Details

  • Last Online: 7 hours ago
  • Gender: Female
  • Location: Brasil
  • Contribution Points: 0 LV0
  • Roles:
  • Join Date: July 6, 2025
Completed
Crash Course in Romance
0 people found this review helpful
Jul 13, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 6.0
Rewatch Value 8.5

Quando percebi, já estava envolvida e rindo com o coração na boca.

Achei que fosse só mais uma comédia romântica colegial… mas é muito mais: é afeto com aula de matemática emocional, é drama com lousa e afago.

📚💘 Comecei achando que era sobre provas e vestibular.
Mas era sobre as provas da vida — e os reforços de amor que a gente precisa pra passar por elas.

A história gira em torno de uma ex-atleta (maravilhosa, mãezona, batalhadora) que agora vende banchan (refeições prontas) e faz de tudo pra garantir o futuro da filha. E do outro lado temos o professor de matemática mais cobiçado da Coreia — famoso, excêntrico, e emocionalmente esgotado. Quando os mundos deles colidem, a equação do dorama ganha todas as variáveis possíveis: romance, maternidade, saúde mental, críticas ao sistema educacional e muita, muita empatia.

✨ “Alguns aprendizados não vêm do quadro — vêm do coração que ainda tem espaço pra ensinar e ser ensinado.”

Eu me apaixonei por como o roteiro equilibra humor e temas pesados com leveza, sem banalizar nada.
Tem discussão sobre burnout, pressão dos vestibulares, depressão, competição tóxica entre mães, e ainda assim, a série é reconfortante como arroz quentinho depois de um dia difícil.

O romance?
Ai, aquele tipo maduro, construído devagar, com respeito e admiração mútua.
Você torce, vibra, e até faz silêncio pra não atrapalhar a tensão de cada aproximação.

Os personagens secundários são outro show: a filha é um amor, as amigas são cúmplices, e até quem irrita, emociona.

✨ “A vida cobra boletim todo dia.
Mas às vezes, tirar um 7 em paz vale mais do que um 10 no desespero.”

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Inspector Koo
0 people found this review helpful
Jul 13, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.0
Acting/Cast 9.0
Music 7.0
Rewatch Value 7.5

Entra na linha: Mulheres excêntricas, geniais e completamente fora do padrão.

🔍🕶️ Não é sobre crimes perfeitos.
É sobre mentes imperfeitas brilhando em cada esquina da loucura.

Eu comecei achando que seria só mais um drama policial com protagonista diferentona.
Mas não, minha amiga. Essa série tem o caos de “Killing Eve”, o sarcasmo de “Sherlock”, e uma pitada agridoce de humor negro coreano — do jeitinho que eu gosto.

Koo Kyung Yi, a protagonista, é uma ex-detetive que vive reclusa, bebendo, jogando e investigando crimes reais como se fossem parte de um jogo online.
Mas quando uma série de assassinatos “maquiados de acidente” começa a pipocar, ela volta à ativa.
Só que o mais genial aqui é o embate com a antagonista: uma serial killer jovem, debochada e… absurdamente carismática.

✨ “A linha entre gênio e insanidade?
Aqui ela dança de salto alto, com trilha sonora pop e risada debochada.”

O dorama entrega tensão, reviravoltas, estética ousada e uma narrativa que foge do comum.
É mais thriller psicológico do que mistério clássico.
É mais sobre obsessão, trauma e conexões doentias do que sobre provas ou balística.

Koo Kyung Yi é daquelas personagens que você quer proteger, mesmo quando ela faz tudo pra ser insuportável.
Ela tem bagagem, dor não resolvida, uma inteligência cortante e um humor que beira o trágico — e eu amei cada segundo disso.

✨ “Não existe só o bem e o mal.
Existe o que sobrevive dentro de cada uma de nós — mesmo quando tudo parece quebrado.”

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Hyde, Jekyll, Me
0 people found this review helpful
Jul 13, 2025
20 of 20 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 8.0
Acting/Cast 9.5
Music 8.0
Rewatch Value 8.0

Sim, eu torcia pelos dois, mesmo sendo a mesma pessoa

Hyde, Jekyll e Eu” foi aquele dorama que eu comecei com o pé atrás, mas o Hyun Bin piscou com aquela voz grave e… pronto, estava fisgada na dualidade, no trauma e no romance entre personalidades. E ele mandou muito bem!

🎭💔 Comecei por curiosidade, continuei pelo Hyun Bin e terminei porque, no fundo, eu torcia pelos dois — mesmo sendo a mesma pessoa.

A história gira em torno de Goo Seo Jin, um CEO frio, racional e zero carismático (no começo, claro), que sofre de transtorno dissociativo de identidade. Quando o estresse atinge níveis altos, ele se transforma em Robin, sua outra personalidade: gentil, sorridente, quase um príncipe de conto moderno.

E aí entra ela — a protagonista determinada, que trabalha no parque de diversões da empresa dele e, sem querer, se vê envolvida com os dois.

✨ “Como amar alguém que é dois?
Como escolher, se cada parte carrega um pedaço do coração dele?”

O dorama tenta mergulhar na psicologia, mas acaba flutuando mais no melodrama romântico.
Tem bons momentos: a atuação do Hyun Bin segurando dois papéis completamente diferentes é um show à parte (e um deleite, sejamos honestas). E a protagonista tem carisma, presença e até paciência — o que é necessário, já que o enredo tem suas idas e vindas, e às vezes parece andar em círculos.

Confesso que teve horas que desejei um pouco mais de profundidade no roteiro, mais ousadia na direção, e menos enrolação entre crise e flashback.

Mas ainda assim, entrega emoção, amor em crise e aquele toque de fantasia psicológica que não se vê todo dia.

✨ “Às vezes, o maior conflito não é entre duas pessoas…
é entre o que você mostra e o que você tenta esconder.”

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Hwarang
0 people found this review helpful
Jul 13, 2025
20 of 20 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 8.5
Acting/Cast 9.0
Music 7.5
Rewatch Value 8.0

A coragem não está em sacar a espada, mas em tirar a máscara.

Dorama que serve tudo ao mesmo tempo: ⚔️ história, 💁‍♂️ galãs de franja impecável, 🎭 intrigas políticas e 💔 amores impossíveis.

👑🌸 Eu fui pelo elenco… e fiquei porque, no fundo, o coração também gosta de uma guerra bem penteada.

Comecei achando que seria um dorama histórico padrão — e sim, tem todos os ingredientes clássicos: reino dividido, identidade secreta, amizade masculina forjada na dor, e um triângulo amoroso pra colocar fogo no hanbok.
Mas o que me pegou foi o combo “beleza, lealdade e redenção” que atravessa todos os episódios.

Os Hwarangs são jovens guerreiros da elite que precisam aprender a lutar juntos, mesmo tendo passados opostos e feridas abertas.
E no meio disso, está ele: o rei escondido, criado no anonimato, tentando descobrir quem é — e se deve ser.
E o protagonista alternativo (aquele que te faz repensar o "team" toda semana), com alma rebelde e coração gigante, vira a coluna emocional da história.

✨ “Às vezes, a coragem não está em sacar a espada.
Está em tirar a máscara.”

O dorama entrega cenas lindas, trilha sonora marcante (e sim, tem V do BTS no elenco e na OST), e um bromance que vale mais que qualquer romance romântico.
As mulheres da trama também têm força, mesmo com menos espaço, e trazem camadas importantes pro desenvolvimento do enredo.

Mas aviso: tem barrigas no roteiro. Tem decisões que irritam.
Tem episódios que são pura beleza e outros que ficam na repetição do drama palaciano.

✨ “Nem todo herói nasce pronto. Alguns são esculpidos pela dor, pela amizade...e pela chance de mudar o próprio destino.”

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Don't Dare to Dream
0 people found this review helpful
Jul 13, 2025
24 of 24 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 9.0

Nem toda rivalidade é por amor. Às vezes, é só o ego querendo aplauso.


Comecei “Encarnação da Inveja” achando que seria só mais um triângulo amoroso com clima de redação de telejornal… mas me enganei. O dorama não tem só romance — tem sobrevivência. E é exatamente isso que senti: estava assistindo uma mulher tentando sobreviver num mundo que insiste em dizer que ela não merece estar ali.

A Na Ri me conquistou com aquela mistura de vulnerabilidade e teimosia. Ela não é perfeita (graças aos deuses dos doramas), mas é real. Tem seus tropeços, suas ilusões e suas coragens. E quando ela entra naquele noticiário, dividindo câmera e tensão com Lee Hwa Shin — um âncora arrogante, orgulhoso e deliciosamente irritante — eu já sabia: ia rolar treta das boas.

Tem rivalidade profissional, sim. Tem ciúmes, sim. Mas o que mais me pegou foi como a trama expõe a competição feminina imposta pelo sistema. As colegas viram rivais, a autoestima vira alvo, e o coração vira prêmio. No meio disso tudo, ainda tem o melhor amigo do mocinho, que entra no jogo e bagunça o tabuleiro inteiro.

Mas o que mais gostei foi o equilíbrio entre drama e leveza. O roteiro dosa bem as críticas sociais com aquele humor que vem na hora certa. E a química dos protagonistas? Dá gosto de ver. Inclusive, teve cenas que eu pausei só pra rir e voltar — porque a tensão romântica ali é pura faísca de verdade.

✨ “Aprendi com a Na Ri que o sucesso, às vezes, não é chegar no topo — é resistir aos empurrões e continuar em pé.”

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Hospital Playlist
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 9.0

Afeto, jaleco e banda no porão.

Pensa num dorama que não grita, não exagera, não apela.
Ele chega de mansinho, senta no sofá com você, e antes que perceba, já virou da família.
E eu vivi como se fosse parte da banda — desafinada, mas emocionada.

🏥 Eu não assisti esse dorama. Eu convivi com ele.
Foi minha válvula de escape, meu cobertor, meu manual de humanidade em 12 episódios.

Tudo começa com cinco amigos médicos, unidos desde a faculdade, agora trabalhando no mesmo hospital.
Mas o que parecia só mais um “Grey’s Anatomy com kimchi” virou uma ode à vida comum — e aos milagres que moram no ordinário.

Tem plantão, sim. Tem morte, sim.
Mas também tem risada, almoço compartilhado, discussão por causa de quem vai cantar no ensaio, e uma amizade que é tão real que dá vontade de ser o sexto membro do grupo.

✨ “Às vezes, o que salva a gente não é a medicina. É o afeto entre um caso e outro.”

Cada episódio parece um capítulo da nossa própria vida — com cenas longas, conversas banais que dizem muito, e histórias de pacientes que marcam mais do que diagnósticos.
E a trilha sonora? É como a própria série: reconfortante, nostálgica, cheia de alma.

Os romances são sutis, os dramas são humanos, e os personagens?
Ah, eles são gente. Com ego, com empatia, com cansaço, com burrice, com amor.

✨ “Se a vida fosse uma música, que sorte a nossa poder tocar juntos.”

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Hometown Cha-Cha-Cha
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 10
Rewatch Value 9.0

Dorama tipo abraço de vó num dia difícil

“Hometown Cha-Cha-Cha” é aquele tipo de dorama que a gente assiste como quem toma um café coado com bolo simples: conforto, calor e uma pitada de saudade do que nunca viveu.

🌊🦷 Eu fui pelo romance e fiquei pelo povo.
Esse dorama não me levou pra uma vila à beira-mar — ele me trouxe pra casa.

A história começa com Yoon Hye Jin, uma dentista super urbana, pragmática e cheia de trauma engomado, que decide abrir consultório em uma vila costeira chamada Gongjin.
Lá ela conhece o Chief Hong — o faz-tudo da cidade, cheio de habilidades, segredos e silêncios.
E… o slow burn entre eles é daqueles que nem parece que vai pegar fogo, mas quando pega… a gente já tá apaixonada por ele, por ela, e até pela senhorinha da peixaria.

O romance é só o molho.
A alma do dorama tá na comunidade, nas pequenas gentilezas, nos dramas cotidianos que a cidade grande não vê.
São pessoas que brigam, fofocam, se metem — mas cuidam umas das outras com uma ternura que dá vontade de morar ali também.

✨ “Às vezes, tudo o que a gente precisa é desacelerar.
Porque é no intervalo entre um passo e outro que a vida floresce.”

A fotografia é um espetáculo à parte — cada pôr do sol parece pintado com pincel de aquarela.
E a trilha sonora? Um carinho nos ouvidos.
Mas o que me desarmou de verdade foi o modo como o dorama trata saúde mental, luto, amor-próprio e reconstrução emocional com delicadeza.

✨ “Tem lugar que a gente visita.
Mas tem outros que visitam a gente — e ficam.”

Já vi 3 vezes e estou pronta para ir pra Gongjin de novo, nem que seja no coração.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
My Holo Love
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 8.0
Rewatch Value 6.5
Começa achando que será um sci-fi romântico bobinho … mas quando você percebe, já tá chorando por um holograma — e se questionando o que é real de verdade.

🤖💔 Eu fui dar play achando que era uma história de amor futurista…
E saí refletindo sobre solidão, identidade e o que significa ser visto de verdade.

A premissa é ousada e doce na mesma medida:
Uma mulher com fobia social recebe acesso ao Holo — um assistente de inteligência artificial com forma (e carisma) de príncipe de dorama.
Só que… por trás do Holo existe o criador: um gênio recluso, emocionalmente bloqueado, que colocou no holograma tudo o que ele mesmo não consegue ser.

E aí, minha amiga… o triângulo está formado:
— Ela, que se permite amar sem medo pela primeira vez.
— O holograma, que é tudo o que ela sempre quis.
— E o humano, que morre de medo de ser escolhido como ele realmente é.

✨ “Você ama o que ele te oferece… ou quem ele é?
E quem ele é, se ele nem existe de verdade?”

O drama acerta em cheio quando mistura ficção científica com emoção real:
fala de solidão urbana, da dificuldade de se conectar, do medo de ser rejeitado por ser “falho”.
E mesmo com algumas barrigas no roteiro e um ou outro clichê tecnológico, o saldo final é de pura doçura — e uma pitada de dor.

A protagonista é uma graça, forte e sensível.
E o ator que faz o Holo e o criador (Yoon Hyun Min) entrega dois personagens com nuances tão distintas que a gente esquece que é o mesmo rosto.

✨ “Às vezes, o que mais queremos não é alguém perfeito.
É só alguém que fique. Mesmo depois de ver nossas falhas.”

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
The Trauma Code: Heroes on Call
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 8.5

Drama que operam o coração — sem anestesia

🏥💉 Eu achei que fosse ver mais um drama médico.
Mas acabei tendo que reanimar meu próprio coração — de tanto que ele parou, voltou, chorou e resistiu junto com eles.

Logo nos primeiros minutos eu entendi: isso aqui não era sobre salvar vidas com glamour. Era sobre aguentar a dor de não conseguir salvar todas.
O centro de traumas é um campo de batalha — e os médicos, soldados sem armas, apenas com as mãos trêmulas, o olhar exausto e a coragem como escudo.

A protagonista, uma cirurgiã fria, precisa enfrentar não só o caos de cada emergência, mas também as feridas do passado e o sistema que mais atrapalha do que ajuda.
E o protagonista masculino , é aquele tipo que carrega os outros nas costas sem perder a ternura nem quando o mundo desaba.
A química deles é tensa, real, construída no sangue e no silêncio das UTIs.

Não tem triângulo amoroso.
Tem dilemas éticos.
Tem decisões impossíveis.
Tem medo, suor, e uma humanidade que escorre debaixo das máscaras cirúrgicas.

✨ “Nem sempre conseguimos salvar. Mas seguimos tentando — porque parar de tentar é morrer um pouco por dentro.”

A fotografia é crua, quase documental.
A trilha sonora sabe quando silenciar.
E os pacientes? São histórias à parte. Cada um é um lembrete de que viver é frágil — e precioso.

✨ “Ser herói não é saber tudo. É continuar mesmo sem ter certeza de nada.”

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Rookie Historian Goo Hae Ryung
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
40 of 40 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 9.0
Acting/Cast 8.5
Music 7.5
Rewatch Value 8.0

Tem histórias que nos contam e tem outras que a gente sente que devia estar escrevendo junto

É o tipo de dorama que faz a gente levantar da cadeira e gritar: "Sim, moça, escreve essa história mesmo — com tinta, coragem e zero paciência pra machismo feudal!"

Quando dei play, achei que ia encontrar mais um romance de época com figurinos bonitos e intrigas palacianas.
Mas o que recebi foi uma protagonista que escreve como quem resiste.
E resiste como quem ama profundamente sua liberdade.

Hae Ryung não é apenas uma mulher à frente de seu tempo — ela é uma revolução de vestido e discurso afiado.
Num mundo onde mulher não podia nem pensar em escrever registros oficiais, ela entra como historiadora novata no palácio e mostra que tinta também pode ser espada.

O príncipe, claro, é um charme à parte:
Fofo, doce, escondido atrás do pseudônimo de escritor de romances proibidos (e vamos combinar: quem resiste a um príncipe que escreve fanfic?).
A química entre eles é suave, inteligente e cheia de troca real — nada de príncipe salvador aqui. Ela não precisa. E ele sabe disso.

✨ “Enquanto houver alguém tentando silenciar a história, sempre haverá outra com coragem de escrevê-la.”

A trama mistura leveza, crítica social, empoderamento feminino e uma estética de encher os olhos.
Mas o que ficou comigo foi a mensagem:
mulheres precisam ser autoras, não só personagens nas margens.

✨ “Não escrevo pra agradar. Escrevo porque existo — e isso basta.”

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Tastefully Yours
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 7.5
Rewatch Value 7.0

Romance com sabor agridoce, real e humano

“Gostinho de Amor” chegou como comfort food em forma de dorama: cheiro de arroz recém-cozido, afeto servido em tigela funda e aquele tempero que só a vida real sabe dar.

🍲❤️ Tem amores que não são épicos nem trágicos — mas são tão quentes, tão íntimos, que aquecem até os dias mais gelados. E esse foi um deles.

Comecei achando que ia ver um romancinho leve com comida e clichês açucarados.
Mas logo percebi que o sabor era outro: mais agridoce, mais real, mais humano.

A protagonista é uma chef autodidata, que carrega na comida o que não sabe dizer com palavras.
Ele, um crítico gastronômico durão, com paladar apurado e um passado que deixou tudo com gosto de fel.
Quando os dois se cruzam, o que nasce não é só tensão — é um banquete de emoções não ditas.
Cada prato vira confissão.
Cada crítica, uma defesa disfarçada.

E o que mais me encantou foi o jeito como o dorama usa a comida como ponte entre o passado, o afeto e a reconciliação com a própria história.
Tem família, tem saudade, tem trauma.
Mas tem também o toque da colher que cura, da receita que abraça.

✨ “Nem todo amor começa com faísca. Às vezes ele começa com o som do arroz borbulhando.”

O romance vai cozinhando devagar (slow burn delicioso!), com diálogos saborosos, silêncios que dizem muito e uma fotografia que te faz querer pausar pra sentir o cheiro.

✨ “A vida pode não ser doce. Mas quando alguém aprende o seu tempero… tudo muda.”

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Iron Family
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
36 of 36 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 10
Acting/Cast 10
Music 6.0
Rewatch Value 7.0

Amor passado a ferro, com vincos de verdade

Esse é pra quem já sentiu o peso do que é ser família sem parecer, parecer sem ser, e sobreviver ao amor como quem passa roupa com o ferro quente do cotidiano, com direito a dilema moral.

👨‍👩‍👧‍👦🔥 Dizem que família é tudo igual. Mas essa aqui… essa é passada a ferro, no grito e no afeto — e ainda assim sobrevive, cheia de vincos e verdades.

Comecei achando que seria só mais uma comédia de situação, com personagens caricatos e piadas de janta em família.
Mas logo percebi: essa família tem profundidade emocional, tem dor não dita, tem amor atravessado por gerações — e tem um elenco que te carrega no colo e depois te joga no chão (no bom sentido).

A trama acompanha uma família que tenta sobreviver ao dia a dia, às diferenças de personalidade e à falta de grana — mas o que me pegou MESMO foi a naturalidade com que o roteiro trata temas delicados com humor e ternura.
É pai cabeça-dura, mãe que equilibra tudo, filhos que oscilam entre independência e apego.
É o retrato daquele caos organizado que TODO MUNDO reconhece.

Tem crítica social, tem humor ácido, tem cenas de puro amor não-ditado (mas sentido).
E o melhor: tem aquele calor de “lar”, mesmo quando a casa tá caindo.

✨ “A gente briga, grita, erra o tom… mas quando um cai, todo mundo se junta pra segurar.”

É leve, mas não é bobo.
É divertido, mas não foge do peso da vida real.
E no fim das contas, é aquele tipo de dorama que faz a gente querer abraçar a família — mesmo que seja só por mensagem no WhatsApp.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Clean with Passion for Now
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.5
Acting/Cast 9.0
Music 7.0
Rewatch Value 8.0

Me vi limpando, com eles, os cantinhos mais bagunçados da minha própria cabeça

Esse é aquele dorama que mistura romance, TOC e esfregão — e ainda assim limpa a alma da gente com água quente e abraços meio desajeitados. E claro, ainda rola aquela paixão pelo CEO surtado por limpeza e uma heroína cheia de poeira na roupa, mas brilho no olhar.

Tudo começa com um protagonista peculiar: um CEO lindo, rico, perfeccionista e com um caso severo de misofobia (medo de germes e sujeira).
Do outro lado, ela: alegre, estabanada, esforçada — e absolutamente o oposto de tudo que ele acha tolerável.
E é aí que a mágica começa.

A química dos dois é tão boa quanto aquelas cenas em câmera lenta com bolhas de sabão voando.
Mas o dorama não fica só na superfície fofa — ele trata de saúde mental, traumas de infância, e o quanto a gente tenta controlar o mundo fora porque tem medo do que sente por dentro.

A limpeza, aqui, vira metáfora.
✨ A cada superfície que eles esfregam, algo dentro deles também vai sendo refeito, polido, restaurado.

E mesmo com algumas barrigas no roteiro e clichês inevitáveis, a leveza do tom, o humor físico e as cenas de afeto compensam.
Sem falar no trio da empresa de limpeza — que entrega momentos hilários e acolhedores.

É sobre amor, mas também sobre aceitação.
Sobre entender que a bagunça faz parte da vida — e que ninguém merece ser descartado só porque tem manchas.

✨ “Nem tudo o que é limpo brilha.
E nem tudo o que é sujo merece ser jogado fora.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
Extracurricular
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 9.0

Drama que incomoda com sua realidade nua e crua, sacode e não pede desculpa

É soco no estômago e garganta apertada, com trilha de suspense e cheiro de colégio — mas sem romantismo nenhum.
Se tem algo que esse drama faz, é jogar na nossa cara a podridão silenciosa que vive entre boletins e becos.

🎓🔪 Esse não é um dorama. É um alerta, um espelho trincado, um grito abafado por boletins e uniformes. Eu não assisti: eu fui engolida.

Quando dei play, achei que seria mais um k-drama sobre adolescentes problemáticos.
Mas logo no primeiro episódio, percebi: aqui não tem espaço pra ingenuidade.
Tem um garoto brilhante, calado, invisível — e com um segredo que carrega mais peso que qualquer mochila escolar.

Ji Soo é o tipo de personagem que te deixa em conflito o tempo todo.
Ele não é vilão. Mas também não é herói.
E é aí que mora a força do roteiro: ninguém é simples.
Todo mundo tem cicatriz, escolha errada, trauma mal resolvido.

O que começa como um plano "lógico" pra pagar a faculdade vira um efeito dominó de consequências sombrias.
E no meio disso tudo, os adultos? Ausentes.
A escola? Fraca.
A sociedade? Cega.
E nós? Assistindo e nos perguntando onde foi que as coisas começaram a dar tão errado.

A estética é crua, o suspense é sufocante e a crítica social é escancarada.
Não tem final feliz.
Mas tem verdade. E isso, às vezes, vale mais.

✨ “Quando o mundo só te oferece becos escuros, até a pior decisão parece caminho.”

Se você busca um dorama leve, passa longe.
Mas se quer um que cutuca, desafia, e faz a gente pensar em como a sociedade falha com seus adolescentes, “Extracurricular” entrega.
E com força.

Read More

Was this review helpful to you?
Completed
I Hear Your Voice
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
18 of 18 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 7.5
Rewatch Value 8.0

O que a gente mais quer é que alguém escute o que a gente não consegue dizer em voz alta

Quando comecei, achei que ia ver mais um drama de tribunal com um toque sobrenatural.
Mas logo percebi: isso aqui não é só sobre justiça, é sobre conexão. Sobre aqueles laços invisíveis que o tempo não apaga e a dor só fortalece.

Park Soo Ha, o garoto que ouve pensamentos, carrega um trauma que moldou sua vida inteira.
Jang Hye Sung, a advogada debochada, cética, cheia de camadas e feridas, é quem o salvou no passado.
E agora, eles se reencontram — mas não como vítimas e heroína. Eles se reencontram como duas almas que se completam, mesmo sem saber.

O enredo traz sim ação, crime, dilemas éticos e um vilão digno de gelar a espinha.
Mas o que mais me impactou foi a delicadeza com que eles construíram o amor entre dois mundos tão diferentes.
Ele ouve pensamentos. Ela evita escutar até a própria consciência.
E mesmo assim, se encontram.
Não por acaso, mas por destino. E isso emociona.

✨ “O mais assustador não é ouvir a voz do outro. É quando a nossa própria voz some.”
✨ E esse dorama, com tudo o que tem de fantasia, me lembrou que escutar de verdade é um superpoder.

Terminei com o coração cheio, a fé um pouco restaurada, e a certeza de que há relações que são feitas de muito mais do que palavras.

Read More

Was this review helpful to you?