Bel dramma
Un dramma un po' diverso incentrato soprattutto sulla musica ed è veramente ottima musica.Dramma tormentato di un cantante e musicista anticonformista che ricerca il suo sound e si unisce in questa band dove sono tutti un po' speciali e insieme sono fantastici.
Narrazione un po' lenta ma comunque piacevole da vedere.
La storia d'amore c'è ma è debole e non sviluppata perché comunque tutto è musica.
Se amate la musica questo dramma sarà sicuramente tra i vostri preferiti.
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Meraviglioso
L'ho amato dall'inizio alla fine... tutto perfetto, la storia, i protagonisti, la musica poi non ne parliamo! Mi ha colpito al cuore ed è entrato prorompente tra i miei drama preferiti. Non conoscevo Takeru perché ho visto pochi drama giapponesi ma mi sa che andrò a recuperare tutti i suoi lavori perché l'ho trovato semplicemente strepitoso ❤️La scena del bacio poi veramente da brividi, l'ho trovata delicata ma allo stesso tempo potente, penso sia uno dei baci che più mi ha colpito dei vari drama visti
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Fantastica serie
Adoro Takeru Satō dalla prima serie che ho visto accidentalmente con lui come protagonista "an incurable case of love" e mi ha subito colpito il suo sguardo IPNOTICO ! Il fatto che parli con gli occhi è una caratteristica che apprezzo moltissimo e non mi ha deluso anche in questa serie. La musica poi è travolgente e vedere suonare gli strumenti con quella passione è meraviglioso.Was this review helpful to you?
INDICAÇÃO - Glass Heart
Estava a procura de um drama interessante pra assistir quando me deparei com Glass Heart, um Jdrama lançado esse ano com uma temática que eu sou fã: a música.E olha o foi uma grata surpresa, porque eu não só gostei desse drama, eu amei. E, nesse blog pretendo compartilhar essa experiência com vocês.
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TEMATICA
Mas, antes de mais nada, me permita fazer um breve parênteses aqui sobre a questão da temática.
Apesar de amar histórias que falam sobre música, confesso que não tinha grandes expectativas sobre esse drama em particular antes de dar o play.
Isto porque quando se trata de doramas, salvo raras exceções (como, por exemplo, o excelente Kdrama: Maestra ao qual já até resenhei aqui na comunidade), até hoje eu ainda não tinha assistido um drama com essa temática que fizesse meu coração bater mais forte, que me fizesse vibrar a a cada novo episódio, como geralmente acontece quando realmente encontro algo no meu estilo.
Esse ano mesmo, assisti a um Kdrama que retratava a vida de um jovem em busca do sucesso através da música e posso dizer que foi um grande fiasco.
O drama começa morno e não cresce hora nenhuma, os personagens não cativam, a história não cresce, e de certo ponto em diante vira tudo uma grande politicagem, cheia de sujeira e corrupção do mundo do entretenimento.
Estou falando de Namib e sinceramente, não recomendo esse drama para ninguém, suspeito que se eu não tivesse visto durante o lançamento e tivesse que maratonar com certeza teria dropado ele facilmente.
Outros Kdramas que giram em torno do mundo da música que também não alcançaram as minhas expectativas e de certa forma me decepcionaram de alguma forma foram: My Lovely Girl, Castaway Diva e Doona.
Isso sem contar os que eu sequer consegui sobreviver aos primeiros episódios e acabaram entrando pra lista de dropados.
O blog ficaria imenso se eu começar a discorrer sobre esses dramas que mencionei. Mas eu queria coloca-los aqui de alguma forma pra que você entendesse que nem tudo são flores, quando tentamos achar algo legal dentro de uma temática que amamos.
Enfim, apesar de já ter assistido vários filmes estrangeiros sobre essa temática e amado, ter me divertido com programas de música do mundo afora. Não tive muita sorte quando tentei encontrar algo legal no mundo dos doramas em geral.
Mas ai Glass Heart apareceu na minha vida pra virar esse jogo e mudar a minha história com doramas de música.
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O RITMO
Em termos de ritmo posso dizer que Glass Heart é aquele tipo de história que começa no 12 e só vai melhorando e te prendendo cada vez mais, a cada novo episódio.
Ao meu ver, fizeram um belo trabalho em manter a curiosidade do telespectador aguçada. Porque todos os episódios terminavam no ápice.
É como se o drama te prendesse tanto que te deixasse vidrado na tela. Porque eu tinha uma sensação muito forte de desespero sempre que um episódio terminava.
Eu confesso que amo dramas que me dão essa sensação de desespero pelo próximo episódio. Como se eu nem fosse conseguir esperar pra ver o que vem a seguir.
Tem muito tempo que eu não tinha esse tipo de sensação e olha que sempre estou assistindo alguma coisa. Então, não dá pra dizer que é por falta de oportunidade.
Você também tem a sensação que dramas que realmente te prendem de jeito estão ficando escassos?
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O ENREDO
Tudo começa com Saijo Akane em um festival de música, uma baterista que foi expulsa da banda que participava. Frustrada com isso ela começa a tocar sua bateria em meio a uma tempestade. Mal sabia ela que Fujitani Naoki, um músico genial estava ali.
Enquanto ela toca sua bateria, ele começa a tocar o piano para acompanhar o ritmo dela, os dois nem chegam a se ver, mas acaba sendo algo único e marcante para os dois.
Anos depois Naoki resolve montar uma banda e convida Akane pra participar dela: ao lado de Takaoka Sho um guitarrista experiente e de Sakamoto Kazushi um multi-instrumentista talentoso.
A partir dali tudo muda na vida desses 4 músicos.
É super interessante ver como pessoas tão individualistas e geniosas aos poucos vão se envolvendo tanto na banda que acabam se tornando um grupo tão unido e colaborativo.
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A OST
E olha eu preciso destacar que as músicas compostas e tocadas ao longo da história pela banda Tenblank são incríveis.
Não sei dizer qual eu gosto mais, suspeito que todas vão acabar entrando na minha playlist de qualquer forma.
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ATUAÇÃO
As atuações estavam tão incríveis que deram mesmo a impressão que aqueles atores estavam mesmo participando ativamente da banda.
Os instrumentistas pareciam estar tocando de verdade, e o vocalista não deu a impressão de estar dublando as músicas hora nenhuma.
Não procurei saber sobre os bastidores do drama e como foi esse processo todo pra eles. Mas todos fizeram um belo trabalho na interpretação dos seus respectivos personagens.
Com certeza devem ter feito aulas dos instrumentos que tocariam ao longo da história. Pra quem não sabe, se esse trabalho não for feito corretamente fica tudo muito falso, e eu sou bem exigente com isso já que também sou instrumentista hehehe.
Dá pra dizer que músicos de verdade são todos exigentes nesse quesito e percebem facilmente quando é dublagem e quando se esta fingindo tocar certos instrumentos.
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O ROMANCE
Por fim, preciso destacar que gostei bastante de como a história se desenrolou com foco realmente na música, sem deixar que outras coisas em paralelo roubassem a cena.
Ao longo da história vemos a formação gradual de um casal. Mas posso dizer que o romance não sobrepujou em momento algum a temática da história. Pelo contrário, ele acabou sendo um elemento que tornou tudo ainda mais especial.
Amei o fato de que não tivemos aqui aquele tipo chato de romance cheio de idas de vindas ou de briguinhas desnecessárias. Foi tudo muito bem encaixado na trama.
Sempre me incomodei bastante que em produções americanas de histórias com essa temática e na temática de medicina também: o romance aparece sempre regado a muita sensualidade, chegando a ser algo bem vulgar.
Se isso também te incomoda pode ficar tranquilo que isso não acontece aqui.
Os doramas em geral não têm essa característica, mas, infelizmente, a influência da Netflix e de suas pautas pra lá de duvidosas, ao longo do tempo, têm trazido esse e outros vieses que não me agradam para alguns dramas asiáticos, o que é uma pena.
Mas isso é um assunto tão complexo que, com certeza, daria muito pano pra manga. Então, vamos encerrar por aqui.
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This review may contain spoilers
la musique c'est la vie
J'ai mis beaucoup de temps à commencer ce drama parce que j'avais peur d'être déçue. En revanche, une fois que j'ai commencé, impossible de m'arrêter. Je suis également musicienne mais pas aussi impliquée que Tenblank. je n'ai clairement pas le même talent. Mais je comprends parfaitement l'état d'esprit des musiciens. Je suis également une grande fan de rock et là j'ai été servie.la musique est géniale, les acteurs sont incroyables, le scénario est lui aussi très bien construit et développé. les effets spéciaux avec les ralentis parfaitement intégrés. J'ai été bluffée.
je n'ai rien trouvé de négatif, j'ai beaucoup pleuré sur les deux derniers épisodes notamment.
j'adore l'acteur principal Takeru Satoh qui a montré un talent incroyable à interpréter un chanteur musicien avec toute sa folie et son génie.
La fin est d'une tristesse à pleurer longtemps mais elle est très belle.
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Produzione eccellente vs sceneggiatura debole
La trama risulta prevedibile: troppo vicina ai cliché del manga e del rom-drama, con i soliti archetipi — il genio tormentato, la ragazza talentuosa, il grande sacrificio, la malattia grave. La produzione, la musica e le performance musicali sono solide, ma la sceneggiatura, lo sviluppo dei personaggi e le loro motivazioni poco credibili rappresentano un vero tallone d’Achille.Resta anche difficile capire quale storia voglia davvero raccontare: è un racconto di una band? Una storia d’amore? Un dramma musicale che poi scivola nel tema della malattia terminale?
Il cast è valido, la produzione è curata e l’elemento musicale è sicuramente attraente. Chi apprezza il genere — dramma musicale con estetica da “rock star” — probabilmente lo troverà coinvolgente; chi invece cerca un ritmo più serrato o una trama più compatta potrebbe rimanere deluso. La qualità tecnica, sia visiva che sonora, lascia un’impressione positiva anche quando la scrittura mostra delle crepe.
Inoltre, il ritmo è spesso lento e ripetitivo, al punto da risultare esasperante… e alla fine io mi sono davvero annoiata.
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Cœurs fragiles mais brûlant pour la musique...
Je n’y allais que d’une fesse, les histoires de Boy’s band ne m’intéressent que peu et je ne suis pas fan inconditionnelle de la Jpop ! Je ne connais partiquement pas le rock japonais, ni le rock en général d'ailleurs, Mais Takeru Sato...J'ai été vite conquise par les personnages, leur passion pour la musique, leurs failles et leurs secrets. J’ai aimé la façon dont ils s’apprivoisent peu à peu les uns les autres, et s’il y a une histoire d‘amour, elle reste extrêmement discrète, largement contrebalancée par l’amitié et la relation profonde qui s’établissent entre les membres du groupe. Ils sont très tactiles, d’ailleurs, pour des Japonais, ces musiciens ! Bon, il y a des moments où la réalité disparaît au profit d’une belle scène (le duo sous une pluie battante : qui jouerait sur un piano à queue sous un vrai déluge avec un son toujours parfait ? ou un concert sur une vedette qui avance sur la mer, et où sont les projecteurs, les amplis, et surtout c’est manifestement un son studio, en non plein air !) Mais en échange les scènes sont très jolies, et tout le drama est réalisé avec une recherche esthétique dans la lumière, la photo, le montage, ce qui lui donne une certaine qualité. J’ai beaucoup aimé aussi l’atmosphère des concerts, l’ambiance du milieu, et j’ai trouvé les chansons plutôt réussies ! (je rappelle que je n'y connais rien et que je maudis souvent les paroles dans les sous-titres !)
Parlons des acteurs et en particulier de Takeru Sato ! J’ai bien cherché et je n’ai trouvé aucune mention d’études musicales ou de participation à un quelconque boy’s band ! Eh bien, je vous assure que sa performance est absolument bluffante, aussi bien au micro sur la scène, qu’au piano, on voit réellement un chanteur ou un pianiste en pleine action. Et on peut en dire autant de Miyazaki Yu à la batterie. Toutes les scènes de concert sont très très bien tournées, très réelles et crédibles (pour moi ! je n'ai vu qu'un concert de X Japan il y a 15 ans...)
Au total j’ai pris beaucoup de plaisir à voir ce drama qui n’a fait que renforcer un peu plus mon admiration pour Takeru Sato (je lui ferais bien son portrait, tiens ! Il a un visage aigu très intéressant !) et je le conseille(le drama !)surtout qu'il n’y a que 10 épisodes entre 45/50 mn chacun, 35 pour le dernier !
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Cœur de rockeur, pantoufle de verre.
Comme tous les dramas japonais diffusés sur Netflix, les reviews et les notes pleuvent sur kisskh seulement quelques heures après la mise en ligne. Preuve de la popularité de la plateforme (bande de binge-watchers). Souvent dithyrambiques, et classant ses dramas parmi les 20 premiers du top 100 japonais, en popularité, je me demande malgré tout s’il n’y a pas manipulation de la part de Big N. Si Alice in Borderland mérite sa place, One Piece ou First Love: Hatsukoi me semblent clairement surcotés. Notes et critiques pourraient être alimentés par une fanbase du manga ou de Sato Takeru trop zélée. Il rempile d'ailleurs ici, pour la plateforme, traînant avec lui d'autres pointures comme Masaki Suda, Shison Jun ou Noda Yojiro de Radwimps pour la BO. Et le thème exploré annonce déjà un hit sur la partition papier : Gloire et la déchéance d'un groupe de pop-rock. Alors vais-je, moi aussi, succomber aux sirènes du showbiz en classant ce drama parmi les hits pop rock de l'année ? Que dis-je… du siècle.Tout d'abord, on ne peut qu’être séduit par les premières minutes qui s'enchaînent comme un clip de Bon Jovi des années 90. Pluie filmée en 300 images par seconde résonnant sur une batterie, filmée par des nuées de drones 16K. Les mouvements de caméra sont en rythme avec la musique de Noda Yojiro, les séquences durent longtemps. Avant-arrière sur chaque membre, sans compter les plans ultra-ralentis. On connaît la chanson depuis MTV, mais putain, qu'est-ce que c'est beau. Le scénario pourrait ne pas exister que cette série serait déjà un hit. En production française, sur le même thème, on a Tout pour la lumière… vous imaginez la comparaison ? La BO s’écoute seule, comme souvent avec Radwimps, sans parler de l'album créé pour la série et interprété par le groupe fictif Tenblank. Mais j’y reviendrai, car d'autres pointures y ont participé. Restons sur l'image, la lumière et les couleurs qui éclatent tout du long, pas seulement dans les concerts ou les faux clips, dont les deux réalisateurs doivent être coutumiers, mais dans chaque séquence calculée au cordeau, romantique comme tendue. Les inserts songs regroupent en plus aussi bien Taka que Mrs. Green Apple (évidemment) et vont parfaire le vernis.L'histoire de One OK Rock sera d'ailleurs une source d'inspiration inattendu pour la série. Les fans reconnaîtront les clins d'œil.
Mais l'inspiration du groupe Tenblank se cherchera plutôt du côté de [Alexandros], dont Sato Takeru reprend ici les tics vocaux. Même si certains auront l'impression d'entendre VK Blanka ou Galileo Galilei. Si bien qu’aux premières secondes de chant (patientez épisode 2 seulement) il me semblait impossible que ce soit l'acteur lui-même qui interprète. Son interprétation, d’ailleurs, est à la hauteur du personnage, même si, clairement, on le présente comme un elfe du showbiz asexué, affublé du pouvoir magic de la musique, placé sur Terre pour faire le bien par ses mélodies. J'exagère à peine son génie. Assurément, il est tellement parfait et lunaire en compositeur habité qu'il ne fait pas caca comme vous et moi ?
Mais les séries ou comédies musicales n'ont jamais vraiment brillé par leur scénario, souvent résumé à une romance impossible ou interdite qui devrait se finir mal façon Roméo et Juliette, mais toujours bien sur Netflix. Et c’est surment le cas ici. Après avoir maté 5 épisodes, j'en suis persuadé. Certains durent moins de 40 min (Big N, escroc !) proposant 20 min de musique et une pauvre action faisant avancer péniblement les amourettes. Jalousie, vengeance, neketsu. Les gambatte sont légion, si bien qu’on est à la limite d'un shôjo manga. Les musicaux étant nombreux, débouchant inlassablement sur un nouveau girls rock band, Netflix s’est plutôt attelé à adapter ce roman sous forte influence harem manga. Comme il se doit, toutes les personnalités masculines sont représentées : du lunaire, au sérieux, à lunettes évidemment, en passant par le rebelle au grand cœur. Rôle qui a dû beaucoup amuser Masaki Suda, souvent critiqué pour ses chansons trop midinettes.
Midinette d’ailleurs très bien jouée par Miyazaki Yu, qui se révèle son jeu ici, tout en copiant le jeu de Nagano Mei ou Nounen Rena à leurs débuts. Comme Yu-chan paraît très jeune du fait de la production, on sent un peu le malaise face à tous ces trentenaires ayant bourlingué dans le monde sulfureux du Rock et à sa candeur. On était plus habitué à la création d'un groupe au lycée, voir au collège. Les membres ayant environ le même âge, cela nous parait plus saint, à nous occidentaux. Mais la musique et la réalisation méritent qu'on passe du temps dans cet univers rose bonbon et blouson noir au grand cœur. Les méchants ne restent pas méchants très longtemps et tout se termine en chanson, comme chez Astérix
N'ayant pas fini la série au moment où j'écris ces lignes, je n'arrive quand même pas à imaginer une baisse de qualité, ni une véritable surprise scénaristique, tout juste une fin à la Netflix, matinée de happy end lourdement suggéré. Je fais donc confiance aux autres critiques et notes et mets moi-même la note maximale, participant à la grande mascarade des classements orchestrés par les maisons de disques elles-mêmes.
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