Romance para sentir borboletas no estômago
Acho que estava precisando de uma dose de romancezinho e este drama foi perfeito. Drama curto de apenas 4 episódio e uma ótima química entre os protagonistas. Park Hyung Sik e a Han So Hee conseguiram transmitir toda a sensação da amizade e do enamoramento.O plot dos amigos que se apaixonam. Nada mais clichê, mas ao mesmo tempo foi tão bonito de acompanhar que qualquer clichê é perdoado. E sem contar que esse plot dos amigos que se apaixonam está entre meus clichês favoritos.
Confesso que o motivo principal que me levou a dar uma chance para esse drama foi o Park Hyung Sik. Estava assistindo "Our Blooming Youth" e estou encantada com ele no momento, mas a Han So Hee também não fica atrás, uma excelente atriz e os dois juntos fizeram um casal adorável. Se você está procurando um drama romance para sentir borboletas no estômago este pode ser uma boa escolha. Por ser curtinho ainda deixa gostinho de quero mais. E parece que vai ter, embora não com os mesmo atores. Mas a sinopse parece interessante e mantém como pano de fundo o universo da música.
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Senti raiva, agonia e MEDO.
Não li sinopse e nem assisti ao trailer desse filme e, portanto, não sabia o que esperar. Fui surpreendida. Posso dizer que foi um dos filmes de suspense mais assustadores que eu assisti nos últimos tempos. Senti raiva, agonia e MEDO.Vivemos na era da tecnologia e nossas vidas são basicamente gerenciadas a partir do celular. Mas como fica nossa segurança e privacidade nesse mundo da tecnologia? Acho que o filme se torna mais assustador porque em algum nível podemos nos identificar com a personagem que perde o celular e vê sua vida transformada em um pesadelo. Acontecem muitos crimes relacionados a perda e roubo de celular na vida real, não no nível extremo do filme, é claro, mas casos de perda financeira são relatados quase diariamente.
Um filme de suspense muito bom. Tenho certeza que depois de assistir ao filme a sensação de vigilância se tornará mais opressiva e você vai cobrir a câmera do seu notebook e adicionar mais senhas e verificação de dois fatores em seus aparelhos.
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Apesar do descompasso no roteiro, é um drama legalzinho.
Apesar do início frenético de perseguição, o desenrolar dos primeiros episódios nos distraí do plot de suspense e nos leva a achar que vai se tratar apenas de um drama leve, de amadurecimentos de jovens entrando na vida adulta, encarando os obstáculos desta fase e também se apaixonando. Essa parte da história foi muito divertida de acompanhar, porém todo o plot de corrupção da instituição policial e a chocante morte de um membro do grupo de amigos me pareceu um pouco deslocado. Parece que o roteirista não conseguia se decidir se o drama era uma história de jovens adultos encarando os obstáculos dessa fase da vida ou uma história mais adulta de corrupção policial. Tanto que a partir do momento que o Jo Han Sol entra na trama parece que o drama (até então leve) se transforma em outro drama.Apesar do descompasso no roteiro, é um drama legalzinho. Gostei especialmente da amizade entre o grupo de cadetes novatos. Dos casais, gostei bem mais do casal Shin Ah Ri e Kim Tak do que dos protagonistas principais, apesar deles também serem bem fofos juntos.
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Drama escolar curtinho (apenas 8 episódios) baseado numa webtoon. O tema é a violência escolar. Achei bem violento e gráfico (a cena da cortina ainda me assusta). Mas é um drama interessante. A vítima do bullying começa a revidar a violência sofrida e as coisas vão escalonando ao extremo. Nesse processo o protagonista acaba fazendo dois amigos, mas no final mesmo essa amizade acaba em tragédia. Mas mesmo o final sendo um tanto trágico, a jornada é interesse e te mantém presa até o final. Porém uma coisa que me irritou profundamente foi a intromissão do gângster na briga entre os garotos, sinceramente para mim pareceu algo para "encher linguiça", talvez uma desculpa narrativa para justificar a aproximação da Young Yi do grupo dos garotos.
Também não sei se era intencional, mas notei um certo clima "de interesse amoroso" entre os personagens. O fato do Oh Beom Seok ter surtado tanto porque o Ahn Soo Ho não adicionou ele no Instagram mas adicionou a Youngi Yi, me pareceu que ele tinha um interesse para além da amizade pelo Ahn Soo Ho. Fora que eu tenho meu próprio ship que é o Ahn Soo Ho com o Yeon Shi Eun. hehehe...
No geral gostei bastante. Da forma como terminou parece que há possibilidade de uma 2 ª temporada e estou torcendo para que tenha mesmo.
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O primeiro episódio de Round 6/Squid Game 2 foi tenso e instigante graças a grande performance do Gong Yoo como o recrutador do jogo. Gostei bastante desse clima investigativo do primeiro episódio com o Gi Hun e Junho tentando, cada um do seu modo, encontrar o responsável do jogo e como unem forças para isso no segundo episódio. Porém, quando o Gi Hun é capturado e levado a entrar no jogo novamente, fiquei um pouco desapontada. Não apenas pela frustração de ver o personagem passar por aquela tortura psicológica novamente, mas também pela sensação de "já vi esse filme antes". O primeiro jogo foi batatinha frita 1, 2, 3, então achei que seria uma reencenação da primeira temporada, mas com novo elenco. O fato do Gi Hun saber do jogo poderia deixar as coisas monótonas. Ledo engano. No final do episódio onde é revelado quem é o jogador número 001 dessa edição, percebi que as coisas poderiam ser interessantes sim. A partir dali os jogos mudam e as perspectivas também.
Se antes disso eu acreditava no sucesso da empreitada de acabar com o jogo, depois da revelação de quem era o jogador nº 001 já não tinha certeza. Ver o Gi Hun sendo manipulado por ele me deixou extremamente frustrada, sem contar os otários no barco rodando em círculos tentando chegar a ilha também manipulados pelo capitão do barco.
O episódio sete terminou tão abruptamente que tive que voltar pra ter certeza se era o último episódio mesmo e ao fazer isso me dei conta que havia passado quase 60 minutos. Mérito total do roteiro frenético do último episódio, principalmente a partir do motim. Mas no fim das contas a resolução desse impasse fica para a terceira (e última) temporada anunciada para 2025.
Com relação aos novos jogadores, simpatizei com poucos deles. Então não lamentei tanto as mortes que ocorreram até o momento. Mas espero que alguns deles saiam vivos e o jogo tenha fim nessa terceira temporada anunciada.
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Finalmente chegamos a terceira temporada de Sweet Home. Ao contrário da maioria das pessoas eu tinha gostado da segunda e estava animada pela conclusão, mas apesar de fechar bem a questão da monstrificação, os vilões terem sido derrotados e a sinalização de um recomeço para os sobreviventes, alguns pontos ainda deixaram a desejar narrativamente.Primeiro, o retorno do Lee Eun Hyeok. Toda uma expectativa foi criada sobre o retorno dele. Mas achei a volta um pouco decepcionante. Tudo bem, ele volta como uma evolução da monstrificação, um neohumano. Uma criatura com a aparência do humano que ele foi, porém sem as emoções humanas e também imortal. Mas de certa forma essa falta de emoção (apesar de entender a proposta) fez com que o reencontro dos irmãos ficassem meio sem graça.
Segundo, a retirada da Lee Eun Yu da batalha final. Entendo que ela ficaria "sobrando" ali porque já tinham muitos subenredos acontecendo e ela só seria "mais uma" fugindo. Mas ainda assim senti falta dela ali lutando ao lado dos rapazes.
Terceiro, o vilão no corpo do Pyeon Sang Uk. Tudo estava lindo maravilhoso até o vilão voltar "do nada" com o corpo do Pyeon Sang Uk que momentos antes ele tinha atirado no fogo. Como assim? Como que esse corpo se regenerou e ainda com o Pyeon Sang Uk lá porque ele novamente consegue impedir o vilão de sair. Enfim... confuso.
Os roteiristas de Sweet Home não têm compaixão por personagem. Todo mundo está em risco de morrer e morrem mesmo. Boa parte do elenco da primeira temporada morreu e boa parte das personagens introduzidas na segunda temporada também morrem. Particularmente não achei isso um grande problema, afinal eles estavam vivendo um apocalipse ali, nem todo mundo ia sobreviver mesmo e de certa forma algumas personagens se tornam até mais icônicas pela presença breve, mas marcante. Como foi o caso do Jung Jae Heon (o samurai) na primeira temporada. Ainda um dos meus personagens favoritos de Sweet Home. Mas sei que algumas mortes foram mesmo difíceis de aceitar.
Ainda sobre mortes de personagens, nada me deixou mais satisfeita que a morte do Dr. Lim. Tinha mais raiva dele que do vilão. A ganância e total falta de ética faziam dele a personagem mais insuportável da história. Amei vê-lo ser jogado no fogo sem conseguir alcançar a monstrificação que tanto almejava para si.
O final foi o que talvez poderíamos dizer... "feliz" para quem sobreviveu. Senti falta de uma interação mais romântica entre o Cha Hyeon Su e a Lee Eun Yu, mas a cena final deles assinalou um "e foram felizes para sempre" e isso bastou para mim.
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Jung So Min está linda como sempre e a química com o Kang Ha Neal é realmente convincente. Assista para dar algumas risadas, mas nada além disso.
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Gostaria de ter visto mais da Mok Sol Hee usando suas habilidades para descobrir as mentiras, atendendo os clientes dela etc. Depois que ela se envolve com o Kim Do Ha esse plot dos poderes é meio deixado de lado e passa a ser algo usado só em prol do Kim Do Ha, o que achei uma pena. Poderiam ter explorado isso um pouco mais. Uma ideia legal desperdiçada.
Mas no geral é um drama divertido de acompanhar.
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É uma narrativa lenta e que precisa de tempo para ser apreciada, mas depois que você é envolvido pela história, vale a pena. Enquanto assistia me senti lendo um livro, talvez porque o livro está presente em muitos aspectos: tem a livraria, o clube do livro, a tia da protagonista que é escritora e o protagonista que mantém o diário sobre Irene.
A cidadezinha simpática com seus moradores peculiares e o clima de inverno me lembrou de outra cidadezinha, Stars Hollow (Gilmore Girls). Os personagens secundários têm seu charme. A história das irmãs por si só daria um drama muito bom. O romance dos adolescentes é também muito fofo, assim como a história do amigo do protagonista, que finalmente conquista o coração do crush do ensino médio. E, é claro, como todo drama de romance, no plot principal também tem um romance acontecendo, mas o drama é muito mais que isso.
O que mais me cativou no plot foi o fato dessa moça estar voltando para aquela cidadezinha depois de "fracassar" na cidade e como ela vai aos poucos encontrando os "fantasmas" do passado e vai se libertando do peso que ela carregava ao mesmo tempo que a história se desenvolve. É incrível o contraste de quando ela chega na cidade e como está agora (quando o drama termina). O próprio clima invernal também é um personagem nessa história pois a medida que a Hae Won vai “descongelando” o coração cheio de magoas o clima vai se transformando em uma primavera.
Eu adorei o título do drama "Irei quando o tempo estiver bom", claramente a frase inicial de uma história. E é basicamente o que a nossa protagonista responde a tia quando ela pergunta quanto tempo ela vai ficar. Sabe, aquela narrativa em suspenso? Porque tudo parece meio idílico e que vai acabar quando a primavera chegar e ela voltar para Seoul. E ainda tem aquela entrada do diário do Eun Sub no episódio 14 em que ele escreve: “eu entendo que você vai deixar este lugar um dia. Eu estou me preparando pra tudo. Contudo, quando você deixar este lugar, espero que seu coração não esteja pesado demais. Espero que você vá sorrindo alegremente. Que você não sofra. Nem um pouco."
O final foi um calorzinho no coração! Com certeza irá entrar na minha lista de favoritos do ano!
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O primeiro episódio é incrivelmente viciante porque é um encadeamento de eventos inesperados que te prendem do inicio ao fim. O jogo de câmeras faz parecer que você está acompanhando os personagens de perto e é muito imersivo.
Apesar do tema pesado que o drama aborda, é também muito cômico. Eu dei muitas risadas porque não tinha como levar a sério o "policial" Hyung Soo com aquela cuequinha vermelha e botas laranjas e sem nenhum pingo de instinto de sobrevivência. Só de lembrar já começo a rir. Sem contar o Geuk Ryul, obcecado em conseguir o rim do Hyung Soo, e sua condição "imortal" porque não é possível que o cara tenha sobrevivido a tantos maus-tratos, mas sempre reaparecendo do "nada" de volta a ação. E, claro, temos a Joo Young , a garota que não dá pra confiar, mas leva todo mundo no papo. Muito boa a atuação da Jeon Jong Seo. Amei ela neste papel.
Um drama de sobrevivência muito louco e muito cômico. Realmente não se leva a sério e isso é ótimo também. Espero realmente que façam a segundo temporada. Quero saber o que aguarda esses três malucos nesse mundo apocalítico que eles encontraram depois de sair do prédio.
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Ying Ying é uma jovem talentosa, inteligente e resiliente que herdou as habilidades do pai e tenta recriar a tintura do verdadeiro vermelho de Yizhou perdido após a morte de seu pai bem como restaurar sua reputação como homem honesto. No entanto, no seu caminhos se atravessam vários vilões tentando se apropriar de seu talento.
Apesar de gostado das personagens e até me sentir estranhamente atraída por um dos vilões (Príncipe Bai) ao mesmo tempo que o odiava, no geral, o drama tem um roteiro frustrante. São muitos vilões e os mocinhos têm pouco poder para reagir as injustiças. Falta equilíbrio entre as vilanias e as vitórias dos mocinhos. Passamos os 40 episódios assistindo a Ying Ying sofrer com raros momentos de felicidade. Os mocinhos sofrem literalmente até o último minuto. É tanta tragédia que apesar do final feliz fica uma sensação amarga.
Sobre a questão técnica do drama. Primeiramente parabéns por terem feito um IA convincente (na maioria das cenas) no rosto do ator cancelado. Mas fiquei um pouco desapontada com as cenas externas. Usaram muito fundo verde em vez de paisagens naturais. Parece drama de baixo orçamento. O que me causou bastante estranhamento visto que pensei que era um drama de orçamento alto pelo que tinha visto do making off do drama com relação aos cenários, figurinos e pesquisa histórica sobre a fabricação do brocado. Mas pelo visto faltou orçamento para as cenas externas. O CGI poderia ser um pouquinho melhor, era muito óbvio o uso do fundo verde na maioria das cenas.
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Nossa protagonista é uma "invisível" e deseja desesperadamente ser notada por seus colegas, até que um dia ela encontra o celular do administrador do app e passa a usá-lo para tentar ser popular, pois agora ela sabe o segredo de todos os colegas. E é assim, chantageando um colega, que ela começa sua tentativa desesperada de se tornar popular.
Ao primeiro olhar, a protagonista pode parecer desprezível, mas temos que lembrar que ela é uma adolescente e o enrendo conta uma história de amadurecimento. No final ela e seus colegas aprendem o valor de ser honesto sobre si e com os outros e a importância da amizade.
O drama não é uma grande produção e o roteiro não é dos melhores, inclusive essa aparição do celular do administrador não tem qualquer explicação ou resolução, porém dentro da proposta e orçamento da produção é uma história mediana. Não vá esperando por grande coisa.
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Apesar disso, continuei assistindo e gostei da dinâmica entre Moon Chamin e Sin Jae Rim (inclusive achei muito legal o trocadinho com o nome dos personagens lembrando a pronúncia de "prince charming", príncipe encantando, e Cinderela). A química dos protagonistas foi boa o suficiente para que eu continuasse assistindo apesar dos defeitos e problemas do roteiro.
Por falar em problemas, o roteiro é cheio de piadas gordofóbicas e extremamente desnecessárias. Umas das minhas ressalvas ao drama é este ponto. Acho que poderia ter sido melhor sem isso. A personagem Kang Hwa Jin, uma das meia-irmã da Jae Rim, está lá basicamente para ser atacada com comentários ofensivos sobre seu peso. Desnecessário.
O final pelo menos traz uma boa mensagem sobre seguir seus sonhos e não deixá-los morrer. Outro ponto positivo é ser um drama curto de 10 episódios de 40 minutos, o que não dá espaço para muita enrolação. É bem rápido de assistir.
Uma das coisas mais engraçadas que achei foi a piada que fizeram quando a Sin Jae Rim pega um taxi de luxo e o motorista é o Choi Kyung Goo do Drama Táxi Driver. Hilário.
Enfim, recomendo apenas pela boa química do casal e pelo final que deixa uma mensagem positiva. Mas também fica a ressalva sobre as piadas gordofobicas.
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Hu Yeong volta à Coreia após passar dez anos no exterior. Por acaso, acaba encontrando seu primeiro amor em um encontro às cegas. Ela parece não lembrar dele, mas mais tarde entendemos que o esquecimento seletivo dela tem a ver com o fato de Hu Yeong ser o amor de colegial não apenas da protagonista, mas da sua melhor amiga.
O bom do drama ser curto é que todas as situações que poderiam render vários mal-entendidos que se arrastariam por vários episódios são solucionados bem rápidos, porém ao mesmo tempo isso também é um problema porque parece que tudo se resolve muito rápido. Por exemplo, a amiga da protagonista que estava super interessada no protagonista abre mão dele rapidinho (como devia ser mesmo) após entender que ele gosta da amiga. Justo. Porém, rapidamente ela ficou perdidamente apaixonada pelo colega professor. Acho que ficou um pouco superficial e em um drama mais longo poderia ser melhor trabalhado.
Do mesmo modo a personagem Sang Pil, realmente é a definição de coadjuvante. Só está ali como suporte para as conversas com os outros personagens, explicar situações, reunir o grupo em determinado local (o restaurante dele), mas deixam no ar a possibilidade do primeiro amor dele ter sido a amiga da protagonista. Talvez em um drama mais longo isso poderia ser melhor abordado e o personagem tivesse mais relevância para a história.
E finalmente o clichê da mãe do protagonista rico que despreza a namorada pobre do filho e tenta separa o casal a todo custo. Se fosse um drama mais longo, teríamos sofrido muito com essa mãe porque ela foi inacreditavelmente irritante no curto espaço disponível. Apesar que nossa protagonista enfrentou-a da melhor maneira possível, na teimosia e no deboche. Amei.
Enfim, um drama divertido com um casal de protagonistas fofos. Não vá com muitas expectativas e se divirta.
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O drama conta a história de um homem, Song Ki Beak, que se acostumou a contar mentiras para sobreviver. Enquanto engole todos os sapos possíveis ele mantém um sorriso no rosto . Graças a isso ele consegue alcançar a sonhada posição de âncora de telejornal, porém ele vê tudo isso ir por água a baixo quando sofre um acidente e descobre que não consegue mais mentir. Agora ele fala tudo o que pensa das pessoas e apenas a presença da roteirista de programas de entretenimento, On Woo Joo, é capaz de desligar o interruptor da verdade.O drama começa muito engraçado. A condição excêntrica de Song Ki Beak rende algumas boas cenas engraçadas. Porém conforme o drama avança parece que vai se perdendo na proposta. Apesar de concordar com o final que encaminha o protagonista para aprender a viver de forma mais honesta com ele mesmo , sem precisar recorrer a mentiras e a se aceitar como ele é. Acho que o acidente com a família foi desnecessário. Ele poderia ter chegado a essa conclusão sem isso, aliás ele já estava.
A história como romance também não caminhou bem. Não sei se foi a falta de química entre os protagonistas, mas eu não poderia me importar menos com o romance deles. Inclusive é um tipo de drama que funcionária bem melhor sem esse romance. Se eles fossem apenas amigos seria mais interessante, sinceramente.
Sem contar que o ex-namorado da On Woo Joo era extremamente irritante, aliás como praticamente todo o elenco de apoio do drama.
Enfim, começa promissor mas se perde ao longo do caminho. Realmente é possível dar algumas risadas no começo, mas não é uma jornada que vale a pena insistir.
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