I loved how they gave certain cooks a second chance was worth it. although i think the judges were sometimes too strict. overall, i enjoyed this show.
but then again, i have nothing with cooking but shows like these (alongside masterchef) have a very special place in my heart. due to the people that share their passion so willingly
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Amazing contestants amazing work!
From the setup of the kitchen... to the idea of the competition.. everything was laid out perfectly. From 100 contestants to #1... the creativity of their cuisines was astonishing.I'm truly proud of their hard work as a chef!
I've always wanted to be a chef... but my dad was against it because it doesn't make a lot of money... watching this show gives me flashbacks of my High School days when I used to cook and bake in class.
I'm happy with the ending .... even though the second contestant deserved the win as I believe he/she was more creative, more risk taker, innovative, and would go above and beyond to present his cuisine... I am still proud of his/her hard work. The story behind his every meal was inspiring and motivational.
I would def go visit his/her restaurant to taste his/her delicious meals!
The other contestants were AMAZING ASWELL!
I LOVE SEEING THEIR POST ON IG. TOP8♡
1120pm
102424
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Best Food Combination
The story is about the battle between black and white spoons. Black Spoon mostly is a chef that have a local businesses and have their specialization. Meanwhile the White Spoon mostly that have a big name with lot of awards and achievement. From 100 chef, only one that will be chosen as the best chef in this reality show. That's where it's very interesting to see how they innovated to make or improve a food with ingredient and law that have been set.Was this review helpful to you?
Very exciting series
This was an astounding show.Everything screamed top production.
The prize money is a tip to how seriously they designed this competition. The chef's were terrific and their personalities were captured as they performed under increasing pressure. The food and photography, the set designs and music were all very well thought out.
Never a dull moment and exciting concept.
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Mesmo sendo evidente que parte do programa era roteirizada — algo praticamente inevitável no gênero —, o envolvimento do público não se perdeu. Ainda que o vencedor final tenha causado certa frustração, especialmente pela postura arrogante desde os primeiros episódios e pela sensação de que sua trajetória até o top 8 parecia protegida, o saldo foi positivo. O brilho do programa esteve menos no resultado final e mais no percurso: nos chefs apresentados, na diversidade de trajetórias e no contato com estilos culinários que iam muito além da alta gastronomia tradicional.
A divisão entre “Colheres Pretas” e “Colheres Brancas” foi uma escolha narrativa poderosa. De um lado, chefs renomados, premiados e já consagrados; do outro, cozinheiros autodidatas, vendedores ambulantes e profissionais de restaurantes simples, lutando por reconhecimento. Essa hierarquia explícita nunca soou cruel, mas deixou claro como status, ego e validação social influenciam o mundo da culinária. Torcer pelos azarões tornou-se quase inevitável, especialmente quando um Colher Preta superava um Colher Branca e a reação de choque evidenciava o quanto a derrota feria mais o orgulho do que qualquer outra coisa.
Entre os desafios, o Desafio dos Olhos Vendados se destacou como um dos momentos mais brilhantes da temporada. Ao retirar a visão — e, com ela, parte do preconceito visual e simbólico —, o programa nivelou o jogo e expôs o nervosismo dos chefs profissionais quando sua vantagem diminuiu. A “Culinária Infinita” também foi um ponto alto, ao exigir criatividade extrema a partir de um ingrediente banal, revelando quem realmente dominava técnica, sabor e reinvenção. Em contraste, a final foi decepcionante e anticlimática, falhando em demonstrar a amplitude das habilidades dos finalistas e deixando a sensação de uma oportunidade desperdiçada.
A edição, no entanto, foi o aspecto mais problemático do programa. Ficou evidente como o tempo de tela moldava a percepção do público sobre quem avançaria, tornando previsíveis os finalistas. Algumas participantes femininas, especialmente entre os Colheres Pretas, foram claramente subaproveitadas, apesar de desempenhos consistentes e inspiradores. Rivalidades, conflitos de interesse e decisões questionáveis — como segundas chances seletivas e o uso de produtos ligados a jurados — enfraqueceram a sensação de imparcialidade e reforçaram a impressão de manipulação narrativa.
Ainda assim, o programa acertou ao humanizar muitos de seus chefs. Figuras como Cooking Maniac emocionaram com suas histórias de vida, enquanto Edward Lee se destacou não apenas pelo talento, mas pela humildade rara em competições desse porte. Sua penalização por um nome de prato — e não pelo sabor — escancarou um elitismo culinário incômodo, mas também coerente com o universo que o programa se propôs a retratar. Jung Ji Seon, por sua vez, representou com força a persistência feminina em um ambiente historicamente dominado por homens, mesmo quando sua postura dividia opiniões.
No fim, Culinary Class Wars funciona menos como uma busca perfeita pelo “melhor chef” e mais como um retrato honesto das tensões, desigualdades e paixões que movem a gastronomia. Apesar das falhas, das decisões questionáveis e de um desfecho artificial, assistir aos chefs cozinhando, errando, se superando e buscando reconhecimento foi emocionante e genuinamente divertido. O programa prova que, quando a comida ocupa o centro do palco, não é preciso exagerar no drama: o ato de cozinhar já é, por si só, espetáculo suficiente.
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This review may contain spoilers
Un masteschef alla coreana!
🎬 Culinary Class Wars — una rivoluzione nel mondo dei cooking showImmagina MasterChef e Squid Game che si fondono in un’arena culinaria senza precedenti: questo è Culinary Class Wars. Fin dal primo episodio, la prima stagione si presenta con una formula audace e originalissima: 100 chef competono per dimostrare che talento, creatività e passione possono sovvertire le tradizionali gerarchie della cucina.
🔪 Grembiuli neri vs Grembiuli bianchi
La divisione è netta e drammatica:
80 “Grembiuli neri” — cuochi poco conosciuti ma straordinariamente talentuosi, spesso autori di piatti incredibili in ristoranti locali, carrette del cibo di strada o piccole imprese familiari.
20 “Grembiuli bianchi” — chef celebri, molti con stelle Michelin o carriera internazionale.
Questa dicotomia non è solo estetica: è un vero e proprio scontro di mondi, di stili, di storie, che trascende il semplice cibo e parla di sogni, identità e perseveranza.
🍲 Una narrazione avvincente… con un cuore profondo
Il ritmo della stagione è altalenante: ci sono momenti di alta tensione, giudizi al buio che ribaltano le carte in tavola, e sfide che costringono chef di ogni estrazione a reinventarsi. Ma il vero punto forte sono le storie personali dei concorrenti — ogni piatto racconta qualcosa di più di una ricetta: parla di famiglia, sfide quotidiane, cultura locale e ambizione.
reality blurred
Il format usa anche tecniche interessanti, come assaggi alla cieca, per fare in modo che sia solo il gusto — e non la fama — a parlare.
⭐ Pro e contro
✅ Punti forti
Spettacolo visivo e culinario: le sfide sono innovative e sorprendentemente varie.
Empatia e storytelling: si ride, si resta col fiato sospeso e – a volte – si commuove.
Impatto culturale: il programma non solo ha scalato le classifiche globali di Netflix, ma ha anche rivitalizzato l’interesse verso la cucina coreana e i suoi protagonisti.
❗ Alcuni punti deboli
La mole di concorrenti e la durata di certe sequenze possono sembrare eccessive e rallentare il ritmo narrativo.
Per gli spettatori internazionali, il doppiaggio e i sottotitoli possono risultare talvolta limitati, soprattutto nei momenti in cui si vorrebbe conoscere meglio i cuochi emergenti.
🌍 Perché vale la pena guardarlo
Non è solo un cooking show: è una celebrazione delle diverse forme di talento culinario, un invito a ripensare chi “merita” di stare sotto i riflettori e una festa di sapori da ogni angolo della Corea.
La prima stagione di Culinary Class Wars non solo intrattiene, ma ti fa venire voglia di cucinare, viaggiare e scoprire i ristoranti dei protagonisti, tanti dei quali hanno visto la loro popolarità esplodere grazie allo show.
In sintesi?
👉 Da guardare assolutamente se ami le competizioni culinarie, le storie umane dietro ai piatti e vuoi un’esperienza televisiva che sa sorprendere, commuovere e deliziare. 🍜🌟
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