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Twenty Five, Twenty One
Assisti Twenty Five, Twenty One no exato momento em que precisava dele. É um drama sobre crescimento, amor, e as dores de deixar o passado para trás. É melancólico, bonito, e por vezes cruel com o coração, mas marca para sempre!Todos os personagens são únicos a sua maneira e especiais pra mim. Hee-do é a minha favorita, pois sentia que ela me dava ânimo com toda a sua energia e brilho, mesmo nos momentos difíceis! Ela também tinha uma resiliência gigantesca e era mais madura do que esperei de alguém da idade dela. Sua dedicação na esgrima a fez chegar tão longe e foi tão bonito de acompanhar toda a sua persistência e busca pela realização de seu sonho.
Sobre Yi-jin: nem sempre gostei dele. Conforme o desenrolar da trama, me incomodava aquele excesso de ego e autoestima por ser mais velho que os outros. Também acho que a comunicação dele era falha, enquanto namorado da Hee-do. Mas sei que ele é um personagem com muitas camadas: um adulto angustiado, com saudade da vida e da família, com medo do futuro... ele não tinha mais aquela força ou energia adolescente, aquele entusiasmo pela vida que os mais jovens possuem. Ele não era perfeito, mas foi de tanto apoio e um amigo presente para Hee-do. O romance entre os dois é tocante.
A amizade entre Hee Doo e Yu Rim é um dos pontos altos do K-drama para mim e me trouxe aconchego! De rivais na esgrima a amigas verdadeiras, a relação delas mostra crescimento pessoal e empatia. O relacionamento do casal secundário é fofo e o dilema de Seung-wan acerca do futuro me fez com que eu visse um pedacinho de mim nela (ou dela em mim?)
Twenty Five, Twenty One virou um dos meus K-dramas favoritos. Sinceramente, acho um dos melhores já feitos!
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Hidden Love
Hidden Love conta a história de um primeiro amor marcante. Achei sutil e muito bonito como a relação dos protagonistas é desenvolvida lentamente e vai se transformando. Estranhei de início o fato de colocarem uma atriz que nem parecia ter 14 anos (e sim uns 10) para interpretar Sang Zhi, mas melhorou quando mudaram para a Zhao Lusy hahaha.Apesar da beleza dos gestos, em alguns momentos faltam conversas mais profundas, principalmente quando o relacionamento deles começa de verdade. Parece que os dois pulam direto para a fase do namoro sem realmente sentarem e falarem sobre o que foi tudo o que viveram. Sang Zhi não confronta tanto os anos em que amou sozinha, e Jiaxu não expressa claramente seus medos. A gente entende pelas entrelinhas. Além disso, a forma como construíram o apaixonar-se de Jiaxu não me convenceu muito. Confesso que por esses detalhes, eu não gostei tanto quanto gostaria. Sinceramente, me sinto até meio deslocada pois vejo muuuuita gente elogiando demais Hidden Love, quando eu achei só ele... ok! Talvez tenha criado muitas expectativas.
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Something In The Rain
Something In The Rain foi o meu primeiro K-drama! E por isso, a história é bem especial para mim.Gosto muito dos personagens principais. Acho lindo como os protagonistas se apaixonam e isto vai crescendo conforme os episódios se passam. Apesar da diferença de idade, eles são muito compatíveis e muito fofos. Mas, nem tudo são flores e os problemas ali são vários: muitos personagens da história não aceitam este relacionamento, até que ele começa a se abalar com tantos problemas. A partir daí, tive alguns conflitos com o drama. Às vezes eu queria sacudir a Jin-a, que OU passou a tomar atitudes que eu não entendia em relação ao Jun-hui (escondendo coisas importantes dele), OU não tomava atitude nenhuma quando era necessário. Quase sempre passava raiva com a mãe de Jin-a, extremamente controladora, violenta e abusiva. Acho que ficou um pouco cansativo de acompanhar devido aos tantos conflitos. Mesmo acabando tudo bem, até hoje finjo que tudo aquilo não aconteceu e que eles conseguiram ser felizes sem precisar passar por um término antes. Mas entendo que foi necessário para que ambos pudessem lidar separadamente com todos estes problemas e sentimentos pessoais, já que estavam sobrecarregados. Eles se reencontraram quando foi a hora exata e puderam finalmente ficar juntos. E eu acho isso incrível, sinceramente! Às vezes queremos só que o final do casal na história seja feliz o quanto antes, mas a vida real é cheia de complexidades e imprevistos. Quanto mais próximo da realidade a história for, mais eu gosto dela. Por isso, apesar das pequenas frustrações, Something In The Rain segue sendo especial e toda vez que eu ver um guarda-chuva vermelho, certamente me lembrarei dele!
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Love Next Door
Love Next Door é um K-drama no qual criei várias expectativas. Nem todas foram atendidas, mas não é uma história perdida!Seok-ryu é uma personagem feminina admirável: uma mulher que a princípio, aparentava ser forte, resiliente e de personalidade, mas que no fundo lidava com sua vulnerabilidade sozinha para que não precisasse preocupar sua família e amigos. Não demora para notarmos que ela utiliza sua personalidade marcante como um escudo protetor. Seu desenvolvimento e jornadas pessoais é importante e se destaca na história.
Seung-hyo, por sua vez, é apenas o personagem masculino mais fofo do mundo. Sempre foi um amigo precioso e no presente, se esforça para acolher Seok-ryu como um bom amigo (e amor) deve fazer. Os outros personagens complementam a história com seus próprios dilemas e o casal secundário é tão precioso, às vezes até mais do que o principal e os pais de Seung-hyo superam uma crise de anos na relação, o que achei muito bonito!
Algumas (várias) coisas me deixaram descontente na história, no entanto: os altos e baixos do casal (sempre presente nos K-dramas, né?) demora para passar. Seok-ryu, mesmos sendo uma personagem feminina que admiro em quesito de jornada e amadurecimento pessoal, tinha atitudes contraditórias em muitos momentos. Também acontece de os respectivos “ex” aparecerem na história mas não são necessariamente vilões, o que não é ruim mas também não entendi a necessidade de tanto tempo de tela para eles. A mãe de Seok-ryu me irritou até o último episódio, pois era extremamente egoísta e nunca reconhecia suas próprias falhas. Entre tantas outras coisas que foram surgindo conforme os episódios avançavam e que me faziam pensar "poxa, essa história está indo pra um caminho não muito legal...".
Por fim, mesmo com um fechamento positivo, ainda faltou tanto para ser uma comédia romântica de qualidade... apesar disso, a história trata sobre a possibilidade de recomeçar, seguir novos caminhos e tentar encontrar um rumo para a felicidade na vida mesmo após a tormenta. E isso é valioso!
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Marry My Husband
Quando comecei Marry My Husband, não imaginei que ao terminar, ficaria obcecada e pensando na história por dias. A trama aborda vingança, reencarnação e a busca por justiça de forma muito envolvente. As atuações são impecáveis e os personagens complexos, mas encantadores.Eu adoro a construção da personagem feminina. Ji-won, antes uma mulher doce, inocente e ingênua, se transforma em alguém completamente diferente: ela tem força e busca a vingança e justiça de forma determinada. Apesar disso, lida com dilemas emocionais. Acho tão realista como deram ênfase para a humanidade dela, pois ao me reparar com o plot de uma nova chance, esperava que ela fosse a óbvia personagem vingativa e com sangue nos olhos, mas me surpreendi ao ver um lado fragilizado da personagem, lidando com a culpa, a raiva e a busca pela paz interior. Seus traumas a marcam na nova vida, mas ela deseja ser feliz apesar de tudo - isso juntamente com a vingança que ela busca, é um equilíbrio perfeito!
Temos também um personagem importante para a trama que surge com mais ênfase depois da viagem no tempo: Yoo Ji-hyuk, o chefe de Ji-won que passa a ser uma figura de apoio para ela em sua jornada. Ele também carrega suas próprias bagagens emocionais, o que o torna um personagem com várias camadas, e possui um plot que eu não esperava ou imaginava na história.
O grande trunfo de Marry My Husband são as suas reviravoltas. Cada episódio é mais interessante que o outro, e eu realmente esqueci que tinha vida enquanto assistia! Simplesmente foi um dos melhores K-dramas do gênero vingança que já vi.
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When I Fly Towards You
Um belo dia, resolvi dar uma chance para assistir um C-drama pela primeira vez e When I Fly Towards You foi a minha escolha. Desde então, ele sempre vai ter um lugar muito especial no meu coração! Ele me trouxe uma sensação de nostalgia da adolescência e dos tempos de escola muito especial. Durante todo a história, todos os amigos passam pelo primeiro, segundo, terceiro ano… eis que chega a faculdade e vem aquele apertozinho no peito pois é ali que todos percebem que nada mais será como antes. Mas as memórias sobrevivem e elas são intocáveis.O casal principal é especial e o vínculo ali é forte. Ambos crescem juntos a cada ano que passa, amadurecem e se tornam cada vez mais parceiros, e a relação não se abala, mas se fortalece com as dificuldades. O casal coadjuvante também tem seu valor e todos os personagens individualmente são excelentes. Ao final, é muito bonito olhar para trás e ver a jornada de todos desde o início que aquele grupinho foi se formando, no primeiro ano até o momento presente, onde já são adultos e têm suas carreiras. A juventude é uma dádiva, e eles viveram ela intensamente e de uma forma linda a ficar marcada para sempre neles, e fica também em nós, que os acompanhamos.
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Twinkling Watermelon
Twinkling Watermelon está naquela categoria: “eu apagaria da minha memória para assistir novamente”. Ele por inteiro é precioso e especial e toca em um lugar muito especial no coração da gente.Eun-gyeol é um personagem valioso. Ele teve uma infância solitária por ser o único da família a escutar e falar, sofreu bullying e carregava uma responsabilidade grande do cuidado, até que a música chega em sua vida e o acolhe. Ha Yi-chan — o pai, é cativante ao extremo! Eu já gostava tanto dele mais velho, mas quando ocorre a viagem no tempo somos apresentados à sua versão jovem, mais nova, mais esperançosa e cheia de energia e tudo fica ainda melhor. Eu ri em tantos momentos genuinamente por conta dele e do seu jeito tão único de ser. E não só ele, mas neste momento da trama todos os personagens são especiais: a avó de Yi-chan, bisavó de Eun-gyeol é uma daquelas vózinhas que dá vontade de guardar num potinho. Cheong-Ah, a mãe de Eun-gyeol possui uma vida difícil em 1995, mas é tão fofa e seus momentos acolhem. Temos também Se-Kyung, a garota que o pai de Eun-gyeol gosta e que possui uma ligação desconhecida com Eun-gyeol. O dono da loja. Os garotos da banda…. Todos são personagens especiais! Ri e chorei do começo ao fim. Amei a trilha sonora e como a música é um personagem também. Cada cena da banda tocando fez com que eu torcesse tanto para que eles pudessem alcançar o sucesso. A viagem no tempo não é uma temática que gosto muito em K-dramas, mas nesse ela tem tanto propósito e ao final vemos que valeu a pena - pois Eun-gyeol vê que não pôde evitar algumas coisas de acontecerem mas outras, ele mudou para melhor — além de também ter visto seus pais com outros olhos, olhos mais empáticos e curou feridas que existiam. Ele precisava entender o passado para reconciliar sua própria identidade.
Achei o final da trama um pouco acelerado e gostaria de ter visto mais alguns desenvolvimentos que acho que faltaram. Algumas lacunas ficaram abertas. Mesmo assim, Twinkling Watermelon ensinou tanto a mim e despertou sentimentos únicos.
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Welcome To Samdalri
Eu gosto muito de histórias que se passam em Jeju, e Welcome To Samdalri é uma dessas histórias que trazem um sentimento de aconchego tremendo. Gosto muito dos personagens dessa história. Sam-dal, de início, pareceu distante e arrogante para mim, como alguém que “subiu na vida” e esqueceu de onde veio. Mas a narrativa se encarrega de desconstruir essa ideia com muita sutileza: a vida na cidade grande cobrou demais, e essa cobrança a tornou ríspida e dura. Com o tempo, fui percebendo que ela tinha essa vulnerabilidade e a nossa conexão passou a existir. Seu amadurecimento na história me tocou muito e me deixou muito contente. A relação com Yong-pil é muito preciosa. Ele já é precioso por si só: sempre prestativo, amoroso, cuidadoso, valoriza a comunidade local, cuida da cidade e das pessoas… e eles têm um passado. Não é só uma história de amor, mas uma ligação daquelas que se formam quando duas pessoas crescem juntas. A forma como o amor deles se reconstrói com calma, presença e sem pressa é o ponto alto do drama para mim.Outros personagens da trama também são especiais: os amigos são elementos importantes na vida de Sam-dal e as irmãs são o porto seguro dela. Gosto tanto da irmã mais nova de Sam-dal, uma mãe solo forte e resiliente, e como são fofas as cenas com sua filha e o desenvolvimento de uma nova relação com o pesquisador de golfinhos! A irmã mais velha, por sua vez, é a que menos me encantou, mas reconheço que ambas trazem camadas preciosas pra história, reforçando como os laços familiares são essenciais. Os pais das irmãs são personagens incríveis também! A mãe é uma que, no início, parece apenas submissa ou conciliadora. Mas aos poucos vamos percebendo o peso que ela carrega em silêncio.
O drama todo é recheado de pequenas cenas que não são sobre reviravoltas dramáticas, mas sobre pessoas reais, com dores reais, tentando encontrar um caminho para o afeto em meio às perdas. Ao final, refleti sobre como é bom demais ter um lar para voltar, quando se precisa descansar, recomeçar e ressignificar as coisas e a vida. Voltar para casa pode não é um retrocesso, mas uma chance de recomeçar com mais maturidade, mais consciência e mais compaixão. Obrigada, Welcome To Samdalri, por ter me lembrado disso!
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Would You Like A Cup Of Coffee
Uma história aconchegante. A fotografia e o cenário de Would You Like A Cup Of Coffee são a melhor parte dele, pois toda a harmonia construída traz um sentimento de delicadeza que aquece o coração como um café quentinho! A trama se desenvolve bem e em muitos momentos senti que estava ali, dentro do café, rodeada pelos personagens e seus dilemas pessoais. Apesar disso, não gostei de alguns dos desdobramentos da história e acho que poderia ter tido algo a mais para complementar ela ao final do drama. Mesmo assim, vale a pena assistir em um dia ruim.Was this review helpful to you?
