Foi um episódio bom. Eu tinha parado um pouco de assistir, então fiquei meio perdida sobre o que estava acontecendo, mas agora estou entendendo. Não foi nada demais, na verdade — um episódio razoável. Ainda assim, deu pra sentir bastante química entre os protagonistas. É aquele tipo de romance sutil, sabe? Eles ainda não se declararam, mas dá pra perceber os sentimentos.A cena em que o Duque Su diz para a Fang Fei que ela não tem nada a perder, mas ele tem — e que esse “algo” é ela — foi muito boa. Estou gostando de ver isso se desenvolvendo.Na verdade, eu gostaria de ver mais romance, né? Mas acho que agora, faltando uns 10 episódios pra acabar, vai começar a ter mais ação e, claro, mais momentos românticos também. Está se encaminhando bem.
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It's Okay to Not Be Okay Episode 16
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Bom, chegamos finalmente ao último episódio — nem acredito nisso. Foi um episódio emocionante, realmente um encerramento digno. Eu senti falta de algumas coisas, mas, no geral, acho que os personagens tiveram bons desfechos, muito emocionantes.A amizade do trio principal se fortaleceu. A Mun Young publicou seu livro, que fala sobre a relação dela com os irmãos Moon. Foi lindo ver o lançamento acontecendo no hospital psiquiátrico, com os pacientes que acompanhamos desde o início: o Kwon Gi Do, a Ah Reum, e tantos outros que já estavam lá. Ver todos reunidos nessa etapa final foi muito emocionante.E, claro, como a Mun Young e os irmãos Moon são completamente caóticos, tinha que acontecer alguma confusão durante o lançamento. Eles até discutem, mas logo resolvem — tudo do jeitinho deles.No geral, foi um drama muito aconchegante, que deixa um sorriso no rosto quando a gente vê tudo o que os personagens passaram, todo o sofrimento, os desafios e a trajetória até chegar onde chegaram. Mesmo que eu quisesse alguns desfechos melhores, como um aprofundamento maior nos casais e personagens secundários, ainda assim foi um final satisfatório.E eu não podia deixar de comentar a “van de acampamento” que o Sang Tae queria para fugir da borboleta. No fim, ela se tornou um refúgio — mas não um refúgio para fugir, e sim um símbolo de união. A van uniu a Mun Young aos irmãos Moon, e uniu a família deles de verdade. Algo que começou como uma tentativa de escapada se transformou em um lugar de carinho, diversão e convivência. A cena deles na van foi muito emocionante.O final, então, foi ainda mais marcante. Ver que os irmãos seguiram caminhos diferentes foi simbólico. Eles sempre foram muito ligados, quase dependentes um do outro, mas agora cada um segue sua vida. Não porque deixaram de se amar, mas porque ambos têm sonhos e desejos diferentes. A separação não quebra o vínculo — ela mostra maturidade. Eles ainda se amam, ainda se apoiam, mas precisam viver suas próprias vidas.O drama deixou muitas lições ao longo do caminho, ensinamentos que realmente ficam com a gente. Foi um último episódio muito bom, emocionante e profundamente confortante.
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It's Okay to Not Be Okay Episode 15
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War is overrrr! 🎉A mãe da Mun Young foi presa e agora os três estão a salvo! Mas ainda existe um clima desconfortável, como se o Gang Tae e a Mun Young estivessem pisando em ovos. Ele está sofrendo com toda a situação, mas está disposto a superar tudo junto com ela. Já a Mun Young sente o peso da culpa e não consegue continuar próxima dos irmãos, sabendo de tudo o que aconteceu.Na verdade, ela não tem culpa de nada — quem cometeu os erros foi a mãe dela. Mesmo assim, o sentimento de culpa continua. A Mun Young se tornou uma das minhas personagens favoritas. Ela aparenta ser forte, sempre vestindo uma armadura, mas por dentro é uma mulher que sofreu muito, que anseia por amor e teme a solidão. 💔Fico muito feliz em ver que os irmãos continuam na casa dela, mesmo depois de ela pedir para irem embora. O apoio e o companheirismo que eles demonstram aquecem meu coração. A Mun Young tenta afastar as pessoas, mas eles permanecem — e isso é lindo.Também fico imensamente feliz em ver como ela está sendo amada pelos outros personagens, que a apoiam e mostram que ela não está sozinha e não tem culpa do passado. Eu amo esse tipo de “found family”, e é emocionante ver que a Mun Young finalmente encontrou pessoas leais que ficam ao lado dela, mesmo quando ela insiste em se esconder atrás da armadura.Achei lindo o momento em que os irmãos Moon plantam uma árvore em homenagem à mãe — e mais do que isso, mostrando que a Mun Young agora faz parte da família. 🌳O diálogo entre Gang Tae e Sang Tae foi lindíssimo. Quando o irmão mais velho diz ao mais novo que ele não nasceu para cuidar dele, me lembrei daquela frase de uma psicóloga: “Tu não é a irmã mais velha, tu é a filha.” Nesse caso, seria: “Tu não é o irmão mais novo, tu é o filho.”Essa cena me emocionou profundamente, porque me identifiquei muito com ela.Esse drama tem sido um verdadeiro abrigo de conforto, reconciliação, amor, companheirismo e lealdade. 💕E, por último, preciso dizer: durante boa parte do drama eu não sentia amor entre os protagonistas, apenas química. Mas agora, além da química, eu vejo amor — vejo cuidado, compreensão e entrega. E eu amei isso.
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It's Okay to Not Be Okay Episode 14
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Tadinha da Mun Young… ela ainda não sabia que a mãe dela matou a mãe do homem que ela ama. 💔 Ver o quanto ela sofreu com isso cortou meu coração.Nesse momento tão difícil, o Sang Tae — que ainda não sabe de nada — tenta consolar ela e o irmão. Essas cenas foram de partir o coração, e eu acabei chorando um pouco.O Jae Soo também tem sido um personagem muito divertido. Ele consola o amigo, e eu admiro demais a lealdade dele com o Gang Tae. Além disso, ele sempre rende boas risadas quando contracena com outros personagens. Aliás, não comentei muito, mas a Ju Ri, a mãe dela, o Sang In, a Seung Jae e o próprio Jae Soo têm rendido ótimas cenas, tanto engraçadas quanto emocionantes.Falta pouco pra acabar e eu nem acredito que estou prestes a terminar um drama que demorei tanto pra finalizar. 🥹Os dois últimos episódios prometem muito!
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It's Okay to Not Be Okay Episode 13
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Só porque eu falei que queria ver mais a história dos pacientes, o drama começou a mostrar mais agora! 😅 Achei muito interessante a história da mulher que é uma “xamã”. Cada paciente tem uma história profunda por trás, revelando como as vítimas lutam para se curar, enquanto os agressores continuam vivendo tranquilamente.Felizmente, o Sang Tae está superando seu trauma com as borboletas, e fico imensamente feliz por ele e pelo irmão. ❤️Porém, como dizem, felicidade de pobre dura pouco — e veio um grande plot twist: a mãe da Mun Young matou a mãe dos irmãos Moon, não morreu e ainda é a enfermeira-chefe do hospital psiquiátrico! 🤯Agora quero ver como as coisas vão se desenrolar daqui pra frente. O drama promete entrar numa fase cheia de suspense e tensão!
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It's Okay to Not Be Okay Episode 12
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Bom, a gente teve dois grandes acontecimentos nesse episódio.O primeiro foi a história daquele senhor, o paciente mais idoso do hospital psiquiátrico, que costuma conversar bastante com o diretor. Há 20 anos, ele foi para a guerra e acabou matando pessoas inocentes. Desde então, vive atormentado pela culpa e não consegue mais levar uma vida normal. Hoje, ele simplesmente pega o ônibus e retorna ao hospital, pois se tornou totalmente dependente daquele lugar.Logo no início, quando ele estava no ônibus com o Sang Tae, ouviu o barulho de uma britadeira e acabou tendo um gatilho, lembrando dos tiros da guerra. Ele passou mal, mas o Sang Tae estava junto e conseguiu ajudá-lo. Achei muito interessante ver a história desse paciente.Eu queria que It’s Okay to Not Be Okay tivesse tragédias e profundidade emocional como Daily Dose of Sunshine, mostrando mais o lado humano dos pacientes, sabe? Não que o drama precise ser baseado nisso, mas eu gostaria que explorasse mais essas histórias individuais. Ainda assim, gostei muito do que foi mostrado até agora — e da forma como o episódio abordou essa dor.Além disso, o Sang Tae teve um grande momento de crescimento. Antes do acidente, ele conversava com o paciente e percebeu que era hora de parar de fugir da borboleta — aquela lembrança dolorosa ligada ao passado. Ele finalmente encarou o medo de frente. Só que, o Sang Tae ao falar sobre a borboleta, o Gang Tae percebeu que ela pode estar ligada à mãe da Mun Young… que pode ter sido quem matou a mãe dos irmãos Moon.Foi uma reviravolta e tanto. Eu imaginei que algo grande ia acontecer, porque o episódio estava calmo demais. E não deu outra.O episódio 11, pra mim, foi o melhor até agora. Tô curiosa pra ver como o drama vai seguir depois dessa revelação. Tá quase acabando — graças a Deus, porque eu já tô ficando exausta 😅 —, mas ainda assim está sendo bom de acompanhar. Tá com um ritmo gostosinho e envolvente. Vamos ver como vai terminar!
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It's Okay to Not Be Okay Episode 11
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O episódio 11 foi o melhor até agora! Finalmente tivemos o beijo no drama — e eu precisava disso pra dar mais gás, pra continuar assistindo, sabe? Foi como uma recarga de energia, que me fez voltar a me empolgar e me apaixonar pelo drama de novo.Sério, os dois protagonistas têm muita química! Eu dei gritinhos, pulinhos, me emocionei e fiquei em êxtase. Valeu totalmente a espera — a cena foi tudo o que eu queria.Além do beijo (que eu estava super ansiosa pra ver), também vimos uma melhora na relação entre os três protagonistas: os irmãos Moon e a Mun Young. Tem sido muito interessante acompanhar a dinâmica entre eles. Eu gosto muito dos três personagens; a relação que têm é envolvente e agradável de assistir.Mesmo com as desavenças, eles conseguem superá-las, aprendendo uns com os outros e com eles mesmos. É bonito ver essa jornada de autoconhecimento, amadurecimento e empatia. Estão evoluindo não só como indivíduos, mas também na forma como se relacionam com o próximo.Foi um episódio completo, cheio de emoção e desenvolvimento. Estou gostando bastante e espero que venham mais momentos assim. Sem dúvidas, foi o melhor episódio até agora!
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It's Okay to Not Be Okay Episode 10
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O que eu vejo aqui é uma pessoa com uma grande responsabilidade sobre o irmão, que demanda muito dele, e outra pessoa que o ama e está tentando vencer o orgulho, lutando por esse amor.Vamos ser sinceros: esse relacionamento só chegou até aqui por causa da Ko Mun Young. Nesse episódio, o Gang Tae me fez ficar com raiva dele por ter machucado os sentimentos dela.Me emocionei — meu coração doeu — e até derramei algumas lágrimas quando o Sang Tae disse que a mãe era boa pra ele, mas não pro Gang Tae. Nossa, que dor. Mesmo chateado pelas coisas que o irmão disse, ele ainda entende o que a mãe fazia e qual era a prioridade dela.Em contrapartida, vemos a mãe da Ju Ri… que mulher de bom coração! Estou gostando tanto dela. Mesmo chateada, ela continua fazendo o bem para os irmãos.Estou curiosa sobre o desfecho da família Ko. Quero saber mais sobre a mãe da Mun Yeong e a história por trás de como cada um dessa família chegou ao ponto em que está hoje.
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It's Okay to Not Be Okay Episode 9
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Foi um bom episódio, na maior parte do tempo. Teve bastante desenvolvimento dos casais secundários.Primeiramente, descobrimos que o diretor do hospital e a merendeira — que é a mãe da Ju Ri — tiveram algo no passado. Não chegou a ser um caso, mas deu pra perceber que, da parte dele, havia sentimentos. Eu queria muito que surgisse algo entre os dois agora, ou pelo menos um aprofundamento maior sobre o que aconteceu antes. Fiquei com a sensação de que ficou em aberto, só com a revelação de que ele gostava dela. Queria que tivesse mais, sabe?O segundo casal secundário, a Ju Ri e o Sang In, é outro que eu espero ver junto. A Ju Ri estava passando por um amor não correspondido, e o Sang In, desde a primeira vez que a viu, já demonstrou gostar muito dela. Espero que ela dê uma chance pra esse amor e consiga esquecer o Gang Tae, porque ela só está se machucando.Também espero que a Mun Young e a Ju Ri voltem a se entender. Elas tinham uma amizade antes, e eu realmente quero ver essa amizade renascendo. Acho que é uma das coisas que mais quero agora no drama: que elas façam as pazes e voltem a ser amigas de verdade.Sinto um pouco de pena do Jae Soo, porque ele gosta da Ju Ri. Mas talvez ele possa acabar ficando com a Seung Jae, quem sabe? Pode ser que ainda haja alguém pra ele no decorrer da história.Gostei muito da viagem que o Gang Tae e a Mun Young fizeram. E, claro, eles acabaram encontrando o casal do hospital, que está apaixonado e vivendo um lindo momento. Estou adorando o desenvolvimento deles — tudo está muito equilibrado. Os dois estão enfrentando dificuldades, e ele reconhece que ainda não está pronto pra oferecer a segurança que ela merece. Achei isso muito bonito e maduro. Espero que o relacionamento deles continue evoluindo.No final, tivemos aquele caos quando o Sang Tae contou pra todo mundo no hospital que o Gang Tae queria matar ele. Agora está todo mundo em alvoroço, e quero ver como as coisas vão se desenrolar.
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Bom, a Ji Shu Ran saiu de cena, exatamente como eu tinha imaginado. Ela realmente enlouqueceu — não no sentido de “doida”, mas porque tudo desmoronou de uma vez. Ela não esperava que todo o passado viesse à tona, perdeu a pessoa que amava e ficou completamente sem rumo, sem saída. Então, acabou enlouquecendo e deixando a trama. Não vai mais fazer mal para a Jiang Li.Mas ainda existem pessoas do alto escalão que querem destruir a Jiang Li, como o Shen Yu Rong, que a cada episódio eu desgosto mais.Por outro lado, fiquei feliz pelo momento bonito da Fang Fei. Ela perdeu a Tong Er, mas o Duque Su conseguiu encontrar a ajudante dela — aquela que se perdeu depois de tudo o que aconteceu com a família Xue. Ele conseguiu trazer a empregada de volta para a Fang Fei, e elas puderam se reencontrar.Foi uma noite muito emocionante. Mesmo com tudo difícil, a Fang Fei está conseguindo lidar bem, e o Duque Su tem sido um grande apoio para ela. A relação deles está crescendo bastante, e estou muito feliz com isso.
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O plano da Princesa Wan Ning com a Ji Shu Ran era fazer um exorcismo na Jiang Li, mas tudo deu errado — e de forma caótica. A Jiang Li estava preparada, e o que era para ser uma armadilha acabou se tornando uma tragédia cheia de mortes inesperadas.A primeira morte que me surpreendeu foi a da Tong Er. Eu queria muito que ela tivesse mais desenvolvimento, talvez até um par romântico ou um desenvolvimento pessoal mais profundo. A Jiang Li iria até dar uma casa para ela… Então ver a Tong Er se sacrificando pela Jiang Li do nada me deixou bem triste.Também tivemos a morte do Adivinhador Imperial, o grande amor da Ji Shu Ran. Ela ficou destruída, e acredito que, depois disso, ela deve sair de cena e deixar de ser realmente uma ameaça para a Jiang Li.E outro ponto que me deixou abalada foi a morte da concubina — a que teve a filha assassinada pela Ji Shu Ran. A Jiang Li finalmente fez justiça por sua filha, mas por que a mãe decidiu tirar a própria vida? Eu achei sem sentido, mas fazer o quê… O drama escolheu esse caminho.No geral, foi um episódio cheio de reviravoltas, acontecimentos intensos e momentos em que mal dava para respirar. Foi um bom episódio, apesar das mortes e da tristeza que senti pela Tong Er.
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Nós tivemos mais um aprofundamento na história da Ji Shu Ran e do seu amor do passado — como ele se tornou o adivinhador imperial e como se reencontraram agora no presente. Eu já sabia que a Ji Shu Ran era má, pelas atitudes que já tinha mostrado, mas não imaginava que fosse tão má assim. Ela até me lembrou a Cheon Seo Jin, de The Penthouse. Claro, não chega ao nível da Cheon Seo Jin, mas tem algumas semelhanças nas atitudes e na frieza.A Ji Shu Ran tentou matar o próprio amor do passado, fez mal ao pai, prejudicou a amiga para tomar o lugar dela e alcançar a posição que tem hoje… Foram muitas maldades. Acredito que o final dela já está praticamente definido: ela vai colher tudo o que plantou.Também achei interessante conhecer um pouco mais da história da concubina — que teve uma filha, mas cuja criança foi morta pela própria Ji Shu Ran porque na época a concubina não podia ter um filho antes da esposa legítima. Isso destruiu a vida da mulher, que acabou se passando por louca, mesmo não sendo. A Fang Fei (como Jiang Li) acolheu, ouviu sua história e tentou ajudá-la. Espero que ela consiga recuperar um pouco da dignidade e reconstruir a própria vida, mesmo que o luto nunca desapareça.Foi um episódio muito interessante, cheio de histórias, revelações e acontecimentos importantes. Gostei bastante.
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O episódio girou em torno do plano do Zhou Yan Bang de sequestrar a Jiang Li. Na verdade, eu estou começando a pegar raiva do Yan Bang. No início, quando ele apareceu, eu até gostei dele, achei ele bonito e interessante. Mas conforme o drama foi avançando, eu simplesmente parei de gostar dele. Não por aparência, mas pelas atitudes mesmo — ele se mostrou feio por dentro. Isso me fez desgostar completamente dele. Ele é um babaca.Graças a Deus nada aconteceu com as meninas, só com ele — então, sinceramente, ele não faz falta nenhuma. Espero que a Ruo Yao venha a ter voz própria, que ela não fique dependendo da mãe ou do Yan Bang, mas que consiga tomar as próprias decisões, seguir o que ela realmente quer e descobrir suas vontades por si mesma. Torço para que haja uma evolução na personagem dela.E, no fim, graças a Deus deu tudo certo com a Fang Fei. Ela não ficou machucada, e aquela cena final entre a Fang Fei e o Duque Su foi muito fofa. Eles estão se aproximando cada vez mais, e está sendo muito legal de acompanhar essa dinâmica entre eles.
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Esse episódio girou mais em torno das outras personagens. Tivemos um aprofundamento grande na história da Ji Shu Ran — seu relacionamento passado e toda a sua vida antes dos acontecimentos atuais. Acredito que isso ainda vai vir à tona e que o passado dela acabará sendo exposto. Então, o mal que ela quer fazer para a Jiang Li provavelmente vai falhar justamente porque seu passado deve se revelar.Também temos a princesa Wan Ning, que quer se juntar à Ji Shu Ran para derrubar a Jiang Li. Ou seja, está todo mundo contra a Jiang Li nesse momento.A interação entre a Ruo Yao e a Yu E, para com o Zhou Yan Bang também tem sido muito interessante de acompanhar. Fiquei com pena da Yu E — porque ela acabou tomando decisões baseadas na sobrevivência. Tudo o que ela fez foi fruto de desespero, e isso fica muito claro agora.No geral, foi um episódio cheio de reviravoltas e plot twists, daqueles que tu assiste prendendo a respiração. É aquele tipo de episódio que tu quer continuar vendo sem parar, porque sempre acontece algo novo.
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Gostei do episódio. Teve o sequestro da Fang Fei, que rendeu bastante coisa: o choque de realidade que ela deu na Jiang Ruo Yao e a preocupação do Duque Su. O primeiro ponto achei bem interessante — espero que a Ruo Yao passe a se posicionar mais, viva a própria vida e não a da mãe, e que encontre alguém que realmente goste dela. O segundo ponto também foi bom: agora o Duque Su deu um apito para a Fang Fei usar caso esteja em perigo, e acredito que isso ainda vai render muitos momentos fofos e românticos.
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