Drama Special Season 13: Nineteen Otters
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Kim Jae Young faz contrabando de mercadorias proibidas para menores (como cigarros, bebidas) para juntar dinheiro e fugir de casa. Ela acaba envolvendo Seo Woo Kyu em seu esquema como fornecedor das mercadores pois a mãe dele possui um mercadinho na região. Essa relação que começa com uma troca comercial acaba se aprofundado e os dois vão se apaixonando e passam juntos por duros sofrimentos, mas sempre dando apoio um ao outro, de mãos dadas como o documentário que assistiram na escolha que falava que as lontras davam as mãos para não se desgarrem enquanto dormiam no oceano. Daí vem o título do episódio "Nineteen Otters" (tradução livre: lontras de dezenove).
A história das lontras acaba se tonando uma metáfora para explicar a situação dos dois jovens que acabaram de entrar na vida adulta, o grande e desconhecido oceano, mas de mãos dadas conseguirão enfrentar o desconhecido juntos. Apesar do medo e da tristeza que tinham na vida devido suas famílias abusivas, os dois se tornaram o apoio um do outro.
Particularmente eu gostei bastante do drama. Uma história de amadurecimento e entrada na vida adulta bem triste, mas também bonita. E os dois atores protagonista, apesar de ainda muito iniciantes na época, conseguiram entregar a emoção necessária para a gente se conectar com a emoções deles. No geral gostei.
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Mok Ha é uma jovem aspirante a cantora que sonha em ganhar um concurso musical, conhecer sua ídola Ran Joo e ir embora da casa de seu pai abusivo. Em sua jornada para atingir seus objetivos ela pede ajuda ao seu colega de classe Ki Ho com as filmagens de seu vídeo para a inscrição no concurso. A princípio Ki Ho não está muito interessado em ajudar, porém depois de descobrir que ele e Mok Ha têm um objetivo em comum, fugir do pai abusivo, ele passa a ajudá-la como se fosse a ele mesmo. Porém o plano de fuga dos adolescentes acaba sendo frustrado e Mok Ha desaparece no mar. Durante 15 anos Mok Ha fica presa numa ilha e Ki Ho consegue fugir, porém nunca deixa de procurar por ela. Finalmente Mok Ha é encontrada pelos irmão Woo Hak e Bo Geol e volta a civilização para ir em busca do seu grande sonho interrompido pelo acidente que a levou a ficar presa na ilha.
Por ter estado na ilha durante esse período Mok Ha é bem ingênua, não no sentido de ser boba, mas de não ter sido corrompida pela desesperança da vida adulta. Ela sempre acredita no melhor das pessoas e para as pessoas. Sua personalidade otimista e sua lealdade as pessoas torna ela adorável. Torcemos muito para que ela finalmente alcance seu sonho de se tornar cantora aos 30 anos idade, algo bem incomum, ainda mais na indústria de entretenimento coreana.
Além da jornada da Mok Ha ao estrelato, acompanhamos também sua busca pelo Ki Ho. O mistério do drama gira em torno dos seu salvadores, os irmãos Bo Geol e Woo Hak estarem usado identidades falsas para fugir do pai abusivo. Nessa história dos irmãos, a parte mais frustrante é a família não ter deixado claro desde o início que o Woo Hak não era o Ki Ho. Essa pequena confusão é bem irritante. Mas enfim esclarecida na metade do drama. Porém a resolução final sobre o pai abusivo e as identidades trocadas só ocorre no final do drama mesmo.
Gostei do drama no geral, gostei das personagens, especialmente da Mok Ha. Torci muito pela estreia dela como cantora.
Sobre o final que algumas pessoas acharam enigmático sugerindo que ela nunca saiu da ilha e tudo foi um grande sonho dela. Não acredito nessa teoria, pois apesar de na ilha ela ter tempo de sobra pra pensar, acho que seria uma "fantasia" muito elaborada para ser apenas imaginação. Acredito mais que aquelas imagens dela na ilha com o SOS cantando é o videoclipe da música dela.
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Ótima temporada de transição e preparação
O investimento para a produção da segunda temporada de Sweet Home com certeza foi bem mais alto do que da temporada anterior. Os gráficos de CGI melhoraram e o cenário expandido também reflete um maior investimento na produção.Diferente da primeira temporada onde toda a trama se desenvolveu no prédio onde os personagens estavam presos, nessa nova temporada há uma expansão do mundo. Finalmente temos um vislumbre do que estava acontecendo fora do confinamento onde eles estavam. E a expansão do universo de Sweet Home significa novos personagens e novas óticas. Acompanhamos os experimentos e a visão de mundo do cientista (maluco, literalmente), dos militares, dos sobreviventes, e dos monstros. Sempre com a dualidade entre monstros versus humanos. Quem é o verdadeiro mostro?
Nossos protagonistas da primeira temporada tem menos tempo de tela, mas faz sentindo para ampliação do universo. Embora eu quisesse ver muito mais da Eun Yoo, Hyun Soo, "Sam Wook" e Yi Kyung entendo que era necessário expandir a história e isso implica na adição de novos personagens. Confesso que esperava que houvesse algumas perdas/mortes dos personagens da primeira temporada, mas não esperava perdas tão significativas como ocorreu.
No geral acho que foi uma ótima temporada de transição e preparação para a resolução que deve vir com a terceira e última temporada. Estou ansiosa por isso.
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Apesar de manter a essência da primeira temporada (vingança pelas vítimas negligenciadas pela justiça regular), a segunda temporada de taxista não foi tão boa quanto a primeira. Se na primeira temporada tudo parecia mais sombrio com uma pitada de humor para balancear o clima pesado, nesta segunda temporada parece que os roteiristas decidiram escrachar no lado cômico, o que por vezes diminuía o peso da história, embora engraçado perdia um pouco do peso narrativo.Assim como a primeira temporada teve suas histórias mais episódicas (narrando casos isolados), mas como uma trama maior acontecendo ao fundo, que culminou na segunda parte do drama. Essa história foi a parte mais chata do drama. Tudo que envolveu a trama do bispo foi muito chato e isso fez decair a qualidade do drama em geral.
Além disso, estava esperançosa por uma participação especial da promotora Kang Ha Na já que ela foi mencionada algumas vezes, mas em vez disso, surgiu uma nova personagem do nada (suposta primeira taxista da equipe Arco-Íris).
Dito tudo isso ainda é uma boa temporada, mas a primeira é muito melhor. Estou torcendo para que a terceira temporada seja melhor que esta.
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Catártico
O Taxista é um drama sobre vingança, mas diferente da maioria dos dramas (e olha que tem drama sobre esse tema) não trata da vingança de um personagem contra o outro, mas de uma reparação a sociedade, uma vingança pelas vítimas que foram negligenciadas pela justiça. Os casos são muito parecidos com casos da vida real (até porque foram inspirados por casos reais) e por serem casos de injustiça tão realistas a punição dos criminosos é extremamente satisfatória de assistir.Porém, o nosso anti-herói Kim Do Ki não pode se igualar aos criminosos a ponto dele se tonar como eles e é por isso que narrativamente é necessário um vilão malvado para punir cruelmente os criminosos e poupar nossa consciência e o Kim Do Ki de se tornar um vilão. A traficante de órgão Beak Sung Mi é necessária para a trama porque sem ela o Kim Do Ki se transformaria em psicopata ao estilo de Dexter. A questão é que o plot do tráfico de órgãos acaba diminuindo o elemento catártico do drama.
Meus episódios favoritos sem dúvidas foram 3 e 4 que trata sobre a vingança contra os garotos que fazem bullying na escola. Nada mais satisfatório que assistir aqueles garotos se ferrando depois de assistir tantos dramas onde quem pratica bullying na escola acaba saindo ileso. E os episódios 9 e 10 sobre a quadrilha de voice phishing. Além de ter sido igualmente satisfatório assistir a vingança, ainda rendeu cenas hilárias do Kim Do Ki com a Madame Kim Bok Ja.
Outro comentário que gostaria de destacar se refere a promotora Kang. É realmente uma pena que ela não volte para a segunda temporada. Especialmente com aquele final onde parece que ela entrou para a equipe Arco-Íris.
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Hanyan foi enviada para ser criada por "amigos" da família no campo após seu avô falecer em circunstâncias misteriosas e um taoísta afirmar que o bebê recém-nascido era um "fantasma descalço" que traria muitas calamidades para a família. Hanyan cresce no campo, vivendo uma vida miserável, maltratada pelos pais adotivos e negligenciada pela família de origem, acompanhada pelo estigma de "fantasma descalço".Aos 17 anos, após sobre uma tentativa de violência, ela assassina os pais adotivos e se dirige a cidade para reencontrar os pais verdadeiros, recuperar sua posição de origem e se tornar uma dama nobre. Porém, o que ela encontra ao voltar para a família Zhuang está longe de ser o lar caloroso que ela almejou. Além das intrigas e disputas de pátio com a concubina de seu pai, ainda tem que lidar com a hostilidade de sua mãe, que perdeu os movimentos das pernas no dia que deu à luz a Hanyan, e com a desconfiança de Fu YunXi, que está em seu encalço investigando o assassinato pais adotivos dela. Apesar de tudo ser contra sua presença ali, ela insiste em permanecer.
O pai de Hanyan esteve envolvido em conspirações contra o imperador, acumulando fortuna e bens de forma ilícita, usando todas as pessoas ao seu redor como bodes expiatórios para cobrir seus crimes e se isentar da culpa. Um personagem muito odioso, escorregadio, manipulador.
É uma boa trama de vingança, os primeiros episódios realmente me deixaram empolgada. Hanyan está longe de ser uma boa moça, ela luta pela vida ferozmente e inclusive tomando atitudes bastantes duvidosas. Mas uma personagem extremamente interessante. Porém, na segunda metade do drama, não consegui evitar me sentir frustrada com os rumos da trama, por mais que Hanyan e Yunxi fossem inteligentes, eles sempre estavam um passo atrás do Zhuang Shi Yang. Todas as pequenas vitórias que o casal de protagonistas alcançava acabava por ser um movimento orquestrado por Zhuang Shi Yang desde o início. E embora o final tenha sido feliz, muitas perdas e derrotas dolorosas foram vividas no processo e, para mim, o final foi agridoce. Inclusive achei o final do Zhuang Shi Yang muito suave depois das tantas maldades e sofrimentos que ele causou.
Com relação ao romance e o desenvolvimento amoroso entre os protagonistas. Se você está esperando romance, não existe ou é muito sutil. O casal até tem uma tensão interessante nos primeiros episódios, mas eles passaram tanto tempo afirmando que a relação era apenas uma parceria com objetivos em comum que eles se tornam isso mesmo: parceiros para se vingar de Zhuang Shi Yang. Inclusive achei que a protagonista teve mais química com a amiga dela do que com o próprio protagonista. Nada contra o ator, achei ele um fofo e amei as cenas de ação dele, mas com relação ao romance, na minha opinião, deixou a desejar.
Apesar disso, gostei do drama e recomendo para quem gosta de dramas com temáticas de vingança.
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A História do Contrato de Casamento de Park começa muito bem. Comecei a assistir despretensiosamente, sem muitas expectativas e simplesmente me apaixonei. Na primeira metade do drama eu passava a semana ansiosa pelos próximos episódios. Porém, a partir da segunda metade todo o charme do drama acaba sendo um pouco eclipsado pelo plot de mistério e as intenções traiçoeiras do avô do protagonista, da CEO Min e do secretário dela. A partir daí eu já não esperava ansiosa pelo episódios, continuei a ver pelas migalhas das interações entre os protagonistas. Os atores que deram vida a Park Yun Woo e Kang Tae Ha tiveram uma química maravilhosa de assistir, não por acaso eles ganharam o prêmio de fim de ano de melhor casal pela MBC, prêmio merecido. Mas apesar da química dos protagonistas, a segunda metade do drama foi bem arrastada. O final foi satisfatório. Podemos dizer um "final feliz", contudo não posso deixar de dizer que fiquei com pena do Kang Tae Ha do passado, tadinho. Mesmo tendo sobrevivido a emboscada da madrasta, acabou perdendo o grande amor de sua vida para ele mesmo do futuro rs.
Gostaria que os roteiristas esquecessem essa necessidade de colocar plot de mistério em drama de romance. As vezes só um bom romance é suficiente para cativar a audiência. Mas hoje em dia parece que é obrigatório inserir um mistério, muitas vezes desnecessário, e que acaba deixando a história chata.
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Dezoito minutos de "especial" para ver mais cenas de Li Rong e Pei Wen Xuan brigando? Isso é para mostrar que não existe "felizes para sempre"? Mas sabe o que existe? Divorcio! Se é para viver assim, melhor separar de uma vez! Não que eu queria acreditar que a vida de casado é mar de rosas, mas pelo menos uma parceria amigável depois de tudo que viveram nos 40 episódios teria sido mais reconfortante de assistir do que a esse salseiro.
Um "especial" totalmente dispensável. Se você como eu chegou aqui pensando que encontraria algumas "cenas domésticas" agradáveis para alegrar seu coração e compensar sua frustração por conta do Su Rongqing, esqueça. Melhor ficar com o final oficial do drama.
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Tudo começa com um enigmático ataque do bandido Lu Wen ao duque HuaiYang e depois o duque encontrando uma jovem ferida e sem memória que o confunde como marido. O duque resolve então continuar a farsa para usá-la como isca e capturar o bandido Lu Wen, que ele acredita ser o esposo de Miangtang. Porém, conforme a convivência com Miangtang vai se estreitando, o duque começa a se apaixonar por ela.
Os primeiros quinze episódios do drama podem ser considerados mais lentos em termos do desenrolar da história política, pois é mais focado na convivência doméstica de Miangtang com o duque, com muitas cenas engraçadas com ele tentando fingir ser um homem comum que depende financeiramente de sua querida esposa. E ao mesmo tempo que vamos nos apaixonado pelo casal fofo também há um certo incômodo pelo fato dele estar enganando ela sobre o casamento, embora ele a respeite e nunca tenha ultrapassado o limite enquanto ela não lembra do passado.
Depois da fase de "lua de mel", por volta do episódio dezoito, Miangtang começa a recuperar as memórias e algumas outras revelações importantes acerca do enredo político começam a ser desveladas e também começa a era "gato e rato" entre Miangtang e o Duque, que agora tentam fingir que não estão cientes da verdadeira identidade um do outro.
Logo depois acompanhamos a saga do Duque em tentar provar seu amor de todas as formas mais humilhantes possíveis e o elemento da comédia volta para aliviar as tensões da drama política com o novo imperador, recém coroado, tentando garantir sua frágil posição como líder político em um ambiente cheio de corruptos.
Aliás, com relação ao imperador, minha parte favorita era sua relação com Xueji. Uma personagem oprimida pela família que ascendeu a imperatriz através da reviravolta política e que apesar de sua aparência modesta se mostra ser uma parceira inteligente e desempenha um importante papel na batalha pela permanência do imperador no trono. Com certeza uma das personagens mais legais do drama. Inclusive, nos episódios finais na cena do envenenamento eu fiquei muito triste a princípio, mas no fim tudo termina bem.
O final é satisfatório e feliz para os protagonistas e também para os casais secundários. Mas apesar de ter gostado bastante do drama, senti que algumas coisas poderiam ter sido abreviadas. Um drama de 30 episódio ou menos talvez conseguisse manter a integridade da história sem cenas desnecessárias. Apesar disso, um bom drama com uma história legal e um casal fofo com química.
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Drama Special Season 14: Dog Days of Summer
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Yi Jun está se mudando para a casa dos tios para que seu pai possa trabalhar sem maiores preocupações. Ele acabou de perder a mãe e a vida que conhecia, seus amigos, sua escola e o basquete. Como se isso não bastasse, ele não tem uma recepção muito calorosa, nem de seus tios e nem de seus colegas da nova escola. Eles vivem fazendo piada com o sotaque do garoto de Seul.
Conforme os dias vão passando Yi Jun vai se aproximando de Yeo Reum e graças a amizade dela, ele ganha confiança para convencer o diretor do colégio e o rival, Ji Wook, a formar um time de basquete na escola nova.
Com o passar do tempo, a raiva a o sentimento de injustiça pela mudança vão sendo transformados. Na escola, os colegas vão reconhecendo Yi Jun como pertencente ao lugar, assim como a tia dele também começa a se mostrar afetuosa.
Gostei bastante do que vi neste especial. É uma história com um clima de nostalgia, de adolescentes sendo adolescentes, e de amadurecimento. Realmente uma jornada satisfatória de acompanhar. Recomendadíssimo para quem como eu adora um drama escolar com clima de nostalgia e amadurecimento das personagens!
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Cada vez que assisto uma produção coreana com o tema bullying fico horrorizada com as cenas de violência, especialmente quando as autoridades escolares são omissas. A premissa do filme é uma professora temporária contratada para dar aula de ética em um colégio onde o bullying é uma prática comum e os professores são coniventes por omissão. A professora novata é aconselhada pelos mais antigos a ignorar tudo o que vê pelo bem dela e para garantir a tão sonhada efetivação no trabalho. Acontece a professora novata é uma ex-atleta de boxe e além disso dá aula de ética. Fingir que não vê e não fazer nada vai contra o que ela ensina a seus alunos. Ainda mais quando um aluno pede sua ajuda. Inicialmente ela tenta denunciar pelo meios legais e oficiais, mas quando percebe que a omissão das autoridades da escola está ligada a corrupção institucional e ameaças da mãe do principal agressor, ela decide buscar vingança com as próprias mãos, usando uma máscara para punir o agressor do seu aluno.
Assim como o filme pode ser revoltante e desesperador nas cenas de bullying também é catártico quando nossa heroína está descendo a porrada no valentão da escola. Mas apesar disso, acho que o filme peca um pouco no exagero das situações. Especialmente nos momentos finais no ringue de boxe. Não pela luta em si, mas pelo falto daquilo estar acontecendo dentro da escola com o aval do diretor e os professores assistindo. É necessário muita suspensão de descrença para aceitar essas premissas hiperbólicas do filme.
Além disso, Lee Jun Young como adolescente não convenceu. Obviamente ele interpretou um pessoa desprezível de forma brilhante, mas não convenceu como um adolescente desprezível. Não é uma crítica a atuação dele, mas a inadequação ao personagem. Ele é jovem, mas não tem mais cara de adolescente e ao lado da Shin Hye Sun, que fez professora, ele parecia muito mais um cara da mesma faixa etária dela do que um aluno e confesso que isso pesou um pouco para minha imersão na história.
Enfim, um filme para passar raiva com as cenas de violência, a omissão dos professores, da sociedade e a corrupção institucional e com alguns momentos catárticos e algumas boas cenas de luta. No final vemos uma certa sinalização de esperança quando pessoas envolvidas nas agressões decidem romper o silêncio e denunciar como a professora ensinava nas aulas de ética. Mas sinceramente não acho que acrescente muito ao tema, já vi outras produções melhores nesse sentindo.
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Lembro de ter achado a primeira temporada digna dos mais altos elogios por abordar um tema tão delicado de forma tão corajosa. Porém esta temporada, talvez por ter passado um intervalo muito grande entre os lançamentos e esfriado o impacto deixado pela primeira, acabou não sendo tão excepcional. Apesar disso, ainda foi uma continuação muito boa e que faz jus a primeira.
Achei interessante também o final. Depois de tanta luta do Joon Ho e dos outros membros do D.P, após o julgamento, nada mudou efetivamente. Provavelmente porque tenta espelhar a realidade, mas ao menos "foi um empate" para ambos os lados.
Fico feliz de ouvir que o exército coreano tem se esforçado para melhor o tratamento de seus soldados e muitas das barbaridades retratadas na série já não uma realidade. Espero que séries como essas sejam um constante lembrete para que situações semelhantes não se repitam.
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No geral um drama mediano.
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Repetição do mesmo plot da temporada anterior
Na minha honesta opinião, com a mudança dos protagonistas, a roteirista não quis avançar para a segunda fase do Hospital Doldam e regrediu contando a mesma história de ameaça de fechamento e escreveu um pano de fundo muito semelhante para os novos protagonistas (quase um remake): uma médica brilhante mas psicologicamente instável, um médico que vem de uma origem humilde tentando provar seu lugar naquele campo de trabalho, um médico com problemas com um pai narcisista, uma residente inexperiente e bobinha. Todos amadurecem ao longo da temporada com a ajuda do Dr. Kim.Tudo o que foi muito bacana na primeira temporada, nesta segunda temporada pareceu sem graça porque não passa de uma repetição do mesmo plot da temporada anterior. Além de que os vilões são extremamente irritantes e birrentos (o que foi aquela cena do Do Yoon Wan quebrando tudo porque não conseguiu o "brinquedo"? Ridículo!).
Os episódios onde o foco eram as histórias dos pacientes e sua relação com os cuidados médicos eram BEM mais interessantes de acompanhar. Por exemplo, o melhor episódio na minha opinião foi aquele da paciente que doou os órgão. Dramático e emocionante como se espera de um drama médico e a altura dos episódios da primeira temporada.
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