too frustrating
I didn't expect things to be so frustrating from the very beginning. 1- people argue too much, there is no scene without a fight. perhaps this add some edging point to the story, but it's just too much. police officers fight against criminals, they fight against the victims' families, and then against their hierarchy and with each other. most of the time people don't understand each other because nobody listens. so I was already on edge from frustration, and then 2- they added the never ending flash back. I had the feeling things were going backwards.the story was ok, but these 2 killed my patience. I dropped.
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A Poor Imitation of Frequency and The Godfather II
I started this K-drama because of its surprisingly high rating (8.9). Unfortunately, from the very first episode, it felt overly dragging (should be cut to 4 to 5 eps) and frustrating to watch—easily ranking among the worst K-dramas I’ve seen. It seems to attempt to imitate Frequency (2000), which was an excellent film, but fails miserably in comparison. The show also borrows from The Godfather II’s storytelling style of switching between past and present events, but instead of being engaging, it only makes the plot more confusing.The acting of the main casts is totally bad especially Cho Jin Woong, Kim Hye Soo & Lee Je Hoon.
Honestly, it’s not worth your time.
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Simplesmente magnífico! "Signal" é, sem dúvida, uma das melhores séries que já assisti em termos de narrativa e construção de história. Com um roteiro brilhante e personagens intensamente bem trabalhados, o drama consegue equilibrar mistério, emoção e crítica social de forma excepcional.Cada personagem tem motivações sólidas, tornando suas ações – sejam elas boas ou ruins – totalmente compreensíveis dentro da trama. O relacionamento entre a policial Cha Soo Hyun, o detetive Lee Jae Han e o profiler Park Hae Yeong é o coração da série. A conexão entre Jae Han e Soo Hyun, em especial, é profundamente emocional e cheia de camadas, trazendo um impacto forte para o espectador. Embora às vezes eu desejasse que os personagens fossem mais diretos ao ponto em vez de prolongar certas situações, essa construção gradual sempre levava a momentos cruciais na trama.
Os antagonistas de "Signal" são outro ponto alto. Cada caso apresentado tem figuras que exercem um papel essencial na narrativa, mas destaco especialmente os criminosos do caso de Hongwon-dong e do caso de Kim Yoon-Jung. A frieza e inteligência da vilã do caso Yoon-Jung, por exemplo, são impressionantes – mesmo com suas ações sendo explícitas, ela ainda consegue manipular a polícia. Os demais antagonistas também são bem construídos e desempenham papéis importantes na progressão da história.
O grande tema de "Signal" gira em torno da impossibilidade de alterar o passado, mas com a esperança de que é possível moldar o futuro e nunca desistir. Essa mensagem é reforçada ao longo da série, mostrando que cada escolha tem um impacto, mesmo que as consequências sejam difíceis de prever.
Os casos e seus impactos na trama
Cada caso de "Signal" tem um papel essencial na construção do drama, trazendo uma forte crítica social e explorando temas como corrupção, injustiça e abuso de poder. Mesmo que todos estejam ligados aos protagonistas, nem todos os casos se conectam diretamente entre si, o que cria uma estrutura episódica interessante.
2000 – Caso de Kim Yoon-Jung: Um dos crimes mais chocantes do drama, em que uma mulher engana um homem apaixonado por ela e comete um crime terrível para encobrir suas ações. A forma como ela manipula a investigação e engana a polícia é um dos momentos mais tensos da série. (Nota: 9,7/10)
1989 – Serial Killer de Gyeonggi do Sul: Um criminoso que cresce observando vítimas dentro de ônibus e comete vários assassinatos. Apesar da premissa interessante, esse foi o arco que achei mais fraco da série. (Nota: 8,4/10)
1995 – Grande Roubo: Envolve um advogado que, ao tentar esconder provas de um crime, acaba tirando a vida da pessoa errada e manipulando toda a situação para encobrir seu erro. O caso se conecta à corrupção policial e ao poder das elites. (Nota: 9,6/10)
1997 – Serial Killer de Hongwon-dong: Um homem que, após uma infância marcada por traumas e sofrimento, começa a cometer crimes contra pessoas que passam por dificuldades semelhantes às dele. Na visão distorcida do criminoso, ele acreditava estar "trazendo paz" para elas. Originalmente, houve 11 vítimas, mas, com as alterações no passado, esse número cai para três. A reviravolta desse arco é uma das mais impactantes do drama. (Nota: 10/10)
1999 – Caso da escola de Inju: Um dos casos mais revoltantes e emocionalmente pesados da série. Um grupo de jovens de famílias influentes comete um crime terrível contra uma colega de escola. No entanto, por serem filhos de pessoas poderosas, conseguem manipular toda a investigação, com a ajuda da polícia e políticos corruptos. O irmão de Park Hae Yeong é falsamente acusado, condenado e, ao tentar provar sua inocência anos depois, sofre uma grande injustiça. Esse caso evidencia a impunidade de quem está no poder e o preço pago por aqueles que lutam contra o sistema. (Nota: 10/10)
"Signal" é muito mais do que apenas um drama policial ou um thriller de viagem no tempo. Ele é uma profunda crítica social, abordando temas como corrupção, abuso de poder, injustiça e a fragilidade do sistema judicial. A série nos faz questionar até onde a verdade pode ser distorcida e como pequenas ações podem mudar o curso da história.
Além do roteiro quase impecável, a cinematografia sombria e realista contribui para a atmosfera da trama. As atuações são outro ponto de destaque – Jo Jin Woong (Lee Jae Han), Kim Hye Soo (Cha Soo Hyun) e Lee Je Hoon (Park Hae Yeong) entregam performances emocionantes que fazem com que cada momento seja sentido pelo espectador.
Apesar da minha nota e do impacto que o drama teve sobre mim, existem alguns aspectos que poderiam ser melhor desenvolvidos:
A falta de explicação científica ou lógica sobre a comunicação entre passado e futuro. O rádio que conecta Lee Jae Han e Park Hae Yeong é um elemento essencial da trama, mas nunca há uma tentativa real de justificar como isso acontece. Uma explicação baseada em fenômenos científicos ou até mesmo algo místico relacionado a astros e tempo teria deixado o conceito mais sólido.
A mudança na dinâmica emocional nos episódios finais. No meio do episódio 14, percebi que os personagens passaram a agir mais emocionalmente do que racionalmente. Embora isso seja compreensível devido às pressões dos eventos finais, um pouco mais de equilíbrio entre emoção e lógica tornaria o desfecho mais impactante.
O final aberto e interpretativo. Embora eu tenha gostado da forma como foi conduzido, algumas respostas poderiam ter sido mais concretas, especialmente no que diz respeito ao destino de Jae Han. Para alguns espectadores, essa abordagem pode ter parecido frustrante.
Mesmo com algumas questões abertas e pontos que poderiam ser melhor desenvolvidos, o impacto emocional e filosófico da série é inegável. O grande mérito de Signal está em mostrar que, mesmo quando tudo parece perdido, a verdade tem o poder de ecoar através do tempo e mudar o futuro.
Nota final: 9,8/10
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le walkie talkie magique qui communique à travers le temps
Pour donner envie :Le tout jeune profiler Park Hae Yung arrive dans l'unité du lieutenant (femme, ça a son importance) Cha So-Yun, et il y est reçu plutôt fraîchement : le profilage, c'est de la daube, il ne connaît rien au terrain, et de plus il est assez arrogant... Il se trouve aussitôt mêlé à une enquête qui dure depuis 15 ans concernant l'enlèvement d'une fillette, alors que le délai de prescription est sur le point d'être clos. Passant à côté d'un sac d'objets obsolètes destinés à la casse, il entend son nom et découvre un walkie-talkie émettant un appel "Lieutenant Park Hae-Young, vous êtes là ? " La voix lui donne alors un renseignement précieux pour l'enquête... et la radio s'éteint. Et le jeune homme se rend compte qu'il n'y a même pas de batterie dans la machine...
Et nous voilà embarqués dans un chassé-croisé entre le passé et le présent, sans qu'il y ait de vrai déplacement, (le walkie-talkie est le seul lien, s'ouvrant seulement à 23 h 30 pendant 2 minutes), dans lequel vont se mêler les enquêtes "cold-case", celles du jour, et les implications dans le passé et le présent des personnages, qui, bien sûr ont tous un passé plus ou moins douloureux.
Ce drama est passionnant de bout en bout, le réseau des actions/réactions passé/présent avec leurs conséquences sur les changement qui en découlent est mené dans une logique imparable, tout se tient, tout s'explique... sauf la fin et alors là, je ne suis pas d'accord du tout avec elle !!! Plus frustrante tu meurs ! Ce n'est pas qu'elle soit ouverte, c'est carrément un gouffre, un abîme d'ouverture !! Je me suis trouvée à trépigner en criant "NOOOOOOOOON !" devant mon écran, et pourtant, je recommande très chaudement ce drama !
Cho Jin-Wong (qui semble se spécialiser dans le rôle du mec droit, solide, loyal jusqu'au bout avec un côté nounours confortable absolument craquant) est absolument parfait, et même si tout le reste de la distrib est excellent, pour moi il domine tout le monde !
La BO est excellente (oui, je peux dire ça ! ) discrète, parfaitement adaptée, juste ce qu'il faut quand il faut, et même les chansons sont très bonnes et pas du tout envahissantes (genre I love you de DOTS.... )
Par contre j'ai eu un souci, les images changeaient de format quand on changeait d'époque, 16/9 aujourd'hui et 14/3 dans le passé) et moi qui déteste viscéralement les images déformées, ça m'a posé un vrai problème !
Mais laissez-vous embarquer, vous ne verrez pas le temps passer ! Par contre c'est un drama dur, assez noir car on évolue dans le milieu de la corruption, et l'espoir que le bien triomphera un jour est mince...
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Resenha- Signal
Comecei a assistir esse drama despretensiosamente, e não sou muito fã de histórias que envolvam viagem no tempo ou coisas assim, já que a maioria das vezes que vi alguma produção sobre essa temática, por algum motivo que desconheço, quando se aproximavam da reta final, sempre me decepcionava pela quebra do ritmo ou porque os roteiristas se perdiam no caminho e a história chegava a um ponto que considerava fantasiosa demais, o que me fazia perder o interesse.Mas não foi isso o que aconteceu aqui, e por isso realmente me surpreendi com esse drama. Logo nos primeiros episódios, tive a sensação de que era um drama promissor e que ia gostar dele pela forma como o enredo foi contado.
A história é bem intrigante e muito interessante, e as transmissões entre os dois policiais através do Walkie-Talkie tornaram o enredo ainda mais divertido de se ver, isso conseguiu me manter naquela expectativa a cada novo episódio e não deixou o ritmo cair em momento algum. Não posso deixar de acrescentar que a reta final me deixou tão curiosa sobre o que viria a seguir que me fez criar altas teorias sobre o desfecho.
A forma como cada caso que eles resolvem está interligado aos outros como se fossem peças de um quebra- cabeças que vão se encaixando aos poucos foi sensacional. Além disso, a reação em cadeia que é gerada no momento em que um acontecimento do passado é modificado e consequentemente transforma as situações do futuro completamente, tanto para melhor quando para pior em alguns momentos. E ao mesmo tempo a luta incessante dos dois detetives para salvar vidas, e o cuidado que passaram a tomar para concertar certas coisas foi simplesmente magistral,.
Gostei da personalidade de ambos protagonistas e ausência de romance nessa história em particular, retirou aquele caráter clichê que é corriqueiro desse gênero, o que me relembrou aqueles tempos em que eu assistia uma serie policial americana maravilhosa chamada: Cold Case. Sim, eu senti a mesma vibe aqui, por toda a questão envolvendo os casos arquivados que vão sendo solucionados pelos detetives no decorrer da história.
E que vilões foram aqueles ? Os atores entraram de cabeça no papel e as artimanhas e maquinações desses personagens eram tão malvadas, que a soma de todos seus atos, me fizeram torcer para que tivessem um fim trágico que mereciam, e que quando caíssem do seu pedestal, ficassem totalmente desolados. Fazer o que? Eu realmente nunca torço para o lado bandido, e sempre quero que colham tudo aquilo que plantaram no final.
●❯L E V E •S P O I L E R ❮●
O que senti falta no final foi que explicassem o motivo das transmissões terem começado e porque ela se deu entre aqueles dois detetives em particular. Quem dera tivessem me dado só mais alguns minutos no ultimo episodio para ver aquele encontro épico entre os três protagonistas, já que esperei por este momento desde o primeiro episódio.
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Decepcionante mas entretém
Pelas notas e comentários que vi pela internet sobre esse drama, fui com grande expectativa mas me decepcionei. O drama entretem e as atuações são maravilhosas, porém, tem muitos furos na história, os personagens são extremamente burros ou incompetentes e a lógica dos espectadores é desafiada muitas vezes. Nem com a suspensão da descrença lá no alto consegui deixar passa alguns absurdos na trama e culpar tudo isso em "corrupção" é uma saída muito preguiçosa e fácil.Já assisti vários dramas e esse não é um dos melhores, como vi muita gente dizendo por ai, passa longe disso. Mas sim, dá pra se divertir assistindo se quiser assistir algo descompromissado e sem usar muito sua cabeça, caso contrário, fica difícil não rir em alguns momentos.
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Signal: Conectando con el pasado
He disfrutado mucho con esta serie. Este tipo de trama de investigaciones de crímenes que llevan años sin resolverse, y el toque fantástico de la investigación a través del tiempo, me encanta. Los casos que investigan por separado son muy interesantes y tienen mucha tensión, y la trama central está llena de intriga y suspense. Y sin olvidar que sus personajes me han encantado y con unas actuaciones a la altura. Lo único negativo, es su final. Pero es algo a nivel personal.Si os ha gustado películas como ‘Frequency’, la coreana ‘The Call‘, o ‘Memories of Murder’, y Kdramas como ‘Tunnel’ o ‘Voice’, con ‘Signal’ vais a disfrutar.
Podéis leer la crítica completa en el siguiente enlace
https://lascronicasdedeckard.com/k-drama-signal-conectando-con-el-pasado/
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"Mientras no te des por vencido hay esperanza"
Bueno como empezar, este drama lo pospuse tanto, recuerdo haberlo agregado a mi lista apenas se había estrenado, pero ahora me animé a verlo, sin dudas un drama completamente recomendado, si eres fan de los dramas policíacos o de detectives y que tengan que ver con viajes en el tiempo, te lo recomiendo. No esperes ver romance, para eso mejor no lo veas, hay muy poco, pero siento que no le hacía falta a este drama esa categoría. Me hubiese gustado que sus OST hubiesen sido mejores para hacerlo más significativo o recordar el drama con su propio OST. Buenos actores a mi parecer, entregan y traspasan la pantalla con su actuación. A pesar que la trama mientras la historia se desarrolla en algunas escenas te pierdes del porque paso esto o aquello, ya después lo entiendes y todo tiene sentido. Un drama muy bien hecho con pistas cruciales, se merece el puntaje que tiene y el ranking.Was this review helpful to you?
Uno dei migliori drama mai visti
Ho guardato signal la prima volta qualche anno fa ero scettica se guardalo o meno, ma già dal primo episodio mi ha rapita. Trama eccezionale con tanti di quei colpi di scena alla fine di ogni episodio da non farti smettere di guardarlo nemmeno quando è ora di dormire. 🤣 fantastico cast mi ha fatto emozionare tantissimo. Peccato solo per il finale mi aspettavo di più. Ma per il resto per me resta un drama da 10 e lode ❤️Was this review helpful to you?
A mente fredda ne vedi i difetti
Signal è un k-drama del 2016 di stampo poliziesco/fantascientifico, in cui un profiler dal passato doloroso trova nel presente il walkie talkie di un poliziotto scomparso molti anni prima e, incredibilmente, parla con costui di casi irrisolti nel passato, cercando di risolverli, con risvolti anche pesanti nel presente.E’ un drama con tanti punti positivi, ma anche diversi negativi.
Positivi:
- La tensione.
Ci sono pochi momenti di stanca, di solito perché stanno facendo un flash back. Le indagini sono serrate, e concatenate tra di loro. I colpi di scena abbondano. La storia in sé è molto appassionante.
- La cinematografia.
L’azione si svolge in un continuo ping pong tra il passato e il presente. Sarebbe difficile seguire le linee temporali, ma il passato ha un filtro molto più giallo e le figure leggermente allungate, là dove il presente vira al blu. Le transizioni sono spesso improvvise, magistrali.
- Gli attori.
Lee Je Hoon, che interpreta Park Hae Young, il poliziotto profiler nel presente, è un attore coi controfiocchi. La sua interpretazione è stata fenomenale. Jo Jin Woong, cui hanno affidato la parte di Lee Jae Han, il poliziotto del passato, ha saputo dar vita a un personaggio dolente, ma deciso. Kim Hye Soo, che interpreta Cha Soo Hyun, una poliziotta innamorata di Lee Jae Han, ha avuto molti alti e alcuni bassi, alternando momenti da oscar a scene poco convincenti, forse a causa degli occhioni perennemente spalancati che, alla lunga, diventano poco espressivi. Ma le scene in cui viene rapita sono qualcosa di veramente sublime. Non oso pensare come possa essersi immedesimata per recitare così: da brivido. Jang Hyun Sung riesce a farsi detestare nella sua interpretazione del cattivo di turno, talmente odioso da rasentare il disgusto. Ottimo lavoro! Ma anche tutti i vari comprimari e secondari hanno fatto un lavoro coi fiocchi, bisogna veramente applaudire il cast in toto.
- La colonna sonora.
Molto belle e dolenti opening e ending, nonché le musiche di background, non invadenti ma ben correlate alle scene.
Negativi:
- I poliziotti.
Diciamo che in una specifica stazione di polizia ci sono solo un paio di poliziotti onesti e lavoratori, tutti gli altri sono pigri o incapaci, disonesti, venduti, addirittura criminali. Sembra che tutte le indagini siano pilotate in modo da dare all’immagine della polizia (e agli affari di un certo politico) il minor fastidio possibile. Alla lunga la situazione genera fastidio, è poco credibile, suvvia.
- Il walkie-talkie.
Non ci viene minimamente spiegato il funzionamento dell’apparecchio, che sarebbe rotto ma funziona senza pile e mette in contatto due persone separate da 15 anni. E lo stesso uso che se ne fa a volte è poco determinante, lo spettatore freme sulla sedia esclamando: ‘ma digli questo, ma fai quest’altro, ma perché non gli dici…’ e così via. Un oggetto con potenzialità così enormi sembra essere sottoutilizzato.
- I comportamenti poco logici.
Vabbeh, siamo in dramaland, non sarebbe nemmeno da dire. Citatemene uno che proceda con logica perfetta da parte di tutti i personaggi dall’inizio alla fine, che vado a vederlo subito.
- Il finale.
Senza fare spoiler, l’ultimo episodio è piuttosto confuso e il finale è aperto. Sono passati diversi anni, quindi difficilmente ci sarà un sequel, e l’impressione che ho avuto è che comunque non fosse previsto.
Il fatto è che un drama non è quantificabile in termini di punteggi positivi e negativi. Puoi ripensarci a mente più fredda, e trovarci a posteriori tanti difetti che, mentre lo guardavi, stavano in secondo piano o proprio non percepivi, perché eri troppo impegnata a goderti l’ottima interpretazione degli attori. Mentre lo guardavi eri completamente assorta nella concatenazione degli eventi, presa dall’azione, assorbita dalle indagini, arrabbiata coi corrotti, e così via. Questo è il valore dell’intrattenimento. D’altro canto, il fatto che si insista così tanto sulla corruzione della polizia e sulla denuncia dell’ingiustizia che vede ricchi e potenti cavarsela sempre qualsiasi nefandezza compiano, ha un valore intrinseco. Anzi, ci dicono chiaramente che non solo i potenti se la cavano, ma che incastrano al loro posto qualche poveraccio che non ha soldi, amicizie e potere. E la cosa ci da tanto fastidio, sì. Forse perché magari è la verità?
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Amei como as cenas do presente tem um tom frio azulado e as do passado quente amarelado, isso ajuda muito a diferenciação. Outra coisa que adorei foi como a líder é bem diferente no passado, desastrada, animada, inocente, para do presente séria, controlada e porque não dizer um pouco fria, foi um bom trabalho a criação dessa personagem. No começo me perguntava o que a fez mudar.
Se fosse para escolher o caso mais impactante escolheria o do episódio nove e dez, o ator que fez o assassino deu tudo de si, foi um show de atuação.
Sobre o walkie talkie, particularmente não ligo para uma explicação, é uma ficção científica sobrenatural, nem sempre se tem todas as respostas para todas as perguntas. Viver é uma eterna busca de conhecimento.
Não vi pontas soltas, mas sobre pontos negativos, às vezes não senti profundidade na atuação de Lee Je Hoon, mas como estou acompanhando ele em Taxi Driver, vejo que evoluiu muito. O final poderia ter sido mais completo, não precisava desse gancho para uma segunda temporada que nunca aconteceu. Vi em algum lugar que talvez aconteça, espero que sim, não consigo me conformar com este final.
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Signal, roteiro, drama e atuação!
Signal é genial. Eu assistindo era: odeio pessoas, odeio policiais, odeio política.Esse elenco maravilhoso, a química deles foi incrível, sintonia real!
Ele tem tantas reviravoltas que você não consegue parar de assistir e teorizar!
Esse último episódio eu senti, porque ele mandou aquela data? Eles conseguiram chegar a tempo? Eu queria eles juntos 🥺. O hae hyung nunca teve a oportunidade de realmente conhecer ele e a soo hyun fazia anos que ela não o via!
E o cara sendo preso, eu quero ver! Eu queria ver o sobrinho sendo preso pelo abuso da menina.
O mais triste pra mim foi o sun woo ter morrido 🥲
E preciso elogiar a equipe de maquiagem porque eles no passado novinhos um arraso! A soo hyun mesmo incrível, ficou com cara de novinha.
É um drama muito bom! Vale muito a pena.
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