Forecasting Love And Weather
Forecasting Love And Weather mostra o cotidiano de pessoas que trabalham na Meteorologia da Coréia do Sul. Apesar de ser do gênero de comédia romântica, a história e seus personagens são maduros e a temática sobre meteorologia me encantou desde o primeiro episódio. Também existem metáforas e analogias referentes ao clima para tratar de assuntos voltados aos relacionamentos dos personagens, e eu achei isso muito criativo! Tem um bom desenvolvimento da trama, que foca não só no romance mas também nos conflitos do trabalho. Cada personagem tem um dilema pessoal muito bem construído.Me decepcionou um pouco alguns desdobramentos da história e nos últimos episódios, fica um pouco cansativo de acompanhar a dinâmica do casal. Uma pena, pois ele começou muito bem. Mesmo assim, valeu a pena assistir!
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Romance Is A Bonus Book
A história de Romance Is A Bonus Book gira em torno da amizade de longa data entre Kang Dan-i e Cha Eun-ho, cujas vidas se entrelaçam em meio a desafios pessoais e profissionais. Confesso que acompanhar o crescimento profissional de Dan-i no ambiente de trabalho e também seu desenvolvimento pessoal acabou sendo a única parte interessante da trama para mim. Talvez a repressão emocional, principalmente da parte dela, fez com que o casal não tivesse química alguma, na minha opinião, e mesmo quando resolveram ficar juntos, eu não sentia de fato que eles estavam tão apaixonados. Os outros personagem foram, para mim, desinteressantes e nenhum me marcou tanto. Por fim, esperava que Romance Is A Bonus Book fosse mais do que de fato foi.Was this review helpful to you?
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She Would Never Know
She Would Never Know não é um K-drama que eu posso dizer que amei. Ele começou interessante, mas fui perdendo a vontade de assistir aos poucos.No geral, não é uma trama ruim, mas os protagonistas me desagradaram no início. A atriz já não tem muita expressão, e a personagem parecia um objeto sem vida. Era difícil desvendá-la, tanto que a única coisa que eu sabia sobre ela era que focava no trabalho o suficiente para manter uma distância de Hyun-seung, o protagonista, e aparentemente tinha uma autoestima baixa. Em um momento da história, abordam-se laços familiares e traumas passados dela, o que começa até a justificar seu comportamento e a personalidade, moldada pela relação com a mãe, que sempre foi sufocante. Acho que eu precisava de mais sensibilidade para compreender que ela era só uma mulher sem grandes emoções que vivia a vida trabalhando e que tentava se priorizar, o que no fim é bonito. Mas não consegui criar tanta conexão. Hyun-seung também me irritou no começo, pois forçou a barra demais, era impaciente com o processo de superação da traição que Song-a sofreu. Uma coisa que acho bonita no drama é o desenvolvimento lento da relação entre eles, mas se dependesse só dele, seria rápido demais. Ele parecia não entender que relações são construídas devagar. Acho que no fundo, o casal nunca teve química para mim, e o desenrolar da história acabou se tornando lento. Quando finalizei, senti até um pequeno alívio. Quem sabe numa próxima vez eu me conecte melhor...
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Love To Hate You
A trama de Love To Hate You se destaca pelo equilíbrio entre humor, romance, crítica social e um desenvolvimento bem construído dos personagens. Todos eles são cativantes, engraçados e fofos, cada um com sua particularidade.Mi-Ran é uma das protagonistas femininas mais fortes e carismáticas que já vi. Sua independência e personalidade afiada desafiam estereótipos! E o mais interessante: ela não perde a força ao se apaixonar. Pelo contrário, seu desenvolvimento mostra que vulnerabilidade não é sinônimo de fraqueza, mas sim parte do crescimento emocional. Gang-Ho, por sua vez, é o típico galã que foge do óbvio. Embora seja um astro famoso, ele é introspectivo, educado e cheio de bloqueios emocionais. Seu relacionamento com Mi-Ran é construído com muita química e uma série de interações intensas, engraçadas e, ao mesmo tempo, sensíveis. A forma como ele lida com sua própria masculinidade e abre espaço para se transformar é outro ponto positivo do roteiro.
Valeu a pena cada minuto que gastei vendo Love To Hate You e me entristece que um K-drama tão bom de enemies to lovers — até melhor que a maioria, seja tão curtinho!
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Our Beloved Summer
Our Beloved Summer gira em torno de dois ex-namorados que, após um término complicado, se veem obrigados a se reencontrar anos depois para filmar um documentário sobre o passado deles. O reencontro reacende memórias, sentimentos guardados e provoca uma reflexão sobre amor, crescimento pessoal e as escolhas feitas ao longo do tempo.Choi Ung é um ilustrador talentoso e um pouco reservado, que guarda suas emoções. Percebemos já no início da trama o quanto o término do relacionamento deixou marcas em seu coração, fazendo com que ele seja extremamente rígido. Mas por mais que pareça frio, seu sofrimento é humano — e compreensível, e seus momentos de pequenos “surtos” divertem bastante, facilitando que ele seja um personagem querido! Já Kook Yeon-soo é uma mulher forte, independente e de personalidade marcante, que luta para superar o peso das expectativas mas visivelmente tem uma armadura que faz com que a conexão com ela seja difícil. Seu desenvolvimento é bom, e a personagem passa por um processo de amadurecimento essencial na história. A empatia que era difícil de sentir no início finalmente encontra espaço — não porque ela muda drasticamente, mas porque entendi suas dores, suas barreiras e as razões que a fizeram construir esse escudo emocional. Mesmo assim, a adoração é individual e o encantamento maior fica com os personagens em suas individualidades — e não com o casal.
No meio de toda a tensão deles, o documentarista, Kim Ji-woong, é um alívio. Ele observa o caos emocional de seus dois amigos com uma postura calma, muitas vezes melancólica, mas sempre cuidadosa. Sua presença é delicada, e ele funciona quase como um espelho: captando sentimentos que os próprios protagonistas tentam esconder. Há uma solidão nele que é tocante, e que torna sua participação essencial, tendo mais destaque que os protagonistas em muitas das cenas. Particularmente, ele fez com que valesse a pena seguir adiante com a história para mim, pois achei especial como um personagem secundário pode ser tão importante.
Our Beloved Summer carrega uma beleza melancólica, visualmente aconchegante, e com um certo amadurecimento emocional. Sua trilha sonora e fotografia são lindas e tornam o drama especial. Mas para quem esperava um casal memorável, pra mim restou a sensação de que algo não se completou.
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Extraordinary Attorney Woo
Extraordinary Attorney Woo é um K-drama sensível e humano, e brilha por sua originalidade. Cada episódio apresenta um caso jurídico diferente e todos eles são unicamente interessantes e te prendem. Além da trama legal, a série explora relacionamentos de forma delicada: a amizade, o romance e os laços familiares têm papéis importantes. O desenvolvimento do relacionamento entre Young-woo e seus colegas é tão bonito de ver, especialmente porque mostra como o convívio com a diversidade pode transformar pessoas. Destaque pro romance dela com Joon-ho, que é puro, sincero e super respeitoso com as particularidades dela. Esperei mais do final, que ficou tão aberto mas anos depois do lançamento do drama, não sabemos se terá continuação ou não... mesmo assim, Extraordinary Attorney Woo é uma história muito preciosa e que traz conforto pra gente!Was this review helpful to you?
One Spring Night
One Spring Night conta a história do amor de duas pessoas florescendo e também fala sobre a coragem de sairmos de onde estamos nos sentindo infelizes e da coragem de buscarmos a felicidade e a realização. Acho Jeong-in, a protagonista tão corajosa e decidida, e eu amo personagens femininas assim! Ji-ho, por sua vez, é um homem gentil, pai solo de um garotinho e esforçado nessa função. O típico personagem masculino que encanta! Amei ver os dois juntos. O surgimento do afeto entre eles é sutil e bonito.As tramas dos personagens secundários também são importantes e complementam ainda mais a história, deixando-a melhor. Me apeguei muito em como o trio de mulheres (Jeong-in, sua mãe e sua irmã) são força e apoiam umas às outras. Foi bonito de acompanhar também a trama da irmã, mesmo que secundariamente, só destacou ainda mais a importância da ressignificação dos nossos caminhos na vida.
Por fim, eu amo esse drama e seus personagens (com exceção, é claro, dos vilões). A trilha sonora dele também é maravilhosa. Sempre que ouço a música Spring Waltz, me vem um sentimento acolhedor e uma lembrança das cenas serenas e pacíficas do casal andando embaixo do florescer das flores na primavera!
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A Business Proposal
Eu sou mais do melodrama e de histórias aconchegantes, mas A Business Proposal é especial para mim pois dei tantas risadas e me afeiçoei pelos personagens. A história se desenvolve bem: é leve, é boba às vezes (no melhor sentido), e prende, possibilitando que possamos esquecer a vida real por algumas horinhas e sair com o coração quentinho no final. Por fim, um clichê clássico!Was this review helpful to you?
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My Dearest Nemesis
My Dearest Nemesis é um drama bem leve e tira boas risadas, perfeito para os dias ruins! Achei muito interessante acompanhar a dinâmica dos dois protagonistas da história, no momento presente. Eles não sabem que possuem um passado, mas se bicam bastante no começo e suas interações são engraçadas e especiais.Ban Ju Yeon é um garotão tentando ser o diretor descolado mas só é fofo e adorável e seus momentos dão boas risadas. Já Su Jeong é descolada (sem intenção), com sua fama de assassina de diretores, mas é acima de tudo bondosa e logo de imediato percebe que o diretor tem gostos particulares e hobbies que tenta esconder da avó, e acaba o ajudando. Ban Ju Yeon tem uma história tão bonita pois encontrou afago e acolhimento em seus hobbies quando mais precisava de uma família e não teve. Su Jeong aparece exatamente no momento certo para ocupar esse cargo também. O casal coadjuvante merecia muito um drama só deles! Eles são como quebra cabeças se encaixando, combinam muito e tem um desenvolvimento muito bom também!
Tive expectativas muito pessoais de que veria mais dos casais e suas interações, mas a história acaba sem mostrar muito…
queria um final melhor, mas acho que esperei demais dele. Mesmo assim foi uma jornada que valeu a pena e uma história que encantou!
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Lovestruck In The City
Lovestruck In The City é um drama intenso, intimista e com uma estética cinemática linda. As cores quentes do drama trazem aconchego e o modelo “documentário” é bem interessante de se acompanhar.Quanto à história, nem sempre ela me deixou muito presa, pois nem sempre em gostava da protagonista, mesmo tentando entender as questões ela havia enfrentado, às vezes tinha um comportamento imaturo e irresponsável. Jae-won era intenso no amor, mas trouxa em um certo ponto. Me vi julgando os personagens mais do que eu gostaria, mas isso é normal! Hahaha
Gosto do final, pois acho que a história percorreu um bom caminho, mas não me agradou tanto os personagens coadjuvantes e suas histórias. Mesmo assim, é um K-drama encantador, tão bem filmado e com atuações, trilha sonora e fotografia incríveis. O casal teve muita química também!
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Our Blues
Our Blues se tornou um dos meus K-dramas favoritos e é o qual eu indico para todo mundo que busca uma história aconchegante e que traz conforto pra gente. Ele combina elementos de drama, romance, família, saúde mental e reflexão sobre a vida em uma história multifacetada, com diversos personagens que enfrentam suas próprias jornadas emocionais. Cada um ali é único e muito especial. Suas narrativas são interligadas e nos faz refletir sobre as complexidades das relações humanas, superação de traumas do passado e o impacto das escolhas que fazemos na nossa vida.Cada capítulo foca em uma parte do drama de um ou mais personagens, abordando suas dificuldades e lutas pessoais, mas também suas alegrias e vitórias. Eu consegui me conectar com todas as histórias, claro que gostando mais de umas e menos de outras, mas no geral todas elas tem um sentimentalismo tão grande e genuíno que torna difícil e quase impossível não amar todo mundo ali - e querer guardar todo mundo num potinho!
Refleti sobre como que, por mais que tentemos escapar dos nossos passados ou correr atrás de soluções instantâneas, os desafios da vida dão um jeito de nos atingir, nos obrigando a confrontar nossas próprias realidades. Isso é o que há de comum em todo mundo na história: traumas não resolvidos, arrependimentos e inseguranças. E o enredo traz, com o passar dos episódios, justamente processo de aceitação, pois muitos dos personagens precisam aprender a lidar com o que a vida lhes trouxe, tanto de bom quanto de ruim.
A cinematografia de Our Blues é linda e dá vontade na hora de pegar um avião e ir pra ilha de Jeju! Se um dia eu estiver por lá, lembrarei da história com carinho!
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It’s Okay Not To Be Okay
It’s Okay Not To Be Okay é um conto sombrio e bonito sobre traumas, afeto e o que acontece quando pessoas quebradas se encontram. A trama é construída como uma fábula moderna, com metáforas visuais, contos infantis sinistros e uma cinematografia divina.Refleti muito sobre como é doloroso crescer sem acolhimento, sozinho, desamparado e pedir ajuda quando se finalmente tem a quem... é difícil. Sobre como o trauma molda quem somos e as escolhas que fazemos. É uma história sobre reaprender a viver a vida. Os personagens da trama são incríveis e muito bem construídos e desenvolvidos. Gostei muito dele!
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Will Love In Spring
Acho que eu precisava assistir Will Love In Spring bem no momento que encontrei ele no catálogo da Viki. A história é bonita, tem personagens maduros, uma cinematografia linda e uma trilha sonora que eu apreciei demais. Sobretudo, nos induz a boas reflexões!Eu amo histórias de voltar pra casa. Jie, a protagonista, mora em Xangai e sente que é sua cidade, e que pertence à aquele lugar. Mas sua cidade natal traz o conforto que ela precisa, um amor, a conexão com a família, novos projetos e novas reflexões. É o lar que ela tem para voltar. No fim, lar de verdade é onde existem pessoas que nós amamos e que nos amam. E para a Jie, isso é muito real pois, mesmo amando a cidade e almejando suas conquistas profissionais e realizações pessoais lá, sua cidade natal possibilita que ela possa descobrir a si mesma e em vários aspectos e (re)encontrar o amor.
A história aborda muitas temáticas envolvendo a morte, já que Chen Maidong, o protagonista masculino, trabalha em uma funerária. Para mim esse detalhe é muito valioso pois tenho pensado na morte ultimamente e me senti conversando com ele, diante de seus monólogos. Os personagens coadjuvantes são muito encantadores: a avó de Maidong me deixou cativada, a amizade com a outra senhorinha era linda, os irmão da Jie eram fofos... só não gostei tanto da mãe dela, mesmo entendendo o porquê de seu comportamento. Mesmo assim, cada minuto valeu a pena.
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My Liberation Notes
My Liberation Notes vai muito além de uma simples história sobre o cotidiano. É uma sensível exploração da luta pela liberdade pessoal em meio às pequenas prisões que construímos ou estamos inseridos em nossas vidas. Esse K-drama se tornou algo muito especial para mim, um dos meus favoritos!Mi-jung talvez seja a personagem mais importante ali. Ela representa o esgotamento silencioso de quem vive no automático. Gu é um enigma, mas sua quietude não é sem propósito, ela é carregada de dor, arrependimentos e culpa. Os outros personagens são individualmente importantes: os irmãos possuem seus próprios dilemas na história, sendo Chang-hee uma figura impulsiva e revoltada, vivendo de projetos e ideias que não se concretizam e querendo ser algo maior, sair da casa dos pais, trabalhar com algo que o valorize, amar e ser amado... mas tudo isso sempre escapa dele. Já Ki-jung é exagerada e desesperada, portando uma agonia em querer ser amada. A angústia dela é a da mulher que chegou aos trinta e tantos anos sem conseguir cumprir as expectativas sociais, e que ainda se cobra por isso. O desenvolvimento e crescimento dos dois também é um pilar de My Liberation Notes, fazendo com que eles não sejam só coadjuvantes. Eu consegui me conectar e até ver um pedacinho de mim em cada um deles!
Todas as cenas de My Liberation Notes me pareceram especiais, principalmente as de Mi-jung com Gu, pois o relacionamento deles é transformador para ambos, que almejam a libertação, mas para mim as cenas do Clube da libertação são incríveis e sem igual. Apesar de cada um dos membros estar lidando com suas próprias angústias, eles se encontram num espaço de apoio e acolhimento mútuo. Ali, compartilham seus sonhos, frustrações e medos, e isso traz um senso de pertencimento e esperança. Além disso, o ambiente do escritório, que normalmente seria opressor, vira um palco onde o “ser verdadeiro” pode emergir.
Por fim, ainda que algumas lacunas permaneçam ao final da história, ela teve um impacto gigantesco para mim. My Liberation Notes me marcou para sempre!
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Navillera
Navillera é um drama apaixonante e acho que todo mundo deveria assistir! Mas, é importante assistir com calma pois o ritmo da história é lento, e também com lencinhos de papel — eu pelo menos chorei de desidratar!A melhor parte de Navillera é, certamente, o desenvolvimento de todos os personagens: Chae-rok, o bailarino, ressignificando a sua jornada e mesmo diante das dificuldades, permanecendo em pé e com a cabeça erguida, buscando alcançar seu sucesso na dança, perdoar quem deve ser perdoado e recomeçar e o Sr. Sim, que busca realizar seu sonho enquanto luta contra as dificuldades. Sua neta também tem uma jornada incrível na história, mesmo sendo uma coadjuvante, pois busca encontrar o que gosta e o que quer ser na vida, se desprendendo das amarras impostas pelo pai e sociedade. O filho mais novo de Sr. Sim também é encantador e adota uma filosofia de vida simples e que tem muito a nos ensinar. Todos ali possuem suas próprias jornadas pessoais e surgem na vida uns dos outros no momento certo e as mudam para melhor.
Navillera é emocionante e toca em um lugar muito específico e afetivo dentro de nossos corações. A lição que fica é: vale a pena lutar para voar alto e realizar nossos sonhos, nunca vai ser tarde enquanto estamos vivos!
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