E se mentir te fizesse engasgar? O que sobraria dos noticiários?
Pinóquio é um dorama que começa com uma premissa curiosa e quase fantasiosa — pessoas com a síndrome de Pinóquio (que soluçam ao mentir) — e desdobra isso num drama denso, emocional e surpreendentemente real. Porque no fundo, o que está em jogo aqui não é só a verdade. É a coragem de contá-la. E o preço de escondê-la.A série entrega uma crítica poderosa à mídia sensacionalista, ao poder de manipulação das palavras e aos impactos disso na vida de pessoas comuns. Tudo isso embalado por um romance lindo entre dois protagonistas que cresceram juntos, mas separados por uma tragédia moldada justamente por... uma notícia falsa.
Lee Jong-suk (Choi Dal-po/Ki Ha-myung)
Carrega no olhar aquele peso de quem vive com feridas abertas. Brilhante, sarcástico, sensível. Seu personagem é uma bomba emocional esperando o momento certo de explodir e explode lindamente.
Park Shin-hye (Choi In-ha)
Com sua “maldição” de não conseguir mentir, ela é a luz que fura as sombras da narrativa. Forte, ética, determinada — mas também frágil diante do dilema de amar alguém envolvido na tragédia da sua própria família.
Lições que ficam:
A verdade tem camadas. E consequências.
Mentir machuca... mas omitir também.
A justiça não é feita só nos tribunais — ela começa nas manchetes.
Pinóquio somos todos nós: Talvez a maior provocação da série seja essa: todos queremos ser ouvidos. Mas estamos dispostos a ouvir? Estamos prontos pra dizer o que é certo, mesmo que doa? Porque não basta não mentir. É preciso escolher, todo dia, a honestidade emocional e moral, mesmo quando ela embarga a voz.
“A verdade pode ser pequena... mas seu eco é imenso.”
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k-drama ketiga yang aku tonton
jujur aja kayaknya telat banget ya baru nulis ulasannya sekarang T-T.... tapi gapapa, drama ini bagus banget! aku gatau sih ini dramanya termasuk thriller, action atau bukan, tapi over all aku suka!! soalnya tuh kan ada action nya juga kalau gk salah (sorry guys, aku lupa) jadi seru gitu, ngga cuma romance doang... karena jujur aja, aku kurang suka sm drama yang isinya 100% romance, menurut ku ngebosenin aja gitu... tapi drama ini ngga! jadi aku suka banget sih! aku juga suka banget sama aktingnya lee jong suk disini!Was this review helpful to you?
This review may contain spoilers
"Na Grécia antiga, especialmente em Parmênides e depois em Platão, a verdade (alétheia) não é algo que se “produz”, mas algo que se desvela. O verbo grego carrega a ideia de retirar o véu: a realidade, em sua essência, já é verdadeira, e o papel do filósofo é afastar as aparências (dóxa) que obscurecem esse núcleo estável do ser. No Mito da Caverna, Platão formula de modo quase narrativo essa cisão: a verdade é aquilo que permanece idêntico a si mesmo, fora do jogo das sombras, e o erro não é uma mentira deliberada, mas uma condição existencial de quem vive aprisionado à superfície do sensível. Aristóteles, embora mais empírico, preserva esse horizonte ontológico: a verdade é a adequação entre o intelecto e o ser. Ainda há, portanto, um mundo que precede o sujeito, e o juízo verdadeiro é aquele que consegue se conformar com essa ordem objetiva. A ideia - o eidos - não nasce como invenção subjetiva, mas como forma inteligível que estrutura a realidade e que a razão pode captar.
Quando avançamos para a modernidade, essa arquitetura se inverte. Em Descartes, a verdade já não começa no ser, mas no sujeito: cogito, ergo sum. O fundamento desloca-se do mundo para a consciência. Em Kant, esse deslocamento se radicaliza: não conhecemos as “coisas em si”, mas apenas os fenômenos tal como aparecem sob as formas e categorias do entendimento. A verdade deixa de ser desvelamento do real e passa a ser, em larga medida, coerência dentro de um sistema de representação.
No modernismo e nos desdobramentos contemporâneos ela se torna ainda mais instável e obscura: não apenas mediada, mas atravessada por linguagem, vontade, discurso e relações de poder.
É nesse ponto que Pinocchio se torna surpreendentemente “grego” e, ao mesmo tempo, profundamente moderno. A chamada “síndrome de Pinocchio” funciona como uma alegoria da alétheia: o corpo da protagonista reage à mentira como se a verdade fosse uma força ontológica que não pode ser suprimida sem consequências físicas. A verdade, aqui, não é apenas um acordo social ou uma convenção discursiva - ela se impõe, quase como uma lei do ser. Nesse sentido, o dorama ecoa Platão: mentir não é apenas um erro moral, mas uma ruptura com uma ordem mais profunda que exige reparação.
No entanto, a ambientação no jornalismo e na mídia reinscreve tudo no horizonte moderno. A verdade não aparece como algo simplesmente dado, mas como algo disputado, editado, recortado e narrado. Reportagens moldam reputações, imagens públicas substituem pessoas reais, e fatos se tornam “realidade” apenas quando passam pelo filtro institucional. Aqui, o dorama se afasta da ontologia grega e se aproxima de uma visão completamente moderna: a verdade é inseparável dos regimes que a produzem e a legitimam.
O paralelo, portanto, se sustenta justamente na tensão. Pinocchio encena, em termos dramáticos, o conflito entre duas concepções históricas de verdade. De um lado, uma verdade que “faz adoecer” quando é negada - quase metafísica, necessária, inescapável. De outro, uma verdade que circula como produto social, vulnerável à manipulação, à audiência e aos interesses. A protagonista vive entre esses dois mundos: seu corpo pertence ao regime da alétheia grega, mas sua profissão a lança no regime moderno da narrativa e da mediação."
Pinocchio (2014), foi um dorama que eu estava postergando durante anos e que acabou se tornando uma grata surpresa, principalmente pelos seus temas - que me lembraram e fizeram ficar reflexivo sobre como a modernidade rompeu com os gregos e medievais em relação aos temas tratados pelo dorama - sobre verdade, mentira e responsabilidade, usando o jornalismo como pano de fundo para discutir como as histórias são contadas e como elas afetam a vida das pessoas. A “síndrome de Pinocchio” da protagonista é uma ideia criativa que dá leveza e, ao mesmo tempo, profundidade ao debate moral do dorama.
Choi Dal-po/Ha Myung é um protagonista movido pelo passado e pela busca por justiça. Sua jornada funciona bem porque mostra o conflito entre querer revelar a verdade e lidar com as consequências que ela traz. Choi In-ha é carismática e sincera, e sua condição de não conseguir mentir a torna o contraponto emocional e ético da narrativa. O romance entre os dois é envolvente e ajuda a manter o ritmo da história, mesmo nos momentos mais dramáticos.
Os personagens secundários cumprem bem seus papéis dentro da redação, representando diferentes formas de lidar com a notícia: alguns mais idealistas, outros mais pragmáticos. Embora nem todos sejam muito aprofundados, eles ajudam a dar contexto ao conflito central. No geral, Pinocchio é uma obra envolvente, subtramas bem interessantes, bons personagens, romance cativante (poderia ter mais momentos e um final melhor entre os personagens) e uma proposta muito rica sobre o valor da verdade no mundo moderno. Mesmo com seus excessos, é fácil de maratonar e deixa uma reflexão que vai além do drama.
Envelheceu como vinho.
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Carino ma niente di che
Ci mancherebbe sì fa guardare ma niente di che. E se togliamo la bravissima Park Shin-hye rimane veramente poco. Ci sono talmente tanti buchi in questa serie che la luna in confronto è liscia. [spoiler] Come fa un bambino ad essere adottato senza documenti? E nessuno fa domande su chi è? Considerando che l'intera serie si basa sul giornalismo direi che è una scelta al quanto strana. Non ci sta e anche tutto ciò che viene dopo si basa su questa cosa che non ha senso. Se è un fantasy ci sta tutto ma se è cita vera non puoi fare scomparire un bambino e farlo riapparire due giorni dopo con un alto nome. Le incoerenze mi servano. Le scelte che fanno fare ai personaggi sono incomprensibili. Non sto con te perché mi ricordi un bruto momento ma sono stato in casa tua per 13 anni. Scusa mi sono perso qualcosa? Peccato perché comunque è interessante e si fa vedere. Bella l'idea che una persona non possa mentire perché sennò gli viene il singhiozzo. È una serie che rimane a galla con pochi spunti.Was this review helpful to you?
Dur de ne jamais pouvoir mentir, même pour la bonne cause !!
J’ai beaucoup aimé ce drama qui mêle adroitement plusieurs ficelles dramatiques: la tragédie de vies brisées, les relations familiales et les diversités, le métier de journaliste et ses possibles dérives, la vengeance qui ne peut jamais remplacer la justice, et une très jolie romance fondée sur une enfance partagée…Le « syndrome de Pinocchio » ne figure ni dans le DSM ni dans aucune encyclopédie médicale. Lancée par le journaliste et bientôt sénateur André Pratte, la dénomination pour le « politicien menteur impénitent » a fait pourtant son bout de chemin.(Agence Science Presse, 30 mars 2016 Québec) https://www.sciencepresse.qc.ca/actualite/2016/03/30/syndrome-pinocchio-autres-troubles
Cela a dû donner l’idée aux scénaristes de concrétiser les signes évidents de mensonge par un seul symptôme : le hoquet, et cette pauvre In Ah ne pourra jamais mentir sans aussitôt émettre un hoquet révélateur… Son rêve est de devenir journaliste, comme sa mère qu’elle vénère, mais on lui rétorque (sans rougir !) que c’est impossible car un journaliste doit pouvoir mentir ! Pourtant elle va devenir la caution publicitaire de vérité de sa chaîne grâce à cette particularité ! Son « oncle » et ami d’enfance Dal-Po veut lui aussi être journaliste mais pour se venger de la reporter Song !
Mis à part ces ressorts assez habituels (vengeance, ambition…) j’ai été vraiment intéressée par les différents liens familiaux qui nous sont présentés, ma préférence allant bien entendu à la famille adoptive de Dal Po, le grand-père soignant un deuil permanent par le sauvetage d’un enfant, son fils acceptant, pour lui faire plaisir et le ménager, de considérer le gamin comme son grand-frère, le réel amour filial qui s’établit entre ces personnes démontrant que le lien du sang n’est pas forcément le meilleur. Ceci est largement démontré par la relation de In Ah avec sa mère, amour filial entièrement à sens unique, presque jusqu’à la fin et aussi par la relation de Seo Beom Jo avec sa mère, la terrible Mme Park Ro Sa ! Là, il y a certes de l’amour, mais mal compris, et c’est le fils qui apprendra à sa mère comment elle s’est toujours trompée. Il y a aussi le lien entre Dal Po et son frère, et lui n’a pas eu la chance de trouver la chaleur d’un foyer, il n’a vécu que dans la haine et la volonté de se venger, franchissant les ultimes limites dont on ne peut revenir , son frère deviendra pourtant sa lumière et son guide.
Il y a aussi le monde des journalistes des deux chaînes de télé, certains essayant de suivre la déontologie, d’autres ne se souciant que de l’audience… La côté drôle et humoristique du drama se trouve là, ainsi que dans les scènes familiales de Dal Po et In Ha.
La romance et très convenue, et s’il n’y avait qu’elle, ce serait un drama parfaitement insipide, heureusement que toute une trame d’autres intrigues tisse une belle tapisserie haute en couleur, pleine de rebondissements, d’émotions, de suspens et de charme.
Les acteurs sont tous excellents chacun dans leur registre, parfaitement menés par le couple vedette Lee Jong Suk et Park Shin Hye. Lui est toujours très bon dans ce genre de personnage, adulte dont l’adolescence n’est pas loin, qu’il interprète avec beaucoup de naturel et de sincérité, le réalisateur sait jouer de sa morphologie longiligne particulière. Park Shin Hye est très bien, très juste, très émouvante quand il le faut et semble parfaitement naturelle dans son syndrome fantaisiste.
Drama déjà bien connu, déjà très apprécié en général, et que je recommande à voir, ou à revoir !
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Drama intrigante con una bella storia!
Un drama davvero bello con una storia intrigante.Mi è piaciuto in tutto anche se qualche volta un po' lento.La storia racconta il dietro le quinte dei telegiornali,le notizie le esclusive tv e i giornalisti.Anche se la storia principale riguarda una specie di vendetta che però da la possibilità di redimersi e diventare migliori.
I protagonisti crescono insieme come zio e nipote ma non lo sono e nonostante non dovrebbero si innamoreranno,diventeranno dei giornalisti e vivranno un bel po di peripezie oltre che affrontare grandi dolori.Lui è stato salvato è cresciuto dal nonno di lei come un figlio,la mamma di lei che l'ha praticamente abbandonata e la giornalista che ha distrutto la famiglia di lui.Lei sogna da sempre di diventare giornalista ma soffre di una strana malattia che le impedisce di mentire da qui il nome pinocchio.Lui per vendicarsi della mamma di lei diventa un bravissimo giornalista.
Per fortuna con un po' di strategie e molto aiuto da amici e colleghi le cose andranno bene e finalmente potranno amarsi a cuor leggero.
Mi è mancato un po' di romanticismo in più ma i protagonisti sono belli dolci bravi e buffi perciò il drama scorre piacevolmente.
Comunque lo considero un drama che deve essere visto.
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Cela fait plusieurs mois que j'ai fini ce drama donc je vais surtout parler de ce dont je me souviens :
L'histoire parle d'une jeune femme atteinte du syndrome de Pinocchio à savoir : elle ne peut pas mentir sinon elle a le hoquet et donc tout le monde sait qu'elle ment. Sa mère est journaliste pour une grande chaîne mais depuis le divorce de ses parents elle vit avec son père et son grand-père sur une île. Un jeune garçon, orphelin vit avec eux. Il a été adopté par son grand-père qui pense qu'il s'agit de son deuxième fils mort plusieurs années auparavant. Les deux jeunes gens entretiennent des relations cordiales, le jeune garçon étant accepté dans la famille uniquement car il est le lien qui permet au grand père de survivre. Les deux jeunes gens fréquentent la même école. A l'heure des études supérieures la jeune fille décide de devenir journaliste comme sa mère mais le jeune garçon ne peut pas faire d'études car il ne peut pas les financer. Toute la famille déménage en ville et nous suivons la progression des protagonistes dans leurs carrières respectives. Le handicap de la jeune fille lui met de nombreux bâtons dans les roues mais elle peut compter en partie sur le soutien de ses proches. BREF !
La trame de l'histoire est intéressante puisqu'il s'agit de la façon dont les informations sont manipulées par les journalistes dans les médias pour se vendre mieux. On a d'un côté une protagoniste qui est dans l'impossibilité de mentir à laquelle on dit qu'elle ne pourra jamais être journaliste à cause de ça. Et de l'autre un protagoniste qui voue une haine viscérale aux médias à cause d'une histoire personnelle et qui se met en quête de rétablir la vérité à propos de son passé. Dans le même temps on aborde le fait qu'il ne faut pas toujours croire aveuglément les choses que l'on tient pour vraies sans chercher à vérifier ses informations. Car même lorsque l'on pense détenir la vérité il est toujours possible de se tromper. Ce drama aborde aussi la notion de pardon des erreurs, les siennes et celles des autres et la capacité à vouloir se racheter. C'est une belle histoire car elle illustre de le triomphe de la vérité face au complot. En même temps on apprend que les raisons qui poussent les gens à mal agir sont parfois multiples et que lorsqu'on a commencé à mentir il est difficile de revenir en arrière.
En ce qui concerne les acteurs : les deux principaux sont des acteurs que j'ai apprécié dans d'autres dramas et même si leur jeu n'est pas transcendant il est loin d'être mauvais. Le personnage de Dal-Po est intéressante car il est en proie à une lutte intérieure entre ce qu'il aime et ce qu'il veut. L'histoire entre les deux protagonistes se construit dans le temps puisqu'on les voit enfants puis adolescent et jeunes adultes. Ils ont donc un passif et une histoire personnelle mêlée de près. Les personnages secondaires sont aussi intéressant notamment Beom-Jo qui au départ très enfantin et capricieux grandit au fur et à mesure que des vérités lui sont révélées. Il est partagé entre sa vie confortable et son idéal, entre ce qu'il veut et ce qu'il peut avoir ce qui le rend attendrissant même s'il est parfois agaçant et vraiment naïf. Le personnage de Yoo-Rae est lui plutôt rafraîchissant dans le scénario. Je ne vous apprend rien si je vous dit qu'il s'agit d'une intrigue en partie amoureuse. Néanmoins je vous mets en garde : les choses se mettent en place lentement dans ce drama. Mais ça n'est pas si grave puisqu'au final ce n'est pas la partie la plus intéressante du drama. Attention les nombreux bonds entre passé et présent peuvent être déroutants à certains moments de l'histoire. Il ne se passe pas que des choses joyeuses dans cette histoire et on apprend notamment que la quête de la vérité et/ou de la vengeance est une pente glissante et que lorsqu'on s'y est engagé il est difficile de faire marche arrière. Un crime peut également en cacher un autre et la façon dont on encaisse les évènements est parfois conditionnée par notre entourage.
C'est un drama que j'ai eu plaisir à regarder même si j'en ai oublié bon nombre de détails mais je sais que j'en garde un bon souvenir. Pas le meilleur drama qui soit mais on passe un bon moment donc que demander de plus ?
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La ame no puedo mentir
HistoriaSon esas historias que combinan varios géneros (comedia, drama, romance) y lo hacen a la perfección. Además de que al desarrollarse y explicarme el mundo televisivo de las noticias lo hizo más memorable. Y ese síndrome que no puedes mentir y te agarra hipo, sublime. Fueron veinte capítulos, pero cuando terminó quería más, porque ame la historia y sus personajes.
Actuación/elenco
Los actores todos increíbles. Desde los prota, a los secundarios.
Musica
Se que había varias que me gustaron. Más la del principio.
Valor de repetición
Recomendada. Así que cuántas veces quieras mirarla de nuevo
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La ironía viene de parte de su hija In Ha, que nació con el Síndrome de Pinocho, por lo que cualquier mentira es sucedida por un ataque de hipo que no se detiene hasta que dice la verdad. Ya como aspirante a periodista aquello tiene una pinta imposible, sin embargo, la chica no se deja doblegar por nada, ni siquiera cuando la moral se le cae hasta el suelo al darse cuenta que su madre, la presentadora, la mujer profesional detrás del televisor, es en realidad una mujer soberbia y egoísta, ciega ante las injusticias que comete con su trabajo, utilizado como arma disparada de manera letal. In Ha, criada con su padre y abuelo en un pueblo remoto después del divorcio, creció teniendo otra imagen de su madre: la de una mujer entregada a su profesión, con un espíritu crítico que le había otorgado el estatus que portaba con orgullo, una imagen pública a la que ella inocentemente quería aspirar. El mundo se le cae a pedazos al darse cuenta de la otra realidad, sin imaginar que hay más horrores enterrados en la conciencia de la señora que cuando salen a flote terminarán por hacer añicos su existencia. Ella es inocente y atrevida, ingenua de pura cepa y con una terquedad que le acarrea más de algún problema, pero también es fiel a su familia, y su persistencia se debate siempre entre su futuro y el cariño que le tiene a su padre, quien no la quiere ver convertida en una fría imagen frente a las cámaras como a su ex-esposa.
En contraparte tenemos a Choi Dal Po (su nombre real es Ki Ha Myung), el niño huérfano que llegó del mar y al que el abuelo de In Ha rescató y adoptó pensando que era el hijo muerto que había perdido treinta años atrás en esas mismas aguas. Siendo más pequeño la familia de Ha Myung se vio involucrada en un juicio mediático por una tragedia ocurrida en la ciudad donde vivían, al paso del tiempo y ante la constante presión de los medios de comunicación su hermano mayor desapareció una noche y su madre se quitó la vida lanzándose al mar junto con el pequeño Ha Myung. Creció ocultando su identidad incluso ante el anciano que le salvó por miedo a que los horrores que había dejado atrás volviera como fieras a carcomerle por dentro. Al paso de los años decide aspirar a un puesto de periodismo para una televisora nacional y profundizar más en el caso que acabó con la vida de sus padres y en la desaparición de su hermano. No se le puede juzgar de egoísta, aunque la carga que lleva en sus espaldas a veces le ciegue tanto que le resulta imposible ver la vida de los demás con mayor claridad. El asunto se complica cuando In Ha descubre que su madre, la periodista Song Cha Ok, fue la responsable de las calumnias que padecieron él y sus familiares.
Pero así como brilla la villana y sus protagonistas principales también lo hacen los secundarios sin pedirle nada a nadie. El escenario se debate entre dos bandos enemigos de audiencia: por un lado el área de noticias de la ambiciosa cadena MSC y cruzando la calle la modestia informática de YGN; y en el paquete vienen incluidos sus presidentes, capitanes y reporteros que poseen las más variopintas personalidades enriqueciendo la historia de manera maravillosa. Tenemos al niño mimado nacido en cuna de oro; al reservado capitán cuya conciencia en el pasado no lo deja en paz; a la chica que aspira más allá de sus propias ambiciones, que admira y se asusta ante sus superiores por igual; al simpático gordito que fuma la pipa de la paz con todo el mundo; al veterano reportero que acumula tantas frustraciones; al flexible presidente que absorbe todo lo bueno de los novatos, etc. Todos están estupendos.
Es un drama muy recomendado y entretenido, personalmente me ha gustado esa fricción-amistad que se entabla en el mundo de periodismo donde, son lo mismo rivales que colegas, de diferentes empresas pero compartiendo por lo bajo información y técnicas de investigación. El compañerismo y la camaradería así como las terquedades de cada bando se ven reflejadas desde las cenas donde tienen que compartir espacio en los mismos restaurantes así como en las salas de prensa de estaciones policiales e informativas.
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Decente
Com certeza sou minoria por aqui, mas mesmo assim vou expressar minha opnião. Esse drama tinha muito pontecial e foi um ótimo drama até certo ponto, o enredo é interessante te faz ficar interessado rapidamente, o elenco é estelar então você sabe que terá boas atuações, porém esse hype dura pouco tempo e o drama depois do episódio 11 vai ficando arrastado e previsivel.Falando em arrastado ,o drama poderia ter menos episódios , 16 estaria ótimo , tudo já estava praticamente esclarecido no episódio 10 o resto foi só esticamento da história.
A protagonista feminina deixou a desejar, era para parecer forte e determinada mas não me convenceu. Era apenas a inocente menina bonita , sensivel e em apuros e que sempre presisava do seu principe para salva-la quando estava em apuros,
Tenho que ressaltar que eu adorei vovô e o ahjussi eles eram fofos adorava quando eles estavam em cena principalmente o vovô.
Outro ponto que não me convenceu foi o romance , os protagonistas não tinham quimica, era forçado, era melhor nem ter, para que forçar romance, afinal eram como familía , o melhor para ele era ter um amor fraternal no máximo eu achei desnecessário e bem estranho esse romance.
Em fim é um drama decente não me arrependo de ter assistido mas com certeza não irei reassistir.
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I'm definitely in the minority here, but I'll express my opinion anyway. This drama had a lot of potential and was a great drama up to a point, the plot is interesting makes you interested quickly, the cast is stellar so you know you will get good performances, however this hype lasts a short time and the drama after episode 11 goes getting drawn out and predictable.
Speaking of drag, the drama could have fewer episodes, 16 would be great, everything was practically cleared up in episode 10, the rest was just stretching the story.
The female protagonist left something to be desired, it was supposed to look strong and determined but it didn't convince me. She was just the innocent, beautiful, sensitive girl in trouble who always needed her prince to save her when she was in trouble,
Another point that didn't convince me was the romance, the protagonists didn't have chemistry, it was forced, it was better not to have it, why force romance, after all they were like family, the best thing for him was to have a maximum of brotherly love I found it unnecessary and fine this novel is strange.
In the end, it's a decent drama, I don't regret having watched it but I certainly won't rewatch it.
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Bellissima serie
All'inizio non mi stava convincendo per la lunghissima interruzione con un flash back che non finiva più.Poi invece mi è piaciuta moltissimo. Storia ben raccontata, attori bravi e convincenti. Trama interessante, parla del condizionamento della società da parte dei media e della lotta tra chi detiene potere e finanza e chi ha una coscienza e non vuole rinunciarne. Ben raccontata anche la relazione tra madre in carriera (che ha perso la sua anima per tenere un ruolo prestigioso e la figlia abbandonata insieme al padre perché peso per la sua corsa) e la figlia che nel tempo, senza mai rinunciare alla sua anima, la salva dalla deriva e la riporta a sé stessa.
Bellissima anche la figura del vecchio, padre adottivo per protagonista, che lo accoglie, lo conforta e gli dà gratuitamente una casa e una famiglia dentro la quale ricostruirsi.
I giovani qui sono messi in luce come protagonisti della rinascita morale dei propri genitori, a prezzo di sacrificio personale, lacrime e sangue.
Da rivedere!
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