei nada disso e não assistiria novamente.
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UMA VERSÃO MAIS INTIMISTAS DOS CASAIS
Esses dois episódios especiais foram muito bons, gostei de ver eles apenas vivendo e construindo a vida juntos.Como sempre Muto Kaishin e Rakumoto Ai transbordam química e até a personalidade do Ai que eu não gosto na série (nas duas versões, nessa e na tailandesa porque eu tenho um problema com a caracterização que a MAME deu para o personagem) eu acho mais agradável aqui. Ele fazendo ciúmes no Kaishin porque gosta dele bravo foi extremamente sexy.
Esse foi um especial super necessário porque engrandeceu a série para mim. Fizeram um ótimo trabalho.
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PELO AMOR DE DEUS ISSO NÃO É UM ROMANCE E SIM FRUSTRAÇÃO PURA
Isso aqui é a primeira temporada 2.0, tudo que tinha de frustrante e decepcionante na primeira temporada foi mais uma vez inserido e por esperarmos mais a decepção foi potencializada.PONTOS POSITIVOS (o que eu gostei):
- A atmosfera intimista e a temática de dia a dia são minha parte favorita. Eu adoro acompanhar os personagens apenas vivendo suas vidas sem grandes mudanças de cenário e sem grandes confusões ou plot twists;
- Eu disse isso na resenha da primeira temporada e vou dizer de novo aqui: Asuka é meu personagem favorito. Tudo nele grita juventude, liberdade, doçura e carisma;
- Asuka e Sakuma Shu são de longe o casal mais interessante de se acompanhar (mas obviamente o roteiro peca com eles e tudo é superficial e sem grandes momentos).
- PONTOS NEGATIVOS (o que eu não gostei):
- Novamente vemos o Shin sendo egoísta e um péssimo amigo para o Asuka;
- Shin é carente e o Minato a todo momento foge e se afasta. É muito desgastante e irritante. Essa relação não funciona e não evolui;
- O trabalho visual (principalmente a forma com que foi filmado) decaiu um pouco aqui;
- Tudo nessa série exala infantilidade. Parece que nenhum deles é um casal de verdade e sim amigos numa espécie de bromance;
- Eu daria tudo para ter visto um romance decente e bem construído entre Asuka e o Sakuma Shu, eles tinham muito potencial para desenvolvimento;
- Não existe intimidade entre os casais, nada relacionado a forma com que eles falam e agem comprova que eles se amam romanticamente ou sentem atração por seus parceiros. É tudo muito irreal e fantasioso. Seres humano carecem de paixão em uma relacionamento.
Eu faço um apelo: por favor, produzam um remake disso no futuro melhorando todos os aspectos frustrantes.
Num geral essa é uma boa série com muito potencial. E uma das coisas que mais me deixam triste no mundo é ver potencial sendo desperdiçado.
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COMEÇOU MUITO FORTE, SE TORNOU IRRITANTE E O MELHOR PERSONAGEM É O ASUKA
Preciso começar dizendo que os 2 primeiros episódios foram impecáveis, definitivamente foi um começo perfeito e muito forte, mas depois começou a ser irritante e a andar em círculos.Minato Akira é um ótimo protagonista, ele é um personagem cheio de camadas e muito divertido, ele faz jus a sua idade (mas ele não é nem um pouco velho mesmo ele dizendo isso o tempo todo). Ele é super expressivo então sempre entendemos como ele se sente.
Katsuki Shintaro por outro lado é um garoto difícil pra mim porque ele consegue ser muito chato. Como eu disse anteriormente, os 2 primeiros episódios são muito bons e a personalidade dele aparenta ser cativante pois ele parece fofo com um lado forte e dominante, mas logo depois ele se torna extremamente infantil e super protetor, é bem irritante, ele não sabia dar espaço para o Minato.
Então temos o Asuka e ele se tornou o meu personagem favorito. Começando pela aparência dele que é super de um garoto do último ano do ensino médio, aquela mecha de cabelo que ele usa presa e torcida é uma graça. Ele é um personagem que foi inserido aos poucos na história, você começa pensando que ele será uma espécie de antagonista mas na verdade ele se torna um grande amigo do Shin (mesmo ele não merecendo) e um personagem fascinante de se acompanhar (mesmo que vejamos pouco dele).
Descobrir seu interesse amoroso foi interessantíssimo mas não deram muita importância e tempo de tela para isso, o que na minha opinião foi um erro, mas como existe uma segunda temporada eu espero ver mais disso.
Só achei "triste" como ele sempre estava lá para ajudar todo mundo mas ninguém fez o mesmo por ele em nenhum momento. Ele é a definição de personagem de apoio (e não no bom sentido).
E por último mas não menos importante temos o Sakuma Takayuki que foi o homem por quem o Minato se apaixonou no passado e é super entendível o porque, ele é um personagem muito agradável e cheio de personalidade, confesso que em alguns momentos eu me peguei torcendo por eles (até porque o Shin me irritou bastante ao logo da história).
Concluindo, essa é uma boa série para relaxar e passar o tempo, a atmosfera é ótima e a fotografia impecável, apenas não é uma das melhores coisas que eu já assisti.
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APÓS TERMINAR EU PERCEBI QUE MEU PROBLEMA SEMPRE FOI O RAKUMOTO AI/ RAK
Assisti essa versão meses depois de ter terminado Love Sea na versão tailandesa. Eu tive problemas em avançar e terminar Love Sea tailandês justamente pela personalidade do Rak (nome do mesmo personagem do Rakumoto Ai) e sua história familiar, eu não gostava disso nem um pouco a após assistir essa versão (que eu achei mais condensada e agradável em vários aspectos) eu percebi que isso não mudou. Eu não suporto o personagem.Esses 10 episódios foram muito bonitos e bem gravados, a sintonia entre os protagonistas é absurda, eu nunca vi tanta química, cenas intimas tão intensas e beijos tão bonitos em nenhum outro projeto japonês. Eu fiquei positivamente surpresa.
Inclusive o romance secundário das meninas eu achei muito superior aqui (apesar de eu não ligar muito para elas nas duas versões kkkk).
Meu problema com a história é 100% com a personalidade insuportável do Rakumoto Ai. Tudo nele me dá asco e olha que eu não me importo com personagens narcisistas, grossos e mimados, mas alguma coisa na caracterização que a MAME deu para o personagem me desagrada profundamente, e a passividade do Muto Kaishin perante a ele é a cereja do bolo para o meu descontentamento.
Algo nessa combinação não é pra mim.
Tudo ao redor no nosso protagonista detestável (porque pra mim ele é, Jesus) é sobre ele ser um pobre coitado, ele esta sempre mal, em perigo e precisa que tudo gire ao redor dele e de seu drama familiar. Eu realmente não gosto e olha que eu não tenho problema com isso em muitas outras historias, o meu problema é definitivamente com esse projeto. Essa história não me pega, mas sei reconhecer algo bem feito e por isso não dei uma nota baixa.
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