Floja
La temporada 1 fue maravillosa, mi preferida. Buen argumento, buen desarrollo de la historia, muchos enigmas, excelentes juegos y personajes. La 2 no me pareció wow comparado con la primera, pero tuvo un buen final/explicación de la serie. Honestamente pensé que terminaría ahi. Esta tercera temporada se me hizo sencillamente de más.. el argumento es raro y forzado, los juegos no son la gran cosa (aunque se agradece y se disfrutan como siempre), pero para mi no tuvo sentido alguno. Personalmente mis 2 personajes favoritos apareciendo 2 minutos en pantalla, hubiera sido mas divertido con el cast original o haberlo planteado desde otro ángulo. No me gustó el final, aunque si me gusta la idea de que los juegos continuen, si tienen creatividad y sentido. Teniendo en cuenta que ya sabemos lo que es ese "mundo" pueden hacer muchas temporadas más... pero simplemente lo tienen que plantear con un mejor argumento y no tan forzado.Was this review helpful to you?
Quase morte
Eu to chorando de tão perfeito que foi! Todas as temporadas entregando o melhor!Arisu sendo o melhor personagem do mundo, sou apaixonada por ele! Um líder, inteligente, altruísta, o último romântico!
O casal tendo mais química que muito dorama de romance por aí! Amo arisagi!
Não entendi bem o surto da Usagi pra voltar pra boderland mas ok. E toda vez que o ryuji aparecia encostando na Usagi eu queria jogar ele com a cadeira de um penhasco, desgraçado ela é mulher CASADA muito bem casada!!! Queria que o Arisu tivesse batido mais!
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No era necesaria, pero tampoco la rechazo
Esta tercera temporada es, sin lugar a duda, la más pobre de las tres. En primer lugar, porque las dos primeras, que cubrían el contenido del manga, cerraban de manera adecuada la historia de Arisu y Usagi. En la duración tan compacta de esta temporada, no hay tiempo suficiente para cogerle cariño a los personajes como para experimentar verdadero dolor en los momentos complicados.Si tienes que cerrar tu producción recordando a personajes que no han salido en la misma, es por algo.
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Sinto que essa temporada foi desnecessária. A primeira temporada foi incrível e a segunda não ficou tão para trás, mas a terceira teve personagens menos cativantes e uma narrativa um tanto sem sentido. Pareceu, para mim, que essa temporada quebrou as regras e padrões subjacentes das duas primeira. Arisu, enquanto um personagem narrativamente condizente, sempre teve uma personalidade chata para mim e isso fica ainda mais evidente agora. Usagi tomou uma decisão absurda nessa temporada e o final foi irritante. Was this review helpful to you?
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3° temporada foi farm de dinheiro...
Já assisti anteriormente as 1 e 2 temporadas da série que simplesmente foram incríveis e muito bem construídas, porém já não senti o mesmo impacto com a 3 temporada, porque deu para perceber que a produção da respectiva temporada foi apenas para lucro financeiro do produtor.A história se passou de forma muito acelerada e se torna, de um certo modo, desconexa. O fato de Arisu e Usagi se casarem e estarem esperando um bebê me deixou contente, mas, na minha opinião, não houve lógica em colocarem a Usagi para simplesmente abandonar Arisu, enquanto suas vidas estavam estáveis (sem contar com a parte em que Usagi estava tendo pesadelos com a morte de seu pai, outro fato que não entendi muito bem, pois com o tempo era para esse acontecimento ser tornar menos impactante em sua memória), e ir com Ryuji (um lunático por relatos/pesquisas sobre pós-vida) até Borderland sem um motivo explícito na série, ainda mais quando o casal só tinham memórias fragmentadas do período de jogos em que passaram nas outras temporadas, ou seja, seria praticamente uma nova experiência até que recuperassem suas devidas memórias.
Outro ponto que me chamou a atenção, foi o fato do quanto Banda foi aleatório e insistente na série com esse pensamento de usar Arisu como "cidadão modelo de Borderland", o que não tem nenhuma fundamentação. Diante disso, sobre Ryuji: se tornou enfadante assistir a oscilação constante da opinião do personagem, sem contar que pareceu, há todo momento, que o mesmo tinha uma queda por Usagi e que a personagem retribuia esse "apego" de Ryuji, a exemplo do abraço apertado dos dois na prova do trem, como se realmente fossem amantes (fato que me incomodou muito, pois entendi como uma traição emocional a Arisu que além de ser seu marido, estava lá, arriscando tudo atrás dela).
Sobre os pontos positivos, gostei muito da forma em que os personagens coadjuvantes foram construídos com histórias envolventes e cativantes, tal como o grupo de Arisu (mas que infelizmente a maioria faleceu).
Por fim, queria citar que, apesar de tudo, os jogos foram criativos e que me animou a aparição dos antigos personagens no final da temporada, especialmente de Chishiya e Kuina, que são meus queridinhos. Além disso, o fim da série mostra que pode haver uma continuação do dorama, devido a garçonete com crachá escrito "Alice", ou não, já que foi citado que Borderland sempre existirá (visto que é um estado de consciência coletiva entre a vida e a morte), porque sempre haverão tragédias que levarão diversas pessoas até lá. Peço que se houver uma próxima temporada, que tenham mais atenção na origem das informações apresentadas, para que os episódios se tornem coesos e interessantes, até porque, Alice in Borderland (apesar da minha opinião em relação a 3° temporada) continua sendo um de meus doramas favoritos.
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O Jogo Acabou, Mas a Direção Venceu
É raro uma continuação manter o fôlego, mas essa temporada conseguiu algo ainda mais difícil: superar a segunda e empatar com a primeira em densidade narrativa e precisão de direção. A introdução de novos personagens não substitui o brilho dos originais, mas confere um frescor bem-vindo, sobretudo com a Rei Morikage, que se tornou memorável. A presença de Ken Watanabe foi um trunfo, e seu embate filosófico com Arisu, simbolizando a fronteira entre a vida e a morte, foi elegante e de grande impacto. Quanto à ideia de uma versão ocidental ou adaptação futura, que nem ousem: a série é japonesa por essência, e diluir isso seria um desserviço à própria alma da obra.Was this review helpful to you?
Netflix joue ça dernière carte, mais la partie est déjà pliée
Deux ans d’attente pour ce qui reste la série japonaise la plus plébiscitée (Shōgun est canadienne, One Piece est hors catégorie), toutes plateformes de streaming confondues. La hype était telle que la moindre faute risquait de décevoir des fans devenus accros aux merveilles d’Alice et de son petit lapin. Et pourtant, la conclusion de la saison 2 était belle : une fin ouverte, laissant, comme Squid Game, l’espoir de ne pas trop en faire avec une saison suivante. Car le défaut des survival games, c’est leur répétition, surtout après trop d’épisodes. Une impression de déjà-vu, encore pire dans cette saison 3, que je qualifierais déjà de « trop » après seulement deux épisodes visionnés (je hais le binge watching).Eh oui, au grand dam des fans, une nouvelle fois dithyrambiques sur les six épisodes, on nous ressert à chaque scène la « bogossitude » d’un Yamazaki Kento, oubliant au passage ce qui faisait le charme de la saison 2 : le développement des personnages et ces épisodes entiers consacrés à leur passé ou à leur présent. Certes, il y a bien quelques flashbacks, mais après deux heures de visionnage, ils se résument à une passation de carte entre un autre beau gosse, Isomura Hayato et des seconds rôles insipides. Alors que chacun avait compris depuis longtemps que le thème serait le joker, le summum du cheap survient avec la sortie d’une carte de sa poche par chaque nouveau personnage, sous un drapeau flottant. Je ne m’attendais pas à éclater de rire ici. Ils sont trop forts en production. Ils viennent de gagner 1 min de film.
Et le malaise continue avec des jeux que je trouvais déjà sans saveur dans la saison 1. Autant la saison 2 et la fin de la 1 avec la chasse à la sorcière m’avaient fasciné, autant le début m’avait ennuyé. Bercé par des mangas comme Battle Royale, Liar Game ou Mirai Nikki, ce n’était pas en 2020 qu’Alice in Borderland allait me scotcher à mon écran. Mais la tournure des événements, le climax de la saison 2 se rapprochant toujours plus de l'histoire originale de Lewis Caroll, m’avait définitivement conquis. Sans parler de Yamazaki Kento qui avait enfin haussé son jeu, tandis que d’autres acteurs habitaient déjà des personnages très forts.
Je m’étais attaché, comme tout le monde sans doute, à cette bande d'amis, que dis-je, à cette famille. La mort de plusieurs membres m’avait brisé le cœur. La conclusion de la saison 2 était magnifique. Mais voilà, sans cesse jouer avec mes souvenirs finit par m’agacer. Ces deux premiers épisodes sont insipides : aucun personnage ne me touche. Pire, on force l’émotion avec un personnage en situation de handicap, sans subtilité. Présentée comme une conclusion, cette saison me semble une insulte à ceux qui ont su apprécier la série sur la durée.
Le scénario ? Il n’y en a pas. « Tu disparais, je vais te retrouver et pour ça je retourne dans le monde des merveilles. » Mais bon sang, c’est Super Mario : désolé, « Peach est dans un autre château. » Maintenant que l’on sait que les morts ne meurent pas vraiment, ou alors sont déjà morts, la tension n’est plus la même. Les personnages paraissent lisses, comme ces deux potes de la saison 1 partis trop tôt, dont on espérait le retour. Mais cette fois, on sait qu’on ne reverra personne. Des personnages kleenex, qui ne suscitent aucune empathie, dont la mort n’a plus rien de tragique.
Alors, Alice retrouvera-t-il sa princesse ? Euh..., c’est un Netflix, rien à voir avec Gannibal (Disney+), qui tient en haleine sans jamais promettre de happy end. Si vous n’avez pas encore prévu un voyage à Tokyo, vous découvrirez bien quelques lieux… mais la déception est la même côté production. Shibuya et les autres quartiers n’ont plus cette intensité du vide. Temples, bureaux, métros ont une hygiène clinique qui sent le studio fermé et l’IA. Ça brille, c’est lisse, mais ça manque de poésie et franchement avec une attaque au gaz dans le métro, c'est une faute de goût impardonnable. Les plantes grimpantes cheap du 109 avaient au moins quelque chose de bucolique.
En réalité, le premier épisode m’a fâché, car c’est exactement ce qu’il ne faut pas faire dans une suite non prévue. Il fallait plonger directement dans le pays des merveilles avec d’autres personnages ou héros qui après attachement auraient pu mourir tragiquement. On se serait demandé, pourquoi ils sont là. Si on était aussi dans leur subconscient. En quelle année, de quelle manière…, Des indices auraient pu nous mettre sur la piste. Puis Usagi serait apparue, et l’on se serait interrogé. Juste avant de mourir, Alice l’aurait sauvée en réapparaissant lui aussi. Cela, vers le 4e épisode, une fois les autres personnages bien installés. Bien sûr, Usagi aurait expliqué qu’elle cherchait quelqu'un, car un scientifique lui aurait dit qu’il est dans le coma. Putain, j'espère que ce n'est pas ça la fin de cette saison, c'est tellement mal suggéré dès les cinq premières minutes… mais honnêtement, si c’est le cas, les scénaristes doivent retourner à l’école, la production doit laisser tomber l'IA (surtout pour l'affiche) et moi, je vais continuer à attendre le prochain Golden Kamui, car honnêtement, ce n'est pas celui-là le meilleur drama japonais.
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