Hard to say anything yet but seems interesting
Okay so first of all i know i have only watched 1 episode, so this is made by only reviewing that, first ep. This series seems interesting, literally a (love)triangle just like on the title. Honestly its really hard to say anything yet since it has only recently started but looking good and definetly gonna continue. I highly recommend watching the first ep and you'll kow after that if its your kind of series. Im excited where this series will go and what all interesting stuff gonna happen, cant wait!!(also i gave music 5 just because i watched it with no volume so i dont know how it sounds)
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Punk?
Eu fui sedenta esperando tudo, mas não recebi nada. E olha… pior do que um casal que parece que vai se engolir, mas não tem química, é justamente o contrário: um casal com química ali vibrando em um dos lados, mas que simplesmente não entrega nada. E foi isso que aconteceu aqui, infelizmente. Você olha e pensa “agora vai”. Só que não vai. A série é gostosinha, dá pra assistir tranquila, os atores até que têm carisma e seguram bem o que precisam segurar.O Chiaki, pra mim, é aquele tipo de personagem que parece ter sido criado numa reunião onde todo mundo descreveu “o que acha que é punk” sem nunca ter trocado duas palavras com alguém da cena. Ele é rude sem motivo, fechado de um jeito que não transmite profundidade nenhuma, e ainda carrega esse ar de superioridade que soa mais como insegurança mal disfarçada. Tudo nele parece performático demais, como se cada gesto fosse ensaiado para parecer “rebelde”, mas o resultado acaba sendo só estranho. As expressões faciais exageradas, a postura dura, o jeito como ele fala, tudo parece montado, artificial. Não existe naturalidade, não existe autenticidade, só uma tentativa barulhenta e um pouco triste de parecer alguém que ele não é. E isso torna muito difícil torcer por ele, se conectar com ele ou sequer entender por que alguém cairia de amores por aquele cosplay de punk ambulante.
O Ae, por outro lado, é aquele protagonista que conquista você sem fazer esforço. Ele tem uma calma natural, uma sensibilidade bonita e um brilho que aparece tanto quando ele é estudante de moda quanto quando está vestindo a persona de modelo famoso. Diferente do Chiaki, ele não tenta parecer punk, ele simplesmente é, no jeito de pensar, de se vestir, de enxergar o mundo. Ele carrega autenticidade nos detalhes, seja na forma como observa as pessoas, seja na delicadeza com que trata aquilo que ama. E é justamente essa combinação de talento, vulnerabilidade e força silenciosa que faz dele o coração da série. Quando ele está em cena, tudo parece se encaixar; ele puxa a química, sustenta a emoção e dá profundidade até às situações mais simples. É o tipo de personagem que você entende, torce, sente junto, e que merecia um par romântico tão bom quanto ele.
E a química… olha, existe, mas ela vive quase exclusivamente do lado do Ae. Ele carrega as cenas, dá intensidade, dá brilho, dá direção. Sem ele, a relação simplesmente não se sustenta. O ator merece todos os elogios possíveis pelo que conseguiu fazer com o pouco que recebeu. A série soube construir isso com o Ae direitinho: olhares, aproximações, aquele clima de “se encostar mais um milímetro já era”. Mas aí quando chega o final… vem um sermão capenga que não combina com o que foi prometido. Eu achei que ia vir um impacto, um momento forte, alguma explosão emocional. Mas veio só um beijo xoxo e tchau.
Fazer o quê, né? Ainda assim, é gostosa de assistir, bem tranquila. Não é aquela série que vai mudar sua vida, mas também não é perda de tempo. Vai sem medo, e no final, pelo menos, o beijo é ok. Mesmo que, sinceramente, depois de tanta faísca, eu esperava muito mais fogo.
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Não é uma resenha oficial, mas gostaria de destacar alguns pontos.
❪ ₊⚠️ Pode conter Spoilers !!❛ A história é curta e os episódios tem mais ou menos 30 minutos, desconsiderando introdução e fim.
❛ Algumas pontas soltas e mal desenvolvimento dessas pontas soltas durante a série.
❛ Atuação um pouco caricata demais dos protagonistas.
Enfim, no geral a série apresenta o tema punk de forma leve; nem muito superficial e nem muito exagerada. Tem seus momentos de profundidade aqui e lá, mas como eu citei acima, de forma leve. O relacionamento dos protagonistas segue mais ou menos o mesmo estilo e acaba ficando um pouco mal justificado por conta da minutagem e do tempo de tela dos episódios... São muitas coisas para contextualizar e pouco tempo de tela... As músicas são maravilhosas e contribui muito para uma boa experiencia auditiva e visual com a série.
Sobre a caracterização, tanto do Chaki (que acaba sendo um pouco caricata, típico de ukezinho de bl japonês namdeska), Enaga (estudante) AE (modelo) e Ayumu Enaga no fim. São todos bem distintos e nota-se as diferenças de personalidade; sério, você consegue perceber claramente que mesmo o Enaga sendo a mesma pessoa, a postura e a linguagem mudam nos três momentos onde ele aparece como pessoa diferente, a linguagem corporal também muda... Além do estilo de se vestir que também é bem característico.
Os dois últimos episódios, no entanto, ficaram um pouco corridos demais pois de novo: Faltou ter mais tempo de tela para explicar várias coisas que estavam acontecendo e que haviam acontecido! A cena do desfile do AE com a peça de roupa criada por eles junto da cena de confissão de amor no fim são colocadas ali no meio “do nada” e acontece muito rapidamente, tipo, se você comparar o tempo de tela do AE desfilando no fim do ep7 e no começo do 8, praticamente é o dobro do tempo de tela que a cena mais importante da série teve. Bom, num mais a série é bem conforto, num geral é um refresco pra quem está tentando fazer uma pausa das bombas servidas pela Tailândia ultimamente.
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Algum personagem está com dor nas costas por carregar a história
Assisti ao BL e depois fui ler o mangá, mais por curiosidade mesmo. No geral, a adaptação é bem fiel, embora obviamente tenham cortado a maior parte das safadezas.Ainda assim, confesso que teria preferido que tivessem mantido uma cena de beijo mais intenso do que aquela cena de sonho com o Chiaki.
O grande destaque da série, sem dúvida, é o Yasunari. Tanto como Enaga quanto como AI, ele é um verdadeiro colírio para os olhos.
Na real, tenho a sensação de que o personagem dele carregou a série nas costas.
Inclusive, gostei mais da versão do BL do que do mangá nesse ponto.
No mangá, o Enaga passa basicamente uma vibe mais séria, enquanto o AI é só sedutor, sem muito além disso. Já no BL, o Enaga ganha mais personalidade, mais carisma, ele é fofo, divertido e o AI também ganha um pouco mais de profundidade.
Essa dualidade ficou muito mais interessante de acompanhar na adaptação.
Agora… o Chiaki.
Essa estética punk dele me incomodou bastante. Achei forçado, sinto que ele não era autêntico.
Além de ter uma personalidade bem irritante talvez? sei lá, não me passou muita credibilidade e afinidade
Um dos pouco pontos que gosto do personagem foi ele ter se apaixonado pelo Enaga e rejeitado o AI num primeiro momento.
Mas acho que a história teria funcionado melhor se o Chiaki tivesse se declarado ou que de algum jeito eles ficassem juntos e só depois ele descobrisse. Porque acho que assim ficaria mais claro para o Enaga que o Chiaki não gostava apenas de uma parte dele.
E, novamente, um problema recorrente dos BLs japoneses: a história termina justo quando os personagens ficam juntos.
Eu realmente sinto falta de ver a fase de namoro, a dinâmica do casal já estabelecido, algo que quase nunca é explorado.
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A TEMÁTICA É BOA MAS O CHIAKI ESTRAGA
Quando esse BL foi anunciado eu não ia assistir por se tratar de um triângulo amoroso (eu odeio triângulos amorosos), mas eu descobri que o triângulo era com a mesma pessoa então eu adicionei na minha lista. Mas conforme eu assistia eu tive um grande problema: o Chiaki.Chiaki é um personagem que desde o primeiro momento não me agradou, sua personalidade é rude, ranzinza e demostra um falso complexo de superioridade. Ser punk não significa ser da forma que ele é.
O Ae por outro lado é um ótimo protagonista que está em uma vida dupla para poder estudar moda sendo um modelo popular em ascensão. Tudo nele é cativante e ele sim entende o que significa ser punk, o que significa ter um estilo autêntico e próprio.
Toda vez que o Ae chamava o Chiaki de fofo eu fica tipo: sério mesmo? fofo? ele?... bom, se você está dizendo...
A cada elogio eu só conseguia pensar que a gente não está vivendo mesmo mundo kkkkkk.
Eu realmente não sei a quem culpar pelo personagem do Chiaki ter me incomodado tanto, porque pode ter sido a caracterização, a atuação do ator ou o projeto original já que essa é uma adaptação. O ponto é que as expressões faciais dele me deixaram muito desconfortável, era como ver uma grande caricatura do que é ser emo e punk. O jeito que a boca dele ficava, que os olhos se mexiam, as coisas que ele dizia. Nada disso me agradou.
E como consequência disso eu realmente não consegui entender o porque do Ae ter se apaixonado por ele, porque mesmo em contato com suas 2 personas ele não era interessante e nem agradável. Quando ele estava com o Enaga ele era grosso e prepotente (mesmo quando isso vai melhorando com o passar do tempo), e quando estava com o supermodelo de quem ele é fã ele era tão tiete que era desconfortável.
A cena em que a professora o repreende em seu primeiro croqui para o concurso dizendo que ele quer fazer tudo ser punk é muito significativa porque é exatamente isso que ele é, uma grande performance da cultura punk.
Do começo ao fim ele se mostrou inocente e perdido apenas copiando tudo que seu ídolo fazia, tanto que ele ficou confuso quando o Enaga expos sua visão sobre moda, dizendo que as roupas que você usa podem trazer coragem. Logo depois disso ele teve uma "revelação" que o fez concordar.
Conforme a trama avançava eu não conseguia deixar de sentir vergonha alheia pelo Chiaki. Por exemplo, depois que ele foi ignorado por seu ídolo ele decidiu correr atrás dele pela rua e o obrigar a ouvir suas desculpas. É muita falta de noção.
A química entre eles é muito baixa, eu sinto que todo o resquício de química que eu senti veio da ótima atuação do ator que faz o Ae, parecia que ele dava o norte, brilho e intensidade para as cenas. Ele fez um trabalho excelente.
Isso sem contar as pontas soltas, mas como esse é um projeto relativamente curto eu deixo passar.
Eu realmente aprecio a estética do projeto e o empenho em mostrar a vida noturna, esse foi definitivamente o ponto alto. Outro ponto alto foi como no começo cada episódio possuía uma cena sexy e erótica com gestos simples, pois naquele momento conexão estava sendo criada entre os protagonistas.
Gostaria de ver algum outro BL focado na subcultura punk no futuro, mas sem a representação caricata que vimos no Chiaki.
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Definitivamente maratonar um drama afeta e muito a maneira em que minhas resenhas são impulsivamente escritas e minhas notas atribuidas. Dei play neste drama assim que lançou o penúltimo, ou seja, no dia 20 e hoje no dia 27, assim que o último episódio foi lançado já consegui enxergar todo o drama de uma maneira um pouco mais racional.Eu gostei MUITO da maneira em que eles abordaram o punk na moda, como uma maneira de dar coragem as pessoas e super concordo, acho que a roupa, quando estamos meio perdidos ou procurando nos encontrar, ajuda a "ditar" e até mesmo "rotular" nossas essências.
Mas confesso que não gosto muito da maneira em que o personagem Sumiura Chiaki foi construído, mas pode ser que seja um pequeno problema que eu tive também com a questão de atuação do ator. Já o personagem AI/Enaga tinha uma certa persona, quem realmente era o original? Era o desajeitado Enaga, apaixonado por moda, ou aquele super poderoso e confiante AI?
Não digo que é um drama ruim, mas acho que ter esperado para ver o final acabou diminuindo minhas expectativas, mas mesmo assim achei o final bem morno. Talvez o plot da revelação deveria ter sido feita no penúltimo episódio seguindo o roteiro já típico, para que o último desenrolasse mais calmamente algumas ações/reações/resoluções.
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10/10 Insanely Good
10/10 Insanely GoodI genuinely loved Punks Triangle! It's pure gold-fresh, breathtaking, and brilliantly executed. The concept is unique, and it's one of those BLs that keeps you engaged from start to finish.
The story follows Chiaki, a reserved and awkward guy who's passionate about fashion and inspired by someone. The plot is simple, yet it manages to feel distinct. Chiaki finds himself torn between Enaga and EA, only to discover that they're the same person. He meets Enaga at fashion school where they become project partners. There's a reason EA needs to hide his identity, but I won't say more-you'll have to watch it yourself to avoid spoilers.
The chemistry between the leads is palpable, and the height difference is absolutely adorable. Honestly, I loved everything about this series-from the acting and cinematography to the plot, character development, and even the soundtrack. Every song perfectly matches the mood of each scene.
If I could rate it 10000/10, I absolutely would. Overall, Punks Triangle is a masterpiece and a must-watch.
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de más a menos
los dos primeros episodios son tan adictivos, sentí que se volvería una serie inolvidable para mi después de terminarla y lamentablemente no fue así Y ME DUELE PORQUE AME AL PERSONAJE DE ENAGA/AEvoy a ir directo al grano, el personaje de chiaki fue lo que me arruino todo, no exactamente su personaje sino a quien eligieron para interpretarlo
el actor que hace de enaga es quien sostiene toda la serie, pero buenoo el solo no iba a poder con todo cuando necesita de su coestrella para que la serie se eleve al siguiente nivel...
el personaje de chiaki me parecía interesante al inicio, me gusto todo eso de que era muy inocente, que solo le gustaba la moda punk por la estetica pero que era en realidad super tímido y tranquilo y todo ese jugueteo con AE sobre que le mostraría la vida nocturna, la diversión, las fiestas y eso... ese pequeño jugueteo fue todo coqueteo y creo que en ese aspecto el chico que hace de chiaki si logro tener una química bastante decente con su coestrella (la escena donde se están cambiando después de mancharse con pintura fue en realidad bastante sensual y todo eso)
además, me empezó a molestar la actitud tan antipática de chiaki con todo el mundo porque es que nunca cambio nada
pero nada, la serie se empieza a poner floja después de que AE empieza a sentirse mal por engañar a chiaki y lo ignora por mensajes
ese final se me hizo muy soso y la escena de beso no le hace honor a la química bastante decente que lograron
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