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  • Last Online: 14 minutes ago
  • Gender: Female
  • Location: Brasil
  • Contribution Points: 0 LV0
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  • Join Date: July 6, 2025
Completed
Dr. Romantic
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
20 of 20 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 8.5

Aqui, o amor é por salvar vidas com bisturi emocional afiado

Aaaah, Dr. Romântico! 🩺💘
Esse é o tipo de dorama que te chama com um título fofinho… e quando você percebe, já tá no meio de uma cirurgia cardíaca com suor na testa, lágrimas no olho e vontade de largar tudo pra virar residente no Hospital Doldam.

🩺❤️ Romântico? É. Mas não como você pensa. Aqui, o amor é por salvar vidas — mesmo quando ninguém quer salvá-las.

Assisti Dr. Romântico achando que seria sobre amorzinho de jaleco. E sim, tem romance. Mas o que me prendeu foi outra coisa: a paixão crua, intensa e às vezes insana pela medicina real.
Aquela que não se faz com protocolos, mas com coração — e às vezes, até contra o sistema.

Kim Sa Bu, o “Dr. Romântico”, é um personagem que me desmontou. Ele é arrogante e generoso, duro e compassivo, estrategista e impulsivo. Ele é o tipo de mentor que bate, mas bate com propósito. E você segue ele como se fosse a última esperança de fazer o mundo funcionar melhor.

As temporadas têm arcos fortes: jovens médicos tentando se encontrar, dilemas éticos a cada episódio, tensão entre salvar vidas e sobreviver ao sistema de saúde cheio de politicagem. E entre bisturis e discussões, rola sim romance. Mas daqueles que nascem na pressão, que crescem no caos, que resistem — e isso, pra mim, é o verdadeiro romantismo.

Cada episódio é um misto de adrenalina, emoção e crítica social. E mesmo quando tudo parece dar errado, você vê que o hospital Doldam é onde ainda resta dignidade, coragem e humanidade.

✨ “Ser romântico é acreditar que ainda vale a pena lutar pelo que é certo. Mesmo quando tudo diz que não.”

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Completed
Doona!
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
9 of 9 episodes seen
Completed 0
Overall 7.5
Story 8.5
Acting/Cast 9.0
Music 6.5
Rewatch Value 6.5
Aaaah, Doona! 😮‍💨
Esse dorama é tipo aquele relacionamento que você entra achando que vai ser só um affair leve... e de repente você tá na fossa, ouvindo balada triste coreana às 3h da manhã, perguntando pro universo:
“por que me fizeram amar alguém que não sei se vai voltar?”

E sim, aquele final me deixou com abstinência emocional.

🎤🏠 Eu só queria um romance universitário fofo. Acabei envolvida com trauma, idol em colapso e um amor que me deixou em standby.

Quando comecei Doona!, achei que seria leve. A idol aposentada, excêntrica e instável, cruzando o caminho de um estudante certinho, esforçado e gentil. A química veio forte, os diálogos começaram tímidos, mas cheios de tensão contida, e de repente eu tava envolvida até a alma.

Doona não é fácil de amar. Ela é caos, carência, defesa e brilho. E o Won Jun é tudo o que ela não é: equilíbrio, calma, cuidado. Mas a série não romantiza isso. Ela mostra o conflito: como amar alguém que ainda está tentando sobreviver à própria história?

Me pegou pela vulnerabilidade dos dois. Pela forma como os traumas dela aparecem no cotidiano. Pela paciência dele, mesmo sem ter todas as respostas. E aí… aquele final.

Aquilo não foi final, foi vírgula mal posicionada. Me deixou com cara de “hein?”, com coração na mão e playlist triste no repeat. Entendo a proposta aberta, a escolha artística, mas me dá uma segunda temporada pelo amor de todas as baladas melancólicas do K-pop.

✨ Nem todo amor precisa durar pra ser inesquecível. Mas algumas histórias merecem um recomeço, nem que seja só pra gente respirar em paz.

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Completed
Sweet Home Season 3
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.5
Acting/Cast 9.0
Music 7.5
Rewatch Value 7.0

Sweet Home – T3 veio pra encerrar com barulho de monstro e silêncio de alma

💀🫀 Cheguei até aqui esperando redenção, mas o que encontrei foi ruína. Talvez seja isso: o fim nem sempre entrega paz. Às vezes, só fecha a porta.

Confesso: comecei a terceira temporada cheia de expectativa. Queria respostas, queria evolução, queria que os personagens encontrassem — se não salvação — pelo menos algum tipo de repouso emocional. Mas Sweet Home 3 não é sobre repouso. É sobre colapso final.

O mundo agora está irreversivelmente mudado, e com ele, os personagens que eu já nem reconhecia tanto mais. Hyun Soo virou um símbolo do que sobra quando se perde tudo. Mas mesmo despedaçado, ele ainda carrega uma centelha — não de esperança, mas de propósito. E isso me manteve assistindo.

Senti a narrativa mais confusa, fragmentada. Os arcos se espalharam, e em alguns momentos, parecia que a série se debatia entre o existencialismo e a pancadaria visual. Mas ainda assim, teve cenas que me pararam — me fizeram encarar minhas próprias mutações internas. Porque é isso que Sweet Home faz bem: nos mostra que às vezes a gente vira monstro só pra se proteger da dor.

Vi amizade, vi traição, vi amor trincado, vi sacrifícios. E vi também o fim — um fim que não quis agradar, que não veio com laço. E quer saber? Respeito isso. Porque nem toda história precisa ser resolvida pra ser verdadeira. Algumas só precisam ser contadas até o último suspiro.

✨ Não existe cura fácil pro que a gente carrega por dentro. Mas seguir, mesmo que como monstro, ainda é uma forma de amar a vida — mesmo que torta, mesmo que no escuro.

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Completed
Castaway Diva
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.0
Acting/Cast 9.5
Music 9.0
Rewatch Value 6.0

Alguns sonhos ficam à deriva. Outros voltam nadando — e cantando — pra conquistar seu lugar.

Esse é aquele dorama que mistura Náufrago com Nasce Uma Estrela, temperado com lágrimas, coragem, trauma, muito K-pop e uma protagonista que merecia o mundo — mas teve que reaprender a habitá-lo.

Mok Ha sonhava ser cantora. Mas um episódio de violência doméstica e fuga mal calculada fez com que ela passasse 15 anos isolada numa ilha deserta. Quando finalmente é resgatada, o mundo não é mais o mesmo — mas o sonho, ah, esse ainda pulsa. E é aí que começa o verdadeiro drama.

A série toca em temas pesados como abandono, trauma, recomeço e abuso familiar, mas embala tudo isso com esperança, humor delicado e um olhar sensível sobre o tempo perdido. A jornada da protagonista é um mix de reconstrução emocional com choque de realidade: o mundo andou, mas o coração dela ainda precisa se atualizar pra confiar de novo.

Tem romance? Tem. Tem música? Bastante. Mas o foco real está em renascer — não como uma nova pessoa, mas como quem finalmente tem a chance de ser quem sempre foi. Os coadjuvantes ajudam, erram, acertam, e o roteiro mostra que ninguém se reconstrói sozinho.

Não é perfeito: às vezes força a mão na leveza ou corre demais nos arcos mais emocionais. Mas a essência está ali: um retrato bonito do que é ter a alma naufragada e ainda assim decidir cantar.

✨ “Nem todo diva nasce sob os holofotes. Algumas brilham depois de anos de silêncio e sal.” 🌊🎶

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Completed
Doom at Your Service
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.5
Acting/Cast 9.0
Music 8.0
Rewatch Value 7.5

E se a única pessoa capaz de acabar com tudo… fosse justamente a que faz você querer viver?

A desgraça virou esperança! Aquele dorama que chega com cara de tragédia, veste preto, fala de fim do mundo… mas te entrega puro existencialismo romântico com pitadas de poesia e um toque de apocalipse personalizado.

“Desgraça ao Seu Dispor” não é um dorama comum. É um mergulho em temas pesados como morte, dor, desesperança e finitude — e ainda assim, consegue ser leve, sensível e até engraçado. A trama gira em torno de Tak Dong Kyung, uma editora com diagnóstico terminal, e Myul Mang, uma entidade sobrenatural responsável por causar desgraças no mundo (pois é, literalmente o caos com CPF).

Quando os dois firmam um contrato de 100 dias, o que parece ser só mais uma fantasia romântica vira um tratado sobre a vida: como viver sabendo que se vai morrer? Como amar alguém que carrega o fim dentro de si?

A dinâmica entre os protagonistas é intensa, cheia de diálogos profundos, silêncios eloquentes e frases que poderiam virar tatuagem existencial. A fotografia é lindíssima (chuvas simbólicas, luzes suaves, metáforas visuais pra tudo). A trilha sonora é emocionalmente destruidora — daquelas que você escuta e sente o peito pesar de saudade de algo que nem aconteceu com você.

Ah, e o casal secundário? Entrega um romance mais pé-no-chão, cheio de inseguranças reais e sentimentos mal resolvidos. Tem equilíbrio emocional pra todo gosto.

✨ “Às vezes, a vida machuca. Às vezes, ela só… cansa. Mas aí alguém aparece. E mesmo sendo a desgraça em pessoa, te lembra por que vale a pena continuar.”

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Completed
Descendants of the Sun
0 people found this review helpful
Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 8.0
Rewatch Value 8.0

Amar alguém entre bombas e batalhas é o tipo de amor que não cabe em florzinhas nem serenatas.

Um clássico! “Descendentes do Sol” não é só um dorama — é quase um monumento no mundo dos k-dramas. Com ação, romance, dilemas morais e um casal que deixou metade da audiência suspirando e a outra metade em frangalhos, ele é aquele tipo de história que parece uma avalanche: começa empolgante, cresce épica e termina te deixando em ruínas emocionais.

o drama te joga no meio de uma missão militar e, do nada, você está envolvido num dos romances mais intensos, perigosos e bonitos que um dorama já ousou entregar. Aqui, o amor nasce no caos, entre resgates, uniformes camuflados e decisões que testam moral, vida e coração.

O capitão Yoo Si Jin, soldado destemido e irônico, cruza o caminho da doutora Kang Mo Yeon, médica brilhante e determinada, e pronto: temos química explosiva (e não só no campo de batalha). Eles representam dois mundos opostos: ele lida com a morte, ela luta pela vida. E o dorama faz disso um enredo poderoso.

Não falta ação: tem terremoto, epidemia, tiroteio, e uma tensão constante. Mas no meio disso tudo, também tem humor, amizade, sacrifício, dilemas éticos e aquele tipo de romance que arde até quando eles só se encaram em silêncio.

A trilha sonora virou hino, o figurino militar virou fetiche dramático, e o casal principal... bom, o casal virou casal na vida real por um tempo — e isso a gente respeita.

✨ Alguns amores são forjados na rotina. Outros, no front. E esses… são eternos, mesmo quando a guerra termina. 💥❤️

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Completed
Welcome to Samdal-ri
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Jul 12, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.0
Acting/Cast 9.0
Music 8.0
Rewatch Value 7.0

Às vezes, o futuro da gente mora no passado que a gente deixou pra trás.

“De Volta às Raízes” é aquele dorama que não grita, mas sussurra. Não precisa de efeitos mirabolantes nem reviravoltas de novela: ele aposta na força do cotidiano, no silêncio que diz, na terra que ensina, e no reencontro com aquilo que sustenta — mesmo quando a gente esquece.

A trama acompanha um protagonista que, depois de viver uma vida agitada na cidade, retorna à sua cidade natal (ou é tragado por ela, quase sem querer). Lá, reencontra pessoas, memórias e uma versão de si mesmo que tinha ficado soterrada pelo concreto e pela pressa. Me identifiquei!

É um drama sobre reconciliação, pertencimento e raízes familiares — no sentido literal e simbólico. Entre colheitas, refeições simples, reparos na casa da infância e olhares trocados sem palavras, a história vai tecendo um resgate que é menos sobre voltar e mais sobre lembrar quem se é.

✨ Porque às vezes, pra se encontrar, é preciso voltar... e ficar um pouco onde tudo começou. 🪵🕊️

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Completed
A-List to Playlist
0 people found this review helpful
Jul 10, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 9.0
Rewatch Value 9.0

Quando a arte se reinventa em 100 dias

A motivação de recomeçar depois de muito tempo fazendo a mesma coisa.

🎤🎭 Jo Jung Suk e a coragem de trocar o script pelo microfone.

Com 20 anos de carreira sólida como ator (e uma voz que já roubava corações nos bastidores dos musicais e sets de filmagem), Jo Jung Suk decide encarar um dos desafios mais íntimos e potentes da sua trajetória: debutar como cantor em apenas 100 dias.

Mas isso não é só sobre cantar.
É sobre reconstruir-se em cena, sem personagem. É se olhar de frente, sem a proteção do papel alheio. É colocar a própria voz, as próprias dores e alegrias, num palco cru — onde cada nota carrega suor e cada letra pulsa verdade.

A série-documentário da Netflix é uma jornada de bastidores que mistura emoção, tropeços, risadas nervosas, crises de ansiedade e alívios catárticos. É também um mergulho no processo criativo de composição — cada música ganha corpo com entrega visceral. E não faltam experimentações: balada, pop, e até hip hop surgem no caminho como territórios novos onde Jo se joga com humildade e entrega.

As parcerias são um show à parte. Amizades antigas se transformam em colaborações musicais, a equipe que o cerca vira família de batalha, e o apoio da esposa, atriz e cantora Gummy, é aquele tipo de suporte silencioso que segura o tom quando a afinação emocional falha. A relação dos dois é um episódio à parte de ternura e cumplicidade.

A escolha de Gong Hyo Jin (com quem contracenou com uma química ímpar em Encarnação da Inveja) foi especial.

Sim, ele é ator. Mas aqui, ele é só Jo. E isso é gigante.

✨ “Alguns sonhos não nascem no início da carreira — eles esperam o tempo certo pra encontrar a voz certa.”
E Jo Jung Suk encontrou a dele. Em cada nota, com medo e com alma.

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Completed
Dali & Cocky Prince
0 people found this review helpful
Jul 10, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 6.5
Rewatch Value 7.5

O amor mistura arte e cara de pau

Esse aqui é aquele k-drama que a gente começa rindo e termina... ainda rindo, mas com o coração derretido, tipo sorvete no verão.

Ele é grosso, rico e totalmente sem filtro.
Ela é delicada, culta, um charme vintage com voz de veludo.
Eles não combinam.
Ou será que combinam até demais?

Dali e o Príncipe Arrogante é aquela comédia romântica que te pega desprevenida — do nada você tá envolvida em debates sobre arte moderna e rindo de um bilionário que mal sabe falar o próprio nome sem parecer um trator. Jin Moo Hak (Kim Min Jae) pode até começar como o típico arrogante, mas vai mostrando que por trás da pose, existe um coração bem maior que sua conta bancária. Já Kim Dal Ri (Park Gyu Young) é daquelas protagonistas que encantam com o olhar — elegante até tropeçando.

A química entre os dois é de fazer o Wi-Fi cair.
A direção acerta no tom leve, o humor é na medida certa e até os coadjuvantes brilham (menção honrosa pro guarda-roupa dela: um desfile de arte em forma de tecido!).

"O amor às vezes é uma galeria: começa confuso, mas no fim, tudo faz sentido.”

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Completed
D.P. Season 2
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Jul 10, 2025
6 of 6 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 9.0
Acting/Cast 10
Music 6.0
Rewatch Value 8.0

Quando o sistema sangra e a alma não cicatriza

Segura a emoção porque a temporada 2 de D.P. não pisa no freio , ela vem com mais força, mais camadas, e mais verdades desconfortáveis. Se a primeira temporada já era um soco no estômago, essa segunda é tipo levar o golpe... e continuar de pé mesmo assim.

A caçada continua. Mas agora, quem corre não são só os desertores, é todo mundo tentando escapar de um sistema que insiste em engolir gente por dentro.

Na segunda temporada, D.P. aprofunda o buraco. Vai fundo no que ficou mal resolvido, escancara os silêncios, e mostra que quando não se trata a ferida... ela infecciona. Ahn Jun Ho (Jung Hae In) e Han Ho Yeol (Koo Kyo Hwan) retornam com mais peso nas costas, mais dúvidas, e menos ilusões. Agora eles já entenderam que o problema não são os desertores , é a estrutura apodrecida que os produz.

A série faz o que poucos têm coragem: encarar de frente a violência institucional como um ciclo doente, quase hereditário. E tudo isso com roteiro tenso, atuações viscerais e uma direção que não romantiza nada.

Não é entretenimento leve. É realidade embrulhada em boa ficção.

“Algumas guerras não têm trincheiras. Têm fardas, silêncio... e a ordem de não sentir.”

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Completed
D.P.
0 people found this review helpful
Jul 10, 2025
6 of 6 episodes seen
Completed 0
Overall 9.0
Story 10
Acting/Cast 10
Music 6.5
Rewatch Value 9.0

Caçando soldados, encontrando traumas

D.P. (Deserter Pursuit) não alivia, não perfuma, não finge. Ele chega como um soco seco, daqueles que fazem a gente parar e pensar onde é que a ferida realmente começa.

Não é fácil ver, e talvez por isso a gente precise ver.

D.P. não é só um dorama sobre soldados caçando desertores. É uma exposição nua e crua do que acontece quando um sistema hierárquico, violento e impiedoso desumaniza os seus. Jung Hae In brilha como Ahn Jun Ho, um jovem recruta que é jogado nessa missão quase absurda: capturar colegas que decidiram fugir e ao longo do caminho, ele descobre que não fugiram por covardia, mas por desespero.

Cada episódio é uma denúncia. Um grito abafado. Um pedido de socorro entre olhares vazios, silêncios pesados e cicatrizes não vistas. O drama não nos convida pra julgar, mas pra escutar. E entender. Porque atrás de cada fuga, existe uma história que foi ignorada por tempo demais.

O roteiro é afiado, sem medo de tocar onde dói. A direção é precisa e fria, mas com espaço pra humanidade. E Jung Hae In... entrega um personagem que cresce aos poucos, no olhar, na revolta silenciosa, no desconforto de quem percebe que talvez esteja do lado errado, fazendo o "certo".

“Nem todo desertor foge da guerra. Alguns só não aguentam mais lutar contra o próprio país.” 💥

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Completed
Healer
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Jul 10, 2025
20 of 20 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.5
Music 6.0
Rewatch Value 7.5

O que a verdade esconde, o amor revela

Tem histórias que grudam pela trama. Outras, pela estética. Healer, gruda pelo combo completo: ação de tirar o fôlego, segredos do passado, personagens com bagagem e um romance que explode feito fogos no céu noturno.

Seo Jung Hoo não é só um mensageiro noturno. Ele é uma sombra no mundo, até que a luz (leia-se Chae Young Shin) começa a invadir suas esquinas. Ela é destemida, vive tropeçando nos próprios passos e ainda assim conquista a todos — principalmente a gente do outro lado da tela.

A trama cresce entre saltos em prédios e lembranças doloridas. Cada episódio desenterra um pedaço do passado, até que tudo se encaixa como uma verdade que ninguém quis ver.

Mas ó… o que fez meu coração disparar de verdade foi a química. Aquela química. Ele, todo ninja de moletom preto. Ela, toda emoção à flor da pele. Juntos, um romance que dança entre a adrenalina e a ternura, entre as sombras e os sorrisos.

“Às vezes, o amor mais verdadeiro se esconde nas entrelinhas... e nos telhados da cidade.” 🖤🏙️

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Completed
Marriage Contract
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Jul 10, 2025
16 of 16 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 9.0
Acting/Cast 9.5
Music 6.0
Rewatch Value 8.0

Quando o acordo vira abrigo

Tudo começa com um contrato — frio, pragmático, quase cruel. Ela, uma mãe solo com pouco tempo e muitas dívidas. Ele, um homem que precisa de uma solução urgente pra um problema familiar. Nenhum dos dois busca amor. Mas o destino, ah, esse não lê cláusula nenhuma.

Contrato de Casamento (2016) não é só um dorama sobre relações de conveniência. É sobre como a dor transforma, como o cuidado cotidiano costura laços mais fortes que o sangue, e como o amor nasce justamente onde parecia não haver espaço.

O drama pega fundo: fala de doença, maternidade, luto, egoísmo e redenção. Tudo com atuações emocionantes (Uee tá absurdamente maravilhosa) e uma criança que rouba a cena e o coração da gente.

Não tem pressa, não tem mil voltas no roteiro. Mas tem verdade.
E quando o amor vem devagar… ele não vai embora fácil.

“Tem relações que começam como um contrato. Mas é no silêncio entre as cláusulas que o afeto assina morada.” 📝❤️

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Completed
Weak Hero Class 1
0 people found this review helpful
Jul 10, 2025
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 9.5
Story 10
Acting/Cast 9.5
Music 9.0
Rewatch Value 10

Nem todo herói tem músculos. Alguns têm olhos frios, uma mente afiada... e feridas invisíveis.

🧨 Esse aqui não vem com glitter, nem coração desenhado no caderno. Ele vem com trauma, soco, inteligência e um silêncio que grita. Um dorama curto, direto, visceral, que deixa a alma roxa como se tivesse apanhado com os personagens.

“Classe dos Heróis Fracos” é intenso, cru e necessário. Acompanhamos Yeon Si Eun, um aluno modelo, franzino, isolado, que vira alvo de bullying. Mas o que ninguém espera é que ele não vai baixar a cabeça. Em vez de força física, ele responde com estratégia, sangue frio e uma coragem silenciosa que assusta mais que qualquer valentão.

O dorama é curto, mas pancada. Mostra a escola como ela pode ser: um campo de batalha onde os mais sensíveis são massacrados e onde sobreviver exige mais do que boas notas — exige coragem pra existir. O trio de protagonistas é incrível, com atuações fortes e uma química agridoce que a gente carrega no peito depois.

A violência é gráfica, mas nunca gratuita. Tudo tem peso. E o roteiro não alivia: bullying, negligência familiar, abandono, masculinidade tóxica — tudo vem à tona, sem anestesia.

✨ Alguns heróis não querem salvar o mundo. Eles só querem passar ilesos pelo recreio. E isso já é heroísmo demais. 🖤📓

DOSSIÊ EMOCIONAL

🎯 1. O herói não é forte. Ele é esperto. E tá cansado.
Yeon Si Eun não é o típico protagonista rebelde. Ele é o garoto quieto, o gênio, o que nunca incomoda — até que o mundo começa a cutucar suas feridas. E aí, a resposta não vem com socos aleatórios: vem com estratégia.
👉 A escola exige notas altas, mas não prepara ninguém pra lidar com o mal que vem de dentro da sala.

👥 2. Amizade salva. Mas também dói.
Quando Si Eun se conecta com Beom Seok e Su Ho, o que nasce ali é mais que parceria: é sobre encontrar abrigo emocional num lugar de guerra. Mas quando a dor interna não é tratada, até o afeto vira arma.
👉 Dor não cuidada vira inveja. Afeto sem base vira dependência. E tudo isso explode com o silêncio.

🩹 3. O bullying é físico. Mas o dano é psicológico.
Os socos a gente vê. As frases cruéis, também. Mas o que mais machuca é o abandono adulto, o "deixa disso" institucional, a pressão pra aguentar calado.
👉 A maior violência é a naturalização da violência.
👉 Cadê os professores, diretores, pais?

🪞 4. É um espelho duro da realidade.
Esse dorama incomoda. E tem que incomodar. Porque ele não suaviza o que acontece todos os dias em escolas por aí. Ele grita por todos que foram ignorados, diminuídos, pressionados a caber num molde.
👉 A escola é o primeiro lugar onde aprendemos se somos aceitos ou descartáveis.

🌱 5. No fim, o maior ato de coragem... é continuar existindo.
Si Eun não vira um vingador. Ele segue. Com os traumas. Com a inteligência. Com a dor. Porque, às vezes, sobreviver já é o suficiente. E isso é heroico pra caramba.

✨ Frase que define:
"A gente não quer ser forte. A gente só queria não precisar se defender o tempo todo." 🖤

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Completed
Celebrity
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Jul 10, 2025
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 7.5
Story 9.0
Acting/Cast 9.0
Music 6.0
Rewatch Value 6.5

Nem tudo que brilha é like — às vezes, é só carência editada em 4K.

Celebridade (2023) chegou com aquele jeitão de série moderna, cheia de brilho, grana, influenciadores e maquiagens caríssimas… mas por trás dos filtros e da ostentação, o que tem mesmo é veneno, hipocrisia e tretas dignas de reality show com roteiro.

“Celebridade” é uma crítica envernizada à cultura dos influenciadores e à busca frenética por seguidores, fama e validação. A protagonista Seo Ah Ri, ex-vendedora de cosméticos, entra nesse mundo como quem tropeça — e decide que já que tá no jogo, vai jogar com sangue nos olhos e base HD no rosto.

A narrativa é ágil, tem aquele clima de suspense e fofoca ao mesmo tempo. As rivalidades entre as influencers, os segredos de bastidores, os esquemas obscuros por trás das campanhas… tudo é mostrado com uma estética chique, quase plástica — proposital, claro. A gente fica o tempo todo pensando: quem é real aqui?

Mas nem tudo é perfeito. Alguns diálogos soam forçados, certas reviravoltas parecem novela mexicana com Wi-Fi, e o desenvolvimento emocional de alguns personagens fica meio raso. Ainda assim, é uma experiência viciante — tipo stalkear a vida alheia e depois se sentir levemente sujo por dentro.

✨ Em um mundo onde todo mundo performa… a verdadeira celebridade é quem não se perde de si. 💅📸

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