Ao Haru Ride
Ao Haru Ride tem uma atmosfera aconchegante e leve, com aquela sensação de juventude silenciosa e cheia de sentimentos.Gostei muito da Futaba, achei ela uma menina cativante e madura. A amizade dela com as duas outras personagens femininas é algo muito bonito, pois as três são pessoas diferentes mas conseguem manter a conexão. A história se desenvolve rápido demais no início. O Kou, apesar de ter um contexto emocional forte, me incomodou bastante, achei ele muito arrogante e imaturo. O desenvolvimento deles me deixou meio frustrada, embora era previsível.
No fim, é um drama gostoso de assistir. Para mim, funciona melhor como uma experiência leve do que como uma grande história de amor. Assisti ele inteiro antes de dormir, e é fácil pois os episódios são curtinhos!
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Unveil: Jadewind
Ultimamente tenho gostado de assistir cdramas de época que têm como temática principal a investigação de crimes. Comecei esse sem tantas expectativas e sabendo que provavelmente não desenvolveriam tanto o romance da trama.Um dos maiores acertos é a protagonista forte e astuta. Ela é movida por desejos de se vingar contra quem fez mal à sua família e também contra as injustiças. O protagonista masculino tem aquele mesmo arquétipo que a maioria dos protagonistas masculinos de drama de época tem, um homem sério e com um ar misterioso, previsível, mas ele tem seus encantos. Gostei do romance dos dois. Enquanto o enredo principal avança pelos casos, o relacionamento avança pelos silêncios e gestos. Todas as cenas deles eram bem construídas e com muita química entre os dois, eu não esperava isso então foi uma boa surpresa! Sobre o que eu esperava, posso dizer que me decepcionei um pouquinho: o resto da história é envolvente mas senti que não alcançou todo o potencial que tinha para alcançar. Muitos personagens ficaram sem um bom desenvolvimento, muitos acontecimentos da reta final para mim foram contraditórios, a vingança não foi tão bem executada e nem sempre gostei de todos os casos, na verdade me senti um pouco confusa porque eram muitas coisas ao mesmo tempo. Tinha o paralelo dos casos a serem resolvidos e do próprio passado da protagonista sendo desvendado ao mesmo tempo. Não sei se souberam conduzir bem a história. Mesmo assim não foi uma perda de tempo, gostei de acompanhar. Só não me marcou.
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Shadow Detective
Tenho gostado muito de dramas republicanos. Shadow Detective foi um achado, pois é ambientado na era republicana chinesa e combina mistério criminal e uma atmosfera sombria muito envolvente!O protagonista é bem construído e a protagonista feminina também apresenta um bom desenvolvimento ao longo da história. Os personagens coadjuvantes são ótimos. O ritmo é geralmente consistente, embora o mistério possa parecer um pouco previsível em alguns momentos e algumas escolhas narrativas não fizeram muito sentido para mim — ou a forma como foram executadas.
Mesmo com alguns tropeços no desenvolvimento da história, o drama mantém um tom interessante e uma ambientação que fortalece a narrativa. No geral, valeu a pena!
Bonus: Wang Xingyue tá explodindo de lindo aqui! Haha
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Footprints of Change
Comecei esse aqui só pelo Cheng Lei mas fiquei pois ele foi uma surpresa muito boa! A proposta de acompanhar diferentes gerações de pessoas ligadas ao mesmo lugar (a casa em Xangai) é muito interessante. Achei que eu ia estranhar a mudança dos personagens, mas todos conseguem cativar. Essa mudança também mostra que o tempo passa, as pessoas mudam e o mesmo local permanece ali, carregando várias histórias.No geral, é um drama sensível sobre o tempo, que nos atravessa. Acabei gostando mais do que imaginei, e virei fã de histórias da época republicana da China!
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Tokyo Camouflage Hour
Às vezes me vem uma vontade de ver algum drama japonês com aquela estética muito específica que é melancólica e calma e com diálogos mais contemplativos. Esse aqui foi o primeiro que me apareceu e dei uma chance, pois era curtinho e a história parecia ser boa. Vi em uma noite inteira. Acabei, e só senti frustração pois depois de dez episódios, os personagens não evoluem ou crescem, e a história não tem profundidade. Poderia ter dormido sem me frustrar hahahaO protagonista me trouxe um sentimento de identificação pois assim como ele, também saí de um interior para me vislumbrar com a cidade grande mas encontrei solidão e o caos de metrópoles. Ele é ingênuo e inocente, ainda conhecendo o mundo e vivendo experiências novas. Ainda uma criança, praticamente. Tirando esse divo, não gostei de mais nada: a personagem feminina me irritou e os coadjuvantes também. Não é uma história de amor, o drama mostra mais como existem várias formas de relações passageiras ou não, mas sempre complicadas. É até uma proposta boa, mas a história não caminha pra nenhum lugar. O protagonista segue, no fim, preso a uma pessoa que nunca deu muita bola para ele, os outros seguem na mesmice. Narrativa super rasa, experiência frustrante para quem esperava o mínimo de desenvolvimento.
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An Incurable Case of Love
Comecei este aqui em um dia em que eu precisava exatamente de algo leve, simples e divertido. E ele entrega muito bem essa proposta. Não é uma história profunda ou complexa, mas funciona perfeitamente como um romance confortável para relaxar. É bobinho, mas muito fofo!O ponto mais interessante para mim é o crescimento da protagonista feminina. Ela decidiu se tornar enfermeira por causa de um encontro marcante com o protagonista masculino, mas ao longo da história vai amadurecendo, ganhando confiança e conquistando reconhecimento no trabalho e também propósito. É bonito ver essa evolução! A personalidade dela às vezes pode irritar um pouco hahahah ela tem um jeito meio estabanado e impulsivo, mas ainda assim é uma personagem fácil de gostar. O protagonista também tem seu charme, embora eu ache que o drama exagera um pouco na forma como ele é fechado e distante, o que faz com que ele demore mais para cativar. Mesmo assim, os dois juntos funcionam bem e entregam vários momentos divertidos e fofos.
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This review may contain spoilers
The White Olive Tree
The White Olive Tree acompanha Song Ran e Li Zan, pessoas marcadas por tragédias de uma guerra que mudam suas vidas para sempre. O amor entre eles é genuíno e bonito. Em meio ao caos, os dois se tornam um refúgio um para o outro. No entanto, senti algumas frustrações com os dois em alguns momentos, principalmente pela constante falta de comunicação entre eles, um problema que persiste até o final da história. Eles sempre escondem um do outro como estão se sentindo ou o que estão passando, e isso causou muitos conflitos. Mesmo no final, isso permaneceu. Outro ponto que me incomodou um pouco é a forma como o drama lida com saúde mental deles. No início, temas como depressão e transtorno de estresse pós-traumático são até que abordados com responsabilidade, mas na reta final parece surgir uma ideia de que o amor seria suficiente para superar tudo. Eles só decidem fugir, mas ambos estavam tão vulneráveis naquele momento que precisavam de apoio psicológico, da companhia da família e dos amigos. Nos momentos finais não consegui me emocionar com o amor deles, e me senti incomodada com o excesso de culpa que ambos carregavam um com outro sempre pedindo excessivas desculpas e com as promessas de ficarem juntos independente de tudo. Acho que nesse momento eu já previa que teríamos um final meio ambíguo… mesmo assim, o relacionamento deles cativa muito e os personagens, individualmente, também.Apesar de alguns arcos pouco desenvolvidos, da morte de um personagem que eu amava e de um final meio bléh, que pode parecer confuso, The White Olive Tree foi uma experiência marcante. É uma história que alterna constantemente entre esperança e tragédia, lembrando que a vida é imprevisível e que, muitas vezes, tudo o que resta às pessoas é continuar sobrevivendo.
Espero que Song Ran e Li Zan tenham sido felizes e encontrado paz para continuar. Mas levando em consideração que o final pode levar acreditar que eles já não estão mais no mundo, me lembrei do trecho final da música Asleep do The Smiths: “there is another world, there is a better world… well, it must to be”.
Para finalizar, é importante que a gente lembre que em toda a guerra, um povo sofre. Que nunca esqueçamos desse povo!
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My Journey to You
Comecei My Journey to You cheia de expectativas. O elenco é forte e a premissa prometia algo. De fato, a primeira impressão foi muito boa. O começo prende com sua atmosfera envolvente e misteriosa Você sente que vem algo grande por aí. Mas… em algum ponto, a história parece se perder da própria proposta e se torna meio cansativa e arrastada.O casal secundário parece ter mais tempo de tela do que os protagonistas. E isso não é necessariamente ruim, porque eles têm química e presença, mas só prova essa impressão de perda de proposta. No geral alguns personagens me cativaram e outros não. A protagonista me surpreendeu muito. Eu nunca fui particularmente fã da Esther Yu, mas aqui eu precisei rever meu próprio preconceito. Ela está linda e atua bem. A personagem é forte, persistente, determinada... uma mulher que luta, que sente, que insiste. Foi fácil torcer por ela. Já o protagonista… não me conquistou. Acho que porque ele foi escrito para ser mais contido, quase frágil, alguém que cresce aos poucos até assumir seu papel. Mas mesmo com essa evolução, ele não parece sair muito do lugar. O protagonista masculino secundário é magnético. Cheng Lei explode de gostoso nesse papel hahaha e claro, atua maravilhosamente. O personagem, mesmo com aquele ar arrogante e inacessível, tem camadas. E a secundária feminina… eu sei que muita gente gosta dela, mas eu simplesmente não consegui.
O final, pra mim, é coerente. Não é feliz, mas faz sentido dentro do que foi construído.
No fim das contas, My Journey to You não é um drama ruim. Ele tem pontos positivos, tem momentos interessantes e tem personagens que brilham. Mas também não me envolveu emocionalmente e não me marcou. Achei a história esquecível.
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Legend of the Female General
Legeng of the Female General se tornou um dos meus c-dramas de época favoritos! O grande destaque, para mim, é a protagonista. Ela é forte e resiliente, mas também leve, brincalhona e carismática, exatamente o tipo de personagem feminina que mais me conquista! Sua jornada é dura, marcada por perdas, sacrifícios e muita luta, mas é inspiradora, especialmente para outras mulheres dentro da história (diva feminista, né?)O protagonista masculino é mais contido, cuidadoso e o melhor é que não compete com o brilho dela, e o romance entre eles se desenvolve de forma saudável, sem jogos emocionais, manipulações ou conflitos desnecessários. Eles sempre estiveram do mesmo lado, se apoiando mesmo nos momentos mais difíceis, e isso torna a relação ainda mais bonita.
Só não gostei tanto que bem nos últimos episódios, vilanizaram o inspetor Chu hahaha mas entendo que foi pra trazer mais emoção pra história, típico dos c-dramas. Mas para mim, essa narrativa nem precisava existir.
O fechamento é muito satisfatório. Ambos os protagonistas têm jornadas batalhadoras e, ao final, conseguem alcançar o que sempre buscaram. A confissão de amor dela, com a analogia da lua, é uma das mais bonitas que já vi. Nunca esquecerei!
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The Best Thing
The Best Thing é aquele tipo de drama que acolhe! Calmo, sereno e gentil, ele parece que foi feito especialmente para dias difíceis, quando tudo o que a gente precisa é de uma história bonita de um amor cotidiano e personagens maduros e cativantes. Uma história sem grandes reviravoltas, vilões, joguinhos ou intrigas. Eu amo esse tipo de drama justamente por isso: consigo me abrigar nele em dias ruins. Também me inspirei muito na jornada da protagonista, que foi de ressignificação. Só não me prendeu muito na reta final, pois parecia um pouquinho estagnada, mas mesmo assim eu tive uma experiência muito positiva!Was this review helpful to you?
Always Home
Eu amo histórias que acompanham o crescimento dos personagens ao longo do tempo, e Always Home faz isso de forma extremamente bonita e acolhedora. É um drama caloroso, daqueles que a gente assiste com um sorriso no rosto sem perceber, refletindo sobre a vida, as mudanças e as pessoas que entram e saem do nosso caminho. Me senti em casa com ele!A protagonista é cheia de energia, gentileza e espontaneidade, e o mais bonito é que ela amadurece sem perder sua essência. Os pais dela são incríveis e ajudam a criar esse sentimento de lar que o drama transmite tão bem. Queria ser dessa família! hahaha. O protagonista masculino também tem uma jornada muito sensível, amadurecendo cedo demais, mas sem perder o carisma e o cuidado. Os momentos deles são muito fofos. O romance é calmo e seguro, sem conflitos exagerados, embora eu tenha sentido falta de ver um pouco mais do casal no final. Poucas coisas me incomodaram, mas fiquei chateada com o arco de uma personagem que poderia ter sido mais bem desenvolvido: a Qi Qi. Ela é difícil de se conectar, e fica ausente por boa parte do drama, mesmo sendo uma das protagonistas. Mesmo assim, é um drama que vale muito a pena. Acolhe, emociona e deixa saudade. Eu madruguei assistindo e terminei com o coração quentinho. Já tô com saudade dele!
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Our Unwritten Seoul
Eu criei várias expectativas com Our Unwritten Seoul porque vi, mais de uma vez, opiniões de pessoas dizendo que ele é o melhor K-drama do ano. Comecei a história presa à ela, apreciando cada minuto, mas finalizei desapontada. O drama não é ruim, mas ele construiu um clima e um caminho que me fizeram acreditar que existia um destino forte esperando, algo maior. E aí… não veio. Alguns desenvolvimentos soaram incoerentes, algumas decisões pareciam desconectadas demais da história, e certos personagens simplesmente não caminharam.Os primeiros episódios me cativaram de verdade. Talvez eu também estivesse num momento muito parecido com o da Mi-ji, porque me vi nela em vários aspectos: perdida, mas esperançosa; vulnerável, mas tentando se manter de pé. A atmosfera do drama é, sem dúvidas, o que ele tem de mais acolhedor. É calmo e suave. Perfeito para dias ruins, para quem quer respirar fundo, ou só acompanhar alguém caminhando devagar pela própria vida. A Mi-ji, principalmente, é uma personagem tão gentil que dá vontade de guardar ela num potinho. Eu realmente me conectei com ela. Sua jornada foi muito bonita.
De resto, não posso dizer que apreciei a Mi-rae, apesar de ter gostado de seu encerramento, e também sua mãe (sempre rígida) e Ho-su (que apesar de ter uma vulnerabilidade e carregar seus traumas na história, é extremamente egoísta e egocêntrico). Não entendi o motivo de alguns outros coadjuvantes terem tanto tempo de tela. Também não entendi o propósito de Ro-sa na história, apesar de ter gostado muito dela.
No fim, acho que valeu a pena assistir. É uma história bonita, com personagens sensíveis e com momentos muito humanos. A vibe inteira do drama é tão aconchegante que, mesmo com seus tropeços, ainda deixa algo bom na gente.
Ps. Park Bo-young, ATRIZ!
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Kill Me Love Me
Eu comecei Kill Me, Love Me sem muita expectativa. Já sabia do final trágico porque tomei spoilers, mas algo nele me puxava e mesmo sabendo que provavelmente sairia dessa história desolada, não queria perder a experiência de assistir a um drama que parecia ser incrível — e ele foi. É uma história sobre tragédias, recomeços, e acima de tudo a inevitabilidade da vida. Não é um romance clichê e feliz, mas é grandioso!Eu esperava que o final me incomodasse, mas o incômodo real veio antes, nas decisões narrativas: a falta de diálogo entre os protagonistas sobre tudo o que aconteceu antes da separação deles e também o pouco tempo que eles tiveram juntos, o desenvolvimento da história de outros personagens e algumas pontas soltas importantes, especialmente sobre o papel do Mestre das Sombras. Acima de tudo, o problema para mim não foi a tragédia em si, mas o caminho até ela.
No fim, foi uma história que valeu a pena, com uma qualidade de produção impecável e ótimas atuações. Só sinto que poderia ter sido menos doloroso. Mesmo sabendo que a dor é a personagem principal da história. Também queria que fosse menos confuso em alguns pontos. terminei essa história com várias dúvidas, e imagino que não sou a única…
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Amidst a Snowstorm of Love
Amidst a Snowstorm of Love é um daqueles melodramas perfeitos para dias ruins. Comecei ele numa semana difícil, e sua atmosfera e personagens com suas próprias jornadas se tornaram o meu refúgio.A construção do relacionamento dos protagonistas é o ponto mais forte: olhares cheios de desejo, cuidado, carinho e um afeto que nasce devagar, mas muito firme. A química entre o casal é uma das melhores que já vi, e a relação deles é saudável, respeitosa e positiva! As jornadas individuais também são bonitas, principalmente a de Lin, que lida com traumas, perdas e recomeços.
Uma história praticamente perfeita, só achei a reta final um pouquinho estagnada. Os últimos episódios se tornaram monótonos e senti que a história entrou numa espécie de suspensão, compreensível emocionalmente, mas arrastada.
Mesmo assim, a experiência geral foi linda e muito especial.
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Heavenly Ever After
Eu comecei esse drama com expectativas altas pela premissa, que parecia diferente. Além disso, o elenco é muito bom, então fui com aquela sensação de que tinha coisa boa vindo aí. E, de fato, os primeiros episódios me encantaram MUITO! A história me prendeu de cara, com momentos emocionantes, leves e divertidos também.O que mais me marcou foi a vulnerabilidade das pessoas, suas dores, e as conexões que elas carregaram pela vida. É bonito quando uma história consegue fazer você rir em um momento e chorar em seguida, e esse drama entrega isso com muita sensibilidade.
Ainda assim, preciso admitir que a reta final me decepcionou um pouco. Não por ser ruim, mas por questões de expectativas pessoais mesmo. O final é bonito e satisfatório, mas não me tocou tanto quanto eu gostaria.
Mesmo assim, Heavenly Ever After é uma história que emociona e que fica no coração. Um dos melhores kdramas do ano!
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