Química impecável, mas com ressalvas
Como não costumo assistir GLs, talvez minha visão não seja tão nichada, mas, de forma geral, gostei deste dorama, ainda que alguns pontos tenham me impedido de dar a nota máxima.Um dos aspectos que mais me incomodou foi o pouco aproveitamento do casal secundário. Senti que havia potencial para algo mais desenvolvido, mas tudo acabou ficando muito superficial, especialmente por se resumir praticamente a uma única cena, o que dificulta qualquer conexão com essa parte da trama.
Além disso, o relacionamento do casal principal me gerou certo desconforto. Não vejo apenas como altos e baixos comuns: o ciúme excessivo de ambas e a forma como lidam com essas situações acabam soando um pouco problemáticos em alguns momentos.
Ainda assim, é inegável que as cenas entre as protagonistas são um grande destaque. A química entre elas é incrível, intensa e muito convincente, o que faz com que seja fácil se envolver com a história apesar das ressalvas. No geral, é um dorama que vale a pena, mesmo com algumas falhas no desenvolvimento.
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GL intense avec duo captivant… mais le consentement pose question
Affair suit une romance qui a mis treize ans à se concrétiser, offrant un slow-burn longuement attendu et chargé d’émotion. Le scénario reste globalement simple mais efficace, permettant aux personnages et à leurs liens de se développer de manière fluide. Thicha sauve la série par son scénario : là où le roman original était bancal, elle réussit à structurer l’intrigue, à rendre les personnages cohérents et à offrir un drama fluide et engageant. Son travail mérite d’être salué.La réalisation joue sur une mise en scène qui met en valeur la tension entre Lookmhee et Sonya et renforce la connexion émotionnelle à l’écran. Par moments, ça m’a rappelé Love Bully, et après vérification, j’ai découvert que la réalisatrice était la même, Pantip Vibultham, qui a clairement sa propre patte. Les OST, doux et soignés, trouvent parfaitement leur place et figurent désormais dans ma playlist.
Affair propose une approche GL rafraîchissante et audacieuse, portée par des performances solides, notamment celle des actrices principales , toutes deux convaincantes. La série se distingue par sa manière originale de filmer les love scene qui dépasse le classique schéma “top/bottom” souvent utilisé dans le genre. Scéniquement les chorégraphies sont sensuelles, immersives, mais jamais forcées, offrant une représentation queer crédible et respectueuse.
Cependant, il y'a un gros hic selon moi. Un point problématique du drama concerne la notion de consentement. Pleng dit à plusieurs reprises non, mais Wan continue d’insister pour l’embrasser, prétextant qu’elle sait ce qu’elle veut vraiment. Cette dynamique est dérangeante car elle banalise le non-respect des limites personnelles et donne l’impression que l’insistance est justifiable lorsqu’on « connaît mieux » les désirs de l’autre. Dans une série, où la représentation de relations saines est précieuse et encore trop rare, ce type de scénario pose un problème : il transmet un message ambigu sur le consentement et sur la manière dont les relations queer devraient être respectueuses et équilibrées.
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Mais um GL pra ocupar meu coração
PS: pra quem ainda não assistiu, tem alerta de gatilho na série (sui***io)Sendo sincera, eu não esperava muito dessa série, imaginei um monte de clichês e situações totalmente previsíveis, mas é verdade que me surpreendi positivamente.
Vou tentar dividir a série em duas metades para poder fazer uma análise mais detalhada de tudo. Wan não era apenas a garota rica e mimada que imaginei. Ela não tinha culpa de ser privilegiada, e de fato eu não consigo entender o porquê da maldade dos outros para com ela, muito embora ela tenha atitudes reprováveis em relação à Pleng, mas acredito que a intimidade nos traz pra um mundo onde é permitido se emburrar de vez em quando. Pleng sempre soube seu lugar, entendia que era apenas a filha da empregada, e mesmo sabendo que ela já amava Wan, ela fazia bem seu papel de melhor amiga, ela também protegia seu amor a todos custo, escondendo suas boas notas para que Wan não se sentisse mal, assumindo culpas que não eram suas, isso foi legal? Claro que não, foi até meio doentio. Mas amor e razão nunca andaram de mãos dadas mesmo...
A superficialidade da personagem Wan desapareceu no momento em que a catástrofe familiar começou. Uma menina rica, criada em berço de ouro e com todas as honrarias, perdeu ao mesmo tempo o seu pai, sua mãe e toda a sua fortuna. A carga emocional necessária para dar credibilidade à atuação foi enorme, e a atriz fez isso de forma magistral.
Uma grande surpresa pra mim foi a família de Pleng. Apesar do contexto financeiro da família ser precário, nada justifica tratar Wan da forma como fizeram, uma vez que os pais de Wan cuidaram de Pleng com tanto esmero. O pai era ridiculamente miserável, mas a atitude da mãe foi muito pior... Enfim. Wan, sem nenhuma perspectiva de futuro, teve mais dignidade que todos os outros juntos. O que deixou a desejar, em minha opinião, foi uma explicação mais detalhada sobre o que aconteceu com os negócios do pai. Talvez ele quis poupar a filha e não deixar uma carta explicando, mas os telespectadores mereciam saber.
A segunda parte (após o salto temporal de 13 anos) me trouxe algumas coisas que realmente não entendi. Se Pleng sempre amou Wan e esperou por ela, pq motivo se casou? O pai de Pleng desapareceu e não foi dito nada sobre isso. Quando Wan decidiu ficar e aceitar o emprego, do nada ela parecia de novo a garota rica que tinha sido, as roupas surradas desapareceram num piscar de olhos...
É inegável a química das duas, a atuação de Pleng foi perfeita, ela exalava desejo e tinha urgência em se satisfazer depois de uma espera tão longa, além disso, os momentos de tensão, como o trauma das 4 da manhã e os arroubos de raiva com o ex foram um espetáculo. Já Wan, temendo estragar a vida de sua amada preferia se retrair e fugir, mas as expressões dela eram muito bem trabalhadas, era possível sentir a confusão, o medo e o desejo juntos.
A parte final realmente me irritou. É exaustivo ver repetidamente em séries BL e GL vilões sem punição, simplesmente chegando no último minuto mostrando arrependimento, e fica tudo bem! Não, não fica tudo bem! Da mesma forma que não é legal colocar mulheres como plot de conflito entre casais BL, também é complicado colocar homens que fizeram coisas questionáveis como salvadores da pátria, como se as mulheres não se bastassem por si só, no caso, o ex marido obssecado e sem noção de suas próprias atitudes sem noção. Perguntas sem respostas: qual o motivo de Pleng não querer intimidades? Pq isso não foi explicado?
A trilha sonora é uma das minhas preferidas, é linda e coerente com a série, que por falar nisso, não deixa a desejar em nenhum critério técnico, principalmente na atuação.
Se verei de novo? Não sei. Mas posso dizer que amei cada segundo.
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ame a la pareja protagonista
La quimica de Pleng y Wan simplemente era explosiva. La química entre las dos protagonistas es tan buena que lograron hacer que un guion normalucho brillara gracias al trabajo de ellas. La historia no es mala, es de hecho entretenida e incluso diría que buena, pero tampoco es algo del otro planeta o maravilloso. De hecho es bastante cliche aunque bonita. Pero una vez mas la química que tenían las dos protagonistas la hace funcionar realmente de forma perfecta! Yo a esas dos chicas les creo cualquier cosa que me digan XDWas this review helpful to you?
Affair: The Series – Conexión real, lágrimas (falsas) y mucho drama
Affair es una serie que tiene algo muy especial: alma. Esa conexión entre las protagonistas no se actúa, se siente. La historia es sencilla, aunque con ligeros giros de trama, que logra engancharte desde el primer episodio como si fuera una telenovela a las 3 p. m. con cafecito en mano.Las actrices están brillantes. Te hacen amar, reír, sufrir y hasta odiar con ganas. Y aunque el drama nunca deja de dar vueltas, la serie se las arregla para sentirse ligera y ágil. Eso sí… el final se siente un poquito apresurado (pero, seamos honestas, ¿qué serie GL no lo sufre? Ya es casi tradición).
Peeeero ahora hablemos de lo que nadie quiere decir pero todos sentimos:
¿Quién dejó al actor que hace de Ek pasar esa audición? Las escenas que debían ser el clímax emocional fueron saboteadas por su interpretación de una papa mojada. ¿Llorar en cámara? Inexistente. ¿Emoción? Nula. Alguien que le preste una cebolla, por favor.
Aun así, Affair vale la pena. Es de esas series que te atrapan por cómo te hacen sentir, incluso cuando no todo está perfectamente hecho. Y eso, amigas, no se enseña.
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