A Killer Paradox
Em A Killer Paradox, uma morte acidental leva a outra, fazendo com que um homem comum se envolva em um jogo de gato e rato com um detetive obstinado. Este K-drama tem uma temática que eu particularmente nunca me interessei, mas dei uma chance por gostar dos atores que protagonizam a história. E até que valeu a pena!A narrativa é muito boa e nos instiga a seguir acompanhando com tensão e expectativas. Acho que a produção e a trama foram muito bem elaboradas e as atuações são incríveis. Mas ao final, acabei por não gostar tanto do desdobramento da história e acho que tudo se perdeu um pouco, o que me faz não amar este drama. Mesmo assim, valeu a pena conferir pois eu queria sair um pouco do óbvio dos K-dramas de romance, comédia e melodrama, e acompanhar uma história de suspense e drama policial certamente foi interessante!
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My Demon
Confesso que só assisti My Demon por ser fã e acompanhar todos os trabalhos do ator Song Kang, pois a temática fantasia não me agrada muito. Conhecer a atriz Kim Yoo Jung foi um presente que recebi, e ver meu ator favorito fazer uma comédia também foi incrível!Entre o meio e o fim da história, comecei a me sentir meio desanimada. Apesar dos momentos do casal serem fofos e os personagens coadjuvantes serem cativantes, muitas coisas ocorrem ao mesmo tempo, típico da maioria dos roteiros de K-dramas do gênero. Ao final, não amei My Demon por ter achado que alguns plots aconteceram muito em cima da hora, quase ao final da história, causando a impressão de que correram para resolver e as resoluções de algumas coisas foram confusas. Mesmo assim, o desenvolvimento do casal e dos outros personagens são incríveis! Os dois atores principais tem uma química incrível e seus personagens são ambos encantadores. Se o desenrolar da história não tivesse sido tão fraco, seria melhor ainda!
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Forecasting Love And Weather
Forecasting Love And Weather mostra o cotidiano de pessoas que trabalham na Meteorologia da Coréia do Sul. Apesar de ser do gênero de comédia romântica, a história e seus personagens são maduros e a temática sobre meteorologia me encantou desde o primeiro episódio. Também existem metáforas e analogias referentes ao clima para tratar de assuntos voltados aos relacionamentos dos personagens, e eu achei isso muito criativo! Tem um bom desenvolvimento da trama, que foca não só no romance mas também nos conflitos do trabalho. Cada personagem tem um dilema pessoal muito bem construído.Me decepcionou um pouco alguns desdobramentos da história e nos últimos episódios, fica um pouco cansativo de acompanhar a dinâmica do casal. Mesmo assim, Forecasting Love And Weather conseguiu me cativar e valeu a pena assistir!
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Romance Is A Bonus Book
A história de Romance Is A Bonus Book gira em torno da amizade de longa data entre Kang Dan-i e Cha Eun-ho, cujas vidas se entrelaçam em meio a desafios pessoais e profissionais. Confesso que acompanhar o crescimento profissional de Dan-i no ambiente de trabalho e também seu desenvolvimento pessoal acabou sendo a única parte interessante da trama para mim. Talvez a repressão emocional, principalmente da parte dela, fez com que o casal não tivesse química alguma, na minha opinião, e mesmo quando resolveram ficar juntos, eu não sentia de fato que eles estavam tão apaixonados. Os outros personagem foram, para mim, desinteressantes e nenhum me marcou tanto. Por fim, esperava que Romance Is A Bonus Book fosse mais do que de fato foi.Was this review helpful to you?
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She Would Never Know
She Would Never Know não é um K-drama que eu posso dizer que amei. Ele começou interessante, mas fui perdendo a vontade de assistir aos poucos.No geral, não é uma trama ruim, mas os protagonistas me desagradaram no início. A atriz já não tem muita expressão, e a personagem parecia um objeto sem vida. Era difícil desvendá-la, tanto que a única coisa que eu sabia sobre ela era que focava no trabalho o suficiente para manter uma distância de Hyun-seung, o protagonista, e aparentemente tinha uma autoestima baixa. Em um momento da história, abordam-se laços familiares e traumas passados dela, o que começa até a justificar seu comportamento e a personalidade, moldada pela relação com a mãe, que sempre foi sufocante. Acho que eu precisava de mais sensibilidade para compreender que ela era só uma mulher sem grandes emoções que vivia a vida trabalhando e que tentava se priorizar, o que no fim é bonito. Mas não consegui criar tanta conexão. Hyun-seung também me irritou no começo, pois forçou a barra demais, era impaciente com o processo de superação da traição que Song-a sofreu. Uma coisa que acho bonita no drama é o desenvolvimento lento da relação entre eles, mas se dependesse só dele, seria rápido demais. Ele parecia não entender que relações são construídas devagar. Acho que no fundo, o casal nunca teve química para mim, e o desenrolar da história acabou se tornando lento. Quando finalizei, senti até um pequeno alívio. Quem sabe numa próxima vez eu me conecte melhor...
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Love To Hate You
A trama de Love To Hate You se destaca pelo equilíbrio entre humor, romance, crítica social e um desenvolvimento bem construído dos personagens. Todos eles são cativantes, engraçados e fofos, cada um com sua particularidade.Mi-Ran é uma das protagonistas femininas mais fortes e carismáticas que já vi. Sua independência e personalidade afiada desafiam estereótipos! E o mais interessante: ela não perde a força ao se apaixonar. Pelo contrário, seu desenvolvimento mostra que vulnerabilidade não é sinônimo de fraqueza, mas sim parte do crescimento emocional. Gang-Ho, por sua vez, é o típico galã que foge do óbvio. Embora seja um astro famoso, ele é introspectivo, educado e cheio de bloqueios emocionais. Seu relacionamento com Mi-Ran é construído com muita química e uma série de interações intensas, engraçadas e, ao mesmo tempo, sensíveis. A forma como ele lida com sua própria masculinidade e abre espaço para se transformar é outro ponto positivo do roteiro.
Valeu a pena cada minuto que gastei vendo Love To Hate You e me entristece que um K-drama tão bom de enemies to lovers — até melhor que a maioria, seja tão curtinho!
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Our Beloved Summer
Our Beloved Summer gira em torno de dois ex-namorados que, após um término complicado, se veem obrigados a se reencontrar anos depois para filmar um documentário sobre o passado deles. O reencontro reacende memórias, sentimentos guardados e provoca uma reflexão sobre amor, crescimento pessoal e as escolhas feitas ao longo do tempo.Choi Ung é um ilustrador talentoso e um pouco reservado, que guarda suas emoções. Percebemos já no início da trama o quanto o término do relacionamento deixou marcas em seu coração, fazendo com que ele seja extremamente rígido. Mas por mais que pareça frio, seu sofrimento é humano — e compreensível, e seus momentos de pequenos “surtos” divertem bastante, facilitando que ele seja um personagem querido! Já Kook Yeon-soo é uma mulher forte, independente e de personalidade marcante, que luta para superar o peso das expectativas mas visivelmente tem uma armadura que faz com que a conexão com ela seja difícil. Seu desenvolvimento é bom, e a personagem passa por um processo de amadurecimento essencial na história. A empatia que era difícil de sentir no início finalmente encontra espaço — não porque ela muda drasticamente, mas porque entendi suas dores, suas barreiras e as razões que a fizeram construir esse escudo emocional. Mesmo assim, a adoração é individual e o encantamento maior fica com os personagens em suas individualidades — e não com o casal.
No meio de toda a tensão deles, o documentarista, Kim Ji-woong, é um alívio. Ele observa o caos emocional de seus dois amigos com uma postura calma, muitas vezes melancólica, mas sempre cuidadosa. Sua presença é delicada, e ele funciona quase como um espelho: captando sentimentos que os próprios protagonistas tentam esconder. Há uma solidão nele que é tocante, e que torna sua participação essencial, tendo mais destaque que os protagonistas em muitas das cenas. Particularmente, ele fez com que valesse a pena seguir adiante com a história para mim, pois achei especial como um personagem secundário pode ser tão importante.
Our Beloved Summer carrega uma beleza melancólica, visualmente aconchegante, e com um certo amadurecimento emocional. Sua trilha sonora e fotografia são lindas e tornam o drama especial. Mas para quem esperava um casal memorável, pra mim restou a sensação de que algo não se completou.
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Extraordinary Attorney Woo
Extraordinary Attorney Woo é um K-drama sensível e humano, e brilha por sua originalidade. Cada episódio apresenta um caso jurídico diferente e todos eles são unicamente interessantes e te prendem. Além da trama legal, a série explora relacionamentos de forma delicada: a amizade, o romance e os laços familiares têm papéis importantes. O desenvolvimento do relacionamento entre Young-woo e seus colegas é tão bonito de ver, especialmente porque mostra como o convívio com a diversidade pode transformar pessoas. Destaque pro romance dela com Joon-ho, que é puro, sincero e super respeitoso com as particularidades dela. Esperei mais do final, que ficou tão aberto mas anos depois do lançamento do drama, não sabemos se terá continuação ou não... mesmo assim, Extraordinary Attorney Woo é uma história muito preciosa e que traz conforto pra gente!Was this review helpful to you?
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One Spring Night
One Spring Night conta uma história preciosa do amor de duas pessoas florescendo e também fala sobre a coragem de sairmos de onde estamos nos sentindo infelizes e da coragem de buscarmos a felicidade e a realização. Acho Jeong-in, a protagonista tão corajosa e decidida, e eu amo personagens femininas assim. Para mim, ela sempre será uma das mais decididas que já vi em um K-drama. Ji-ho, por sua vez, é um homem gentil, pai solo de um garotinho e esforçado nessa função. O típico personagem masculino que encanta! As tramas dos personagens secundários também são importantes e complementam ainda mais a história, deixando-a melhor. Me apeguei muito em como o trio de mulheres (Jeong-in, sua mãe e sua irmã) são força e apoiam umas às outras. Foi bonito de acompanhar também a trama da irmã, mesmo que secundariamente, só destacou ainda mais a importância da ressignificação dos nossos caminhos na vida.Por fim, eu amo esse drama e seus personagens (com exceção, é claro, dos vilões). A trilha sonora dele também é maravilhosa. Sempre que ouço a música Spring Waltz, me vem um sentimento acolhedor e uma lembrança das cenas serenas e pacíficas do casal andando embaixo do florescer das flores na primavera!
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A Business Proposal
Eu sou mais do melodrama e de histórias aconchegantes, mas A Business Proposal é especial para mim pois dei tantas risadas e me afeiçoei pelos personagens. A história se desenvolve bem: é leve, é boba às vezes (no melhor sentido), e prende, possibilitando que possamos esquecer a vida real por algumas horinhas e sair com o coração quentinho no final. Por fim, um clichê clássico!Was this review helpful to you?
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My Dearest Nemesis
My Dearest Nemesis é um drama bem leve e tira boas risadas, perfeito para os dias ruins! Achei muito interessante acompanhar a dinâmica dos dois protagonistas da história, no momento presente. Eles não sabem que possuem um passado, mas se bicam bastante no começo e suas interações são engraçadas e especiais.Ban Ju Yeon é um garotão tentando ser o diretor descolado mas só é fofo e adorável e seus momentos dão boas risadas. Já Su Jeong é descolada (sem intenção), com sua fama de assassina de diretores, mas é acima de tudo bondosa e logo de imediato percebe que o diretor tem gostos particulares e hobbies que tenta esconder da avó, e acaba o ajudando. Ban Ju Yeon tem uma história tão bonita pois encontrou afago e acolhimento em seus hobbies quando mais precisava de uma família e não teve. Su Jeong aparece exatamente no momento certo para ocupar esse cargo também. O casal coadjuvante merecia muito um drama só deles! Eles são como quebra cabeças se encaixando, combinam muito e tem um desenvolvimento muito bom também!
Tive expectativas muito pessoais de que veria mais dos casais e suas interações, mas a história acaba sem mostrar muito…
queria um final melhor, mas acho que esperei demais dele. Mesmo assim foi uma jornada que valeu a pena e uma história que encantou!
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Lovestruck In The City
Quando resolvi fazer uma maratona Ji Chang Wook, descobri que ele fez este drama, que há um tempo atrás pensei em assistir mas não passei do primeiro episódio. No fim, acredito fortemente que às vezes não conseguimos nos interessar por alguma série, filme ou livro no momento, mas em que tempos depois as coisas mudam, aliás, nós mudamos.Lovestruck In The City é um drama intenso, intimista e com uma estética cinemática linda. As cores quentes do drama trazem aconchego e o modelo “documentário” é bem interessante de se acompanhar.
Quanto à história, nem sempre ela me deixou muito presa, pois nem sempre em gostava da protagonista, mesmo tentando entender as questões ela havia enfrentado, às vezes tinha um comportamento imaturo e irresponsável. Jae-won era intenso no amor, mas trouxa em um certo ponto. Me vi julgando os personagens mais do que eu gostaria, mas isso é normal! Hahaha
Gosto do final, pois acho que a história percorreu um bom caminho, mas não me agradou tanto os personagens coadjuvantes e suas histórias. Mesmo assim, é um K-drama encantador, tão bem filmado e com atuações, trilha sonora e fotografia incríveis.
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Our Blues
Our Blues se tornou um dos meus K-dramas favoritos e é o qual eu indico para todo mundo que busca uma história aconchegante e que traz conforto pra gente. Ele combina elementos de drama, romance, família, saúde mental e reflexão sobre a vida em uma história multifacetada, com diversos personagens que enfrentam suas próprias jornadas emocionais. Cada um ali é único e muito especial. Suas narrativas são interligadas e nos faz refletir sobre as complexidades das relações humanas, superação de traumas do passado e o impacto das escolhas que fazemos na nossa vida.Cada capítulo foca em uma parte do drama de um ou mais personagens, abordando suas dificuldades e lutas pessoais, mas também suas alegrias e vitórias. Eu consegui me conectar com todas as histórias, claro que gostando mais de umas e menos de outras, mas no geral todas elas tem um sentimentalismo tão grande e genuíno que torna difícil e quase impossível não amar todo mundo ali - e querer guardar todo mundo num potinho!
Refleti sobre como que, por mais que tentemos escapar dos nossos passados ou correr atrás de soluções instantâneas, os desafios da vida dão um jeito de nos atingir, nos obrigando a confrontar nossas próprias realidades. Isso é o que há de comum em todo mundo na história: traumas não resolvidos, arrependimentos e inseguranças. E o enredo traz, com o passar dos episódios, justamente processo de aceitação, pois muitos dos personagens precisam aprender a lidar com o que a vida lhes trouxe, tanto de bom quanto de ruim.
A cinematografia de Our Blues é linda e dá vontade na hora de pegar um avião e ir pra ilha de Jeju! Se um dia eu estiver por lá, lembrarei da história com carinho!
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It’s Okay Not To Be Okay
It’s Okay Not To Be Okay é um conto sombrio e bonito sobre traumas, afeto e o que acontece quando pessoas quebradas se encontram. A trama é construída como uma fábula moderna, com metáforas visuais, contos infantis sinistros e uma cinematografia divina. Ela não fala sobre uma espécie de superação perfeita... e sim sobre a sobrevivência (imperfeita). Sobre como é doloroso crescer sem acolhimento, sozinho, desamparado e pedir ajuda quando se finalmente tem é difícil. Sobre como o trauma molda quem somos e as escolhas que fazemos. Mas também fala sobre a beleza do afeto real: aquele que te vê, te aguenta nos dias ruins e te segura a mão quando você quer fugir. É uma história sobre reaprender a viver a vida. Os personagens da trama são incríveis e muito bem construídos e desenvolvidos. Nota 10!Was this review helpful to you?
Will Love In Spring
Acho que eu precisava assistir Will Love In Spring bem no momento que encontrei ele no catálogo da Viki. A história é bonita, tem personagens maduros, uma cinematografia linda e uma trilha sonora que eu apreciei demais. Sobretudo, nos induz a boas reflexões!Eu amo histórias de voltar pra casa. Jie, a protagonista, mora em Xangai e sente que é sua cidade, e que pertence à aquele lugar. Mas sua cidade natal traz o conforto que ela precisa, um amor, a conexão com a família, novos projetos e novas reflexões. É o lar que ela tem para voltar. No fim, lar de verdade é onde existem pessoas que nós amamos e que nos amam. E para a Jie, isso é muito real pois, mesmo amando a cidade e almejando suas conquistas profissionais e realizações pessoais lá, sua cidade natal possibilita que ela possa descobrir a si mesma e em vários aspectos e (re)encontrar o amor.
A história aborda muitas temáticas envolvendo a morte, já que Chen Maidong, o protagonista masculino, trabalha em uma funerária. Para mim esse detalhe é muito valioso pois tenho pensado na morte ultimamente e me senti conversando com ele, diante de seus monólogos. Os personagens coadjuvantes são muito encantadores: a avó de Maidong me deixou cativada, a amizade com a outra senhorinha era linda, os irmão da Jie eram fofos... só não gostei tanto da mãe dela, mesmo entendendo o porquê de seu comportamento. Mesmo assim, cada minuto valeu a pena.
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