a beautiful and thought-provoking piece of cinema.
Past Lives is a captivating tale that delves deep into the complexities of rekindling old connections and navigating the ever-evolving dynamics of life. The film's premise revolves around Nora, who articulates the essence of her journey perfectly – a childhood friend from 24 years ago reduced to a mere image on her laptop 12 years later, only to emerge as a flesh-and-blood person once again.The narrative subtly explores Nora's magnetic pull towards this long-lost friend, accentuated by her profound yearning for her hometown, Seoul. Their separation and eventual reunion rekindle a flood of memories and emotions, making us ponder whether their different cultural backgrounds and life circumstances will allow them to be together.
Past Lives elegantly unveils the perpetual struggle of life, the ever-present dilemma of sacrificing something dear for the promise of something new. Nora is forced to confront these choices, adding layers of depth to the storyline.
What sets this film apart is its masterful use of dialogue, which feels incredibly genuine and relatable. The characters are brought to life with nuance, and the cinematography, though understated, carries an aesthetic charm that enriches every scene.
It is a beautiful and thought-provoking piece of cinema. It serves as a reminder that life is a continuous journey of self-discovery, woven with the delicate threads of past connections and the decisions we make along the way. This film, with its simplicity and engaging narrative, is a gem to behold.
Was this review helpful to you?
if you know you know
i find the whole story so relatable. it all made sense. skip to the end... when my heart broke as they realize this is it in this lifetime............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................Was this review helpful to you?
Esse filme moeu meu coração em pedacinhos.
Past Lives é um filme silencioso e profundo sobre amores que não se concretizam, mas nunca se apagam. A relação entre Nora e Hae Sung é feita de silêncios e memórias, e me fez pensar nas pessoas que passaram pela minha vida. É uma história sobre o que poderia ter sido, contada com sensibilidade e verdade. No fim, fiquei com o coração apertado e a sensação de saudade de algo que ja vivi então entendi completamente.Acho que no final do filme todo mundo sentiu vontade de ligar pra alguém.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
O passado está ali.
"Se você deixar algo para trás, também ganha algo."Uau. Eu tinha expectativas pra esse filme mas eram outras, pelo menos eu não chorei (me surpreendi) mas ele tem uma carga emocional MUITO grande. O jeito que eles dois se olhavam, com tanto pra dizer, pelo menos ela, eu sentia no olhar, na voz que ela tinha tanto pra dizer e não dizia, sabe quando a gente quer chorar e não pode, não consegue e até engolir o choro dói? Pra mim foi o sentimento que ela passou pra mim e no final ela chorando depois de se despedir dele quando toda vez que ela chorava ele tava lá pra ela, a carga de sentimentos que os dois carregaram por tanto tempo e talvez continuem carregando. Pra mim eu não senti um terço do amor com o marido dela, o jeito que ela olhava pro hae Sung me deixava tão tocada, não tinha isso com o marido não. Me senti triste, pra mim não consigo entender porque eles não ficaram juntos de verdade. Tô comparando com 2521 pra quem assistiu e não sei, porque a vida existe se não é pra viver esse amor tão bonito? Mas aí eu penso também que viver é isso, você sentir algo que marque por tanto tempo você e pronto, não é pra sempre.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Past Lives (2023) é um daqueles filmes que não apenas contam uma história — eles se sentam ao seu lado, seguram sua mão e, em silêncio, despertam memórias que você nem sabia que ainda estavam guardadas. Dirigido por Celine Song, o filme acompanha Nora e Hae Sung, duas crianças coreanas inseparáveis que se perdem quando a família de Nora decide imigrar para o Canadá. Esse rompimento abrupto, aos 12 anos, cria um vazio que atravessa décadas. Song filma esse espaço com uma delicadeza tão precisa, tão íntima, que parece escrever diretamente nos interstícios entre o que vivemos e o que apenas imaginamos. A cada cena, o filme parece perguntar: o que fazemos com o amor que não pôde acontecer?Anos depois, já adulta e morando em Nova York, Nora reencontra Hae Sung pela internet. Ele está em Seul, ela está descobrindo quem deseja ser — e entre eles renasce aquela conexão infantil, agora carregada de novas camadas. As videochamadas deles são tímidas, cheias de pausas, mas cada silêncio carrega um mundo. Song transforma esses diálogos digitais em algo quase sagrado; há um cuidado imenso em como a direção enquadra telas, distâncias e impossibilidades. O roteiro entende a profundidade das emoções contidas, permitindo que o amor deles exista sem pressa, sem definições, sem garantias.
Mas Nora, determinada a construir sua carreira literária, decide interromper esse contato. Ela sente que, para seguir seu caminho, precisa soltar aquilo que ficou no passado — ainda que doa. Ela se muda emocionalmente para longe da Coreia pela segunda vez. Hae Sung respeita, mas fica. E o tempo passa. Esse movimento é filmado com uma maturidade rara: Past Lives não trata o amor deles como algo imaturo, e sim como algo impossível naquele momento da vida. É aqui que o filme nos apresenta o conceito coreano de in-yeon, a ideia de que certas conexões atravessam vidas, destinos e circunstâncias, mesmo quando não se realizam plenamente.
Ao mesmo tempo, Nora conhece Arthur em um retiro de escritores. Ele é doce, gentil, vulnerável — um porto seguro. Eles se apaixonam, vivem juntos, se casam. E Past Lives, com uma honestidade desconcertante, mostra que Nora ama Arthur, mas há algo nela que pertence a um passado que ele não viveu. Arthur não é o vilão; muito pelo contrário, ele é um homem que reconhece a profundidade da história que veio antes dele. O filme é generoso ao mostrar que lealdade, amor e memória não são opostos, mas forças que coexistem dentro de nós de maneiras muitas vezes dolorosas.
Tudo muda quando, depois de 24 anos, Hae Sung decide ir a Nova York para ver Nora. Ele não vai para destruí-la, não vai para “tomá-la de volta”. Ele vai para, finalmente, olhar nos olhos dela. As caminhadas deles pela cidade são carregadas de tensão e ternura. Eles conversam muito, mas dizem pouco. Cada olhar é um universo inteiro. Song filma esses momentos com um respeito quase espiritual: não há grandes declarações, apenas o reconhecimento silencioso de que eles se amam — e de que talvez isso nunca tenha sido suficiente para colocá-los no mesmo lugar, ao mesmo tempo, da mesma forma.
No reencontro dos três — Nora, Hae Sung e Arthur — o filme atinge sua potência máxima. Nenhum deles está errado. Nenhum deles é vilão. São três vidas tentando existir onde o amor e o tempo não se alinharam. Arthur sabe que é o presente de Nora, mas também entende que Hae Sung representa seu passado mais profundo. Hae Sung percebe que Nora não pertence mais à vida que ele imaginou para os dois. E Nora, dividida entre raízes e escolhas, percebe que o amor pode ser verdadeiro e, ainda assim, não ser realizável.
O final é uma obra-prima de contenção. Nora acompanha Hae Sung até o carro que o levará de volta ao hotel. Eles se despedem sem arranhões, sem confissões proibidas — apenas com a dignidade de quem entende que algumas histórias são completas mesmo sem final romântico. Quando ele parte, Nora volta para casa e, pela primeira vez, desaba em lágrimas. É o choro pesado de quem reconhece que algo muito importante está acabando. Não por falta de amor, mas porque a vida seguiu. Porque eles mudaram. Porque o tempo, às vezes, é mais forte que o sentimento.
Past Lives te desmonta porque te obriga a revisitar suas próprias vidas passadas — não as espirituais, mas aquelas versões antigas de você que amaram, sonharam, imaginaram futuros possíveis com pessoas que ficaram pelo caminho. É um filme que transforma saudade em matéria-prima e silêncio em linguagem. Ele faz você pensar em quem foi, em quem poderia ter sido e em quem ainda é. E, no fim, deixa uma verdade simples, dolorida e linda: às vezes amar não é ficar; é reconhecer a beleza do que poderia ter sido.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
que filme é esse Coreia?
esse filme é reconfortante, pelo menos pra mim.a forma como eles se olhavam, falavam, eles foram sim feitos um pro outro mas não era tao simples eles ficarem juntos. esse filme foi muito mais além do que eu pensei
o final só afirmou mais ainda o quanto eles se amavam (que não era pouco) mas não poderiam ficar juntos.
eu chorei tanto, mas tanto com esse final, poxa kkkkkk na minha cabeça eles tao juntos, e é isso. a sensação de terminar esse filme é tão única, apenas assistam, é de se refletir.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
“Vê-la novamente e estar aqui me faz ter pensamentos estranhos. ““Que tipo de pensamentos ? “
“E se, 12 anos atrás, eu tivesse vindo para Nova York ?
E se você nunca tivesse saído de Seoul?
Se não tivesse ido embora daquele jeito, e se tivéssemos crescidos juntos, eu ainda a teria procurado?
Teríamos namorado? Terminado? Teríamos casado? Tido filho juntos?“
“Pensamentos assim. ”
Foram esses e outros pensamentos que me fizeram amar esse filme, pois tudo que pensamos em nossas vidas é sobre um “E se? ”. Nossos antigos amores, antigas amizades e antigos nós mesmos. Esse pensamento nos leva ao passado, a situações que poderiam ser diferentes mas não foram, que não podem ser substituídas. Porém elas existiram e sempre vão estar conosco, sejam essas situações felizes ou não.
Past Lives foi o que me fez pensar sobre meus "E se?".
Was this review helpful to you?
Entre o que foi, poderia ter sido e o que ainda pulsa... definitivamente, entre raízes e escolhas
Quem nunca!? Esse “e se” é quase um fantasma que anda ao lado dos personagens e da gente também. É aquela pulguinha atrás da orelha que não deixa em paz, a pedra no calcanhar que precisa ser tirada antes de seguir em frente. “Vidas Passadas” não entrega um final sonhado ou romântico, mas dá a única coisa possível: fechamento. Porque uma história inconclusiva pesa mais do que qualquer despedida. E às vezes, olhar no olho do passado é a única forma de libertar o presente.Reencontro após 24 anos desperta memórias e o abismo entre destinos
Exploração delicada do in-yeon (conexões de vidas passadas)
O silêncio entre Nora e Hae Sung diz mais que palavras
Amor, lealdade e o tempo como forças inevitáveis que moldam o viver
Não há vilões, apenas pessoas tentando caber em suas escolhas
Às vezes, amar não é possuir, mas reconhecer a beleza do que poderia ter sido.
“Entre o passado e o presente, o coração sempre encontra uma brecha.”
Greta Lee – Nora, escritora dividida entre raízes e escolhas
Teo Yoo – Hae Sung, o amigo de infância que carrega o peso de um amor intocado
John Magaro – Arthur, marido presente que enfrenta a sombra do “e se...”
Was this review helpful to you?
Il film si apre con una scena ben precisa: vediamo tre persone sedute in un locale, una donna asiatica insieme a due uomini, uno asiatico e uno caucasico.
Lo spettatore osserva la scena come se anche lui fosse nello stesso luogo, come ad un tavolo dello stesso locale, insieme alle stesse voci fuori campo, provando a indovinare quale è la relazione fra loro tre: se la donna è sposata con l’uomo asiatico, se invece è sua sorella o se altro.
Tutto questo fino a quando la protagonista non gira lo sguardo verso la telecamera e quindi verso di noi; da lì partirà un flashback che ci racconterà la sua storia.
Questa scena è molto importante perché è ciò che è successo davvero alla regista e sceneggiatrice Cecile Song e che ha dato lo spunto per raccontare questa storia; lei, infatti, si è ritrovata davvero a bere con due uomini importanti della sua vita, due uomini che l’amavano e che le parlavano in lingue differenti. E lei si è sempre chiesta come venisse vista al di fuori questa scena.
Il film si divide in tre arci narrativi, uno a dodici anni di distanza dall’altro.
Tutto inizia in Corea, quando Na-young e Hae-sung sono solo ragazzini. Sanno già che lei si dovrà trasferire in America e sembra entusiasta per la nuova avventura, ma dispiaciuta solo per un fatto, ovvero che dovrà lasciare Hae-sung, suo migliore amico e primo amore.
La storia prosegue dodici anni dopo, quando Nora (nome occidentale di Na-young) abita a New York e Hae-sung in Corea, per finire con entrambi a New York con un altro salto temporale di dodici anni.
La parola chiave di questo film è “in-yun” termine coreano più volte rammentato all’interno della pellicola che sta ad indicare il destino, qualcosa che è predestinato a succedere. Anche quando due persone passano per strada e si sfiorano è uno strato di in-yun e due innamorati si sposeranno solo quando si sarà raggiunto 8000 strati di in-yun.
La storia d’amore, tuttavia, non è melensa come ci si potrebbe aspettare: il film risulta essere molto romantico, ma non scade mai nello smielato. Le scene clou, anzi, sono molto pacate e guidate, non da forti sentimentalismi, ma da sguardi significativi incorniciati con una fotografia perfetta e accompagnati da poche parole.
Gli sguardi fra i due attori sono uno dei fattori che rimangono più impressi e che raccontano tanto senza dire niente.
Sublime e indimenticabile, per me, è stato l’addio che i due protagonisti si scambiano da ragazzini: una strada unica in salita che si dirama poi in due vie e ognuno di loro prende due percorsi diversi. Niente lacrime e niente promesse; solo Hae-sung che chiama Na-young con il suo nome coreano, uno sguardo sincero e un semplice “Ciao”.
Questa è una delle scene che ritorneranno alla fine del film: perché, in Past Lives, tutto torna e tutto ha un senso. Ogni atto importante lo rivedremo come un cerchio che fa il suo corso e si chiude.
Alla fine ritroveremo anche la parte iniziale, solo che questa volta la vivremo insieme ai protagonisti e sentiremo quello di cui stanno parlando; inoltre, non dovremo più tirare ad indovinare per sapere il rapporto che hanno fra di loro queste tre persone.
La trama, però, non è solo una semplice storia d’amore. Il film può avere anche una visione più profonda che riguarda l’identità culturale. Perché, se come dice la madre di Nora “Si perde qualcosa, ma si guadagna anche qualcosa”, quando la famiglia della protagonista si trasferisce, quello che si lascia alle spalle la Na-young è il suo essere “coreana”. Hae-sung forse è l’unico filo che la collega ancora alla sua patria che sente così distante, anche nelle idee. Sarà lei stessa a dire che il suo migliore amico sembra proprio coreano-coreano, non solo nel vestire e nel modo di essere, ma anche nei pensieri; dopotutto, non è come gli amici coreani che Nora conosce e che vivono a New York.
Il film si prende i suoi tempi per spiegare e affrontare tutto questo con un ritmo pacato e delicato. I toni sono maturi e fortemente realistici, tanto da scaldare il cuore e allo stesso tempo essere straziante.
Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
Na década de 90, a família da protagonista imigra para o Canadá deixando para trás o amigo de infância/primeiro amor e a vida que ela conhecia na Coréia. Vinte anos depois, Nora se muda do Canadá para Nova Iorque para estudar e nesse período ela e seu amigo de infância se reencontram através das redes sociais e vivem um relacionamento platônico à distância até que Nora decide "terminar" a relação para se dedicar ao seu sonho de ser uma escritora renomada. Eventualmente ela acaba conhecendo um outro cara e rapidamente se casa. Alguns anos depois Hae Sung decide ir à Nova Iorque para encontrar Nora. Apesar de saber que ela está casada, ele finalmente decide ir vê-la pessoalmente depois de tantos anos. O encontro dos dois é um grande "e se". A tensão é palpável, há muito a ser dito, mas eles não conseguem dizer, embora conversem bastante. Acho que cada vez que eles se olham, pensam na possibilidade do que poderia ter sido a relação deles se as coisas tivessem sido um pouco diferente. Então é um olhar pesado.
Nora fala sobre a palavra coreana "In-yeon" que significa um relacionamento cármico. Não necessariamente romântico, mas que trata de uma ligação entre essas duas almas através de vidas passadas. Obviamente o filme fala sobre o "In-yeon" como essa relação de outras vidas, mas também é uma metáfora para essas outras vidas nesta vida presente de Nora e Hae Sung, dessas outras vezes que eles se encontraram em diferentes momentos da vida e de alguma forma compartilharam um destino juntos.
Por mais que no fundo eu desejasse que os protagonistas ficassem juntos, não era tão simples. Para a Nora voltar a Coréia, abrir mão dos projetos pessoais, se reconectar aos valores coreanos com os quais ela não se identificava mais, tudo isso entrava em conflito com a vida que ela almejou pra si. Do mesmo modo para o Hae Sung, imigrar para um país que ele não fala a língua, o choque cultural, também não era uma possibilidade. O choro dolorido e pesado da Nora no final quando o Hae Sung foi embora é um pouco pela constatação de que por mais que eles se amassem não conseguiriam ficar juntos. É um filme, poético, bonito e ao mesmo tempo realista.
Was this review helpful to you?
Imprescindible, sin más.
"Past Lives" es una coproducción entre EEUU y Corea del Sur, que supone el debut como directora de Celine Song y está protagonizada por Greta Lee, Teo Yoo y John Magaro.Se trata de una cinta de corte intimista, rodada a caballo entre Seúl y Nueva York, que se encuadraría dentro del género de drama romántico. En mi opinión, es el reverso serio y realista de la también maravillosa y totalmente recomendada "My Sassy Girl".
Destaca por su maravilloso guion, buenas interpretaciones y estupenda fotografía, suponiendo en definitiva, una más que justa candidata al Oscar a mejor película en 2024.
Was this review helpful to you?



