This review may contain spoilers
Por favor, só assista se não tiver problemas com gatilhos!!!
Demorei praticamente 5 anos para conseguir rever essa série e vir falar sobre ela. Foram apenas 3 episódios que me machucaram de uma forma indescritível, por diversos motivos pessoais, e só agora consegui enfrentar esse fantasma.Meu título tem muito a ver com o que aconteceu comigo, eu assisti à essa série sem ter conhecimento dos gatilhos, e por causa disso tive crises de pânico. Hoje, depois de muita terapia já consigo falar sobre ela (claro que a terapia não foi por causa da série, mas os gatilhos que ela ativou pioraram minha situação emocional).
Apesar de ter aspectos técnicos muito bons, essa série trata temas muito sérios de forma irresponsável, e eu diria até que é um desserviço ao mundo BL. Posso estar sendo radical? Sim! Mas não consigo opinar de outra forma sobre uma série que romantiza um estupro e ainda termina com um final aberto.
Tem muitas problemáticas sendo desenvolvidas, mas primeiro vamos falar de Keng. Keng é o representante da universidade, um garoto belo, rico, tem tudo o que quer, mas que sofre uma grande pressão por parte de seus pais para ser sempre o melhor em tudo, para não decepcionar e tudo o mais. Ele tem certeza de sua sexualidade, ele sabe que é gay, mas não tem coragem de mostrar esse seu lado e se reprime por causa da família e da imagem social. Keng tem alguns amigos, e um deles já se declarou pra ele. Óbvio que Keng o rejeitou, mas ele fez questão de deixar sempre claro que tinha certeza que Keng era gay e não tinha coragem de se assumir. (In)felizmente, a paixão chega para todos, e para ele chegou quando conheceu Shin. Talvez todos os anos de repressão sejam responsáveis pelo estrago mental feito nele, sim, estrago mental, pois ninguém age como ele agiu estando são, mas NADA justifica o que ele fez!!! Absolutamente nada!
Agora, vamos falar de Shim, Um garoto introvertido, sem amigos, que chega na faculdade e se aproxima de dois jovens que se mostram amigos de verdade, e acaba sendo atraído pela amizade de Keng. Talvez ele se sinta especial, pois pela primeira vez na vida faz amigos, e justamente o cara mais popular da escola, até mesmo seus pais vibram por ele entrar em uma nova fase. A vida de Shim começa a virar de cabeça pra baixo quando começam a surgir boatos sobre ele e Keng, sempre acompanhados de fotos sugestivas (tirada pelo tal amigo apaixonado de Keng às escondidas), e isso gera uma onda de hate contra ele, afinal, quem era ele para manchar a imagem do mais popular, do mais rico e mais bonito? Sim, pq o adjetivo "gay" era uma mancha. E até mesmo os que não se importavam com a sexualidade, se importavam que Shim fosse o escolhido, pois achavam que não combinavam. Shim sofria além de todo o ódio jogado contra ele, com medo de ver Keng com a imagem prejudicada, em nenhum momento ele se coloca em primeiro lugar, mas que é fã de BL até aqui entende e espera que tudo se resolva. Quando a bomba explodiu, Keng assumiu a homossexualidade para seus pais, e também seu amor por Shim, que o rejeitou pois nunca o viu dessa forma, pelo que eu entendi ele não sente atração por ninguém, e Keng, o garoto rico que sempre teve tudo, menos um não, não aceita esse fato. A Partir daí tudo vai descer ladeira abaixo.
Keng a partir daqui se torna um homem assustador, como se não estivesse mais em seu juízo perfeito, com atitudes nojentas e doentias. Começando a partir do espancamento e estupro que ele comete contra Shim, do fato dele ter gravado tudo (MDS que horror) para ouvir e se satisfazer depois, ou chantagear Shim, não sei, ambas as opções são terríveis. A abordagem desses temas até aqui é bem importante e interessante, falamos da explosão de Keng depois de anos sendo reprimido, falamos de bullying e cyberbullying, mas nada me preparou para ver a forma como foi tratado o caso do estupro... a família de Keng, sem nenhum escrúpulo, pagando com dinheiro pela sua imagem, Shim aceitando, Keng não sendo punido e ainda perseguindo a vítima, que agora está em depressão, a tentativa de suicídio, a vida da vítima ser destruída e a do abusador seguir em frente... qual o intuito de mostrar isso? Com certeza existiam vários outros caminhos que esse BL poderia ter seguido para ter um final adequado, mas até o final de superação não veio, com a aparente morte de Shim depois de tudo que sofreu.
No aspecto técnico, tudo excelente! Conseguiram encaixar toda essa densidade em 3 eps, mas sinceramente, nunca mais quero ver esse BL de novo, e com essa resenha eu o enterro. Só assista se não tiver problemas com os diversos gatilhos que ele mostra.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Clichê, mas nem tanto
Uma série mediana, com casal principal hétero que perdeu o protagonismo para o casal BL, nada de novo sob o sol.Um plot normal, mas que se comparado a outros do mesmo segmento é até bem original. A fã girl de um casal imaginário de ídolos acaba cruzando seu mundo com um cantor de uma banda pequena e sem prestigio, chamado Gab, que sem que ela saiba divide o apartamento com o ídolo dela. O encontro desses dois mundos vai dar toda a liga da história. Ela e Gab vão trabalhar juntos para dar visibilidade à banda dele, ela vai fazer com que seu irmão, um produtor famoso (e belíssimo) se envolva nesse projeto e acabe se apaixonando por um dos membros, tendo que competir por esse amor com outro membro da banda, e o amor entre ela e Gab vai acontecer naturalmente.
A série traz alguns pontos aparentemente bobos, mas passíveis de atenção, como as brigas entre fandons e até onde elas podem ir, causando prejuízos financeiros, físicos e psicológicos tanto nas fãs como nos idols, fala a respeito das "sassaengs", e da necessidade de respeito à privacidade dos famosos. O trauma sofrido por Nam Wa que a impedia de cantar foi vencido graças ao amor que ela sentia por Gab, e infelizmente constatamos que algumas sassaengs na verdade tem problemas psicológicos a ponto de preferirem perder qualquer coisa a deixar esse estilo de vida.
No mais, apesar dos pequenos dramas que contém grandes lições, é uma série leve e fofa. Graças a Deus eu shipei certo o casal BL e o fato do garoto rejeitar o amor de seu colega de banda para ficar com o produtor não fez com que a amizade deles acabasse.
A atuação é ótima, apesar de alguns atores iniciantes, a ost é linda e a fotografia é incrível.
Indico a série, gostei bastante.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Dandansoy
Eu assisti essa série a primeira vez apenas por não gostar de dropar nenhum projeto, mas quando acabou eu tinha certeza que não havia visto nada pior. A série é ambientada numa província rural, onde apesar de belas paisagens, desde o primeiro capítulo vemos que não há empregos suficientes, os que existem são praticamente trabalho escravo (muito trabalho e pouca remuneração), a dificuldade de locomoção até a cidade, a dificuldade de chegar insumos até as localidades distantes, a falta de energia elétrica, de notícias, a comida é basicamente o que se consegue plantar ou trocar com os vizinhos, enfim, uma realidade que não é mostrada. Uma pobreza extrema que as séries não divulgam, onde as pessoas lutam pelo mínimo, que é sobreviver. Um tapa de REALIDADE na verdade, que me fez furar minha bolha.Junte tudo isso à pandemia e temos um verdadeiro cenário de guerra. Em meio a esse caos temos um casal apaixonado lutando pela sobrevivência, um deles possui comorbidades e mesmo assim é obrigado a sair de casa para conseguir comida, onde adquire COVID-19 e vem a morrer. Essa cena da morte, do enterro solitário, da dor do companheiro vivenciando todo esse sofrimento sem nenhum apoio, dói mais ainda quando paro pra pensar que ela realmente deve ter acontecido milhares de vezes, em diversos lugares do mundo, mostrando que em alguns lugares e para a população mais humilde realmente a pandemia foi muito mais cruel.
No último capítulo foi uma das melhores atuações filipinas que já vi, realmente o foi muito emocionante toda o episódio da morte, enterro, sofrimento, a falta de remédios e de assistência. Enfim, se vc não gosta de finais tristes eu não indico a série, se seu foco é mais na história em si, recomendo que veja e tire suas próprias conclusões.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Esperava mais.
Para uma série de retorno do Kimmon, eu realmente esperava mais. O roteiro não tem nada de originalidade, absurdamente clichê. Algumas atuações são bem duvidosas, e se existiu alguma química entre os dois protagonistas, sinceramente, eu não vi.Romance universitário, engenharia, casal improvável do garanhão hétero e abusado com o menino doce gay, " eu sou hétero e você é o único homem", flash back mostrando que já se conheciam no passado, uma mulher aparecendo aos 45 do segundo tempo para criar "conflito", o acampamento onde tudo de resolve, mãe doente, amigos que shipam, suspeita de triângulo amoroso, tem mil clichês por km².
Não tive o problema da galera gringa com a legenda, então disso não posso reclamar. A tentativa de ser uma comedia romântica, não passou de uma tentativa. Mas sinceramente, quem aguentaria amar em segredo alguém tão tóxico, o cara sofreu esperando Pluem namorar dezenas de meninas e ser a pior pessoa pra todas elas. Pra minha felicidade, o casal GL salvou a pátria, mesmo com poucas cenas elas tinham química e eram mais consistentes em suas ações. Já nos últimos EPS, Prot ficou emburrado e eu já não suportava mais, era claramente uma tentativa de conflito para apimentar o final, mas não existia motivo algum para ele ficar daquele jeito, não faz sentido. A introdução da garota no final sempre é chata, mas pelo menos ela era uma fofa e não perturbou ao perceber que estava sobrando. Achei injusto o Jess terminar sozinho e sofrendo, ele foi o único que conseguiu me transmitir algum sentimento.
Até agora não sei qual a doença da mãe. A ost é péssima, a produção teve muitas falhas de continuidade, como hematomas que desapareciam magicamente e depois reaparecem, o mesmo com sangue transparente (MDS).
Enfim, eu não pretendo reassirtir, vejam por sua conta e risco, mas não esperem uma maravilha.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Tinha potencial (mas não foi usado)
Sendo bem sincera, eu gostei muito. Mas apesar da excelente atuação, a série aparenta ser feita com baixo orçamento, haja vista a quantidade diminuta de atores, locações e os pouquíssimos minutos de EP. Parece aqueles mini dramas do TikTok ou desses apps de série coreana no celular, o enredo ficou confuso pois nada se desenvolveu do jeito certo, não havia tempo de tela, só situações que iam acontecendo de forma atropelada e o expectador que lute para entender o que está acontecendo.Existe um pequeno alerta de gatilho no segundo EP, quando um indivíduo tenta drogar o prota.
Confesso que quando vi que se tratava de um tio e um sobrinho fiquei meio assustada, geralmente vemos irmãos sem laço sanguíneo e isso já se tornou comum, mas tio é outra coisa. Felizmente não era um caso de incesto e a nação pôde dormir feliz.
Confesso que fiquei com pena do amigo apaixonado, mas gostei da postura dele, que não se deixou levar pela maldade do outro indivíduo. O casal principal tinha uma ótima química e eu gostei bastante das cenas deles. A atitude da mãe realmente foi bonita, foi preciso passar por cima de todas as convenções sociais que ela conhecia para poder permitir o amor do filho, mas ela mudou de ideia tão rápido que nem deu tempo de sentir o drama.
Muita coisa ficou no ar, nem tudo são flores. Eu não consegui entender o que de fato afastou o casal no passado, e achei meio ilógico o tio simplesmente chegar e eles já irem ficando, sem maiores explicações. O plot ficou sem lógica nesse ponto, são muitas perguntas... Qual o motivo da separação, já que o tio viajou e eles estavam bem? Como o sobrinho não sabia sobre esse tio que é uma peça importante da família? A facilidade da volta também é estranha....
Enfim, apesar dos pesares eu gostei da atuação, a ost é encantadora, e ignorando todo o resto, eu recomendo a série sim.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Muito boa apear das falhas, haters que lutem.
Como prometido, Mame entregou uma segunda temporada para coroar o sucesso de seu universo.Vejo até hoje (2024) pessoas reclamando, batendo na tecla de relacionamento tóxico, homofobia, falta de cena N/C e blá blá blá. Então vamos falar um pouco do meu ponto de vista.
ROMANCE: Imagino que foi utilizada "a maldição dos 7 anos" para criar a ideia inicial da série (brincadeirinha), mas o que tínhamos na SS1, agora teria que estar evoluído, e está! Os dois ainda estão juntos, se amam, porém a vida cobra muito mais de cada um agora, e obviamente pesa mais para o Type. Tharn é milionário, trabalha no que ama e pq quer, enquanto Type não quer depender de seu amado e busca seu lugar ao sol enfrentando diversos desafios, como assédio moral, desqualificação de sua imagem profissional e várias outras coisas que o mantém estressado constantemente. Em meio às desavenças, eles sempre encontram o caminho de volta um para o outro, e isso num relacionamento de 7 anos é no mínimo totalmente normal. Ao que parece as pessoas esperavam ver um casal idealizado, e não se conformam com a ideia de um casal mais próximo da realidade, que briga, xinga, chora, tem ciúmes, faz birra, defeitos comuns a seres humanos. Type visivelmente amadureceu muito, e Tharn se tornou mais inseguro. Sinceramente, sobre a atuação do Mew, eu só posso dizer que foi forçada, já o Gulf deu um show.
Cenas N/C: a série tem cenas lindas, românticas e bem quentes, se é só isso que você busca numa série, te indico o site xvideos.
Casamento: Type não quer casar e muita gente critica o personagem, mas os motivos dele são obviamente plausíveis. Ele se descobriu gay, ainda tem dificuldades em aceitar isso, mas independente dos sentimentos dele, ele é consciente da homofobia da população e teme que a família de Tharn sofra algum tipo de preconceito, já que têm muita visibilidade na sociedade. Achei isso bem responsável da parte dele... afinal ele sabe como pensa um homofóbico e o que são capazes de fazer. No fim deu tudo certo.
HOMOFOBIA DE TYPE: Confesso que tive um sentimento de estranheza ao ver Type socando o cara no bar, mas não vi como algo discriminatório. Obviamente a violência não se justifica, mas eu entendi que ele só aceitava que Tharn o tocasse, não pelo gênero, mas pelo sentimento que os unem. Mas esse temporada definitivamente desmistificou esse lado do Type, de várias formas.
Preciso destacar que surgiram muitos personagens novos, e alguns sinceramente, nem faço ideia de porquê estavam ali... o casal de vizinhos, que não teve nenhum aprofundamento. Do casal Champ e Doc, eu gostei bastante, poderia ter aprofundado mais, mas já tinham muitas histórias sendo contadas ao mesmo tempo. A família de Tharn sendo maravilhosa como sempre, e a de Type sendo o único alívio cômico decente da temporada.
Não gostei nada de não ter aparecido o tal namorado do Techno, nem o casal do fofoqueiro com o dançarino, que não deixou claro qual era a relação dos dois.
Gostei do que foi mostrado sobre a budista, mesmo sendo pouco (os amigos todos com a camisa da marca da série, fazendo #publi).
O que menos gostei na série, é algo que precisava estar lá para fazer a ponte com a próxima série (Don't say no). Eu achei muito sem noção a forma como inseriram Leo e Fiat na série... se fossem dois personagens que não teriam importância isso talvez passasse batido, mas deveria ser o climáx da serie, a causa da separação! E foi super idiota! De onde o Tharn tirou uma traição se ele presenciou tudo e obviamente viu que Type foi forçado? Type aguentou muito e ainda foi simpático. A atuação do Fiat foi horrível, e o plot dele não gera nada mais que ranço em mim, MDS, o menino não tem senso, totalmente infantil, homem vive viçando atrás de macho, pq é apaixonado por um outro macho com quem ele tem uma relação de dormir de conchinha, mas ele acha que nâo sente nada por ele, credo.
Enfim, foi legal evidenciarem a família do Type, o outro lado da Tailândia fora das universidades e grandes centros. Entre amores e rancores, continuo amando muito essa série.
Preferia a Ost da primeira temporada, mas os demais aspectos técnicos estavam impecáveis.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Mudou muita coisa não
Em relação aos aspectos técnicos não tem muita mudança. Nem sei se posso chamar de segunda temporada, são só dois EPS de spin-off, que se passam durante as férias dos meninos, quando eles retornam à cidade Natal para descansarem.A ost mudou, mas também é bem bonita, e talvez a atuação do personagem James melhorou um pouco, mas o segundo EP teve praticamente metade do tempo (quase 15 minutos) de James e sua mãe chorando após ela confirmar sua desconfiança de que os meninos realmente são um casal. Muito tempo de cena desperdiçado, sinceramente. A cena que 5 minutos já seria muito, levar quase 15, pelo amor... Enfim, essa longa conversa e chororô nos trouxe 2 plow twists, o primeiro, que a mãe de James e Sky foram amantes na juventude (falando nela, pq não apareceu?), e que o pai de James trocou a mãe por outro homem.
A atuação talvez melhorou um pouco, o núcleo de atores se tornou bem menor também.
Na cenas seguintes eu quase morri de vergonha alheia. Não consigo entender o motivo da mãe de James "batizar" a água, aparentemente com um afrodisíaco, e como foi ridículo ele se excitando pq Sky estava comendo banana e em seguida mostrando o volume do bilau duro, pedindo ajuda, MDS.
Enfim, não pretendo assistir outra vez, mas não desencorajo quem quer. Primeiro assistam a Roommate e depois venham para essa, facilitará a compreensão.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Me decepcionei
Sinceramente eu esperava mais. Acho que já coloquei as expectativas de séries coreanas num patamar muito alto. A história é fofa, mas não me agradou particularmente. Talvez o plot de coisas surreais não me atraia tanto, sei lá. A série inicia com Hiro jogado no chão no meio da rua como um pedaço de papelão, achei isso meio louco! Em seguida Kai o encontra, e eles iniciam a história de fato. Quando crianças eram amigos e prometeram um ao outro que se casariam, normal num BL. Mais de 20 anos depois e o Kai, assumidamente gay ainda considera isso de forma séria, mesmo não existindo contato com Hiro, esse plot é muito forçado, credo.Continuando a bateria de coisas estranhas, Hiro aceita Kai em sua casa, véi, a última vez que se viram eram crianças, Kai poderia ser um assassino, assaltante, psicopata, mas o mundo ficcional não leva a lógica em conta hehehe.
O foco principal é sempre o casal, isso é bom pq o tempo é bem curto para desenvolver histórias paralelas. O romance acontece de forma meio maluca, e outras coisas não me agradaram, como o fato de Hiro não saber onde Kai passa o dia, onde trabalha, é tudo muito sem noção. A atuação do ator que faz o Kai também não é boa ao meu ver, ele passa todo o tempo sem expressão, sem demonstrar emoções, e talvez por isso não senti química entre os dois. O desenvolvimento deveria ter sido melhor elaborado, já que a série é tão curta, seria melhor se tivessem focado mais no casal e nas suas emoções do que no trabalho de Hiro, seria bom mostrar ao menos um EP contando sobre a vida deles após iniciarem o romance.
Os aspectos técnicos estão impecáveis, a atuação (com exceção da cara de bunda do Kai) é boa, a ost é linda, porém eu não assistiria de novo.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Que surpresa uma série ruim na Filipinas...
Muita gente acha que a maioria das séries "de quarentena" produzida pela Filipinas não merecem atenção, e de fato, a grande maioria tem um roteiro ruim e qualidade pior ainda, com poucos casos salvos.A série gira em torno de tragédias. Roy perdeu praticamente todos a quem amava em um acidente, e por acaso, no momento em que a dor o dilacerava ele decidiu acabar com a própria vida. Nessa hora o destino interviu, e no lugar de onde ele ia se jogar tinha um número de telefone escrito, para quem ele ligou e decidiu continuar vivendo após a conversa. Coincidentemente, após algum tempo, o rapaz que atendeu o telefone e salvou sua vida vai com os amigos ao resort de Roy, e a antipatia entre eles é instantânea! A parte citada acima, tem tudo pra ser um excelente roteiro, mas acho que o personagem de Roy realmente pesou a mão no quesito grosseria e antipatia. É notória a diferença de estilos de vida entre ele e Kyle, e quando eles se apaixonam, não tem nenhum desenvolvimento, é algo como: nesse minuto de odeiam e passam a se amar 10 minutos depois, não teve uma história de aproximação, não foi um romance bem estruturado. O pior de tudo é que o final é meio aberto...
A atuação não é boa, são jovens inexperientes, mas isso não justifica. Em termos de qualidade, os aspectos técnicos deixam muito a desejar, e com exceção da ost, todo o resto pra mim é de mediano para ruim. Apesar disso, não digo que não assistam, eu não assistiria mais, mas você pode ver e tirar suas próprias conclusões sobre tudo.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Subiu o nível de forma surreal
Esse BL tem tantas camadas que é difícil definir por onde começo a falar. Dona GMMTV realmente deu o nome e o sobrenome nessa série, que com certeza foi uma divisora de águas na indústria BL tailandesa, estou citando a GMM pois é a produtora que mais vi passar pano para falas condenáveis e atitudes desprezíveis nos últimos anos.Como eu já disse, existem muitas camadas, muita coisa acontecendo, mas o foco central está na crítica social explícita e no romance de Off e Gun. Claro que em volta deles existe um universo de situações se desenrolando, mas todas elas estão envoltas neles de alguma forma, e nada fica desfocado, todos os assuntos são tratados de forma crítica, mas com respeito e atenção. A história parte da amizade entre 5 jovens que unem de forma deveras "anarquista" para lutar contra o sistema, cada um com suas motivações pessoais, que quando somadas formam o maior ideal da vida deles: Black; Sean; Gram; Yok; Gumpa.
Com exceção de Gumpa, que é o mais velho, todos são universitários de cursos na área do direito ou de ciências humanas/políticas, justamente pelo viés ideológico que esses cursos podem alimentar em pessoas militantes não importa de que área. Até mesmo as personagens secundárias da universidade, como Eugene, que utiliza arte corporal para fazer seu protesto, e Nuch, a garota trans que sabe que precisa lutar por seus direitos, mas espera fazer isso dentro das leis e por isso quer modificá-las, bem como Namo e Dan, grafiteiros que lutam e denunciam as injustiças sociais através de seus desenhos, mesmo sendo eles de universos diferentes. Digamos que a parte privilegiada nessa luta de classes, é representada por Tawi, rico, poderoso, que concentra seus esforços em explorar pessoas pobres e cometer crimes. A parcela do meio, são as pessoas que não estão no topo, algumas inclusive são pobres e carentes de políticas públicas , que sabem que o que está acontecendo é errado, mas preferem se vender para quem pagar mais ou fingir que não estão vendo nada por medo das coisas ficarem piores do que já são, assim como a mãe de Black, possivelmente o pai de Sean, a mãe de Yok,
Desses eu gostaria de citar alguns. Comecemos com Black e White. Não sei como funcionam as leis de guarda filial na Thai, mas não consigo aceitar a forma como mostram... nesse caso, pais de gêmeos se separam, e cada um leva um filho para que eles nunca mais se vejam, que p**** é essa?
Enfim, os dois pais ficaram em países diferentes, e os filhos foram criados em ambientes totalmente distintos. White cresceu na Rússia com seu pai diplomata, onde foi educado para ser seu sucessor, onde o mundo que ele conhecia era perfeito, com exceção da ausência de seu irmão. Black cresceu na Thai com uma mãe juíza, que de tanto conhecer o sistema sabia que não era fácil lutar contra ele, e por isso mesmo não o fazia. Black cresceu revoltado com as injustiças e diferenças sociais, mesmo sendo nascido em berço de ouro. Não senti maldade nele quando ele tentou separar White e Sean, senti apenas que ele sabia da escuridão de seu mundo, das dificuldades, e não queria uma vida difícil para seu irmão. Na história deles, o que me pegou de fato foi o sumiço do pai deles da vida de White, ficou faltando uma explicação de para onde White fingiu ir, sei lá, o pai simplesmente ia deixar ele sumir assim? Outro ponto legal, foi ver que ao final Black entendeu que deveria deixar Eugene seguir sem ele, já que ele não poderia dar o amor que ela precisava.
Sean: Estudante revoltado com a morte de seu pai pela polícia, que alegou que ele era um traficante e o matou, deixando nele um ódio ao estado e aqueles que deveriam proteger os cidadãos. Ele não pensa de forma muito racional, permite que o ódio o cegue. Fiquei um pouco perdida quando o romance entre ele e Black surgiu, eu realmente não acho que o desenvolvimento foi adequado. Também fiquei pasma quando ele e Gumpa afirmaram que já sabiam que White não era Black, juro que não percebi nem as desconfianças deles, isso pra mim foi um plot twist.
Yok não tem pai, vive com sua mãe que é PCD, ela é muda e já um pouco idosa e sofre muito com o preconceito, com a problemática de entrar em no mercado de trabalho. Yok retrata sua arte através das telas, ele pinta o mundo como ele o vê, com suas dores, problemas e renúncias. É assim que ele conhece o grafiteiro Dan, e posteriormente se apaixona mesmo sabendo que ele na verdade é policial, mas um policial que não acredita no sistema. A dor que Dan carrega, por ter assassinado o pai de Sean, nos mostra a dimensão humana que ainda pode ser encontrada dentro do sistema, que nem todos são maus e injustos, que pessoas ainda tem sentimentos bons.
Essa série traz cenas preciosas e históricas, como a cena do primeiro grande protesto, o desfile LGBT+, a passeata embaixo da bandeira, tudo com tanto simbolismo quanto o momento em que os manifestantes soltam os presos de Tawi. A atuação nessa série é impecável, e devo dizer que Off e Gun subiram o nível de atuação de forma esmagadora. Tem defeitos? Sim, claro que se aluta era por justiça e gostaria de ver Tawi atrás das grades, Todd preso, o pai de Sean inocentado, mas creio que a série quis passar uma mensagem mais real, pois infelizmente a impunidade está longe de acabar, a luta não para jamais. Quem sabe essa não é a deixa para uma nova temporada algum dia?
No meio de todo o quebra-quebra, os casais entregaram química e cenas belíssimas. Fotografia e ost impecáveis, aspectos técnicos sem defeitos. Definitivamente um dos meus preferidos que sempre vou panfletar, uma das bíblias para qualquer blzeiro.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
A pandemia trouxe péssimos BL's... mas a Filipinas se supera nesse quesito
Durante a pandemia, as Filipinas "descobriram " o BL, e nos dois anos que se seguiram fizeram 386060 série, das quais nem 10 por cento valem a pena, a grande maioria é de estúdios independentes, com baixíssimo orçamento, roteiros fracos e sem nexo, atores de medianos a ruins, que postavam essas séries no YT. Devido a tantos problemas, boa parte começou mas não foi nem finalizada.Essa série faz parte dos 90 por cento que não valem a pena, acreditem... a história não faz nenhum sentido dois jovens são amigos há muitos anos, se apaixonam e estão juntos há dois meses (lembrando que estão em quarentena e nem ao menos podem se ver pessoalmente). Um dos dois é assumido e quer falar para todos do relacionamento, o outro não é assumido e aparenta ter vergonha da própria sexualidade, e por isso resolve por fim ao namoro. O outro não consegue aceitar esse fim e se mata, justamente no dia em que o indeciso toma a decisão de ficar com ele. O que morreu deixa uma carta explicando que sabia que o outro tinha HIV, e por isso tinha medo de se relacionar, nunca falou que sabia disso em vida para não constrangê-lo.
Esse plot terrível ainda tem: uma direção péssima, qualidade de imagem e som péssima, ost péssima, atuação péssima, por mais que eu tenha procurado não achei nada que valesse a pena eu rever esses oito eps tenebrosos. Enfim, eu jamais assistiria de novo, mas cada um tem seu gosto.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Prometeu e cumpriu
Never let me go foi uma das séries que mais esperei. Na vdd eu não fiquei tão fã do casal principal na primeira série (Fish upon the sky), então já estava pronta pra criticar tudo. Na vdd, apesar dos muitos furos eu gostei da série, em especial pela evolução de Pond e Phuwin como atores. Dizer que eles são perfeitos é muito, mas é inegável que melhoraram bastante.Sobre o plot. Jurei que seria apenas um clichê universitário onde um rico se apaixona por um pobre, porém foi mais que isso.
Pontos negativos? Primeiro, poderiam ter feito suspense sobre quem era o autor dos crimes, ou pelo menos não deixar tão óbvio, o mistério sempre dá um "quê" a mais nas histórias. Segundo, a subserviência do pai de Palm para com a família de Nuengdiao era doentia, sinceramente, eu entendo a gratidão, mas se colocar e colocar O PRÓPRIO FILHO em risco e em segundo plano, pra mim foi de lascar, até Nuengdiao concordava com isso. Terceira crítica, o relacionamento entre eles realmente era complicado... Entendo que foi uma construção, até chegar num nível saudável, mas a forma como Palm foi humilhado no começo foi horrível. Até a forma que ele deixou Palm foi humilhante.... Não entendi o desenvolvimento do casal secundário, não fez sentido algum. Ben gostava de Nuengdiao, acabaram o relacionamento por ele não ser corajoso e assumir a sexualidade, mas quando Nuengdiao sumiu, do nada ele se apaixona por Chopper(???), ok, Chopper gostava dele, mas não fez sentido. Me incomodou que várias pessoas, como os alunos que cometiam Bullying, não foram devidamente punidos, nem Ben se redimiu do que fez com Nuengdiao.
Vamos aos pontos positivos: obviamente o amadurecimento de Nuengdiao é o principal deles. O fato de Chopper não apoiar as atitudes de seu pai, e ainda ser capaz de impedi-lo, me fez amar o garoto.
Amei a mãe de Palm, sinceramente, como mulher eu não a julgo pelo que fez, e foi sincera a forma como se apegou ao filho. Foi lindo ver ele realizando o sonho dela.
A atuação de todos realmente foi satisfatória, a ost muito boa, as locações e a fotografia perfeitas.
A química do casal principal é algo extraordinário, os aspectos técnicos de forma geral são bem feitos, a cena de amor foi linda e o final realmente foi imprevisível, não o fato deles ficarem juntos, mas o que ocorreu antes do final feliz.
Está entre minhas séries favoritas da Thai, realmente eu indico ela.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Que final péssimo
Minhas expectativas foram até boas no começo. Sem nenhuma hipocrisia, amei o fato de mostrarem que as crianças afeminadas existem, e desde cedo sofrem com o preconceito da sociedade. Com certeza a amizade das três foi algo bonito de se ver. Quando Pa e Lo conseguiram "namorados", achei que o plot seria sobre Ma ter ciúmes das amigas, ou inveja, sei lá... Se fosse isso talvez tivesse dado mais certo. Até mesmo o cara enganando as duas estava fácil de resolver, porém, quando entendi que o cara era viciado e estava tomando dinheiro delas para droga, me bateu uma raiva!!! E pior, o motivo de Ma estar meio estranha era pq já imaginava, tanto que o seguiu... Quando eles a agrediram, não imaginei que ela fosse a óbito, achei desnecessário. Some isso ao fato de que a série não mostrou os agressores sendo punidos, que mensagem isso passa? Vc não tem direito de ser quem vc é, ou será enganado, espancado e morto sem que ninguém seja punido por isso? Enfim, sigo revoltada com esse final e com a mensagem que ele traz.Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Taiwan nunca deixa a desejar
Bem, como a série é taiwanesa, eu já esperava um espetáculo, e não me decepcionei.Confesso que quando assisti a primeira vez algumas coisas me deixaram confusa, mas quando revi ficou tudo muito claro, e a série entrou para o hall das minhas favoritas.
HISTÓRIA: Sobre o roteiro, minha única crítica é a respeito de flash backs que surgiam do A ost dessa série nada para explicar uma situação do presente e acabavam deixando mais confusa, pois nem sempre ficava claro que era uma lembrança. Fora isso, a questão da máfia foi bem colocada, teve drama na medida certa, sem exageros. Todas as situações envolvendo o casal principal e as histórias paralelas são devidamente explicadas. Falando em histórias paralelas, existem várias acontecendo, mas todas são ligadas ao casal principal, e todas se desenvolvem muito bem sem ofuscar os protagonistas. O elemento surpresa esteve presente; tenho certeza que quase ninguém desconfiou que a irmã era uma bandida. Os casais tinham uma química de arrepiar, não existem contradições no enredo, tudo está colocado no lugar certo, e o amor dos casais foi construído passo a passo, não é uma história boba de amor à primeira vista. O elenco de uma forma geral tem muita química e combinam com seus personagens.
Achei uma jogada de mestre pegar vários casais de séries de muito sucesso e inserirem na trama, isso deu um up grade, já que eles tem um fandon fiel. As questões familiares também ocorreram dentro da normalidade, roteiro e direção excelentes, e o fingimento da amnésia foi uma ótima solução para satisfazer todos os lados e garantir o final feliz.
A ost é super coerente com a trama, realmente eu amei. Os detalhes técnicos estão todos dentro do padrão de qualidade de Taiwan. Com certeza pretendo rever e indicar essa obra tão linda, que já tem seu lugar no meu coração.
Was this review helpful to you?
BL Drama no Shuen ni Narimashita: Crank Up Hen
1 people found this review helpful
This review may contain spoilers
Só 3 eps?
Ultimamente estão criando umas séries BL tão curtinhas... essa só teve 3 eps e deixou um gosto de quero mais.Trata-se de um bl sendo gravado dentro de um bl, onde um dos atores é mais experiente e para conseguir atingir o grau de química necessário, foram convidados a morarem juntos por um tempo, uma vez que teriam uma cena de beijo e a química era importante. A série mostra um pouco do fan service que os atores precisam fazer, eu amo quando isso acontece, pois mostra às pessoas que idolatram ships que o casal é real apenas na imaginação delas, com raras exceções.
O roteiro é bem leve, fofo, não existem conflitos absurdos, o único conflito é a auto aceitação da sexualidade por parte dos protas, e isso acontece de forma natural, apesar de muito curta, a série desenvolve muito bem o relacionamento dentro dos 3 eps. De fato eu esperava um final mais "quente", mas até isso a série citou quando cortou o beijo dos protagonistas alegando que a série para ficar completa não precisava do beijo.
Enfim, gostei muito, não tenho reclamações, a ost é linda e eu espero uma segunda temporada.
Was this review helpful to you?