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Completed
I Will Be Your Bloom
1 people found this review helpful
by camila
Mar 17, 2024
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 8.5
Acting/Cast 8.0
Music 10
Rewatch Value 8.0

let's bloom again someday????

Esse dorama é uma verdadeira carta de amor para fãs de j-pop, k-pop e da cultura idol como um todo. Se você já se conectou com algum grupo musical, é quase impossível não se identificar de imediato com a história e com os personagens. Fui conquistada nos primeiros segundos e, sinceramente, nem vi o tempo passar enquanto assistia. Claro, alguns episódios funcionam melhor que outros, mas no geral a experiência foi extremamente positiva e envolvente.
É muito interessante acompanhar como cada integrante lida com o próprio papel dentro do grupo, com seus medos, inseguranças e desejos, desejos que, muitas vezes, precisam ser deixados de lado pelo bem coletivo. Tudo isso soa muito próximo da realidade: a exaustão, a frustração, o desânimo, mas também a alegria quando algo finalmente dá certo, quando o esforço começa a ser reconhecido e a esperança de que, no fim, tudo vai valer a pena.
O arco da protagonista é outro grande acerto. Eu me identifiquei profundamente com a Asuka, uma personagem que carrega um trauma e busca a própria autoaceitação, sempre tentando ser um ponto de apoio para todos ao seu redor. Ela nunca reclama, sempre oferece conforto e força, e justamente por isso é impossível não se apegar. Sua presença devolve ânimo aos meninos em um momento em que eles já haviam perdido quase toda a esperança, e isso é bonito de acompanhar.
Tenho muitas coisas para dizer sobre esse drama, mas talvez o mais importante seja isso: eu senti. Chorei, me irritei, comemorei, gritei, fiquei frustrada, me emocionei, senti raiva de alguns personagens… vivi tudo junto com eles. E, para mim, isso é essencial. Uma obra precisa te tocar de alguma forma, e I Will Be Your Bloom faz isso com sensibilidade e maestria.

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Completed
My Beautiful Man: Eternal
1 people found this review helpful
by camila
Nov 5, 2023
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10

absolutamente cinema

A história começou com um relacionamento "tóxico", mas os personagens foram sendo desenvolvidos no decorrer da série e a relação deles foi se tornando algo bonito e adorável. É bom perceber que eles não tiveram que mudar a essência de quem eles são para que isso ocorresse, houve um amadurecimento sutil no Hira que tornou o personagem muito melhor e eu já nem ligo para essa história de terapia, vamos permitir que ele seja louco pelo seu belo homem em paz, ele não precisa de mais nada.
É triste ter que dizer adeus, mas me conforta saber que eu sempre posso dar play novamente quando sentir saudade (e eu certamente sentirei).

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Completed
Reset
2 people found this review helpful
by camila
Aug 6, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 10

aposto que fizeram essa série para mim

Sabe quando você sente que uma história foi feita especialmente para você? Foi exatamente assim que me senti ao acompanhar Reset. Desde a premissa, eu já sabia que ia amar, afinal eu sou completamente obcecada por tramas que envolvem viagem no tempo. Sim, é um tema fácil de errar: quanto mais se tenta explicar o mecanismo por trás da viagem, maior o risco de criar furos e perder a coerência. Felizmente, não é o que acontece aqui.
O motivo pelo qual Armin volta no tempo é simples. Ele não constrói uma máquina, não faz um ritual complicado, não precisa de uma lógica pseudo-científica. É algo direto e emocional, e por isso o roteiro não perde tempo tentando inventar explicações mirabolantes. Quando entendemos o que causou a viagem, aceitamos aquilo de imediato e torcemos ainda mais pelo casal principal.
E já que falei do casal, me permitam dizer: eu amei o Armin e o Tada com todas as forças. Eles são perfeitos. Fazia muito tempo que eu não via um casal tão intensamente apaixonado assim. As interações entre eles são naturais, o sentimento é quase palpável. Os momentos domésticos me arrancaram risadas genuínas; os momentos dramáticos, lágrimas sinceras; e os mais íntimos… me deixaram sem ar. A química entre eles é absurda. Queria ter palavras melhores para descrever o quanto amo esses dois personagens, porque, para mim, eles são absolutamente perfeitos.
A construção da história também foi impecável. Gosto muito do fato de a narrativa não cair na armadilha do "tentativa e erro", como costuma acontecer em plots de viagem no tempo. Em vez disso, após certo ponto, Armin muda o foco e a série acompanha essa virada de forma inteligente. Ele passa a simplesmente viver seu amor com o Tada enquanto também cresce na carreira de ator. O roteiro amadurece com ele, e isso é lindo de acompanhar.
O último episódio me fez chorar em vários momentos, mas curiosamente não foram as cenas tristes que mais me tocaram. O que realmente me desabou foram as cenas felizes, leves, bobas, quando eles estavam sendo apenas dois homens apaixonados, vivendo o presente.
Reset me pegou de jeito. Me emocionou, me fez rir, chorar e suspirar. É um daqueles dramas que marcam a gente por inteiro e, honestamente, vai ser difícil superar Armin e Tada tão cedo.

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Completed
Something's Not Right
1 people found this review helpful
by camila
May 8, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 6.0
Story 5.5
Acting/Cast 7.0
Music 7.0
Rewatch Value 1.0

não tem nada certo por aqui

Não estou dando nota 6 apenas porque shippei o casal errado. Estou dando nota 6 porque, se eu não consegui shippar o casal principal, a culpa é do roteiro, que não soube desenvolver bem o relacionamento deles, nem os próprios personagens. Faltou construção emocional, momentos significativos e principalmente diálogo, tudo que faz a gente acreditar na conexão entre duas pessoas. Eu entendo que, para o Hamin, era muito mais fácil ter uma visão mais ampla do relacionamento entre os dois, mas como alguém pode ser amigo de outra pessoa por ANOS e ainda assim ter zero comunicação real com ela? Isso simplesmente não convence. E, para piorar, o Jihoon é um pateta (até a voz dele me irritou). Faltou carisma, faltou química, e faltou intenção. No fim das contas, o que deveria ser o ponto forte da história acabou sendo seu maior ponto fraco.

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Completed
Love in the Moonlight
0 people found this review helpful
by camila
27 days ago
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 10
Story 10
Acting/Cast 9.0
Music 10
Rewatch Value 9.0

Amar sob a luz da lua (e do medo)

Love in the Moonlight seria facilmente uma daquelas séries BL que eu deixaria passar despercebida se não fosse pelo plot de traição que foi exaustivamente comentado no Twitter. Nesse caso, só posso agradecer ao público, porque quando comecei a assistir e percebi que a série ia muito além disso, me senti genuinamente sortuda.
Quando comecei Love in the Moonlight, não fazia ideia do impacto emocional que essa obra teria em mim. Eu valorizo muito a experiência de assistir algo e os sentimentos que me acompanham durante essa trajetória. Sou uma pessoa simples: se eu me diverti o suficiente, é 10 para mim. E essa é uma daquelas histórias que não só se assiste, se vive. Eu não apenas me diverti, eu senti tudo: tristeza, frustração, alegria, dor. Todos os sentimentos que a série propõe chegam até o espectador. E como é bom sentir! Como é bom se importar, se conectar com a trama e com os personagens a ponto deles quase se tornarem íntimos.
Me surpreendeu também o fato de não existir um único personagem vazio. Todos têm personalidade e motivação, sejam elas admiráveis ou não. Até o tio do Saenkaew, nosso protagonista, conseguia ao mesmo tempo me arrancar risadas e me deixar apreensiva com a possibilidade de estragar tudo.
A série também usa o tempo de forma exemplar. Em 12 episódios de 50 minutos, eu não me lembro de pensar que algo estava se arrastando ou que existiam cenas desnecessárias. Tudo leva a algo, tudo tem propósito narrativo, nada é jogado. O roteiro amarra muito bem suas pontas e não deixa nós soltos.
E como se não bastasse, Love in the Moonlight é extremamente sensível ao abordar homossexualidade, autoaceitação, homofobia e pressão familiar. São camadas que enriquecem a história e fazem dela algo muito maior do que aparenta. Atuação, roteiro, design de produção, maquiagem, tudo funciona.
Também preciso falar sobre a suposta “vilanização” da figura feminina, uma crítica que, sinceramente, só existe para quem não entendeu a mensagem da série. Uma mulher traída, agindo de forma impulsiva e tomando atitudes condenáveis, não é uma vilã, apenas humana. Ela tem direito à raiva, à dor, ao sentimento de injustiça. A série não vilaniza essa personagem; ela a humaniza. Inclusive, ao longo da trama, as maiores aliadas dos protagonistas são mulheres. Ignorar o arco de redenção dessa personagem é ignorar completamente o texto da obra.
No fim, Love in the Moonlight não é sobre traição, é sobre sentimentos. Sobre escolhas, erros, humanidade e o peso (e a coragem) de amar em um mundo que constantemente tenta te quebrar e esconder quem você é de verdade. É uma obra que te convida a sentir a dor e a alegria dos personagens, que te faz refletir e se emocionar. O caminho é difícil, marcado por dor e angústia, mas o sentimento que fica é positivo, sensível e otimista.

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Completed
Khemjira
0 people found this review helpful
by camila
Jan 5, 2026
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 7.5
Story 7.5
Acting/Cast 6.0
Music 10
Rewatch Value 1.0
This review may contain spoilers

Khemjira: quando uma boa ideia é engolida pelo próprio protagonista

Khemjira é uma série que, à primeira vista, impressiona. A história é rica, profundamente conectada à religião e à cultura tailandesa, a produção é belíssima, da fotografia aos elementos espirituais que constroem o universo da maldição. Existe ali um potencial narrativo enorme. O problema é que esse potencial nunca se concretiza.
E isso começa justamente pelo que deveria ser o coração da obra: Khem, o protagonista.
Apesar de ser a vítima da maldição e o personagem mais vulnerável da trama, Khem não possui qualquer arco de desenvolvimento. Ele começa a série de um jeito e termina exatamente da mesma forma. Vulnerabilidade não é sinônimo de passividade absoluta, mas é exatamente isso que o roteiro entrega. Durante toda a série, Khem não toma decisões, não aprende, não reage e não evolui. Tudo o que ele faz é implorar para que o mestre o salve. E quando finalmente se depara com as consequências de envolver outras pessoas em seu próprio karma, sua escolha é simplesmente ir embora. Não há amadurecimento, não há enfrentamento, não há transformação.
A duração excessiva dos episódios só torna esse problema ainda mais evidente. Com mais de uma hora por episódio, a série desperdiça tempo de forma quase impressionante. Esse tempo não é usado para aprofundar os personagens, não explora melhor a maldição e tampouco desenvolve os conflitos. Em muitos momentos, fica a sensação de que nada realmente acontece. Até agora, sinceramente, ainda me pergunto o que exatamente ocupava uma hora inteira de episódio.
A verdade é que eu comecei a série com bastante entusiasmo e esperava ansiosamente pelos próximos episódios, porém eu fui me desconectando tanto da história ao longo dos episódios que até aquilo que antes tinha algum brilho acabou se apagando completamente. O desgaste narrativo foi tão grande que nem o casal conseguiu se sustentar emocionalmente até o final.
A atuação do protagonista, Namping, também compromete a experiência. Em cenas que deveriam transmitir urgência, medo ou desespero, momentos literalmente de vida ou morte, o ator mantém sempre a mesma expressão vazia, sem qualquer variação emocional. Em alguns episódios, cheguei a pausar a cena para respirar fundo, tentando entender como o diretor não percebeu o quanto essa falta de expressão sabotava completamente o impacto emocional. Não é possível sustentar um thriller sobrenatural quando o personagem que corre perigo parece alheio à própria morte iminente.
E o problema não para por aí. O tom da série é extremamente inconsistente. Em um momento, todos estão desesperados com a possibilidade de Khem morrer, no seguinte, estão rindo, fazendo piadinhas e agindo como se não estivessem lidando com uma entidade milenar que acabou de matar uma anciã da vila (parece até que eles leram o roteiro e sabiam que estavam seguros). Essa oscilação constante destrói qualquer senso de urgência, ameaça ou peso emocional que a história tenta construir.
No fim, Khemjira é uma série com uma base cultural forte, uma mitologia interessante e uma produção tecnicamente bonita, mas que fracassa naquilo que mais importa: fazer o espectador se conectar e se importar com seu protagonista, dar ritmo e emoção à sua própria história. Uma trama sobre maldição, karma e morte precisava de personagens ativos, escolhas difíceis e consequências reais. O que entrega, infelizmente, é uma narrativa arrastada, um protagonista apático e uma sensação constante de oportunidade desperdiçada.

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Completed
Unlocked
0 people found this review helpful
by camila
Mar 23, 2024
Completed 0
Overall 7.5
Story 7.5
Acting/Cast 9.0
Music 8.0
Rewatch Value 8.0

O tema tinha muito potencial

O filme é interessante e prende a atenção, é realmente assustador pensar que isso pode acontecer, não da forma como retratam no filme, contudo, não é algo muito distante da realidade. Ainda assim, eu acho que faltou mais coragem e ousadia no roteiro. Conhecendo o cinema sul coreano, eu sei que eles poderiam ter ido muito mais longe. Claro que toda a situação causa um grande desconforto no telespectador e é isso que guia a trama, porém as possibilidades eram bem maiores, não entendo porquê não foram além, aqui eles nos entregaram uma obra que é apenas boa e eu sinto que tinha potencial para ser muito mais. Destaque para a atuação do Yim Si Wan, esse ator é insano.

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Completed
Tag
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by camila
Mar 15, 2024
Completed 0
Overall 7.5
Story 7.5
Acting/Cast 8.0
Music 8.0
Rewatch Value 8.0

A vida é surreal

The Chasing World é um longa insano, confuso, fora da caixinha e que traz diversas críticas ao longo do filme, principalmente em seu desfecho que é simplesmente brilhante. Talvez esse seja o caso de filmes com um roteiro grande demais para mentes pequenas. O tempo todo o telespectador se sente tão confuso quanto a protagonista, a busca por respostas é incessante e cada vez mais menos as coisas parecem fazer sentido, até que finalmente as peças vão se encaixando e, assim como a nossa heroína, conseguimos achar um caminho para seguir, porém, rapidamente os idealizadores puxam o tapete debaixo de nossos pés com um final magnífico, cheio de crítica e interpretações.
Sion Sono sabe como conduzir o telespectador, fazendo com o que poderia ser um filme exaustivo por exigir demais de quem assiste, acabar se tornando uma boa experiência que traz ótimas reflexões sobre o que foi apresentado mesmo após o desfecho.

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Completed
The Next Prince: Uncut
1 people found this review helpful
by camila
Aug 3, 2025
14 of 14 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 8.5
Acting/Cast 8.0
Music 10
Rewatch Value 10

sinto muito por todos que não gostaram (ou fingem que não gostaram)

Eu não sou fã do ship, mas estava ansiosa pela estreia de The Next Prince justamente por causa da premissa diferente, até agora, não lembro de nenhum outro BL que tenha explorado a monarquia como tema.
O início é promissor e a história não demora a nos situar. Os personagens são bem apresentados, e a trama segue com um bom desenvolvimento, exatamente como deveria ser.
Gostei da forma como a história foi escrita e me apeguei aos personagens, mesmo achando que alguns mereciam bem mais espaço. A fotografia é belíssima, o valor de produção realmente se sobressaiu em alguns pontos. As críticas sociais presentes na série também foram um ponto alto, especialmente o problema central, que serve de catalisador para todos os acontecimentos atuais. Achei interessante como tudo foi interligado.
O final é muito bonito, exatamente como eu esperava. A decisão do protagonista fez total sentido dentro da trajetória dele e com tudo que vimos até aquele ponto.
Sobre a Ava, confesso que fiquei decepcionada. O discurso dela sobre igualdade de gênero era forte, e o que fizeram com a personagem vai contra tudo o que ela defendeu. Isso realmente me incomodou.
No fim, The Next Prince pode não ser uma obra perfeita, mas é uma experiência sólida, bem construída e ousada dentro do gênero. Arrisca ao sair do óbvio, entrega uma narrativa coesa e prova que bl também pode explorar outros cenários, conflitos políticos e críticas sociais sem perder o envolvimento emocional. Para mim, funcionou (e funcionou muito bem).

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Completed
Last Twilight
2 people found this review helpful
by camila
Jan 27, 2024
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 7.0
Story 6.0
Acting/Cast 8.0
Music 7.0
Rewatch Value 1.0

Day é insuportável

É lamentável que uma série que começou tão bem, me fazendo acreditar que seria a melhor de 2023, terminou de forma tão sofrida, eu simplesmente perdi o interesse pela história, deixei de me importar com os personagens, achei o desfecho maçante e essas são as piores características que uma obra pode ter. Os 9 primeiros episódios são ótimos, como a série se perdeu tanto???? Refleti muito durante muito tempo se eu não estava sendo injusta e se a série não merecia muito mais pelo início incrível, mas os últimos episódios foram uma experiência tão difícil para mim que eu não consigo dizer "uau, eu amo essa série", o sentimento que restou é negativo, o que é uma pena. Além disso, Day me incomodou tanto e ele foi tão egoísta, impressionante como não tem ninguém falando sobre o quanto ele é c#zão. A forma como ele tratava o Night e depois agiu como se estivesse certo por agir daquela maneira quando NÃO, ele não estava certo, o mundo não gira em torno dele, Night também estava sofrendo, ele também sentia o peso da culpa. É muito triste que Mhok tenha sofrido tanto por uma pessoa que eu nem sinto que vale tanto esforço assim.

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