Second, I love the suspended of the movie. Didn't expected the ending before. Hahahah, I was shocked the first time seeing it. It deserved the nomination and the Best Picture in the Ocars. I hope this is the start of where Asians can be nominated in a American Awards and see that Asians are also good at story-telling.
P.S. I don't understand why the Westerns don't like reading subtitles. Theh won't hurt you but they are a great help in the society.
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It deserved the Academy award
So, a lot of people I know think the movie is over rated, though they do say it is a movie. There's a lot of little things in this movie, from the camera angles and style to the specific Korean cultural things that can be easy to miss. I talked about this with my Korean friends and it just hits a little deeper for them. The cultural aspects of the movie just make is more disturbing than it is when watching it with subtitles. I would definitely recommend watching this movie with an open mind. It's very unique and Bong Joon-ho is a great director.Was this review helpful to you?
Pas du tout convaincu
Autant le dire d’emblée, je n’ai pas du tout apprécié ce film. Je ne comprends d’ailleurs pas la Palme d’Or reçue à Cannes.On peut reconnaître le bon jeu des acteurs mais que dire de l’histoire. C’est tellement improbable que ça en devient indigeste. L’idée de départ en elle-même est plutôt bonne mais le traitement réservé à cette idée aurait pu être bien meilleur, avec plus de subtilité dans l’idée de parasitisme.
J’ai vraiment eu du mal à terminer ce film que, personnellement, je ne recommande pas.
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Miseria umana
La trama è ben tessuta, l'intreccio è apprezzabile e anche la recita è buona. Ma che brutto oggetto ! Che lurido contenuto!Qui i poveri sono descritti senza dignità, senza rispettabilità : sono sguaiati, maliziosi, ingannevoli, puzzolenti per scelta ; in altre parole un inno di disprezzo e contrarietà ai non abbienti, e un canto di lode alla rettitudine del benestante.
Il film è tutto un contrasto sulla bellezza del ricco e sulla ripugnanza del povero : villa splendente di pulizia contro laida e ammorbante catapecchia - qui , essere poveri diventa sinonimo di sozzura fisica e morale , essere benestante è, qui, sinonimo di lindezza- piani maligni del povero che sfrutta e candore fiducioso del generoso benestante, menzogna studiata del non abbiente e apertura genuina ingenua dell'abbiente.
Naturalmente le lordure sono tutte dalla parte dell'indigente e l'integrità e la rettitudine sono tutte dalla parte del facoltoso.
Servi disprezzabili e padroni ammirevoli, a questi va il "respect" come dice il miserabile che vive nello scantinato.
Certo che lo scenografo ha una pessima immagine di chi non ha da vivere comodamente e il regista gli dà manforte.
Ed è in buona sostanza una mentalità diffusa in Corea se penso alle rappresentazioni sociali in altri dramma coreani . Mi sembra una società in cui serpeggia la separazione fra caste.
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"Les parasites", c’était pas eux... C’était moi... le film m'a perdu
Bon... Je vais être directe, j’ai pas aimé... 😬Oui, je sais, Palme d’Or, chef-d’œuvre du cinéma coréen, analyse sociale ultra brillante… mais j’ai beau retourner ça dans tous les sens,ça m’est passé au-dessus... 😐
J’ai tenté d’accrocher... Y’avait une vibe, un décor, un truc un peu crasseux au départ qui me disait "tiens 🤔, ça peut devenir intéressant". Mais très vite, le film a commencé à me perdre...
Il y a cette ambiance à la fois burlesque, tragique, presque absurde… mais j’ai jamais vraiment su sur quel pied danser 🤷🏼♀️
Un coup tu rigoles (jaune), un coup tu frissonnes, je me suis demandée si j'avais pas raté une métaphore. Clairement je n'ai pas été émue, ni vraiment choquée, Juste larguée... 😵💫
La famille... Pas attachante. Les riches... caricaturaux...
Le twist final... Un peu gratuit je trouve...
Et ce message social qu’on a essayé de me vendre comme une pépite… bah je l’ai trouvé balourd 😔 J'ai eu la sensation que le film voulait à tout prix me faire comprendre quelque chose, mais en me le martelant à coups de scènes dérangeantes plutôt qu’en me le faisant ressentir... 😩
Alors oui, c’est bien joué, oui, la mise en scène est propre 👌🏻. Mais derrière tout ça, pas de frissons, pas de tension, pas de cœur qui bat… RIEN ! 🤷🏻♀️
Bref, j’en retiens une expérience froide, confuse, un peu prétentieuse sur les bords. Peut-être que c’était brillant, mais perso je n'ai rien ressenti, et j’ai décroché bien avant la fin même si je suis allée jusqu’au bout ✌🏻
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Quando a expectativa pesa mais que o filme.
Um filme que eu estava ansiosa para assistir, pelas indicações e prêmios que ganhou, e confesso que esperava um pouquinho mais — mas, ainda assim, foi um bom filme.Os personagens são bem trabalhados, definidos e desenvolvidos. A trama, no geral, tem início, meio e fim, com um enredo e uma história bem estruturados. A crítica social presente é muito bem executada, tanto no roteiro quanto na direção. A direção e a produção estética também são bem feitas e agregam à trama.
É um filme fluido, que prende, mas que achei um pouco confuso no final da primeira vez que assisti — embora logo tenha conseguido entender.
O filme é bom, com críticas e ideias muito bem elaboradas, mas ainda assim senti falta de um “algo a mais”. Talvez minhas expectativas estivessem altas demais. Mesmo querendo mais, especialmente um desenvolvimento melhor no final, isso não tira os méritos que o filme conquistou.
Honestamente, não gostei muito de um plot em específico — achei um pouco tosco e não era o que eu esperava de um filme tão premiado. Tentei relevar isso no momento, mas, na avaliação final, esses pontos acabam diminuindo a nota, junto com um final que achei um pouco apressado.
Outro ponto positivo são os atores. A dinâmica e a química entre eles, no geral, foram excelentes, e dá pra ver que cada um brilhou no seu papel.
No geral, é um bom filme, apesar dos defeitos, e que vale o play. Recomendo para movielovers que gostem de críticas sociais, boa direção, atuações marcantes e uma história instigante.
Espero que minha resenha te ajude, mas que você assista e tire suas próprias conclusões! ♡
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Gran película
Puedo entender por qué recibió la atención de la crítica y del público occidental; es una película diferente en general, no sólo por una cuestión regional. El director tomó una decisión muy interesante al ir cambiando el género del film conforme avanza; casi la primera hora es una comedia negra con la que no me dejé de reír, hasta que de pronto todo se desvirtúa y sigue descarrilando. Los plot twists son buenísimos y el ritmo de la película la hace muy entretenida y pochoclera, de esas con las que vas reaccionando a todo lo que pasa y la re vivís.Además de su humor negro, hay momentos extremadamente incómodos y turbios que me encantaron, con una toma en particular que amé porque me perturbó en serio, algo que no me suele pasar. Me gustó cómo está filmada, la paleta de colores y los espacios. Las actuaciones son excelentes y las críticas sociales que se hacen por medio de paralelismos son tan obvias que es imposible no notarlas.
Estoy muy agradecida de no haberme espoileado nada, puesto que realmente es una de esas películas que funcionan por el impacto de la experiencia al verlas por primera vez, ya que el guión es MUY lineal y no hace falta estar conectando cuestiones que pasan previamente con lo que se sucede luego. "Parasite" es como una montaña rusa que la primera vez que te subes viene todo el impacto del recorrido. La segunda vez ya sabes qué es lo que espera y por ende el factor del impacto desaparece, ergo ese elemento emocionante no está, pero igualmente sabes que ese fue un recorrido espectacular y una atracción que recomendarías a cualquiera.
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Poucos filmes recentes conseguiram provocar um impacto tão profundo quanto Parasita, de Bong Joon-ho. À primeira vista, a trama se apresenta como uma comédia de costumes: uma família pobre que, com astúcia, se infiltra na vida de uma família rica, ocupando seus empregos. Mas logo percebemos que o filme não se limita à sátira social. Ele se revela uma obra multifacetada, onde cada cena carrega símbolos e camadas que conversam com questões universais de desigualdade, dignidade e limites invisíveis impostos pela sociedade.A construção espacial da narrativa é uma das marcas mais brilhantes da direção. Bong organiza o espaço físico como metáfora social: a família Kim vive em um semiporão úmido e mal iluminado, simbolizando a condição de quem está sempre “entre o subterrâneo e a superfície”, nunca plenamente inserido no mundo dos privilegiados. Já os Park vivem em uma casa ampla, moderna, com janelas que se abrem para um jardim iluminado — um verdadeiro paraíso acima do caos urbano. E no ponto mais baixo da hierarquia, literalmente escondido, encontramos o bunker secreto, onde o marido da governanta sobrevive em sombras, invisível ao mundo.
Essa geografia não é apenas cenário, mas uma forma de narrativa. As escadas, descidas e subidas, funcionam como lembrete constante de que a mobilidade social é ilusória: os personagens sobem fisicamente, mas são inevitavelmente arrastados de volta para baixo. A cena da chuva exemplifica isso com maestria: enquanto os Park celebram a “brisa limpa” proporcionada pelo temporal, os Kim veem sua casa inundada e sua vida reduzida a lama. Aqui, Bong evidencia que catástrofes não atingem a todos igualmente — e que a desigualdade define até a maneira como experimentamos o clima.
As microhumilhações também são parte central da narrativa. O “cheiro” dos Kim, constantemente comentado pelos Park, é uma marca invisível de classe. Não se trata apenas de odor físico, mas de um estigma social: por mais que a família se esforce, há algo indelével que denuncia sua origem. A repulsa do Sr. Park diante desse cheiro, especialmente na cena final quando precisa das chaves do carro, não é apenas desprezo individual, mas a materialização de um sistema que mantém as classes rigidamente separadas. É exatamente esse gesto banal de nojo que acende a fúria de Ki-taek, desencadeando o desfecho sangrento.
O uso da “pedra-sábia” é outro recurso simbólico fascinante. Entregue à família Kim como promessa de prosperidade e sorte, ela representa a ilusão da meritocracia e o peso das esperanças depositadas em símbolos vazios. No momento decisivo, a pedra não traz fortuna, mas se volta contra Ki-woo, esmagando-o — uma metáfora cruel de como os sonhos de ascensão social podem se tornar armadilhas. Paralelamente, a devoção quase religiosa de Geun-sae ao Sr. Park, piscando as luzes em código Morse como forma de reverência, revela como a desigualdade não apenas oprime, mas também cria submissões voluntárias, naturalizando a distância entre ricos e pobres.
O final, por sua vez, é um golpe de mestre. Ki-woo imagina um futuro em que enriquece, compra a casa e liberta o pai escondido no porão. Mas a câmera retorna ao semiporão, mostrando que esse plano não passa de um devaneio. Bong nos lembra que a mobilidade social, para a maioria, é uma fantasia cruelmente inalcançável. Parasita não oferece soluções fáceis nem finais reconfortantes; ele escancara, com humor ácido e violência catártica, a brutalidade de um sistema que transforma todos em parasitas — seja consumindo o trabalho alheio ou alimentando-se de ilusões. É um filme que não apenas se assiste, mas que se absorve e se leva consigo, ecoando muito depois da última cena.
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Cerita Mendebarkan tapi Non-Horror
Keren sih menurutku, ide ceritanya berangkat dari permasalahan sehari-hari tapi bisa jadi film thriller yang unik, bukan karena setan atau hal-hal mistis lainnya.Agak ada 'feels' yang bikin keinget midsommar gitu. Secara cerita beda banget cuma thrilling things-nya menurutku sama-sama dari hal yang gak disangka-sangka.
Andaikan ni Keluarga Kim ga neko-neko, kerja aja yang bener terus kumpulin duit dari situ, bisa tuh hidupnya membaik perlahan-lahan:")
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Até onde o ser humano vai para sobreviver... e para pertencer?
Bong Joon-ho nos entrega um soco no estômago com poesia, sarcasmo e crítica social afiada. “Parasita” é um thriller dramático que começa como uma comédia de erros e termina como uma tragédia anunciada, sem perder a genialidade em nenhum quadro.🧩 Pontos principais
A família Kim vive em um porão insalubre e sobrevive de bicos e golpes. Quando o filho consegue um emprego como tutor da filha de uma família rica, os Kim pouco a pouco se infiltram na casa dos Park, com estratégia, sedução e uma boa dose de manipulação.
O contraste entre as famílias é o palco da verdadeira história: não é sobre bons ou maus, mas sobre estruturas invisíveis, sobre quem vive acima e quem vive abaixo. literalmente.
🔍 Dilemas dos personagens principais
Ki-woo (filho): ambição, identidade, e a ilusão de ascensão social através da meritocracia.
Sr. Kim (pai): resignação, orgulho ferido, frustração acumulada.
Sra. Park: alienação de classe, ingenuidade como privilégio.
Família Kim em geral: até onde é ético tentar sobreviver num mundo que não te quer?
A desigualdade social não é apenas um abismo , mas um labirinto de aparência e invisibilidade.
A casa dos Park tem cheiro de conforto. A dos Kim tem cheiro de gente.
O verdadeiro parasita é quem? Quem invade ou quem permite que o outro exista apenas enquanto invisível?
🔚 O cheiro da desigualdade não se disfarça. Ele sobe, inunda e um dia, explode.
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entregou o que prometeu!
esse filme sempre vai ser um dos melhores no quesito abortar críticas sociais em relação ao capitalismo e como ocorre a desigualdade social devido a ele, parasita, você é um filme tão necessário! ㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ
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Ya he dicho en varias ocasiones que el director Bong Joon Ho es mi director coreano favorito y considero que Parasite es uno de sus mejores trabajos. El director suele hacer producciones con crítica social pero sin que sea muy obvio, y eso es lo que ha traído una vez más con Parasite.
La historia ya de por sí nos muestra dos mundos totalmente diferentes y que se mantienen en cohesión porque se necesitan unos a otros y ya con eso podemos ver la crítica a las clases sociales que presenta la historia. Sin embargo, hay otros detalles de crítica social que son más sutiles. Un ejemplo, y mi favorito, es el agua, un elemento que aparece mucho en la historia. El agua, si vemos atentamente la película, significa cosas diferentes para ambas familias de clases tan diferentes. Por un lado, para la familia rica, el agua es una bendición y algo bueno, ya que como ellos dicen “ha limpiado el ambiente”. Sin embargo, para la familia pobre, el agua es un elemento de desgracia ya que ocasiona la inundación de todo su barrio. También, si nos fijamos podemos ver que siempre que aparece el agua, esta corre de arriba hacia abajo, como indicando que lo bueno que lleva a la familia rica se va cayendo y se va convirtiendo en la desgracia de la pobre.
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