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  • Last Online: 9 hours ago
  • Gender: Female
  • Location: Brasil
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  • Join Date: July 6, 2025
Completed
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Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.5
Acting/Cast 9.0
Music 7.5
Rewatch Value 7.5

Mulheres que quebram o sistema e tomam o próprio lugar no mundo

Esse é o dorama que desfila em salto alto, terno de grife, e ainda assim pisa com força na hipocrisia, no machismo e nas estruturas podres de uma elite que esconde podres debaixo de tapetes de luxo. E claro — é na primeira pessoa que eu conto, porque fui eu quem vivi cada suspiro com essas mulheres.

💎🖤 Não é só sobre riqueza. É sobre o preço que se paga pra existir como mulher num mundo que te quer discreta, decorativa e calada.

Comecei achando que era mais um drama de mulheres ricas brigando entre si. Mas logo percebi: isso aqui é uma aula de resistência feminina, com filtro de luxo e roteiro de faca afiada.

Duas protagonistas. Duas mulheres completamente diferentes, mas com algo em comum: decidiram deixar de apenas "pertencer" a uma vida e começaram a tomar posse de si.
Uma é atriz, casada com um herdeiro podre de rico. A outra, ex-freira (!), também entra nessa família onde tudo parece perfeito — mas só parece.
O que começa como intriga de mansão se transforma numa desconstrução sobre identidade, liberdade, maternidade e sororidade em meio ao caos.

Tem mistério? Tem.
Tem assassinato? Também.
Mas o que realmente me fisgou foi a jornada dessas mulheres descobrindo que “ter tudo” não significa “ser tudo” — e que a verdadeira posse é da própria vida.

E no meio disso tudo, o que mais gritou em mim foi:
✨ “Meu valor não está no sobrenome que carrego. Está na mulher que eu me tornei.”

Elas sofrem, elas caem, mas elas não se rendem.
E no fim, quando a máscara social cai, o que fica é só uma frase:

✨ “Não sou uma extensão do seu poder. Eu sou o meu.”

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Completed
Marry My Husband
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 7.5
Rewatch Value 9.0

Eu não assisti esse dorama… eu sobrevi a ele. E no final, quem renasceu fui eu também.

“A Esposa do Meu Marido” (My Husband’s Wife) é aquele tipo de dorama que já começa no tapa. Literalmente. Você pisca e já tem traição, reviravolta, sangue e uma protagonista renascida da dor com gosto de vingança no olhar.

Comecei achando que era mais um drama de traição. Mas o que eu não esperava era tomar uma facada metafórica junto com a protagonista logo no primeiro episódio. A dor foi real, viu? O chão foi puxado. E eu pensei: “Ela vai quebrar. Ela vai se afundar.”
Mas não.
Ela volta.
E volta com sangue nos olhos, elegância nos saltos e uma estratégia de dar aula.

A história é sobre isso: uma mulher traída, humilhada e assassinada (sim, você leu certo), que ganha uma segunda chance na vida — e não vai desperdiçar. Mas não espere clichê. O dorama dosa bem a vingança com emoção, faz a gente refletir até onde a dor pode ir sem te engolir.

O que me pegou?
O crescimento dela. A forma como ela vira o jogo com inteligência, não só com rancor.
Ela não quer destruir só por destruir. Quer expor. Quer mostrar quem é quem. Quer libertar quem ela foi — e ser quem ela merecia ter sido desde o início.

O roteiro é afiado, cheio de reviravoltas. A vilã? Daquelas que você odeia com gosto.
O "marido"? Um poço de covardia e cara de pau.
Mas o mais gostoso foi assistir a protagonista reconstruir seu mundo, suas escolhas e sua autoestima — e ainda colocar todo mundo no chinelo.

✨ “Me traíram, me mataram, me enterraram.
Mas esqueceram que eu era semente.”

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Completed
Doctor Cha
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Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 7.0
Rewatch Value 7.5

Eu assisti achando que era sobre medicina. No fim, era sobre mim. Sobre todas nós.

Esse não é só um dorama. É um grito contido por décadas que finalmente vira voz.
É o “basta!” dito com bisturi na mão, jaleco limpo e dignidade restaurada.
E, tudo pode mudar, mesmo depois dos 40.

Dra. Cha é o retrato da mulher que se apagou.
Anos sendo mãe, esposa, dona de casa.
Anos ouvindo que já era tarde demais pra recomeçar.
Até que um dia... ela acorda de um transplante de fígado — e da própria vida.

Com quase 50, Cha Jung Sook decide voltar a ser residente de medicina. Voltar pras noites em claro, pras broncas, pro cansaço. Mas, mais que isso, ela volta pra si mesma.
E ver essa mulher, com rugas, filhos adultos e um marido insuportável, escolher se reinventar…
Carla, eu gritei internamente a cada episódio: VAI, MULHER!

É engraçado, mas com crítica.
É leve, mas com soco no estômago.
O casamento dela é um desastre maquiado de estabilidade. O hospital é um campo minado de machismo velado. E mesmo assim, ela vai. Porque cansou de esperar permissão.

O que mais me tocou foi a coragem em meio à culpa.
Porque o tempo todo, a série mostra o conflito:
ser boa mãe x ser mulher inteira.
ser esposa fiel x ser fiel a si.
E ela, entre tropeços e remendos, escolhe: ela mesma.

✨ “Não é tarde demais. É só agora que é a hora certa.”
✨ E que lindo é ver uma mulher levantar — depois de tanto tempo sendo base pros outros — e finalmente ser pilar de si.

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Completed
Dr. Romantic Season 2
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Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 8.5

Aqui tem coração cirúrgico e reflexo de quem vive (e salva) gente na vida real

A Temporada 2 de Dr. Romântico foi tipo reencontrar um velho mestre — um pouco mais ranzinza, ainda mais genial, e com aquela habilidade de mexer com nossa emoção com uma frase, um bisturi ou um silêncio.

🩺💥 Eu achei que já tinha aprendido tudo com a primeira temporada. Mas a vida — e o Dr. Kim Sa Bu — sempre dão um jeito de ensinar mais. E de forma nada delicada.

Voltar ao Hospital Doldam foi como revisitar uma cicatriz que virou tatuagem. A essência segue a mesma: salvar vidas com o que se tem, desafiar o sistema, lutar contra o ego, contra os números — e às vezes até contra si mesmo.
Mas a turma mudou. Entram Seo Woo Jin, cético e calejado pela vida, e Cha Eun Jae, brilhante, mas ansiosa e travada no centro cirúrgico. Dois opostos que me lembraram que ninguém entra inteiro nesse hospital — mas muita gente sai mais forte.

A dinâmica entre eles é deliciosa de acompanhar. Não tem pressa, não tem exagero. Tem respeito, crescimento e aqueles momentos de tensão que fazem a gente segurar o ar junto.
E claro, Kim Sa Bu… mais afiado, mais ferido, mais necessário. Ele continua sendo o fio condutor da série: aquele que carrega a utopia possível da medicina feita com alma.

A temporada aprofunda ainda mais temas como corrupção hospitalar, ética médica, burnout, vocação, injustiça social e o custo emocional de salvar vidas num sistema doente.
Me emocionei. Me irritei. Aplaudi de pé (por dentro, porque tava deitada assistindo, né?).

✨ Nem todo mundo tem um Kim Sa Bu pra guiar. Mas assistir a ele já dá vontade de ser melhor. Como profissional. Como humano.

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Completed
Dr. Romantic
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Jul 12, 2025
20 of 20 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 8.5

Aqui, o amor é por salvar vidas com bisturi emocional afiado

Aaaah, Dr. Romântico! 🩺💘
Esse é o tipo de dorama que te chama com um título fofinho… e quando você percebe, já tá no meio de uma cirurgia cardíaca com suor na testa, lágrimas no olho e vontade de largar tudo pra virar residente no Hospital Doldam.

🩺❤️ Romântico? É. Mas não como você pensa. Aqui, o amor é por salvar vidas — mesmo quando ninguém quer salvá-las.

Assisti Dr. Romântico achando que seria sobre amorzinho de jaleco. E sim, tem romance. Mas o que me prendeu foi outra coisa: a paixão crua, intensa e às vezes insana pela medicina real.
Aquela que não se faz com protocolos, mas com coração — e às vezes, até contra o sistema.

Kim Sa Bu, o “Dr. Romântico”, é um personagem que me desmontou. Ele é arrogante e generoso, duro e compassivo, estrategista e impulsivo. Ele é o tipo de mentor que bate, mas bate com propósito. E você segue ele como se fosse a última esperança de fazer o mundo funcionar melhor.

As temporadas têm arcos fortes: jovens médicos tentando se encontrar, dilemas éticos a cada episódio, tensão entre salvar vidas e sobreviver ao sistema de saúde cheio de politicagem. E entre bisturis e discussões, rola sim romance. Mas daqueles que nascem na pressão, que crescem no caos, que resistem — e isso, pra mim, é o verdadeiro romantismo.

Cada episódio é um misto de adrenalina, emoção e crítica social. E mesmo quando tudo parece dar errado, você vê que o hospital Doldam é onde ainda resta dignidade, coragem e humanidade.

✨ “Ser romântico é acreditar que ainda vale a pena lutar pelo que é certo. Mesmo quando tudo diz que não.”

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Completed
Doona!
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Jul 12, 2025
9 of 9 episodes seen
Completed 0
Overall 7.5
Story 8.5
Acting/Cast 9.0
Music 6.5
Rewatch Value 6.5
Aaaah, Doona! 😮‍💨
Esse dorama é tipo aquele relacionamento que você entra achando que vai ser só um affair leve... e de repente você tá na fossa, ouvindo balada triste coreana às 3h da manhã, perguntando pro universo:
“por que me fizeram amar alguém que não sei se vai voltar?”

E sim, aquele final me deixou com abstinência emocional.

🎤🏠 Eu só queria um romance universitário fofo. Acabei envolvida com trauma, idol em colapso e um amor que me deixou em standby.

Quando comecei Doona!, achei que seria leve. A idol aposentada, excêntrica e instável, cruzando o caminho de um estudante certinho, esforçado e gentil. A química veio forte, os diálogos começaram tímidos, mas cheios de tensão contida, e de repente eu tava envolvida até a alma.

Doona não é fácil de amar. Ela é caos, carência, defesa e brilho. E o Won Jun é tudo o que ela não é: equilíbrio, calma, cuidado. Mas a série não romantiza isso. Ela mostra o conflito: como amar alguém que ainda está tentando sobreviver à própria história?

Me pegou pela vulnerabilidade dos dois. Pela forma como os traumas dela aparecem no cotidiano. Pela paciência dele, mesmo sem ter todas as respostas. E aí… aquele final.

Aquilo não foi final, foi vírgula mal posicionada. Me deixou com cara de “hein?”, com coração na mão e playlist triste no repeat. Entendo a proposta aberta, a escolha artística, mas me dá uma segunda temporada pelo amor de todas as baladas melancólicas do K-pop.

✨ Nem todo amor precisa durar pra ser inesquecível. Mas algumas histórias merecem um recomeço, nem que seja só pra gente respirar em paz.

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Completed
Sweet Home Season 3
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.5
Acting/Cast 9.0
Music 7.5
Rewatch Value 7.0

Sweet Home – T3 veio pra encerrar com barulho de monstro e silêncio de alma

💀🫀 Cheguei até aqui esperando redenção, mas o que encontrei foi ruína. Talvez seja isso: o fim nem sempre entrega paz. Às vezes, só fecha a porta.

Confesso: comecei a terceira temporada cheia de expectativa. Queria respostas, queria evolução, queria que os personagens encontrassem — se não salvação — pelo menos algum tipo de repouso emocional. Mas Sweet Home 3 não é sobre repouso. É sobre colapso final.

O mundo agora está irreversivelmente mudado, e com ele, os personagens que eu já nem reconhecia tanto mais. Hyun Soo virou um símbolo do que sobra quando se perde tudo. Mas mesmo despedaçado, ele ainda carrega uma centelha — não de esperança, mas de propósito. E isso me manteve assistindo.

Senti a narrativa mais confusa, fragmentada. Os arcos se espalharam, e em alguns momentos, parecia que a série se debatia entre o existencialismo e a pancadaria visual. Mas ainda assim, teve cenas que me pararam — me fizeram encarar minhas próprias mutações internas. Porque é isso que Sweet Home faz bem: nos mostra que às vezes a gente vira monstro só pra se proteger da dor.

Vi amizade, vi traição, vi amor trincado, vi sacrifícios. E vi também o fim — um fim que não quis agradar, que não veio com laço. E quer saber? Respeito isso. Porque nem toda história precisa ser resolvida pra ser verdadeira. Algumas só precisam ser contadas até o último suspiro.

✨ Não existe cura fácil pro que a gente carrega por dentro. Mas seguir, mesmo que como monstro, ainda é uma forma de amar a vida — mesmo que torta, mesmo que no escuro.

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Completed
Castaway Diva
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Jul 12, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.0
Acting/Cast 9.5
Music 9.0
Rewatch Value 6.0

Alguns sonhos ficam à deriva. Outros voltam nadando — e cantando — pra conquistar seu lugar.

Esse é aquele dorama que mistura Náufrago com Nasce Uma Estrela, temperado com lágrimas, coragem, trauma, muito K-pop e uma protagonista que merecia o mundo — mas teve que reaprender a habitá-lo.

Mok Ha sonhava ser cantora. Mas um episódio de violência doméstica e fuga mal calculada fez com que ela passasse 15 anos isolada numa ilha deserta. Quando finalmente é resgatada, o mundo não é mais o mesmo — mas o sonho, ah, esse ainda pulsa. E é aí que começa o verdadeiro drama.

A série toca em temas pesados como abandono, trauma, recomeço e abuso familiar, mas embala tudo isso com esperança, humor delicado e um olhar sensível sobre o tempo perdido. A jornada da protagonista é um mix de reconstrução emocional com choque de realidade: o mundo andou, mas o coração dela ainda precisa se atualizar pra confiar de novo.

Tem romance? Tem. Tem música? Bastante. Mas o foco real está em renascer — não como uma nova pessoa, mas como quem finalmente tem a chance de ser quem sempre foi. Os coadjuvantes ajudam, erram, acertam, e o roteiro mostra que ninguém se reconstrói sozinho.

Não é perfeito: às vezes força a mão na leveza ou corre demais nos arcos mais emocionais. Mas a essência está ali: um retrato bonito do que é ter a alma naufragada e ainda assim decidir cantar.

✨ “Nem todo diva nasce sob os holofotes. Algumas brilham depois de anos de silêncio e sal.” 🌊🎶

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Completed
Doom at Your Service
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.5
Acting/Cast 9.0
Music 8.0
Rewatch Value 7.5

E se a única pessoa capaz de acabar com tudo… fosse justamente a que faz você querer viver?

A desgraça virou esperança! Aquele dorama que chega com cara de tragédia, veste preto, fala de fim do mundo… mas te entrega puro existencialismo romântico com pitadas de poesia e um toque de apocalipse personalizado.

“Desgraça ao Seu Dispor” não é um dorama comum. É um mergulho em temas pesados como morte, dor, desesperança e finitude — e ainda assim, consegue ser leve, sensível e até engraçado. A trama gira em torno de Tak Dong Kyung, uma editora com diagnóstico terminal, e Myul Mang, uma entidade sobrenatural responsável por causar desgraças no mundo (pois é, literalmente o caos com CPF).

Quando os dois firmam um contrato de 100 dias, o que parece ser só mais uma fantasia romântica vira um tratado sobre a vida: como viver sabendo que se vai morrer? Como amar alguém que carrega o fim dentro de si?

A dinâmica entre os protagonistas é intensa, cheia de diálogos profundos, silêncios eloquentes e frases que poderiam virar tatuagem existencial. A fotografia é lindíssima (chuvas simbólicas, luzes suaves, metáforas visuais pra tudo). A trilha sonora é emocionalmente destruidora — daquelas que você escuta e sente o peito pesar de saudade de algo que nem aconteceu com você.

Ah, e o casal secundário? Entrega um romance mais pé-no-chão, cheio de inseguranças reais e sentimentos mal resolvidos. Tem equilíbrio emocional pra todo gosto.

✨ “Às vezes, a vida machuca. Às vezes, ela só… cansa. Mas aí alguém aparece. E mesmo sendo a desgraça em pessoa, te lembra por que vale a pena continuar.”

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Completed
Descendants of the Sun
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 8.0

Amar alguém entre bombas e batalhas é o tipo de amor que não cabe em florzinhas nem serenatas.

Um clássico! “Descendentes do Sol” não é só um dorama — é quase um monumento no mundo dos k-dramas. Com ação, romance, dilemas morais e um casal que deixou metade da audiência suspirando e a outra metade em frangalhos, ele é aquele tipo de história que parece uma avalanche: começa empolgante, cresce épica e termina te deixando em ruínas emocionais.

o drama te joga no meio de uma missão militar e, do nada, você está envolvido num dos romances mais intensos, perigosos e bonitos que um dorama já ousou entregar. Aqui, o amor nasce no caos, entre resgates, uniformes camuflados e decisões que testam moral, vida e coração.

O capitão Yoo Si Jin, soldado destemido e irônico, cruza o caminho da doutora Kang Mo Yeon, médica brilhante e determinada, e pronto: temos química explosiva (e não só no campo de batalha). Eles representam dois mundos opostos: ele lida com a morte, ela luta pela vida. E o dorama faz disso um enredo poderoso.

Não falta ação: tem terremoto, epidemia, tiroteio, e uma tensão constante. Mas no meio disso tudo, também tem humor, amizade, sacrifício, dilemas éticos e aquele tipo de romance que arde até quando eles só se encaram em silêncio.

A trilha sonora virou hino, o figurino militar virou fetiche dramático, e o casal principal... bom, o casal virou casal na vida real por um tempo — e isso a gente respeita.

✨ Alguns amores são forjados na rotina. Outros, no front. E esses… são eternos, mesmo quando a guerra termina. 💥❤️

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Completed
Welcome to Samdal-ri
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Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.0
Acting/Cast 9.0
Music 8.0
Rewatch Value 7.0

Às vezes, o futuro da gente mora no passado que a gente deixou pra trás.

“De Volta às Raízes” é aquele dorama que não grita, mas sussurra. Não precisa de efeitos mirabolantes nem reviravoltas de novela: ele aposta na força do cotidiano, no silêncio que diz, na terra que ensina, e no reencontro com aquilo que sustenta — mesmo quando a gente esquece.

A trama acompanha um protagonista que, depois de viver uma vida agitada na cidade, retorna à sua cidade natal (ou é tragado por ela, quase sem querer). Lá, reencontra pessoas, memórias e uma versão de si mesmo que tinha ficado soterrada pelo concreto e pela pressa. Me identifiquei!

É um drama sobre reconciliação, pertencimento e raízes familiares — no sentido literal e simbólico. Entre colheitas, refeições simples, reparos na casa da infância e olhares trocados sem palavras, a história vai tecendo um resgate que é menos sobre voltar e mais sobre lembrar quem se é.

✨ Porque às vezes, pra se encontrar, é preciso voltar... e ficar um pouco onde tudo começou. 🪵🕊️

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Completed
A-List to Playlist
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Jul 10, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 9.0
Rewatch Value 9.0

Quando a arte se reinventa em 100 dias

A motivação de recomeçar depois de muito tempo fazendo a mesma coisa.

🎤🎭 Jo Jung Suk e a coragem de trocar o script pelo microfone.

Com 20 anos de carreira sólida como ator (e uma voz que já roubava corações nos bastidores dos musicais e sets de filmagem), Jo Jung Suk decide encarar um dos desafios mais íntimos e potentes da sua trajetória: debutar como cantor em apenas 100 dias.

Mas isso não é só sobre cantar.
É sobre reconstruir-se em cena, sem personagem. É se olhar de frente, sem a proteção do papel alheio. É colocar a própria voz, as próprias dores e alegrias, num palco cru — onde cada nota carrega suor e cada letra pulsa verdade.

A série-documentário da Netflix é uma jornada de bastidores que mistura emoção, tropeços, risadas nervosas, crises de ansiedade e alívios catárticos. É também um mergulho no processo criativo de composição — cada música ganha corpo com entrega visceral. E não faltam experimentações: balada, pop, e até hip hop surgem no caminho como territórios novos onde Jo se joga com humildade e entrega.

As parcerias são um show à parte. Amizades antigas se transformam em colaborações musicais, a equipe que o cerca vira família de batalha, e o apoio da esposa, atriz e cantora Gummy, é aquele tipo de suporte silencioso que segura o tom quando a afinação emocional falha. A relação dos dois é um episódio à parte de ternura e cumplicidade.

A escolha de Gong Hyo Jin (com quem contracenou com uma química ímpar em Encarnação da Inveja) foi especial.

Sim, ele é ator. Mas aqui, ele é só Jo. E isso é gigante.

✨ “Alguns sonhos não nascem no início da carreira — eles esperam o tempo certo pra encontrar a voz certa.”
E Jo Jung Suk encontrou a dele. Em cada nota, com medo e com alma.

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Completed
Dali & Cocky Prince
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Jul 10, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 6.5
Rewatch Value 7.5

O amor mistura arte e cara de pau

Esse aqui é aquele k-drama que a gente começa rindo e termina... ainda rindo, mas com o coração derretido, tipo sorvete no verão.

Ele é grosso, rico e totalmente sem filtro.
Ela é delicada, culta, um charme vintage com voz de veludo.
Eles não combinam.
Ou será que combinam até demais?

Dali e o Príncipe Arrogante é aquela comédia romântica que te pega desprevenida — do nada você tá envolvida em debates sobre arte moderna e rindo de um bilionário que mal sabe falar o próprio nome sem parecer um trator. Jin Moo Hak (Kim Min Jae) pode até começar como o típico arrogante, mas vai mostrando que por trás da pose, existe um coração bem maior que sua conta bancária. Já Kim Dal Ri (Park Gyu Young) é daquelas protagonistas que encantam com o olhar — elegante até tropeçando.

A química entre os dois é de fazer o Wi-Fi cair.
A direção acerta no tom leve, o humor é na medida certa e até os coadjuvantes brilham (menção honrosa pro guarda-roupa dela: um desfile de arte em forma de tecido!).

"O amor às vezes é uma galeria: começa confuso, mas no fim, tudo faz sentido.”

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Completed
D.P. Season 2
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Jul 10, 2025
6 of 6 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 6.0
Rewatch Value 8.0

Quando o sistema sangra e a alma não cicatriza

Segura a emoção porque a temporada 2 de D.P. não pisa no freio , ela vem com mais força, mais camadas, e mais verdades desconfortáveis. Se a primeira temporada já era um soco no estômago, essa segunda é tipo levar o golpe... e continuar de pé mesmo assim.

A caçada continua. Mas agora, quem corre não são só os desertores, é todo mundo tentando escapar de um sistema que insiste em engolir gente por dentro.

Na segunda temporada, D.P. aprofunda o buraco. Vai fundo no que ficou mal resolvido, escancara os silêncios, e mostra que quando não se trata a ferida... ela infecciona. Ahn Jun Ho (Jung Hae In) e Han Ho Yeol (Koo Kyo Hwan) retornam com mais peso nas costas, mais dúvidas, e menos ilusões. Agora eles já entenderam que o problema não são os desertores , é a estrutura apodrecida que os produz.

A série faz o que poucos têm coragem: encarar de frente a violência institucional como um ciclo doente, quase hereditário. E tudo isso com roteiro tenso, atuações viscerais e uma direção que não romantiza nada.

Não é entretenimento leve. É realidade embrulhada em boa ficção.

“Algumas guerras não têm trincheiras. Têm fardas, silêncio... e a ordem de não sentir.”

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Completed
D.P.
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Jul 10, 2025
6 of 6 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 6.5
Rewatch Value 9.0

Caçando soldados, encontrando traumas

D.P. (Deserter Pursuit) não alivia, não perfuma, não finge. Ele chega como um soco seco, daqueles que fazem a gente parar e pensar onde é que a ferida realmente começa.

Não é fácil ver, e talvez por isso a gente precise ver.

D.P. não é só um dorama sobre soldados caçando desertores. É uma exposição nua e crua do que acontece quando um sistema hierárquico, violento e impiedoso desumaniza os seus. Jung Hae In brilha como Ahn Jun Ho, um jovem recruta que é jogado nessa missão quase absurda: capturar colegas que decidiram fugir e ao longo do caminho, ele descobre que não fugiram por covardia, mas por desespero.

Cada episódio é uma denúncia. Um grito abafado. Um pedido de socorro entre olhares vazios, silêncios pesados e cicatrizes não vistas. O drama não nos convida pra julgar, mas pra escutar. E entender. Porque atrás de cada fuga, existe uma história que foi ignorada por tempo demais.

O roteiro é afiado, sem medo de tocar onde dói. A direção é precisa e fria, mas com espaço pra humanidade. E Jung Hae In... entrega um personagem que cresce aos poucos, no olhar, na revolta silenciosa, no desconforto de quem percebe que talvez esteja do lado errado, fazendo o "certo".

“Nem todo desertor foge da guerra. Alguns só não aguentam mais lutar contra o próprio país.” 💥

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