'Tastefully Yours' team defines the K-drama as a 'late-night snack' - Português (Brasil)
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- Título original: 흑백요리사: 요리 계급 전쟁
- Também conhecido como: Culinary Class Wars - Sfida agli Chef , Heugbaekyorisa: Yori Gyegeub Jeonjaeng , Le Choc des toques , Moomyeongyorisa , Unknown Chefs , Битва кулинарных классов , สงครามเชฟคนละชั้น , 무명요리사
- Gêneros: Comida, Vida
Onde assistir Unknown Chefs
Subscription (sub)
Elenco e Créditos
- Baek Jong Won[Judge]Anfitrião Principal
- Ah Seong Jae[Judge]Anfitrião Principal
- Choi Hyun Seok[Contestant / White Spoon Chef]Membro regular
- Jung Ji Seon[Contestant / White Spoon Chef]Membro regular
- Yeo Kyung Rae[Contestant / White Spoon Chef]Membro regular
- Fabrizio Ferrari[Contestant / White Spoon Chef]Membro regular
Resenhas
Mesmo sendo evidente que parte do programa era roteirizada — algo praticamente inevitável no gênero —, o envolvimento do público não se perdeu. Ainda que o vencedor final tenha causado certa frustração, especialmente pela postura arrogante desde os primeiros episódios e pela sensação de que sua trajetória até o top 8 parecia protegida, o saldo foi positivo. O brilho do programa esteve menos no resultado final e mais no percurso: nos chefs apresentados, na diversidade de trajetórias e no contato com estilos culinários que iam muito além da alta gastronomia tradicional.
A divisão entre “Colheres Pretas” e “Colheres Brancas” foi uma escolha narrativa poderosa. De um lado, chefs renomados, premiados e já consagrados; do outro, cozinheiros autodidatas, vendedores ambulantes e profissionais de restaurantes simples, lutando por reconhecimento. Essa hierarquia explícita nunca soou cruel, mas deixou claro como status, ego e validação social influenciam o mundo da culinária. Torcer pelos azarões tornou-se quase inevitável, especialmente quando um Colher Preta superava um Colher Branca e a reação de choque evidenciava o quanto a derrota feria mais o orgulho do que qualquer outra coisa.
Entre os desafios, o Desafio dos Olhos Vendados se destacou como um dos momentos mais brilhantes da temporada. Ao retirar a visão — e, com ela, parte do preconceito visual e simbólico —, o programa nivelou o jogo e expôs o nervosismo dos chefs profissionais quando sua vantagem diminuiu. A “Culinária Infinita” também foi um ponto alto, ao exigir criatividade extrema a partir de um ingrediente banal, revelando quem realmente dominava técnica, sabor e reinvenção. Em contraste, a final foi decepcionante e anticlimática, falhando em demonstrar a amplitude das habilidades dos finalistas e deixando a sensação de uma oportunidade desperdiçada.
A edição, no entanto, foi o aspecto mais problemático do programa. Ficou evidente como o tempo de tela moldava a percepção do público sobre quem avançaria, tornando previsíveis os finalistas. Algumas participantes femininas, especialmente entre os Colheres Pretas, foram claramente subaproveitadas, apesar de desempenhos consistentes e inspiradores. Rivalidades, conflitos de interesse e decisões questionáveis — como segundas chances seletivas e o uso de produtos ligados a jurados — enfraqueceram a sensação de imparcialidade e reforçaram a impressão de manipulação narrativa.
Ainda assim, o programa acertou ao humanizar muitos de seus chefs. Figuras como Cooking Maniac emocionaram com suas histórias de vida, enquanto Edward Lee se destacou não apenas pelo talento, mas pela humildade rara em competições desse porte. Sua penalização por um nome de prato — e não pelo sabor — escancarou um elitismo culinário incômodo, mas também coerente com o universo que o programa se propôs a retratar. Jung Ji Seon, por sua vez, representou com força a persistência feminina em um ambiente historicamente dominado por homens, mesmo quando sua postura dividia opiniões.
No fim, Culinary Class Wars funciona menos como uma busca perfeita pelo “melhor chef” e mais como um retrato honesto das tensões, desigualdades e paixões que movem a gastronomia. Apesar das falhas, das decisões questionáveis e de um desfecho artificial, assistir aos chefs cozinhando, errando, se superando e buscando reconhecimento foi emocionante e genuinamente divertido. O programa prova que, quando a comida ocupa o centro do palco, não é preciso exagerar no drama: o ato de cozinhar já é, por si só, espetáculo suficiente.
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The best competition kshow of all time
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