Surpreendente
Esse drama me surpreendeu em um nível que eu jamais esperaria.
É daquele tipo que a gente começa sem expectativa nenhuma porque toda a apresentação dele é feia, o pôster, o título e até a sinopse, tudo parece pouco convidativo.
Comecei despretensiosamente só porque eram episódios de pouco mais de 30 minutos e apenas 12 no total, então dá pra imaginar o baque que levei com essa história.
Dá pra dizer que ela tem duas fases muito bem definidas. A primeira é um drama denso e pesado, que vai ficando cada vez mais dark conforme avança. Você vai se afundando na obscuridade do protagonista e vendo como ela engole as pessoas ao redor dele. Até que acontece um ponto de virada no roteiro que transforma tudo em um thriller intenso e angustiante de acompanhar. A tensão cresce a cada cena, a cada episódio, de um jeito tão poderoso que em vários momentos eu precisei pausar só pra recuperar o fôlego. As reviravoltas me mantiveram grudada na tela, e muita coisa eu realmente não esperava que fosse acontecer.
Ao mesmo tempo, tanto na fase do drama quanto na do thriller, vai sendo construída uma redenção muito bem desenvolvida em torno do protagonista. E o desfecho disso no último episódio é tão bonito que foi impossível não me derramar em lágrimas.
Acabei me apegando muito aos personagens, principalmente a ele. Por maiores que tenham sido seus erros (e não foram poucos), acompanhar sua angústia, seu desespero e sua depressão acabou me fazendo entender sua dor e criar empatia por ele.
É realmente um drama interessante, pesado e angustiante, e vale muito a pena assistir. Teve um ou outro exagero que me incomodou, mas no geral continua sendo uma experiência ótima.
Gostei demais de como tudo foi interligado, dá pra notar que, mesmo sendo um drama de baixo orçamento, a diretora-roteirista conseguiu extrair ouro do material.
Tô feliz demais de ter encontrado esse drama pra assistir.
É daquele tipo que a gente começa sem expectativa nenhuma porque toda a apresentação dele é feia, o pôster, o título e até a sinopse, tudo parece pouco convidativo.
Comecei despretensiosamente só porque eram episódios de pouco mais de 30 minutos e apenas 12 no total, então dá pra imaginar o baque que levei com essa história.
Dá pra dizer que ela tem duas fases muito bem definidas. A primeira é um drama denso e pesado, que vai ficando cada vez mais dark conforme avança. Você vai se afundando na obscuridade do protagonista e vendo como ela engole as pessoas ao redor dele. Até que acontece um ponto de virada no roteiro que transforma tudo em um thriller intenso e angustiante de acompanhar. A tensão cresce a cada cena, a cada episódio, de um jeito tão poderoso que em vários momentos eu precisei pausar só pra recuperar o fôlego. As reviravoltas me mantiveram grudada na tela, e muita coisa eu realmente não esperava que fosse acontecer.
Ao mesmo tempo, tanto na fase do drama quanto na do thriller, vai sendo construída uma redenção muito bem desenvolvida em torno do protagonista. E o desfecho disso no último episódio é tão bonito que foi impossível não me derramar em lágrimas.
Acabei me apegando muito aos personagens, principalmente a ele. Por maiores que tenham sido seus erros (e não foram poucos), acompanhar sua angústia, seu desespero e sua depressão acabou me fazendo entender sua dor e criar empatia por ele.
É realmente um drama interessante, pesado e angustiante, e vale muito a pena assistir. Teve um ou outro exagero que me incomodou, mas no geral continua sendo uma experiência ótima.
Gostei demais de como tudo foi interligado, dá pra notar que, mesmo sendo um drama de baixo orçamento, a diretora-roteirista conseguiu extrair ouro do material.
Tô feliz demais de ter encontrado esse drama pra assistir.
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