BOM!
Achei bom! mas oque mais me pegou foi a atuação parada do est, não sei se foi pro papel, mas não me pegou! Enfim a série é muito boa, o William está PERFEITO com seus vocais, e a ideia de trazer um grupo que já existe pro bl foi muito boa!!!! Só não é 10 por causa das atuações meio chatinhas, mas achei o bl super fofoWas this review helpful to you?
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A perfeição em forma de BL
Já tinha assistido vários BLs de sucesso, principalmente dos ships populares e acabava sempre ignorando ThamePo porque simplesmente não me chamava a atenção... Até que a minha lista ficou escassa e resolvi dar uma chance. De cara já amei o plot de desentendimento e julgamento errado entre os protagonistas, e amei mais ainda o fato deles se darem uma chance de se conhecerem melhor. A química entre o William e o Est é perfeita, e a história dos protagonistas é tão leve e bem desenvolvida, que a gente até ignora que eles vão de fato ter algo lá pelo episódio 8. Amei a personalidade do Po, sendo tímido, porém decidido e sabendo seu valor e qualidades (e sofrendo por alguém não ter valorizado isso), e também amei o fato do Thame compreender isso e fazer questão de ser presente e mostrar para o Po que ele merece ser valorizado e reconhecido. O LYKN brilhou como Mars, cada um dando a sua contribuição. Dentre todos, Jun se destaca muito, principalmente por ser meio competitivo com Thame e isso soar rivalidade/inimizade, mas na verdade é a linguagem de amor da amizade entre os dois. A abordagem do abuso empresarial, relação tóxica de fãs e relacionamentos pessoais prejudicados pela fama foi abordada perfeitamente na série, não fazendo dos relacionamentos algo chato e massivo de acompanhar. Por fim, a fotografia, atuação e trilha sonora são impecáveis.... É difícil achar um defeito nessa série, tudo fluiu muito bem e acabou se tornando meu BL favorito 🥰Was this review helpful to you?
Emocionante e inesquecível
ThamePo foi uma das histórias mais maduras que eu já vi dentro do gênero.A série fala sobre o lado difícil da vida dos idols e sobre como, dentro de uma indústria tão cruel, amar pode quase ser tratado como um crime. Existe uma pressão constante para ser perfeito, para não errar, para não sentir… e é justamente aí que a narrativa acerta tão forte.
Eles tiveram uma sacada enorme ao colocar o K-pop como o “auge do sucesso”, quase um sonho máximo inalcançável, e depois mostrar que talvez a felicidade não esteja lá. Que sucesso não vale nada quando você precisa abrir mão de quem você é.
A construção do amor entre Thame e Po é linda porque é silenciosa, cuidadosa e cheia de medo. Não é um romance impulsivo, é um sentimento que cresce mesmo sabendo das consequências. Dá pra sentir o peso de cada escolha deles.
Mas, além do romance, a amizade do MARS foi algo que realmente aqueceu o coração. A série mostra que, antes de idols, eles são jovens tentando sobreviver juntos. O companheirismo ali é tão importante quanto o amor.
A atuação do WilliamEst foi absurda de boa, muito natural e sincera. E o LYKN como grupo trouxe uma verdade muito grande pra história, porque você realmente acredita naquele universo.
ThamePo não é só sobre romance. É sobre sonhos, identidade, liberdade e sobre escolher ser feliz mesmo quando o mundo inteiro espera outra coisa de você.
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Espetácular
Apaixonada por esse grupo (exc Jun) hahaha mas eu amei cada segundo, valeu cada lágrima (só eu?) me emocionei algumas vezes com as histórias deles e os sonhos. Amei cada momento deles juntos, as vezes querendo arrancar os cabelos do Jun, mas ele foi essencial pra algumas decisões. Ahh e os momentos de Thamepo juntos? eu me apaixonei de novo por eles.... lindos juntos.assistam, vão amar. 💖
Quão alto você acha que nossos corações estão?
Quão rápido é o seu batimento cardíaco?
Mas meu coração bate mais rápido que isso.
Quando estou perto de você
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uma critica, uma autocritica?
eu acompanhei desde do começo e digo: acertaram tanto aqui que eu me assustei.conseguiram criticar todos os lados da moeda: fãs loucas, empresas e seus contratos abusivos e um ex aproveitador que merecia um murro; tudo isso com um romance lindo e bem desenvolvido do ladinho pra morrermos de amores. a dinamica do casal foi linda, a critica por cima dela foi valida e condizente com a realidade de muitos famoso que passam por isso. a banda e maravilhosa e a maneira que eles foram se reconectando foi linda.
so assistam! ver esse processo foi muito prazeroso e estou com saudades
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10/10 A Heartfelt Symphony of Love and Struggles
ThamePo: Heart That Skips a Beat is a 2024 Thai romantic drama series directed by Aticha Tanthanawigrai, starring William Jakrapatr Kaewpanpong and Est Supha Sangaworawong, alongside the members of the Thai boy band LYN. Co-produced by GMMTV and Parbdee Taweesuk, this 13-episode series captures the complex realities of the idol industry and the human relationships that evolve within it.The story revolves around Pawat "Po" Nuenganan, an aspiring videographer, who is hired to document the final concert of the boy band MARS before their disbandment. Po becomes a confidant to the band's leader, Teema "Thame" Kanjanakitkul, who is on the verge of debuting in South Korea. As tensions among the band members unravel, Po helps Thame reconcile with his group while navigating a budding romance that must remain hidden from the public eye.
Initially, I wasn't convinced this series would stand out. The premise seemed overused, and the chemistry between the leads didn't quite shine in the trailers. But watching ThamePo proved me wrong. Not only did Est and William deliver nuanced performances, but the entire LYKN ensemble brought authenticity and depth to the narrative.
The series excels in portraying the darker side of the entertainment industry, from the relentless scrutiny idols face to the challenges of maintaining a "perfect" image for fans. It highlights real issues, such as internal competition, favouritism, and the heartbreaking reality of fans rejecting idols for simply falling in love. These insights add a layer of realism and emotional weight to the story, making it more than just another BL romance.
The relationship between Thame and Po is the heart of the series, offering a refreshing take on romantic dynamics.
Their connection is built on patience, care, and mutual understanding, creating moments that feel pure and genuine. Thame's attentiveness and Po's quiet strength make their relationship a beacon of green flags in the genre.
The slow-burn progression of their love is tender, and their small, heartfelt gestures resonate deeply.
However, the series doesn't shy away from the harsher realities of their situation. The breakup episode between Thame and Po is a standout moment, delivering emotional impact while reflecting the brutal pressures of the entertainment industry. It's a poignant reminder of the sacrifices idols are forced to make for their careers.
The camaraderie within the MARS group is another highlight. Despite conflicts and misunderstandings, the bond between the members feels genuine and evolves beautifully over the course of the series. The show effectively balances the tension and support within the group, showcasing the complexities of friendship in a high-pressure environment.
Visually, ThamePo impresses with its cinematography and production quality. The wide shots and vibrant colours elevate the storytelling, while the music, performed by LYKN, enhances the emotional beats of the series. William's singing adds an extra layer of authenticity, making the portrayal of MARS feel genuine.
Pepper's para social fan storyline was inevitable and vital, and it could have been explored further, these shortcomings don't overshadow its overall impact.
ThamePo: Heart That Skips a Beat is a journey of love, friendship, and resilience. It sheds light on the challenges idols face while delivering a heartfelt, slow-burn romance that lingers in the viewer's mind. For fans of emotionally rich and beautifully crafted dramas, this series is a must-watch.
A touching, thought-provoking gem that strikes the perfect balance between drama and romance.
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Herzschläge zwischen Bühne und Alltag
Hinweis: Folgende Zeilen stellen meine persönliche, subjektive Einschätzung der Serie dar.ThamePo Heart That Skips a Beat hat mich vor allem durch die Geschichte rund um die Band überzeugt. Der Einblick in den Gruppenalltag, die Dynamik zwischen den Mitgliedern und das gemeinsame Ziel, als Band zu funktionieren, bilden das emotionale Zentrum der Serie und geben der Handlung eine solide Grundlage. Auch musikalisch bleibt die Serie in Erinnerung, der zentrale Song der Serie hat es bei mir direkt auf die Playlist geschafft.
Schauspielerisch überzeugt der Cast durchgehend. Alle Figuren wirken glaubwürdig in ihren Rollen. Besonders angenehm ist, dass sich keine Figur deutlich schwächer anfühlt, das Ensemble funktioniert insgesamt sehr harmonisch.
Das Thema „Idols sind auch nur Menschen und wünschen sich Beziehungen“ wird klar angeschnitten und bildet einen wichtigen Unterton der Geschichte. Dieses Motiv hätte durchaus noch stärker beleuchtet werden können. Gleichzeitig ist nachvollziehbar, dass eine intensivere Auseinandersetzung dieses Themas die Serie erzählerisch deutlich komplexer gemacht hätte. In diesem Sinne bleibt ThamePo zugänglich und verzichtet darauf, sich in zu vielen gesellschaftlichen Nebensträngen zu verlieren.
Die BL Liebesgeschichte selbst ist leicht, vorhersehbar und folgt bekannten Genremustern. Genau das schmälert ihre Wirkung jedoch nicht. Vielmehr ist sie ruhig und herzerwärmend erzählt. Die Beziehung entwickelt sich mit gegenseitigem Respekt, was sie besonders angenehm zu verfolgen macht. Das Main Couple ist sympathisch, und man fiebert ganz selbstverständlich mit ihnen mit.
ThamePo ist eine sanfte, emotionale BL Serie, die weniger auf große Überraschungen setzt, sondern auf Atmosphäre, Musik und Sympathie. Die Kombination aus Band Thematik und Romance funktioniert sehr gut, auch wenn manche Themen bewusst nur angerissen werden. Diese Zurückhaltung macht die Serie leicht konsumierbar.
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Muito bom, mas carece de brilho
Acho que esse drama eu assisti na vibe errada KKKKKK foi uma recomendação de alguém que assistiu e gostou muito, e sinto dor em não suprir as expectativas dessa pessoa, mas apesar do drama ser todo redondinho, seja história, seja atuação, produção, tudo, não brilhou para mim.Tentei ser o mais honesta possível na nota, porque realmente é uma excelente produção, mas na minha experiência, faltou algo na história, um brilho, um quê, um sabor... Não sei explicar.
O casal principal era muito fofo, apesar de achar o Po muito ingênuo... E o personagem do Jun? Insuportável na maior parte do tempo KKKK os demais secundários eram todos queridos. A história é bonita e fechadinha, mas não envolvente, infelizmente, e as ost são muchos boas, ponto alto do drama.
Dito isto, assista e tire suas próprias conclusões huhu.
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E se quella persona non fa parte del mondo dello spettacolo, e per di più è un ragazzo?
“ThamePo” non è di certo il primo progetto che parla di questo argomento, ma per qualche motivo mi ha particolarmente colpito.
Formata da 13 episodi da circa 45 minuti, questa serie non è giunta in Italia su piattaforme ufficiali, ma possiamo comunque guardarla facilmente grazie a diversi fansub amatoriali che hanno tradotte le varie puntate, settimana dopo settimana.
Il protagonista di questa storia è Po, un ragazzo che si è completamente azzerato per far in modo che il suo fidanzato, Earn, raggiunga il successo desiderato: lascia il suo lavoro da regista per cui ha studiato e lo aiuta ad aprire e avviare la sua attività. Solo che, quando le cose sembrano andare per il verso giusto, Earn decide di lasciare Po.
Con il cuore a pezzi, Po si rimbocca le maniche e cerca di fare più colloqui possibili per trovare un lavoro, ma inutilmente: tutti vanno a battere sullo stesso punto, ovvero il buco di tre anni in cui Po non ha lavorato.
In suo aiuto giunge Baifern, migliore amica di Po, nonché fan accanita del gruppo T-pop Mars, famosissimo in tutta la Thailandia: lei mette una buona parola per lui in modo che abbia un colloquio con la casa di produzione dei Mars, infatti, non è una semplice fan, ma la fondatrice del fan-club del gruppo.
Po vince il suo scetticismo e ottiene il lavoro, ma ben presto scopre che il video di cui si dovrà occupare non è una semplice clip che verrà trasmessa al prossimo evento dei Mars, bensì un video di addio che i membri dovranno girare e che sarà proiettato al loro ultimo concerto.
I Mars si stanno sciogliendo: i membri non vanno più d’accordo e il leader, Thame, ha deciso di firmare un contratto da solista in Corea, quindi presto si dovrà trasferire.
Il primo incontro fra Po e Thame non è dei migliori.
Po rivede nell’egoismo di Thame, che abbandona gli altri membri appena ha raggiunto il suo obiettivo, quello del suo ex.
Thame è convinto che Po sia un sasaeng (un fan tossico) che ha accettato il lavoro solo per scoprire qualche novità suoi vari membri del gruppo.
Dal loro scontro si crea, per fortuna, un dialogo che fa capire a Thame che Po non è un fan accanito, anzi, non è proprio un loro fan, conoscendo i Mars solo di rimando grazie a Fen. Po riflette sulle parole di Thame e arriva alla conclusione che anche chi va avanti e lascia qualcuno indietro soffre e non sempre lo fa per un suo volere.
Da cosa nasce cosa e arrivano ad una decisione, ovvero riunire i Mars.
L’obiettivo imposto non è semplice visto che hanno una casa discografica contro, il cui interesse è solamente quello di far soldi e la loro gallina dalle uova d’oro è proprio Thame, ma come solista.
Gli episodi risultano scorrevoli e ben bilanciati tra storia d’amore e focus sul gruppo.
Piano piano vengono presentati i vari membri dei Mars: il distaccato e attaccabrighe, almeno in apparenza, Jun; il freddo e arrabbiato Dyaln; il più piccolo e confuso ballerino del gruppo, Nano; il maturo Pepper che nasconde, però, un segreto.
La recitazione forse è il tallone d’Achille di questa serie poiché non sempre splende: ma è tutto giustificato dal fatto che nessuno dei protagonisti nasce come attore.
Po è interpretato da Est che ha già avuto qualche ruolo come attore secondario in qualche serie, ma non dimentichiamoci che lui è principalmente un nuotatore che fa parte della nazionale thailandese e che ha vinto diverse medaglie.
Nonostante questo, Est dà vita a un Po calmo e riflessivo, dal grande cuore, pronto ad aiutare gli altri, ma che non ha nessuna fiducia in se stesso e nelle proprie capacità.
Anche William è stato un protagonista bravissimo: all’apparenza distaccato e irruento, si rivela poi tutto l’opposto, grazie anche a sguardi dolcissimi e preoccupati verso Po e verso i suoi compagni.
I cinque ragazzi che interpretano i membri dei Mars sono un gruppo T-pop vero e proprio, i LYNK. William, Nut, Hong, Nano e Tui sono i finalisti del programma Project Alpha del 2023 in cui si sono dovuti sfidare con gli altri concorrenti a suon di canzoni e balli per conquistare l’occasione di poter debuttare. La recitazione, quindi, non era nelle prove che hanno dovuto superare, ma hanno dato comunque dimostrazione di essere bravi, con qualche miglioramento anche in quello.
Forse con questo si spiega anche un altro punto che non mi è piaciuto di questa serie, ossia come sono stati truccati i personaggi.
Non nego che all’inizio avevo bypassato la visione di “ThamePo” perché non attratta dalle visual dei protagonisti, troppo truccati e troppo artificiosi, con abiti improbabili, cominciando a vedere la serie solo dopo aver letto pareri positivi.
È un difetto che rimane durante le puntate, ma è un look molto simile a quello che hanno i LYKN sul palco. Certo che sotto i riflettori è un conto, in un drama, che dovrebbe rappresentare la vita reale, è un altro, considerando anche che questi ragazzi sono bellissimi "acqua e sapone".
Sicuramente il fatto di aver usato un gruppo già esistente per creare un gruppo fittizio ha agevolato molti fattori: nella serie più volte possiamo notare spezzoni di MV o immagini reali del gruppo LYKN.
Per l’uscita di “ThamePo” sono state realizzate, inoltre, delle canzoni apposite, rilasciate via via con gli episodi e che i ragazzi, come LYKN, continuano a cantare ai propri concerti.
La loro sinergia e energia, sul “finto” palco e dietro le telecamere risulta ben visibile e naturale, probabilmente dovuto al fatto che i membri si conoscono già da tempo e hanno padronanza del mondo dello spettacolo.
Non è solo la linea sottile che divide i Mars dai LYKN ad essere un fattore che ha aiutato nella promozione della serie. I produttori hanno usato anche un altro piccolo escamotage che ha fatto breccia sul cuore di molti: Est ha partecipato a quasi tutti gli ultimi concerti dei LYKN al grido dei fans che hanno così pensato “Thame e Po sono davvero reali!”
Non che ci fosse bisogno di così tanta pubblicità. In questo drama non manca niente: buona musica (personalmente ho sbloccato un nuovo livello, dopo il J-pop e il K-pop, è arrivato il T-pop), amicizia, sacrifici e duro lavoro, voglia di stare insieme e anche una tenera storia d’amore.
Il focus è ovviamente sullo stress che devono affrontare i ragazzi dovuto soprattutto alle aspettative, spesso egoistiche, da parte dell’agenzia, dei giornalisti e dei fans; riguardo quest’ultimi abbiamo una grande portavoce, Baifern, di cui più volte abbiamo modo di ascoltare il punto di vista.
Non è tutto oro ciò che luccica e anche in questo caso è così. I ragazzi devono spesso rinunciare a se stessi, a ciò che vorrebbero fare veramente, ai loro rapporti, per poter continuare la loro ascesa al successo.
Perché, quando sei un idol, non esiste differenza fra la vita privata e quella sotto i riflettori.
I Mars cercano di affrontare tutto questo insieme. Dopotutto si sono allontanati già una volta e non vogliono che risucceda. Lo capiamo benissimo dai primi piani presenti che raffigurano forti abbracci e membri che si tengono per mano.
Non sono solo gli idol, però, a dover intraprendere una strada verso la crescita personale.
Po dovrà affrontare una grossa sfida e prendere una decisione difficile.
Insicuro sul proprio potenziale, forse perché non riconosciuto dal suo ex nel momento di maggior successo, Po si domanda se è meglio realizzare i propri sogni o essere fedeli ai propri principi, perché, a volte, la vita ci porta a una scelta fra i due.
In una società dove l’apparire è la cosa fondamentale, Po si chiede se sia giusto arrivare al successo ed essere lodato, ma non essere più se stesso o se è meglio non essere nessuno, ma apprezzato dalle persone che contano davvero.
Chi aiuta a districare la nebbia di dubbi di Po è proprio suo zio, figura sempre presente per il nipote, che ammette di non aver mai avuto un sogno, eppure è cresciuto e invecchiato bene lo stesso.
E non solo lui, ma anche gli altri protagonisti faranno capire a Po che l’importante non è essere luminosi, ma brillare per le persone che abbiamo accanto.
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