Only watching this so i can finish my stupid fic
I already hate it since ep 1 because of Arc BUT!!! I love the ensemble cast and the comedy. Deadass if this was only a comedy series and not a romcom series it would be much more enjoyable.MY MARCXPOON CRUMBS <3
Normally, my reviews are a bit more polished but I'm working with only the material from episode 1 so I can't say too much yet but I can say that this will be another series to join the 'watch this only at your own risk and at 2x speed'.
And yes that's right this will be my isekai fanfic debut solely because of Arc (and it's not a carnal desire, no siree)
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Termine P10L o P10L termino conmigo?
realmente al principio creí que no me iba a enganchar tanto con esta serie. desde que sabía que iban a haber 24 capitulos me parecían mucho, pero después de un tiempo se hicieron tan llevaderos, inicie esta serie por el PerthSanta, pero ahora realmente no quería que terminara, todas las historias me gustaron.Las relaciones de este grupo caótico y sus parejas, como arrancamos con Arcarm, siguiendo a estos dos chicos propios del grupo P10L, teniendo esa una manera de excusa para acercarse.
Después seguimos con el YothaGun, una relación de un chico misterioso y un solecito, que todos estaban enojados con Yotha pero también venía con problemas antes de no creer en el amor y tener miedo de lanzarse por sus sentimientos hacia Gun.
Finalizando con FaifaWine, ellos desde un inicio sabían que querían estar con él otro y aunque empezaron con esa lista para que Wine se le confesará al chico que le gusta, realmente Wine tenía muy en claro que no era lo que quería, quería estar con Faifa.
Los amo mis amores 🥹
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This review may contain spoilers
Apaixonada por cada casal que apareceu por aqui
Perfect 10 Liners foi uma bagunça que eu acabei curtindo mais do que esperava. Eu achava que seria só mais um BL universitário fofinho, mas o negócio virou uma comédia romântica com um monte de casais, piadinhas meio sem noção e aquele caos que a gente adora, no fim, me fez rir e shippar mais do que deveria. Não é profundo, não é revolucionário, mas tem uma vibe leve que é muito gostosinha de acompanhar, mesmo quando enche linguiça.Agora, vamos de casal por casal porque cada um tem sua peculiaridade.
Arm & Arc: esse é o casal principal que da inicio a toda bagunça, e a história deles começa meio torta. Arm administra a famosa página "Engineer Cute Boy" e mete os pés pelas mãos quando posta uma foto do Arc sem permissão. A treta rende briga, troca de farpas e, claro, vira atração. Eles têm aquela dinâmica de “eu te irrito, você me mata de raiva, mas no fundo a gente se gosta”. E a química deles funciona de um jeito natural e divertido, nada forçado. É clichê, mas um clichê bem feito.
O bom é que, diferente de muitos BLs onde o conflito inicial é só jogado, aqui a treta deles realmente alimenta a história. Eles começam se odiando, se provocando o tempo todo, e essa tensão cresce de um jeito que não fica forçado. O Arm adora cutucar, o Arc não dá o braço a torcer, e aí, quando você vê, os dois já estão presos um no outro sem nem perceber. E a química deles funciona porque não tem aquele clima de “o destino juntou a gente, apenas aceite”. Eles se constroem na base da convivência, dos atritos, das situações bizarras que acabam enfrentando juntos. O Arm vai mostrando um lado mais vulnerável, enquanto o Arc começa a soltar o gelo e revelar que não é só o cara sério que paga de durão. No fim, Arm & Arc são caóticos, briguentos, mas é justamente isso que os torna cativantes: você acredita na relação deles porque ela cresce entre tapas e beijos, com humor, com falhas, mas também com muito carinho e fofura juntos.
Yotha & Gun: eles foram meu casal favorito sem nem precisar forçar nada, sabe? Enquanto os outros vinham no caos e na gritaria, os dois eram aquela calmaria que ia crescendo aos pouquinhos, no maior estilo slow burn. O Yotha começa todo fechado, carregando seus traumas e aquela postura séria de quem não quer deixar ninguém chegar perto. Mas aí entra o Gun, com aquela energia leve, paciente, dizendo “tá tudo bem, eu espero você no seu tempo”.
O que mais me pegou é como eles não foram jogados em drama gratuito. O romance deles não precisou de briga gigante ou reviravolta absurda pra funcionar. Foi sobre as pequenas coisas: uma conversa sincera, um olhar que diz mais do que palavras, aquele momento em que um segura o outro quando as memórias pesam. E aí você percebe como o Gun vai quebrando, pedacinho por pedacinho, as muralhas do Yotha, não invadindo, mas mostrando que estar vulnerável também é força. E, sério, a mudança do Yotha foi o que mais mexeu comigo. Ver ele saindo da defensiva, aprendendo a confiar, se abrindo pra sentir de verdade… foi lindo. E não é só sobre ele mudar por causa do Gun, mas sobre como eles se ajudam, se apoiam, se curam juntos. Tem uma reciprocidade tão genuína ali que eu não conseguia não me apaixonar por eles. Pra mim, Yotha & Gun são o coração silencioso da série. Enquanto tudo acontecia no caos ao redor, eles mostravam que amor também pode ser tranquilo, curativo e cheio de respeito. Talvez por isso tenham me marcado tanto.
Faifa & Wine: foram o casal que eu não sabia se ia engatar ou se iam só me deixar irritada, e, olha, no fim das contas eles entregaram uma dinâmica gostosa de acompanhar. O Faifa tem aquela energia meio debochada, mas sem deixar de ser gentil, sempre pronto pra soltar uma piadinha ou provocar, enquanto o Wine é mais contido, tentando manter uma pose séria, mas caindo fácil nos encantos do outro. A química deles não é tão explosiva quanto Arm & Arc, nem tão delicada quanto Yotha & Gun, mas eles encontraram um meio-termo divertido, cheio de provocações que acabam virando carinho.
O que eu gostei nos dois é como eles fugiram um pouco do clichê “gato e rato que só brigam”. Claro que teve faísca, teve atrito, mas foi tudo numa medida que não cansa. O Faifa, por mais metido que seja, deixa escapar aquela vulnerabilidade de quem só quer ser aceito. E o Wine, que parecia todo fechadão, vai abrindo espaço pro Faifa entrar, quase sem perceber. Essa troca deles fez o romance fluir de forma leve, sem peso desnecessário. No fim, o casal se encaixa na trama como aquela peça que completa o quebra-cabeça: nem tão caótico quanto Arm & Arc, nem tão profundo quanto Yotha & Gun, mas trazendo uma dinâmica que equilibra as coisas. E eu não vou mentir, eles me fizeram sorrir que nem boba pra tela, principalmente depois que começaram a namorar e o Faifa virou aquele namorado bobão que não se aguenta com a fofura do Wine.
E tenho que falar também dos casais secundários, porque eles também merecem destaque.
Sand & Pond: Sand é brincalhão, cheio de energia, sempre pronto pra uma piada ou uma provocação, enquanto Pond é mais sério, focado e meio na dele. Esse contraste entre os dois cria momentos muito divertidos, Sand tentando tirar Pond da zona de conforto, e Pond tentando manter a compostura, mas cedendo aos poucos ao charme do parceiro. Eles têm uma química leve e natural, cheia de olhares e pequenas atitudes que mostram carinho sem precisar de cena dramática ou exagerada. Mesmo sendo secundários, conseguem roubar a cena em várias situações e dar aquele respiro na trama, equilibrando a tensão dos casais principais. Além disso, a evolução deles é sutil: você percebe que, aos poucos, Pond vai se soltando e Sand aprende a respeitar o ritmo do outro, tornando o romance divertido, fofo e muito crível.
Warit & Klao: Wa é doce, paciente e sempre disposto a entender o outro, enquanto Klao é briguento, explosivo e possessivo. Essa diferença cria uma tensão deliciosa entre eles: Klao tem aquele temperamento forte que, às vezes, explode por qualquer motivo, e Wa consegue lidar com isso de forma equilibrada, sem perder a calma em alguns momentos. O interessante é que, por mais que Klao seja difícil, Wa não se deixa engolir; ele tem sua própria força e isso faz com que o romance não se torne só “um drama de ciúmes”. Ver Klao se abrir aos poucos e mostrar vulnerabilidade, enquanto Wa apoia e entende, é incrível, é aquele tipo de casal que ensina que amor pode ser intenso e saudável ao mesmo tempo. A evolução deles é sutil, mas significativa: você percebe que ambos aprendem a ceder, a confiar e a se respeitar, criando uma química que brilha justamente por esse equilíbrio entre explosão e ternura.
No geral, a série é isso: leve, engraçada, cheia de shipps pra gente se perder. Tem episódios longos demais e personagens que aparecem só pra lotar a tela, mas se você embarcar sabendo que não vai encontrar nada super profundo, dá pra se divertir de verdade. No fim, foi gostoso acompanhar esses romances que, apesar de começarem meio tortos, entregaram uma coisa saudável e leve de assistir. Eu indico a série de coração. Apesar de não ter uma história profunda, Perfect10 Liners soube administrar muito bem suas tramas e subtramas. Cada casal, principal ou secundário, tem seu charme e encanto, e a série consegue fazer a gente se apaixonar por eles e pelos romances que vão construindo ao longo da história. Pode ir sem medo.
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Fofo, romântico, cômico... Tudo que você precisa para um domingo!
Ah, terminou nossa alegria aos domingos 🥹🥹"Perfect 10 Liners" é uma série do gênero boys love que se destaca por ser encantadora, com uma pitada de melosidade (no bom sentido), humor e romance. A GMM conseguiu reunir todos esses elementos em 24 episódios, com uma duração média de 54 minutos e 48 segundos, resultando em um total de 21 horas, 55 minutos e 03 segundos de conteúdo.
Na minha opinião, a série foi bem satisfatória. Embora o início não tenha me cativado plenamente, não por conta da produção em si, mas pela dupla ForceBook, que acabou não agradando tanto às minhas preferências pessoais.
As atuações, por sua vez, foram notáveis. Em especial, fiquei encantado com as performances de Perth Tanapon como "Yotha/Yo" e de Santa Pongsapak como "Gun", que entregaram uma interpretação carregada de química. Embora todos tenham brilhado, Yotha e Gun se destacaram para mim.
Acompanhando as histórias dos três casais, percebi que o humor foi excelente e que cada narrativa trouxe um toque especial. Confesso que temia que a série se tornasse repetitiva, mas, a cada nova semana, eu aguardava ansiosamente pelos episódios. Para aqueles que desejam uma história de boys love reconfortante, esta série é uma escolha incrível. Os conflitos geraram uma certa tensão, mas sempre levaram a um desfecho otimista.
Em resumo, a série superou minhas expectativas em relação à sinopse, ao enredo e ao roteiro.
Queremos mais GMM. Manda logo outra boa!
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24 dimanches soirs…
Une romance universitaire, rien que GMMTV n'ait pas déjà fait. Bien que peu mémorable, elle m'a accompagné dans mes dimanches soirs avec des personnages attachants.Je n'aime pas les séries construites comme Perfect 10 Liners. Plutôt que de privilégier un équilibre entre les couples, on se retrouve avec un format de 24 épisodes, scindé en trois parties - chacune correspondante au couple désigné. Pourquoi ne pas faire trois séries dérivées du même univers ? Toutefois, son avantage est que chaque partie reste indépendante (les quelques incohérences sont mineures).
- Arm & Arc
Book et Force possèdent une dynamique sympathique, sans être renversante. À titre personnel, je ne crois jamais complètement à leur romance. Force est aussi stoïque qu'une planche de bois au sourire narquois. Book est si expressif, qu'il frôle régulièrement le surjeu. Ils ne sont pas mauvais, mais le couple devient redondant. Book et Force restent dans des rôles similaires.
Le torse bien taillé de Force et le rire enjoué de Book ne m'ont pas complètement convaincu.
- Yotha & Gun
Le couple promettait des rires. Au doute sur le fait que Santa et Perth partagent une bonne alchimie. En revanche, leur histoire tente la maturité, mais échoue. L'immaturité de Gun tranche avec les idées de cet arc. Le montage n'aide pas, utilisant une quantité de bruitages indécente (c'est vite devenu insupportable). Voir des traumatismes traités plus vite que Statham qui botte le cul d'un mégalodon, c'est trop.
Le beau sourire de Perth et l'amusant rire de hyène de Santa n'étaient pas suffisants non plus.
- Faifa & Wine
Le couple inattendu. Celui qui a piqué ma curiosité, me pousse à rester chaque semaine. Faifa se préoccupe tant des autres qu'il finit par s'oublier. Wine lutte constamment contre lui-même, ignorant comment gérer ses sentiments. Ils sont honnêtes avec leurs sentiments, ils se confient en toute transparence, ils se sentent en sécurité. Une sécurité visible pour le spectateur. C'est un couple adorable, sain, doux et honnête. Junior et Mark forment un duo remarquablement solide à l'écran.
Je suis venue sans attente. Je suis restée pour la profonde gentillesse de Faifa et la timide douceur de Wine.
Malgré tout, c'est regrettable que les deux premiers couples empiètent sur le troisième. De toute évidence, les deux premiers servent à alimenter la boîte à rigolades. Aussi les deux couples supplémentaires me laissent perplexe, cela dit, GMMTV rentabilise toujours ses duos. De plus, le seul réel intérêt du groupe des 10, c'est recycler l'idée des bracelets.
En bref, Perfect 10 Liners est une banale romance universitaire qui suit trois couples : un premier sympathique, un deuxième enfant et un troisième surprenant. Un BL léger, parfois stupide, mais qui est resté le bienvenu les dimanches soirs.
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LA MEJOR SERIE DEL MUNDO
Perfect 10 Liners es la serie ideal para quienes atraviesan un momento difícil en sus vidas. Está impregnada de momentos tan singulares que transforman cada episodio en una experiencia verdaderamente mágica. Un aspecto que cautiva de inmediato es la naturalidad de las actuaciones, las cuales logran una inmersión tal que te hacen sentir parte de la historia.Un punto fundamental a destacar es la singularidad de sus protagonistas. La trama nos presenta a seis personajes principales, cada uno con una personalidad distintiva e historias individuales que logran atrapar al espectador por completo.
Me gustaría expresar mi fascinación por el personaje de Faifah y la interpretación de Junior. Nos entrega un personaje tan complejo y conmovedor que resulta inevitable cuestionarse si alguna vez se había presenciado a un ser humano de tal belleza en pantalla.
En definitiva, Perfect 10 Liners se consagra como una de las obras más memorables que he tenido el placer de ver, consolidándose como una pieza imprescindible que justifica cada gramo de su éxito.
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Um dos arcos me encantou num nível que nem sei explicar
Comecei Perfect 10 Liners já com uma certa preguiça. Mais um BL universitário, três casais principais, muitos personagens...Dos protagonistas, eu já conhecia apenas Force e Book, então naturalmente meu interesse inicial estava coincidentemente mais voltado para o arco deles.
Só depois de assistir oito episódios, que percebi que a série era dividida em arcos de aproximadamente oito episódios, cada um com foco maior em um casal específico e isso influenciou bastante a minha experiência.
🫂 Arco 1 – Arm e Arc 💕
Assisti esse arco há alguns meses (pois depois dele, dropei a série por preguiça dos outros casais), então minhas lembranças são mais vagas.
No geral, foi ok.
O Arm e os amigos dele eram bem divertidos, ajudavam bastante na leveza da trama, e o romance com o Arc caiu naquele clichê clássico do “eu já gostava de você há muito tempo, mas você nunca percebeu”. Não é algo ruim, mas também não trouxe nada muito marcante para mim.
Lembro de ter gostado da aparição do Sea para dar uma agitada na história.
Agora, não me recordo de um aprofundamento emocional muito forte ou de algum trauma realmente trabalhado de forma impactante. Foi um arco funcional, agradável, mas que não me marcou tanto, já quem nem consigo lembrar dos detalhes e se os personagens dos outros casais apareceram mesmo que brevemente.
💡Arco 2 – Yotha e Gun ❤️🩹
Voltei para a série já sabendo que esse arco teria uma dinâmica mais grumpy x sunshine e um pouco de toxicidade. Já confesso que não sou muito fã de relacionamento tóxico ou excessivamente conflituoso.
O Gun não me desagradou, mas também não me conquistou taaaanto, achei ele bem parecido com o Arm em certos aspectos, bem espoletinha. Mas deu até pena de ver o brilho do bichinho se apagar aos poucos por causa do conflito interno do Yotha.
O Yotha, por outro lado, é mais fechado e introspectivo, mas às vezes soava desagradável demais.
A série trabalha os traumas dos dois, o medo do escuro do Gun e o medo de amar do Yotha, e eu confesso que esperava algo beem mais profundo e pesado que fossem a razão desses traumas e acabei me decepcionando um pouco.
Mas lembrei que a proposta da série é relativamente leve, então relevei dentro do que se propõe.
O ponto que mais gerou discussão foi a “traição” do Yotha. Sinceramente, existiam formas muito melhores de entender se ele ainda sentia algo pelo ex do que simplesmente beijar ele do nada, ainda mais considerando o contexto delicado envolvendo o namorado hiper ciumento do ex. Ele deu sorte que o outro não ficou sabendo. Acho que foi uma escolha me irritou um pouco.
O Yotha foi péssimo para o Gun nesse início de relação de amizade para algo mais.
Se ele não sabia ter responsabilidade afetiva, era só não se envolver caramba. Fez o garoto chorar sem necessidade.
Porém, se teve alguém que elevou completamente esse arco para mim foi o Faifa, irmão do Yotha. Ele roubou completamente a cena. Me encantei com ele e consequentemente com o ator Junior.
A amizade dele com o Gun foi fofa de acompanhar, principalmente quando ele protegia o amigo mesmo contra o irmão.
E foi nesse segundo arco que o desenvolvimento da relação do Faifa com o Wine se iniciou, e isso foi muito um motor para eu continuar assistindo, porque logo de início eu já achei a dinâmica deles muito instigante.
🔥 Warit e Klao 🫦
Antes de falar do terceiro arco, preciso comentar sobre Warit e Klao. Foi a primeira vez que assisti AouBoom, e eu não esperava muito. No geral, os personagens foram ok, mas nas cenas mais 🔥 eles simplesmente se destacaram demais. Inclusive, na minha opinião, eles tiveram as cenas mais calientes da série, até mais que os três casais principais. E achei isso inesperadamente interessante. Mas não apaga o fato do relacionamento deles ser cheio de problemas, perdi as contas de quantas vezes o Klao pediu desculpas. Adianta pedir desculpas e continuar errando?
Mas enfim, eles se resolveram, noivaram e foi ok
👑 Arco 3 – Faifa e Wine ❤️
Aqui a série se transformou para mim. Eu já tinha me encantado pelos dois no arco anterior, mas acompanhar o foco totalmente neles foi especial.
Pra começar, o Faifa é um personagem difícil de não gostar. Ele é um bom amigo, um bom namorado, um bom filho, uma boa pessoa.
Quem não gosta do P'Faifa possui um sério desvio de caráter e é melhor ir ver isso daí.
Gostei muito de como a relação do Faifa e do Wine foi construída, principalmente porque eles são bem diretos e honestos sobre os próprios sentimentos. Que é algo que eu prezo bastante, as vezes é cansativo quando os personagens ficam escondendo os sentimentos até não dar mais.
E eles não ficam nesse chove não molha que os outros ficam, por isso achei que trouxeram um grande frescor pra história.
Também gostei do desenvolvimento pessoal de cada um.
O Wine lida com a culpa de ter gostado do irmão da sua ex e com o fato de estar no armário e o medo de não ser aceito, enquanto o Faifa carrega uma questão familiar envolvendo a mãe que reflete diretamente na personalidade dele.
E por falar na vaca, ela me estressou demais. Pode até ter sido sincera, mas dizer ao próprio filho (Faifa) que gostaria de ter levado o irmão dele (Yotha) no lugar dele foi algo EXTREMAMENTE cruel e desnecessário.
Eu já tinha achado um absurdo ela esquecer que o filho é alérgico a leite e ainda oferecer, mas imagina ouvir isso: "Eu levei você para ter uma razão para ver meus outros filhos" da sua mãe??? foi o cúmulo
Foi doloroso ver como o Faifa sempre tenta aceitar tudo pela família, sempre sendo gentil, sempre querendo ajudar todo mundo, sempre querendo transparecer que ele está bem quando não está e como isso está profundamente ligado à necessidade dele de ser aceito. Achei muito interessante como o roteiro conectou essa característica dele à relação com a mãe.
E vamos combinar que tanto os pais quanto os irmãos do Faifa não eram lá muito bons pra ele. E isso pois nem perceberem que o Faifa estava quebrado por tudo o que aconteceu.
O Faifa é, para mim de longe, o personagem emocionalmente mais interessante da série. À primeira vista, ele parece apenas o “cara perfeito”: gentil, bonito, popular, protetor, sempre sorrindo e sempre disponível para ajudar. Mas o arco dele deixa claro que essa gentileza não é apenas um traço natural, ela também funciona como um mecanismo de sobrevivência emocional.
A fala da mãe não foi apenas cruel, ela atingiu a identidade dele em cheio. Quando você cresce sentindo que talvez não seja a primeira escolha, que talvez seja o “filho que sobrou”, "a opção logicamente mais fácil", isso molda a forma como você se enxerga. O Faifa internalizou muito essa ideia de que precisava compensar. Precisava ser compreensivo. Precisava não dar trabalho. Precisava ser fácil de amar.
Isso explica por que ele aceita tanto e ao mesmo tempo tão pouco.
Por que ele raramente confronta. Por que ele sempre tenta entender o lado dos outros antes de olhar para a própria dor. A gentileza dele não é fraqueza, é meio que uma estratégia. É uma maneira que ele encontrou para garantir que não será deixado de lado de novo.
E é justamente por isso que o relacionamento com o Wine é tão significativo. Pela primeira vez, ele não precisa ser “o perfeito”. Ele pode ser vulnerável. Pode admitir que se machucou. Pode falar sobre o que sente sem medo de ser descartado. O Wine não ama o Faifa porque ele é gentil com todos, ele o ama por quem ele é, inclusive nas partes quebradas.
O Faifa é o tipo de personagem que parece leve na superfície, mas carrega uma profundidade silenciosa. E talvez por isso ele tenha me marcado tanto, porque por trás do sorriso constante existe alguém que passou a vida tentando se provar.
No romance deles, o que mais me ganhou foi a maturidade emocional de ambos. Eles conversam, são honestos sobre o que sentem e enfrentam as inseguranças juntos.
O Wine é introvertido e muito fofo. Amo o jeitinho dele kk
Gostei como ele se resolveu rápido sobre a questão do Tor para não machucar o Faifa.
Ele foi um querido em sempre estar lá quando o Faifa precisava, sem nem mesmo o próprio Faifa precisar pedir ou falar algo sobre.
Era cada declaração linda que esses dois faziam 😭😭 sério, eu namorei demais o namoro deles
Essa daqui me pegou de um jeito:
“Obrigado por reduzir o que tenho em excesso e me preencher com o que me falta.”
A relação deles foi tão fofa e bonita de acompanhar que doeu quando acabou. Dava vontade de colocar eles num potinho.
Para mim, foram o grande destaque da série e acabaram eternizando JuniorMark no meu coração.
Honestamente, o Faifa é TÃO querido que virou um dos meus personagens favoritos dos BLs. E sei que tem muita gente que pensa igual com razão!
(inclusive, lembrei de um detalhe que me irritou. Achei bem hipócrita da parte do Yotha falar que o Faifa não sabia amar, que não sabia tratar alguém de forma especial 😤 logo ele que machucou o Gun pelo mesmo motivo praticamente)
Perfect 10 Liners é uma série que depende muito de qual casal você se conecta mais. Mas que no final você vai acabar simpatizando pelo grupo como um todo.
Alguns arcos podem parecer arrastados se você não estiver emocionalmente investida neles. A questão das pulseiras e dos “10 perfeitos” nunca me prendeu muito, achava até meio chatinha, exceto quando envolvia os personagens que eu gostava mais.
Se fosse só pelo arco dos FaifaWine, o BL seria um 10, mas como tenho que considerar que EU achei que os outros arcos tiveram altos e baixos, provavelmente vou ficar entre 8,5/9
No geral, é uma série leve na maior parte do tempo, divertida e com conflitos e personagens que podem te levar a refletir se você estiver aberto.
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Three in one, for the same price, and the perfect hysterical
My first impression when I learned about its future premiere was that a series with 24 episodes was not ideal for me. But after the beginning, we begin to realize how things will go: There are 8 chapters for each of the three main couples. That is, it works as if they were three independent series in one. And yes... this way perhaps it would have worked the same and even better, but this would go against GMMTV's winning formula.The series offers us three separate stories, but at the same time connected to each other because the characters are friends and all study at the Faculty of Engineering at a Thai university. They are, in fact, members of an exclusive circle of "Perfect 10 Liners", a group made up of extraordinary students from various years, and which will include Arm (Book), Wine (Mark) and Gun (Santa), first year students, when they participate in a drawing to determine their peer mentors.
In this way, these three students, who also do not know each other until they meet on the university campus, will meet Arc (Force), Faifa (Junior) and Yotha (Perth), who will be their tutors, but also with whom, also in that order, will begin a love story.
'Perfect 10 Liners' is a youth comedy and romance series that follows the story of these six young people, who come from separate and parallel universes (we don't know anything, at least yet, about social origins, family relationships, etc., but These are also not questions that many Thai BLs delve into, in general) but their encounter leads them to try to find a new direction, with a new world and a new version of themselves. The sextet will pursue their dreams, their struggles with friendships, romantic relationships, social norms and acceptance/self-acceptance, while trying to discover who each of them is, exploring their different student interests, their emotions and their sexual identities.
However, as is typical in the productions of New Siwaj Sawatmaneekul, its director and creator of numerous BL series, such as 'Make It Right: The Series' and 'Until We Meet Again', among others, the path to true love is full of obstacles and challenges, so the protagonists will face student difficulties, difficulties between friends, heart problems and other dilemmas.
At the end of the day, this is a fiction about how you reach maturity and that is a road that never comes without bumps.
Why the decision to separate the plots and not develop them in parallel, as in 'We Are', for example? In my opinion, this is because, unlike the aforementioned series, there is no main couple here. Each couple has equal weight in the narrative as a whole, and in this way each one will have its story, which does not mean that one will stop combining with the others.
But the fundamental reason is that, unlike others that address university themes and multiple couples, the series presents us with three protagonists who do not enter university in the same academic year, but in different academic years. In this way, by the time Wine is introduced to the other members of "Perfect 10 Liners", Arm and Gun are already in the upper years of their careers and have been dating Arc and Yotha, respectively, for some time.
Therefore, the second and third stories, those that would be told from episodes 9 to 16, and from 17 to 24, would be those of the other four members of this select student club. We see the story from Arm's perspective, and it starts just at the moment when Wine asks Arm how he started his romance with Arc?
The setting is sublime with the faculties, dormitories, gardens and dining halls of the university, and in the background that incomparable mix of art, architecture and ancient culture and modernity that responds to the name of Thailand.
With a project that has points of contact with other of his productions, and through a territory explored by other directors and by himself, such as university romance, New retraces his steps and brings us another of his plots focused on different stories of several couples of young university students who go through a stage of falling in love with experiences of excitement, love, hope, happiness and certain emotions that are part of a romantic relationship, as we saw in 'We Are' and 'Fourever You', also of his authorship, but with the difference described above.
We agree that in the series business, BL or not, commonplaces abound, right?
Well, pretend that New and screenwriter Inthira Thanasarnsumrit, his usual accomplice in creating BL, like 'Star and Sky: Star in My Mind | Sky in Your Heart', 'A Boss and a Babe', 'We Are' and 'Our Skyy 2', took all the platitudes from every college story ever, but instead of "rehashing" them, they updated them.
As? With all the youthful concerns of today. From the use of social networks and group chats as a meeting point for students to the carbon footprint we are leaving, including sexual diversity, going to a university far from home, fitting in with strangers, the search for recreation and fun between exams and a thousand more conflicts.
The result is very interesting because it fuses the best of what has always worked in this industry with the best of what lovers of BL romantic comedies expect, all presented through beautiful cinematography. It's ultimately the perfect mix of rowdy antics and cuteness, all with quirky character dynamics.
THE FIRST STORY
Force and Book star in the first story in this series that follows a classic romantic premise. The plot revolves around two university students, one in the third year of Civil Engineering and the university's heartthrob, and the other in the first year of Electrical Engineering and administrator of the faculty's virtual page, both of different personalities, whose destinies are they intertwine in a context full of anger and withholdings, often with a setting that underlines their connection, such as a shower in each other's bedrooms when they barely know each other. Despite their differences, the protagonists fall deeply in love from the first moments in which their eyes meet.
We are facing a luminous post-adolescent drama, optimistic in just the right measure and that knows how to focus on the benefits of its characters. to transcend beyond the undeniable interest of the plots focused on their most mundane problems.
For example, it's very lighthearted but quick to see the way Arc and Arm begin to create a bond that goes beyond that of senior and junior. Both are specialists in hysterics, that flirting that acts like begging or simulating indecision.
The creator seems to be infatuated with the actors and their homosexual side, and here he accentuates it with total creative freedom, for the good of the followers of BL series in general and these two stars in particular. The first scenes of episode 1 already indicate where things are going, showing the two going from strangers to enemies and from there to... well, almost lovers.
Anyway, why beat around the bush if everyone already knew that the protagonists of this plot and main romantic attractions would be them. But hey, let's hope they are characters that gain much more depth and development. Because yes, romantic, sweet and humorous moments contribute a lot.
That is to say, 'Perfect 10 Liners' captures the viewer. When Force and his Arc appear, the series gains a lot of momentum. His mere presence on screen makes my heart burst with joy and gallop at more than 120 beats per minute. He is a proven actor, with extensive command of television codes in relation to camera treatment, to work a character with so much continuity and chapters, with so many diverse locations. For example, his role in this series is a co-lead, and as a result, extremely active in his relationship with other contexts and dramatic situations.
For his part, Book is one of those actors who find it useful to focus on the authenticity of the character. Despite being somewhat theatrical for television, its approach is always to seek the truth of each situation. The way he works is to understand why the character reacts in a certain way, whether with more grandiloquence or less, and making sure that authenticity is present in each scene.
The dialogues set the tone and the light plot. The plots of the other students remain in the background. They don't attract but they don't bother either.
The director also offers us the intervention of Amy and Fluke as Yipun and Jet, respectively, the couple who will make our protagonists meet and begin their rapid push and pull and the future of the relationship between both boys.
It is also encouraging to have Fluke Gawin Caskey, Drake Sattabut Laedeke, and Marc Pahum Jiyacharoen, who return to the BL series to play Arc's three friends, while Poon Mitpakdee and JJ Chayakorn Jutamat will play Arm's friends.
The story has many characters, but they are all united in various ways, so it makes sense to me to see so many people. Navigating the day-to-day cast of characters in real life is no different than what is shown here, especially in a school or work environment. That said, this is still a comedy and many of the situations were done in a humorous way with a certain dramatic touch. But the actions and emotions of the cast were appropriate for the roles they play.
There are those who will say that it is stupid, that its protagonists repeat themselves in their roles, that the dialogues are not profound, that the performances are exaggerated, that Force keeps repeating his silly expressions while Book maintains his ridiculous expressiveness, that they are too old to walk between university hustle and bustle..., but the truth is that 'Perfect 10 Liners' fits perfectly into a genre that serves as GMMTV's flagship: the cheerful university romance, a successful formula that continues to resonate with audiences in Thailand and beyond its borders.
The 8 episodes belonging to the first story could be a unitary series. And it would have ended in a great way, in style. However, it doesn't end there. 'Perfect 10 Liners' has been able to intelligently present, while we were enjoying the first story, the characters of the two remaining stories, to incorporate them into a general story that we already know: the romantic, friendly and comradely relationship of the members of the exclusive circle of "Perfect 10 Liners", the group of extraordinary students from various academic years at the Faculty of Engineering of a Thai university.
This is a type of show with stories that are intentionally accessible to all types of audiences, and provides viewers with love stories that are tender and funny alike, and that we can all identify with.
The truth is that it fulfills its original proposal of making the viewer entertain and brighten the day, while mixing established actors with others who have a true school in the established figures and in the series, and this perfect combination between experienced and new, is a determining factor in the general quality, in addition to adding freshness and diversity.
The budget and execution are good: optical locations, cameras, lighting and grading (no one ever talks about grading, and it is an art).
'Perfect 10 Liners' stands out thanks to its main protagonists, who have already won the affection of all of us with their characters in other BLs and will continue to conquer us with all their plots in this series.
Also in its favor are the lyrics of the songs, the main one, "Perfect", performed by the six protagonists, and "Love Suspect", which identifies the first story, and which we will hear in the voices of Force and Book. It is these musical themes that become threads that unite moments, emotions and characters in an artistic fabric that seeks to tell the story of a group of young people who will discover who they are on the way to finding the best version of themselves. Likewise, through the lens of this creator, a world is revealed where the representation of a wide diversity of voices and experiences takes center stage.
The series is entertaining. And you, the viewer, decide if it is one long series, or three series in one. It's a young people's serial, yes, but the characters are good, they have more or less real problems that any young person from anywhere in the world (it's a series, it's not perfect, it's always a little stereotyped), and they approach things with relative intelligence and good humor.
I recommend the series because it is designed for two groups of people: fans of romance and the classic BL format, and eternal lovers of Force, Book, Junior, Santa, Mark and Perth.
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Très bon moment
Rien de surprenant à priori, on est sur du classique universitaire et pourtant j'y ai trouvé un très bon moment de détente.J'ai particulièrement aimé le suivi entre les 3 couples. J'avais très peur qu'ils séparent les 3 histoires complètement mais heureusement on va les suivre sur 3 années avec un couple principal pour chaque année et les précédents toujours là et un suivi de leur relation.
On aborde trois histoires différentes avec un fond commun, c'est agréable à suivre, ne se répète pas et le jeu des acteurs est super. Donc certes, pas de grand scénario, rien de transcendant, mais une série Feel Good qu'on peut suivre plus de 6 épisodes.
Ce qui laisse du temps pour faire avancer l'histoire tout en profitant des relations en construction, comme de l'évolution des couples formés.
C'est tombé à un moment ou je cherchais une série longue et exactement dans ce style, c'était donc le bon moment pour me lancer dessus.
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Gostei, mas com ressalvas.
Gostei muito de Perfect 10 liners, embora tenha alguns defeitinhos. O desenvolvimento do personagem do Yotha é muito interessante, embora às vezes um pouco irritante pela rabugice e excesso de violência e impulsividade. O conceito de luz e escuridão do relacionamento dele com o Gun ficou ótimo. Amei o contexto da história da família do Yotha, a relação e a diferença de comportamento comparado ao Faifah e a justificativa de ambos terem tais personalidades... E o Faifah na minha opinião é a melhor parte de P10L. Fofo, cativante e de energia super positiva. O desenvolvimento do relacionamento dele com o Wine também é maravilhoso. Os probleminhas de Perfect 10 Liners são justamente os dois primeiros protagonistas, sem muita relevância e justificativa para estarem no enredo. O excesso de cenas cômicas envolvendo o Arm e o Gun bêbados acabam sendo entediantes e chatas também. E por fim, o próprio conceito dos Perfect 10 Liners é vago e sem propósito na série.Was this review helpful to you?
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Bekky
Uns dos melhores bls que já assistir sem sombra de dúvidas amei tudo principalmente os personagens yothagun o arco deles foi o que mais gostei apesar do desenvolvimento deles ter sido um pouco rápido foi maravilhoso acompanhar eles, enfim poderia ter uma segunda temporada com mais de 24 episódios eu iria amarWas this review helpful to you?



