i want monday rn!!!
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Simplesmente linda...
Que série linda, triste, dolorosa. Eu literalmente acabei uma caixinha de lenço de tanto que chorei assistindo Love in the Moonlight. Já devia imaginar que ia doer assim, né? Eu sou fã de Khun chaai, aquela belezinha de 2022 que já me destruiu uma vez, e o tema é praticamente o mesmo: época, famílias tradicionais, negócios de família, casamentos arranjados e o peso de uma homossexualidade vista como uma vergonha, uma mancha no nome da família. Eu sofri tanto com Khun chaai que achei que já estava emocionalmente vacinada. Que ilusão. Sofri tudo de novo aqui. A diferença é que, dessa vez, ninguém se transforma num pé de cogumelo gigante. Mas fora isso, é a mesma intensidade: linda, dolorosa, sofrida. E eu tô até agora digerindo o que foi que eu assisti.Eu até tentei procurar defeitos, mas sinceramente, é o tipo de série tão profunda que qualquer problema vira detalhe. Ela te acerta direto no peito, e quando uma história te faz sentir tanto assim, não dá pra ficar caçando falha. É muito maior do que isso. Se você gostou dessa, faz um favor pra você mesma e assista Khun chaai também. As duas estão no meu top de favoritas, e no meu top de traumas emocionais também.
Falando nos personagens... preciso começar pela Pin. Que mulher, viu? Eu comecei achando ela um amorzinho, mas aos poucos percebi o quanto ela podia ser mesquinha, egoísta, dissimulada. E aí nasce aquele ranço gostoso, aquele ódio bem justificado, porque ela atrapalha o casal por puro egoísmo. No fim, ela se redime, e o mais impressionante é que essa redenção funciona. Não parece forçada. Ela é uma personagem cheia de nuances, que a gente ama e odeia em ciclos. Que personagem bem escrita.
Agora, os protagonistas… meu Deus, que atuação. Eu tô apaixonada. Você sente a dor deles, a separação, o peso da repressão. Eu chorei com eles, de tristeza, de alegria, de tudo. Essa série me fez sentir em profundidade a dor de não poder amar livremente. E é quase cruel o tanto que ela desperta gatilhos. Porque fala dessa dor de não ser aceito do jeito que você é, e isso mexe num lugar muito sensível. Mas, ao mesmo tempo, ela é tão bela, tão encantadora, que a dor vem embrulhada em poesia.
Preciso também comentar sobre o Inthra e a esposa dele. Ridículos. Eu detesto esse casal com todas as forças, mas confesso que ri demais com eles. E a cena final… dela matando o pai da Pin? Eu gargalhei. Era pra ser um momento tenso, dramático, mas eu ri de satisfação. Que delícia ver aquele homem sendo esfaqueado. Eu até me assustei comigo mesma por rir, mas foi libertador.
E por fim, a vovó. Aquele tipo de personagem que entra em cena e muda tudo. Ela tinha tudo pra ser a mais mente fechada da história, mas foi a mais lúcida. Foi sincera, acolhedora, e fez o filho aceitar o neto como ele é. Ela disse as coisas que muita gente precisava ouvir, mas, claro, as pessoas certas nunca escutam. E é aí que a série machuca mais: porque mesmo sendo de época, soa muito atual. O preconceito, o medo, a vergonha… tudo ainda tá por aí a solta, disfarçado.
Love in the Moonlight é linda, e é cruel. Faz a gente sofrer, mas também faz pensar. É daquelas que acabam e você fica ali, com o coração pesado e um nó na garganta, mas grato por ter assistido. Porque mesmo na dor, ela é uma das coisas mais bonitas que já vi.
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Vi-me refletido, alma e sombra, nas dores e angústias do Príncipe Saenkaew
Vi-me refletido, alma e sombra, nas dores e angústias do Príncipe Saenkaew, como se a sua tragédia fosse a minha própria, e as suas lágrimas, as minhas próprias lágrimas.Em 'Love in the Moonlight', vislumbro uma obra-prima de tragédia romântica, ambientada em um período de transição histórica na Tailândia. A premissa, que gira em torno do Príncipe Saenkaew e seu amor proibido por Sasin, é um convite à reflexão sobre a opressão social e a busca por identidade. A série é um tour de force de drama de época, com atuações centrais impressionantes e uma produção estética impecável. A química entre os atores principais é palpável, e a dor e o anseio que eles transmitem são quase tangíveis.
No entanto, a série não é para todos. O tom sombrio e doloroso pode ser exaustivo para alguns, e o ritmo pode ser lento em alguns momentos. Além disso, o papel feminino é secundário ao drama central, o que é comum nesse tipo de narrativa BL.
Mas, para aqueles que apreciam histórias com alto drama, intensidade emocional e um toque de tragédia, 'Love in the Moonlight' é uma série altamente recomendada. É uma obra que exige imersão e reflexão, e que nos lembra que o amor, especialmente o amor proibido, é um ato de rebeldia poderoso e perigoso.
Pontos Fortes (Elogios Comuns)
1. A Profundidade do Drama de Época: O maior mérito da série é a sua coragem em se afastar das narrativas escolares ou universitárias do BL. A ambientação histórica não é apenas um pano de fundo, mas um motor central da trama, intensificando o conflito. O medo e o preconceito vivenciados pelos protagonistas são tangíveis, transformando seu amor em um ato de rebeldia.
2. Atuações Centrais e Química: A performance dos atores principais, Peak Peemapol (Saenkaew) e Pearl Satjakorn (Sasin), é frequentemente aclamada. Eles demonstram uma química palpável e uma capacidade de transmitir a dor, o anseio e a força de sua conexão, mesmo em meio ao sofrimento. Os momentos românticos e as cenas de desespero são notavelmente intensos.
3. Excelência em Produção e Estética: A série é elogiada pela sua alta qualidade de produção. Figurinos, cenários e a direção de arte conseguem criar uma atmosfera elegante, mas melancólica, típica de dramas de época. O uso da cinematografia e da trilha sonora contribui para a sensação de grandiosidade e tragédia iminente.
4. Desenvolvimento do Vilão/Antagonista: Embora existam figuras claramente antagônicas (como o pai de Saenkaew, que representa a opressão das convenções), alguns personagens, como o Príncipe Inthorn (marido de Pinanong), são bem desenvolvidos. Eles adicionam camadas de humor e complexidade, impedindo que a série caia em um maniqueísmo simplista, mesmo em meio à dor.
Criticas / Pontos que Poderiam ser melhores:
Ritmo lento em Certos Momentos: Como em muitos dramas de formato longo, alguns episódios podem sofrer com um ritmo mais lento, focado em diálogos ou subtramas que preparam a próxima onda de conflito. No entanto, quando a série engrena nos momentos cruciais (como os clímax de confissão ou luta), a tensão compensa.
O Papel Feminino no BL de Época: A série lida com o inevitável drama da noiva arranjada, Pinanong. Embora ela não seja tratada como uma "vilã" tradicional, seu papel é o de ser um obstáculo no caminho do casal principal. Embora haja esforço para humanizá-la e mostrar sua própria dor (casamento por dever), seu sofrimento é secundário ao drama central, o que é comum nesse tipo de narrativa BL.
Minhas Considerações
Love In The Moonlight é uma série tailandesa acima da média, que se destaca por sua ambição em fundir o romance BL com um drama de época de alta qualidade. Não é uma série para ser vista em busca de alívio ou comédia; é uma obra que exige imersão na dor e na luta pela aceitação de um amor proibido.
É altamente recomendada para fãs de BL que apreciam:
Histórias com alto drama, intensidade emocional e um toque de tragédia.
Produções com excelente valor estético e técnico.
Tramas que exploram o tema da repressão social e política sobre a identidade e o amor.
(A série é um lembrete poderoso de que, em um mundo de convenções, o amor, especialmente o amor proibido, é o ato de rebeldia mais lindo e perigoso)
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Bl Do Ano.
Um BL que chegou sem grandes pretensões, mas mostrou desde o início que sabia exatamente o que queria transmitir. Love in the Moonlight é uma história emocionante, sensível e profunda, que te envolve do começo ao fim. O casal me fez mergulhar completamente no amor deles — um amor puro, cheio de dor, cura e superação. Mesmo diante de tantas dificuldades, eles sempre encontravam força um no outro e alcançaram um final feliz. Um roteiro marcante, atuações impecáveis e, pra mim, o BL do ano. 🌙💖 Amei!Was this review helpful to you?
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Uma história que me surpreendeu!
Gostei muito de acompanhar essa série, me prendeu do início ao fim. Ver que no final as coisas se encaminharam bem, me deixa feliz.A Pin no final entrou em consenso com aquilo que ela viu que era o melhor para todos, e no final todos se saíram bem. O pai do Saenkaew me surpreendeu nesses minutos finais, não achei que veria ele agir bem ao ver o Sasin junto de seu filho. A vovó do Saenkaew foi uma ótima avó, mesmo tendo a surpresa, soube entender e acolher, demonstrando apoio ao amor de seu neto.
Ver o Sankaew e Sasin felizes no final é ótimo, depois de tudo que tiveram que passar para ter o que o amor deles mereciam.
Adorei acompanhar a série, senti cada episódio ao ponto de deixar episódios acumularem para sentir tudo logo, ao invés de assistir semanalmente, assim que fossem lançados.
Toda produção e elenco está de parabéns, a história me conquistou.
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Una novela turca pero tailandesa y bl ?
Realmente cada capítulo de rincipio a fin me tuvo con el corazón en la mano, una trama llena de drama, de amor prohibido y secretos, siguiendo "el deber ser"Saenkaew estubo dispuesto a sacrificar su felicidad y su libertad para proteger a Sasin.
Sasin estaba dispuesto a sacrificar su vida con tal de que Saenkaew pudiera vivir su vida tal y como siempre quiso.
mientras Pin se rodeaba de rencor porque nadie pensará en sus sentimientos hasta que dos personas le avisaron que el amor no se puede coaccionar ni adquirir como algún bien material, cegada en su dolor prefieriendo lastimar al resto.
El padre de Saenkaew era llevado por sus propios prejuicios y pensamientos, juntos con su codicia al igual que él mismo padre de Pin quien solo quería dinero sin inportarle qué tendría que hacer para ello. El militar al final solamente era una piedra en el zapato que a la primera de cambio puso la cola entre las patas.
La abuela fue la única que al enterarse del amor entre Saenkaew y Sasin lo apoyo de inmediato, esa mujer se merece el cielo.
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MELODRAMÁTICO DEMAIS E COM MUITAS FALHAS
Se esse drama fosse cruel e injusto do começo ao fim e sem um final feliz ele teria sido muito melhor.Essa é uma daquelas séries que você tem que estar procurando por muito drama e não um romance, a temática é boa, mas a execução foi terrível.
Eu tive muitos problemas enquanto assistia, então irei fazer uma listinha para ficar mais fácil e eu não me perder:
- Começando pela produção e edição o áudio muitas vezes era abafado e difícil de ouvir, sem contar a oscilação de volume. Existia também um padrão entre as cenas em que sempre (e quando eu digo sempre é sempre mesmo) acontecia algo e vinha uma edição em câmera lenta e com uma música de fundo, acontecia tantas vezes e era tão longo que deixava de ser tocante para ser cansativo e vergonhoso;
- Eu gosto muito de uma boa atuação em que os atores falam com os olhos, mas aqui isso acontecia tanto mais tanto que emendava com o problema de edição que eu disse acima e o resultado final não ficava legal;
- O príncipe é contido e com uma personalidade polida (o que é esperado de um príncipe, então faz sentido), mas ele é tão extremamente polido que deixa o personagem chato. Enquanto assistia e os episódios iam passando eu não aguentava mais a mesma cara de choro, os olhos lacrimejantes e a imensa educação e bondade que ele transmitia. O personagem foi bem construído, mas da para perceber que a produção e roteiro possuíam um vicio em comportamentos repetitivos;
- Todos os personagens (e quando eu digo todos são todos mesmo) são limitados intelectualmente porque não é possível a falta de raciocínio deles, por serem em sua maioria líderes e membros da realeza é esperado uma certa perspicácia, mas não, parece que ninguém aqui sabe pensar;
- Como eu disse logo no começo você tem que levar esse drama como um melodrama e não romance porque essa parte deixa muito a desejar. As cenas românticas focam demais em poesia e palavras bonitas que em excesso ficam constrangedoras e perdem o sentido porque você vê aquilo de novo e de novo sem uma relação de casal propriamente dita. Os protagonistas tinham muita química, mas eu senti isso sendo cortado, adaptado e censurado a cada minuto, então obviamente isso afetou o resultado final;
- Pin é uma personagem cativante e que em nenhum momento foi entendida, ela era uma das únicas que dentro do que a história me mostrou dava para entender. Eu não tenho nenhum problema com adultério e roubar o homem de alguém, mas você precisa me convencer a torcer pelo casal e aqui isso não aconteceu, o desenvolvimento raso e complicado dos protagonistas não me fazia torcer por eles e a Pin estava coberta de razão ao ter raiva pois ela foi traída e apunhalada pelas costas. Ela merecia sua vingança.
Diante disso eu concluo que esse drama seria muito melhor se feito para deixar um gosto amargo na boca, a construção de roteiro não se encaixava em um romance padrão para mim. Se essa fosse uma daquelas história trágicas em que o amor não consegue vencer ela teria sido muito mais poderosa e assertiva.
Os personagens mais velhos eram muito caricatos e muito presentes, a maioria era a voz da razão e da bondade, não fazia sentido pra mim. O pai do Saenkaew inclusive foi um personagem muito interessante e cheio de camadas, se tivessem focado mais nos conflitos dele e em como isso impactava o filho teria sido esplendido, porque pelo que eu vi, se você analisa friamente, ele não é um personagem odiável.
Enfim, isso definitivamente foi algo, mas não foi tão agradável.
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Finais sempre são difíceis, mas dá pra fazer algo legal
Amei acompanhar a história e todo o percurso de sofrimento do pobi do nosso príncipe. Todos os personagens cometeram seus erros e seus acertos, Pin amiga te entendo mas pqp dava pra ter um tico a mais de amor proprio e mais cedo hein.No fim só não gostei dos minutinhos finais... o pai do saenkaew não merecia arco de redenção tão simples, gostei mais até o momento que ele ficava sozinho, assim como acharia bem mais legal e impactante a vó ter morrido quando viu os dois se beijando do que ser a velha mais woke da Tailândia e adjacências. E a morte do pai da Pin? ABSOLUTE NOVELA.
Enfim, casal lindo, história linda, bl está no top 3 do ano fácil e sem chances de cair.
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A lua testemunha o nosso amor.
Eu o os protagonistas quase desidratamos de tanto chorar, nesse último episódio, o roteirista se desdobrou para nos dar todas emoções juntas a todo momento ficava me perguntando vai terminar feliz ou será uma tragédia? o coração ficou apertado por que até o fim tiveram que lutar arduamente e vencer obstáculos para viverem esse amor mas para a felicidade de todos, eles conseguiram a tão merecida felicidade e paz apesar da dor e muito sofrimento, queria mais cenas deles juntinhos aproveitando desse amor, mas foi tão romântico vê-los na varanda admirando a Lua.Saenkaew e Sasin, foram muito generosos e quiseram distribuir essa felicidade e foram muito além, conseguiram unir a família, sendo que o destaque maior para que isso acontecesse foi da avó que deu um exemplo do que a família deveria ser: apoio e proteção.
Na época da série e como hoje ainda acontece em alguns países existem os casamentos arranjados onde o casal "aprende" a se amar com o passar do tempo e isso fala muito sobre a Pin, se colocando no lugar dela quem não se sentiria traída? nem em pesadelo poderia imaginar o primo e o noivo se apaixonando, ela se sentiu sem chance de se libertar da crueldade do pai e da madrasta, passei raiva mas passei pano por ela, mas ela também poderia ter seu final feliz com o músico mas nem tudo que se quer se tem.
Essa série é 10/10 uma das melhores de 2025 e todos os atores foram extraordinários, nos levaram para o céu e inferno, nos deram muita tristeza mas muita felicidade também, são maravilhosos, me senti privilegiada em assistir uma obra tão maravilhosa como essa.
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Amar sob a luz da lua (e do medo)
Love in the Moonlight seria facilmente uma daquelas séries BL que eu deixaria passar despercebida se não fosse pelo plot de traição que foi exaustivamente comentado no Twitter. Nesse caso, só posso agradecer ao público, porque quando comecei a assistir e percebi que a série ia muito além disso, me senti genuinamente sortuda.Quando comecei Love in the Moonlight, não fazia ideia do impacto emocional que essa obra teria em mim. Eu valorizo muito a experiência de assistir algo e os sentimentos que me acompanham durante essa trajetória. Sou uma pessoa simples: se eu me diverti o suficiente, é 10 para mim. E essa é uma daquelas histórias que não só se assiste, se vive. Eu não apenas me diverti, eu senti tudo: tristeza, frustração, alegria, dor. Todos os sentimentos que a série propõe chegam até o espectador. E como é bom sentir! Como é bom se importar, se conectar com a trama e com os personagens a ponto deles quase se tornarem íntimos.
Me surpreendeu também o fato de não existir um único personagem vazio. Todos têm personalidade e motivação, sejam elas admiráveis ou não. Até o tio do Saenkaew, nosso protagonista, conseguia ao mesmo tempo me arrancar risadas e me deixar apreensiva com a possibilidade de estragar tudo.
A série também usa o tempo de forma exemplar. Em 12 episódios de 50 minutos, eu não me lembro de pensar que algo estava se arrastando ou que existiam cenas desnecessárias. Tudo leva a algo, tudo tem propósito narrativo, nada é jogado. O roteiro amarra muito bem suas pontas e não deixa nós soltos.
E como se não bastasse, Love in the Moonlight é extremamente sensível ao abordar homossexualidade, autoaceitação, homofobia e pressão familiar. São camadas que enriquecem a história e fazem dela algo muito maior do que aparenta. Atuação, roteiro, design de produção, maquiagem, tudo funciona.
Também preciso falar sobre a suposta “vilanização” da figura feminina, uma crítica que, sinceramente, só existe para quem não entendeu a mensagem da série. Uma mulher traída, agindo de forma impulsiva e tomando atitudes condenáveis, não é uma vilã, apenas humana. Ela tem direito à raiva, à dor, ao sentimento de injustiça. A série não vilaniza essa personagem; ela a humaniza. Inclusive, ao longo da trama, as maiores aliadas dos protagonistas são mulheres. Ignorar o arco de redenção dessa personagem é ignorar completamente o texto da obra.
No fim, Love in the Moonlight não é sobre traição, é sobre sentimentos. Sobre escolhas, erros, humanidade e o peso (e a coragem) de amar em um mundo que constantemente tenta te quebrar e esconder quem você é de verdade. É uma obra que te convida a sentir a dor e a alegria dos personagens, que te faz refletir e se emocionar. O caminho é difícil, marcado por dor e angústia, mas o sentimento que fica é positivo, sensível e otimista.
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Um Conto de Fadas Decepcionante
Foi uma história de amor proibido nos moldes heteronormativos, mas com um casal gay. Tiveram alguns momentos maravilhosos, fofos, doces e que me emocionaram muito. Os protagonistas foram uma revelação e um colírio para os olhos de tanta beleza e química, apesar da performance de gênero. Enredo coeso e cativante do início até o meio, mas que se perdeu no fim e deixou a desejar; atuações boas; sonoplastia amadora e precária em algumas cenas, principalmente externas; Osts maravilhosas; figurinos impecáveis e cenografia e fotografia pitoresca. Poderia ter sido um BL maravilhoso e inesquecível, se não fosse pelo roteiro tendencioso e clichê demais, copiando fórmulas prontas e não trazendo originalidade para a história. Minha nota vai ser um 07, devido à magia e romance pelos quais me apaixonei no início e pelos protagonistas lindíssimos. Indico para quem busca um conto de fadas, nos moldes e clima dos anos 60.Recomendo com ressalvas ⭐⭐⭐
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passei muito ÓDIO, mas amei ♡
recomendo pra quem gosta de passar raiva e pra quem tem paciência KAKQKQKQKKAKAK prometo que no FINALZINHO bem no final tudo melhorasó na ficção pra eles acabarem juntos mesmo 😭 é assim que nós gostamos, a vida real já é cruel demais, deixa a gente ter um final feliz pelo menos nos bls 💔 sinceramente, eu amei bastante, mas o decorrer da série misericórdia tem q ter paciência, SANKAEW SOFREU MAIS QUE A JULIETTE NO BBB 21!!! eu tava a ponto de SURTAR de tanto ódio pelos personagens, dava vontade de tacar meu cll longe 🤬🤬🤬🤬 foi uma história clássica de amor proibido, tiveram alguns momentos maravilhosos, fofos, doces e que me emocionaram muito, os protagonistas foram uma revelação e um colírio para os olhos de tanta beleza e química, atuações INCRÍVEIS, toda vez que o Peak (sankaew) chorava EU TAMBÉM ME EMOCIONAVA 😭😭 esse ator é muito incrível, lembro dele em make it right, um marco na história dos bls.
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