No drama esses dois estudantes brilhantes alcançaram a profissão dos sonhos, mas por circunstâncias adversas na idade adulta chegam ao fundo do poço. O fundo do poço na história não é apenas a perda de uma posição profissional de sucesso há muito almejada ou sua reputação jogada na lama por uma acusação falsa. É a tristeza profunda e o luto pela perda de um ideal há muito idealizado pelas personagens. Nam Ha Neul anulava todas as outras partes da sua vida e vivia apenas para o trabalho, enquanto o Yeo Jeong Woo com sua personalidade divertida e otimista sempre buscou na amizade das pessoas ao seu redor o afeto que não recebia dos pais e quando mais precisava desses amigos eles somem. Essas situações os levam à depressão.
No final é bonito ver Ha Neul aprendendo a equilibrar os vários aspectos de sua vida e falando o que realmente pensa e não deixando as pessoas passarem por cima dela. E Yeo Jeong Woo, escolhendo uma clínica mais modesta e sabendo que também tem amigos verdadeiros que pode contar também nos momentos de crise.
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Parasyte: The Gray é uma versão coreana do mangá de Hitoshi Iwaaki. Embora eu não tenha lido a obra original e também não tenha assistido a adaptação para anime, pelo que pude ver do drama e a sinopse do mangá, a versão coreana adaptou a ideia geral da chegada dos parasitas e fez sua própria versão de como ocorreram os eventos na Coreia. No universo onde a história se passa as duas versões, japonesa e coreana, coexistem e a cena final do drama nos confirma isso. Aliás, essa cena foi a mais legal do drama. Jung Soo In, nossa protagonista, cuja mente não foi consumida pelo parasita em seu corpo, mas estabeleceu uma coabitação com ele e é chamada de mutante pelos outros, não é a única com essa habilidade no mundo e é aí que as duas versões colidem dando abertura para um crossover numa possível continuação da história. No geral é um drama de ficção científica bom que mantém o(a) espectador(a) interessado no próximo episódio. Porém, a atuação da protagonista achei um pouco blasé quando Heidi (o parasita) assumia o corpo dela. Mas talvez a ideia seja essa mesma visto que os parasitas não conseguem imitar emoções humanas.
De toda forma gostaria de ver uma parte 2 do drama com os dois universos se encontrando.
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Até o quarto episódio (ou meados do quinto) o mistério e a tensão dos episódios vai nos deixando numa expectativa angustiante. Afinal quem está por trás dos assassinatos e qual o significado daqueles rituais xamanicos? Quando finalmente é revelado a natureza das relações desviantes que resultaram na atual disputa familiar pela herança, por mais compatível e coerente que seja para as circunstâncias ali apresentadas, parece que essa revelação desfez totalmente a atmosfera de suspense e a partir daí o drama se transforma num caso de família. Não sei, acho que minha expectativa era de que a resolução caminhasse mais para uma esfera do fanatismo religioso, do sobrenatural mesmo. Além disso, sempre fico frustrada quando o perpetrador dos atos criminosos tem o "final fácil" e não sofre as consequências da lei. Mas gostei de como a Yoon Seo Ha lidou com a herança familiar no final.
No geral, acho que foi um drama competente dentro do que se propõe. Conseguiu me deixar interessada até final e, apesar de algumas ressalvas, recomendo a quem gosta do gênero suspense.
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Por ser um drama curto não demanda muito tempo para assistir, então acaba não sendo tão custoso dedicar algumas horas para ver. Não chega a ser uma história empolgante, mas ajuda a passar o tempo. E se você gostou da primeira temporada e gosta de uma história com pano de fundo musical, talvez valha a pena dar uma chance.
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Não acho que seria justo da minha parte reclamar do exagero absurdo em algumas cenas como, por exemplo, a cena do resgate da protagonista na montanha. Foi muito exagerado e um tanto ridículo, mas o que posso dizer? Este é o conceito do drama. O enredo do drama já é da ordem do impossível. E isso não é propriamente uma crítica negativa, mas um alerta para o que você vai encontrar.
No geral é um drama bastante divertido de acompanhar e totalmente descompromissado com o verossímil. Recomendo para quem gosta de ver uma comédia romântica leve e sem compromisso. Minha mãe assistiu também e adorou.
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Mas apesar disso é um drama legal. Não chega a ser inesquecível mas também não é ruim. A química do casal de protagonistas é boa e a história também tem boas sacadas. Gostei da ideia dos dois estarem fazendo terapia e como eles evoluíram em suas jornadas individuais de autoconhecimento e como foram se ajudando nesse processo de cura. Foi a parte mais legal do drama.
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Dr. Romantic: APPENDIX, The Beginning of Everything
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Não sei se é questão de choque cultural, mas achei totalmente desproporcional a maneira como os profissionais de saúde trataram a paciente com HIV.
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Foi legal acompanhar o desabrochar do romance entre os protagonistas e a dinâmica dos dois ganhando confiança em si e no mundo, tirando o foco das mágoas e se apaixonando. Foi bonito de acompanhar.
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Um clichê que não acrescenta e nem se destaca.
Um drama que como diria a minha mãe "nem fede e nem cheira". Um clichê que não acrescenta e nem se destaca. A típica história dos amigos de infância que se reencontram na vida adulta. Ela uma orfã acolhida pela comunidade, que cuida e é cuidada por todos. Ele meio introvertido que volta ao interior a contragosto. Eles se reencontram e se apaixonam. Nos últimos episódios brota uma ex-namorada do nada para acrescentar algum drama, porém também "nem fede, nem cheira". Acho que a vantagem é que os episódios são curtos e apenas 12. Ajuda a passar o tempo se você não nada mais interessante para ver.Was this review helpful to you?
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Recomendo para quem se interessar em assistir um drama sobre relações humanas
Não tinha muita expectativa quando comecei a assistir a este drama. Mas inesperadamente a história foi me envolvendo. O início do drama é mais puxado para a comédia por conta da reaproximação do casal e seus desentendimentos do passado, bem como a relação de amor e ódio da outra dupla de advogados do escritório, porém com o passar dos episódios vamos acompanhando além da história pessoal dos personagens principais, a história de seus clientes e cada uma dessas histórias propõe uma reflexão sobre os relacionamentos humanos e porque casamentos eventualmente chegam ao fim.Com relação a maneira como termina o drama, li alguns comentários de espectadores desapontados com o final ou por ser considerado "final em aberto" ou "por ter sido muito raso". Na verdade, eu não achei o final raso. Estava evidente desde o início do drama que o Eun Beom carregava consigo algumas questões psicológicas que o impediam de seguir a vida, seja ao lado da Oh Ha Ra ou mesmo longe dela. Aceitar que sua condição psicológica precisa de cuidado profissional não é tão fácil. Muitas pessoas são resistentes a aceitar que precisam de ajuda profissional. E imagino que o preconceito social (especialmente na Coreia) é ainda muito forte sobre questões de saúde mental. Gostei que eles abordaram o tema, mesmo que apenas no último episódio, ele foi procurar ajuda.
No geral, gostei do drama. Recomendo para quem se interessar em assistir um drama sobre relações humanas. Não é um drama inesquecível, mas é interessante.
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Clichê dos bons
Esse drama é tudo o que tem de mais clichê no mundo da doramaland, porém de um jeito bom e divertido. Adorei. Dei boas risadas com a parte de comédia e senti o friozinho na barriga com os casais, tanto o casal de protagonistas, como com o segundo casal. Talvez até um pouco mais com o segundo casal, embora em alguns momentos eu tenha achado a Young Seo um pouco chatinha (tipo naquela cena da caminhada na montanha), mas ainda assim um casal com bastante química (queria até mais deles dois, os atores são muito fofos juntos).Mas, infelizmente, o drama também sofre de um probleminha comum em muito dramas. Da metade para o fim parece que o roteirista perdeu a mão e deixou a desejar, mas isso não quer dizer que não valha a pena. Claro que não. Ainda acho um bom drama. Foi divertido de acompanhar. A prova de que dramas clichês têm o seu valor e, se bem dosados, podem deixar tudo ainda melhor.
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Um belo dia um taxista tem um sonho com muitos porcos (que aparentemente na Coreia significa sorte) e decide jogar na loteria. Ao longo de seu dia de trabalho ele vai transportando passageiros que solicitam corridas que pagam bem e ele realmente acredita que é seu dia de sorte até receber uma ligação de seu filho caçula informando que caiu num golpe de jogos de azar e perdeu o valor da mensalidade da faculdade da irmã. O taxista então tenta interceptar sua ex-esposa que está indo para Seul tentar resolver o caso. Ele acredita que é sua chance de tentar se redimir com ela e reatar o casamento. Ele também havia perdido todo o dinheiro em um mal investimento que o levou a falência e acabou o deixando preso algum tempo por fraude. Ele promete a ex-esposa que pagará o valor da mensalidade alegando que tinha o dinheiro na poupança. Não tinha e precisa recorrer a empréstimos com os amigos. Até que na sua última corrida do dia ele pega um passageiro que solicita uma viagem longa pagando muito bem, exatamente o valor que ele precisava para completar o valor da mensalidade, inicialmente hesitante decide aceitar a corrida. Faz um acordo agressivo com o colega que divide o táxi com ele e leva o passageiro nessa viagem.
Porém o seu dia de sorte acaba se tornando um pesadelo quando o seu passageiro começa a revelar que é um assassino em série. Para manter o motorista sob controle o assassino afirma que sequestrou a filha do taxista e só irá informar sua localização ao chegar no seu destino para fuga para o exterior. Aliás, esse lance do passageiro "oferecer" exatamente a quantia que faltava para pagar a mensalidade me lembrou o conto a "Mão do macaco". Cuidado com o que você deseja e com quem faz acordos, pois você pode até receber, mas a que preço.
Concomitantemente acompanhamos o desespero de uma mãe que tenta provar que seu filho não cometeu suicídio. Ela acredita que ele foi assassinado e que o assassino tem apagado as pistas. A polícia não acredita nela e ela começa uma investigação por conta própria para vingar o filho.
Em determinado momento as duas histórias se cruzam e esses pais desesperados vão fazendo de tudo pelos seus filhos. Mas eu realmente não gostei de como o taxista se portou nesse trajeto. Ele acabou levando várias pessoas inocentes a morrem enquanto ele tentava salvar sua filha. Óbvio que a maioria dos pais faria qualquer coisa para salvar o filho. Mas ele estava lidando com um psicopata que estava claramente mentindo para ele e enquanto isso ele ia ajudando o psicopata a destruir mais famílias.
Depois dessa primeira parte o psicopata consegue fugir e matar a mãe do garoto que estava atrás dele. Nesse ponto da história temos uma reviravolta surpreendente sobre a identidade do psicopata. Ele estava usando a identidade de outra pessoa. Ao mesmo tempo que achei a reviravolta interessante também achei descabido que fosse a identidade de um psicopata parceiro de crime. Essa "solução" me fez desgostar um pouco do enredo.
Sem contar o taxista que surpreendente sobrevive a múltiplas perfurações por faca e afogamento. Quando volta do coma, traumatizado (com razão) não consegue lembrar do rosto do assassino embora saiba que o culpado não é quem a polícia alega ser.
Por acaso ele realmente ganhou na loteria daquela vez e gasta parte da fortuna tentando encontrar o culpado que estava o tempo todo na Coreia vivendo uma vida irrepreensível. O taxista volta para a Coreia para fazer o assassino pagar na mesma moeda o que fez com a filha dele, porém continua burro deixando o expectador frustrado com suas ações estúpidas. Mas no fim ele consegue finalizar sua vingança.
Se você chegou até aqui pode pensar que contei tudo sobre o drama. Não, não contei. Há muitos detalhes. Se você gosta de dramas com suspense, ação, vingança pode estar certo que nesse drama é o que você vai encontrar. Mas tenha em mente que as cenas de violência são muito pesadas e que o protagonista é muito burro e a burrice dele é frustrante.
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Os protagonistas entregaram uma boa química e Jong Hyeop está particularmente lindo nesse drama. Um colírio para os olhos.
Com relação ao enredo, sei muito bem que tem que ter drama, mas achei particularmente frustrante a Park Jun Young. Entendo completamente que ela ficou arrasada com a aposentadoria antecipada devido a lesão, mas achei um tanto infantil da parte dela ficar "empatando" o namoro do irmão dela com a Park Tae Yang. E mais infantil ainda a maneira como ela tratou as coisas com o ex-namorado. Deixou o cara no vaco por três anos e depois volta se achando a superior e querendo dar lição de moral.
Com relação aos outros personagens secundários desde os técnicos, aos membros da equipe, achei todos ótimos! Minha coadjuvante favorita era a Lee Yoo Min, que além de fofa, dizia as verdade na cara de muita gente, especialmente do Yook Jung Hwan. O casal mais fofo até que os protagonistas, embora os beijos tenham deixado um pouco a desejar em comparação ao casal principal.
Enfim, um bom drama para quem gosta de enredos com pano de fundo esportivo e casais fofo que se apoiam.
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Jang Taesang é um homem que viu sua mãe ser presa e posteriormente morta pelos japoneses quando ele era um menino. Para manter a promessa feita à mãe de se manter vivo, ele se mantém longe dos conflitos com os japoneses até que o destino dele encontra o de Yoon Chaeok, uma detetive determinada que está procurando pela mãe desaparecida há 10 anos.
Taesang acaba sendo intimado a resgatar a amante de um oficial japonês que foi levada para o hospital (onde os militares realizam experimentos) a mando da esposa legítima do oficial. Com isso Taesang e Chaeok acabam unindo forças para se infiltrar e resgatar as pessoas presas no hospital.
Digamos que a primeira metade do drama funciona como ambientação e preparação para o clímax que acontece na segunda parte com o resgate propriamente dito e o embate com os vilões. Achei esse primeiro momento mais devagar e até um pouco chato, mas "devorei" os episódios da segunda parte. E sinceramente foi muito satisfatório a cena no velório do Oficial e o bilhete de Taesang manda para a Sra Maeda e o desfecho disso.
Ansiosa pela segunda temporada que vai trazer explicações sobre aquele final enigmático que parece trazer elementos de viagem no tempo.
P.S: Assisti a segunda temporada e não tem nada de viagem no tempo kkkkkkkkkk
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Entre os refugiados um jovem sonha em se tornar um entregador. Após ser vítima de um atentado do qual escapa milagrosamente depois de ser atingido na cabeça, ele começa a sua jornada para se tonar um entregador tendo como mentor o lendário 5-8.
Os entregadores são heróis silenciosos que enquanto trabalham estão investigando o desaparecimento de jovens refugiados e as ações ilícitas do filho do responsável por criar o Oasis que, mesmo diante de uma iminente extinção do raça humana, está mais interessado em manter o privilégio de um pequeno grupo selecionado em detrimento do grupo desfavorecido do que trabalhar para incluir o grupo desprivilegiado. E o pior, ele trabalhar para manutenção de uma atmosfera tóxica ao invés de trabalhar pela recuperação do meio ambiente.
O mais louco é pensar que esse tipo de mentalidade não é apenas imaginação de um drama pós-apocalíptico. Há muitas pessoas privilegiadas e muitos líderes políticos que estão mais interessados na mesquinhez de ganhos pessoais do que trabalhar pelo bem maior. Acho que essa é a grande reflexão crítica que podemos fazer a partir dessa obra de ficção.
Quanto a atuação e personagens. Kim Woo Bin e Esom corresponderam a expectativa, porém faltou carisma ao ator que fez o papel do Sa Wol. As vezes me parecia que ele era a personagem mais importante para a trama, porém não poderia me importar menos com ele. Não senti nenhuma empatia por ele.
A vantagem para quem gosta de histórias pós-apocalípticas é que é uma história fechada em si mesmo. Não precisa se preocupar com possibilidade de continuação e todas as pontas são bem amarradas com um final otimista.
Por fim, uma citação que achei bonita e gostaria de deixar registrado aqui:
"Não consigo imaginar o tamanho da sua tristeza, mas ela vai diminuir com o passar do tempo. Nem que seja só um pouco. E vai continuar diminuindo a cada dia. E assim, dia após dia, conforme a gente aprende a conviver com ela, a dor vira saudade. É assim com todo mundo... Temos que esperar a tristeza virar saudade."
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