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É um bom c-drama, mas tem que persistir!
Tão apaixonante quanto Hidden Love! Os c-dramas realmente entregam a realidade que querem transmitir, ver o quanto Yi Fan sofreu desde a perda do seu pai nos fez querer guarda-la numpotinho e protege-la, coisa que a pessoa que deu vida a ela deveria ter feito, e não podemos chamar ela de mãe! Não consegui entender como o padrasto que parecia tão querido simplesmente não acolheu ela em sua casa??? E como sua meia irmã não aceitava? Não é como se ela tivesse chego depois…
E o que falar de Sang Yan que sempre fez o que pode pra proteger ela e estar por perto, um verdadeiro homem.
Amei o final que o escroto do Wen e a tia dela tiveram.
Zhong Si Qiao e Su Hao An entregaram um romance tão bem construindo em parceria, compreensão e amadurecimento, tiveram tanta quimica.
Amo como, tanto em Hidden Love quanto The First Frost me fizeram chorar com o pedido de casamento.
Resumindo, os dois dramas, apesar de do lado triste, entregam os romances que a gente espera viver na vida
real.
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The First Frost
Alur cerita yang menarik. Seru. Sinematografi yang menarik. Setelah menonton bikin susah move on. Visual cast menarik. Cerita yang punya pesan yang mendalam. Akting para cast sangat bagus. karakter cast sesuai dengan penggambaran dari novel dan manhua. Sountrack lagunya sangat bagus untuk didengar. Outfit para cast sangat fashionable. Hair style Wen Yi Fan menjadi trendWas this review helpful to you?
Uma obra de arte
Acabei de terminar First Frost e, sério, tô até sem palavras. Esse drama me pegou de um jeito que eu não esperava. A história é delicada, mas ao mesmo tempo intensa, tem aquele ritmo que vai construindo cada detalhe sem pressa, e justamente por isso cada cena parece ainda mais significativa.O que mais me marcou foi a química do casal principal. Eles não precisaram de gestos exagerados ou cenas forçadas pra mostrar o quanto estavam conectados. Às vezes era só um olhar, um silêncio, uma fala dita de leve… e pronto, eu já tava derretendo. É aquele tipo de romance que te faz acreditar em destino, sabe?
Além disso, gostei de como a narrativa equilibra emoção e realidade. Não é só sobre o amor deles, mas também sobre amadurecimento, sobre enfrentar as próprias inseguranças e aprender a lidar com a vida. Dá pra sentir que os personagens crescem de verdade com o passar dos episódios.
E a fotografia? Maravilhosa! Cada enquadramento parece pensado pra transmitir exatamente o que os personagens estão sentindo. Fora a trilha sonora que acompanha as cenas mais marcantes impossível não se arrepiar.
No fim, First Frost me deixou com aquela sensação de “quero assistir tudo de novo”. É um drama que toca fundo, que emociona, e que fica na memória.
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https://minhasresenhasdedormas.blogspot.com/2025/04/the-first-frost-ou-primeira-geada-ou-na.html
Parando para refletir, é notável como a cultura asiática tem ganhado cada vez mais espaço no mundo, seja por meio de suas envolventes dramaturgias, músicas cativantes ou gastronomia exótica e saborosa. A cada série ou filme que assistimos, a curiosidade e o encanto por essa cultura só aumentam. A Coreia do Sul, por exemplo, se consolidou como referência global em entretenimento, exportando sua cultura para todos os cantos. E não fica atrás das produções chinesas, japonesas e tailandesas, que também têm conquistado milhares de corações mundo afora.Hoje, quero compartilhar minha experiência com um C-Drama que assisti recentemente e que ainda aquece o meu coração: The First Frost — também conhecido como A Primeira Geada ou, na Netflix, Quando se Tem uma Nova Chance.
Os dramas chineses são conhecidos por suas produções bem cuidadas e histórias profundas, geralmente com 30 a 50 episódios. À primeira vista, isso pode parecer cansativo, mas quando a trama te envolve, você torce para que não tenha fim. E foi exatamente isso que senti com The First Frost.
A história gira em torno de Wen Yi Fan, uma jovem que sofre traumas profundos desde a infância. Após a morte de seu pai, com quem tinha uma relação muito próxima, sua mãe se casa novamente e a entrega para ser criada por uma tia. A nova família, no entanto, a trata com indiferença e desprezo, e ela passa a sofrer assédio constante por parte do tio. Em um momento decisivo, após uma luta entre os dois, Wen Yi Fan foge, alegando que vai cursar a universidade em outra cidade.
Durante todo esse tempo, a presença de Sang Yan, um colega de escola que se apaixonou por ela desde o primeiro dia de aula, foi seu único alento. Eles nunca chegaram a se declarar, mas havia uma conexão especial entre eles. Ela prometeu que fariam faculdade juntos, mas sua partida repentina rompe esse laço. Mesmo assim, Sang Yan continuou a acompanhá-la de longe, silenciosamente. Anos depois, o destino os reencontra. Ele está determinado a reconquistá-la, mas o passado, especialmente o assédio de seu tio, volta a assombrá-la, dificultando a paz que tanto merece.
O drama é extremamente sensível e envolvente. É impossível não se apaixonar pelos protagonistas, que transbordam doçura e emoção. E mesmo com tantos momentos de dor, há sempre uma luz de esperança, mostrando que o amor verdadeiro e o apoio sincero podem transformar vidas.
O que mais me tocou foi a reflexão que The First Frost desperta: muitas vezes nos isolamos, achando que estamos protegendo quem amamos. Mas, na verdade, podemos estar afastando justamente quem mais quer nos apoiar. O medo nos faz silenciar, esconder feridas, e isso pode nos levar a magoar quem só quer estar ao nosso lado. No entanto, o drama também nos mostra que sempre é possível recomeçar, enfrentar o passado e encontrar forças no amor e no carinho das pessoas que realmente importam.
Convido você a assistir esse C-Drama tão lindo e cheio de sentimentos verdadeiros. Prepare o coração — The First Frost é daqueles que ficam com a gente por muito tempo.
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Una storia d’amore e di guarigione
Recensito da: Effe IG:_Dramalia_Non so se siete pronti per questa rivelazione ma prima o poi doveva accadere: mi sono follemente innamorata di un drama cinese e non me ne vergogno nemmeno un po’.
Sì, proprio io che fatico a sopportare anche solo il suono della lingua, che ho sempre manifestato quanto diverso sia il loro modo di scrivere, recitare e narrare una storia, io che mi lamento perennemente di quanto assurde siano certe scene, di quanto insopportabili siano i parenti, di quanto inutili siano i coprotagonisti e di quanto superfluo sia il perenne “allungamento di brodo” che tanto piace a loro, avvezzi a serie da 40 e passa episodi. Proprio io oggi cambio idea e sono pronta ad ammettere la mia resa. Almeno per quanto riguarda questo c-drama.
E’ doverosa una breve premessa, dedicata soprattutto ai miei simili poco affini alle produzioni cinesi. Questo drama nasce da una costola del nominatissimo e amatissimo “Hidden love”, infatti in “The First Frost” viene sviscerata la storia del fratello della protagonista di “Hidden Love”. E’ necessario recuperare il drama originale dunque per comprendere questo? No, per due motivi: il primo è che in nessuno dei due drama viene in qualche modo affrontata la storia dell’altro, sono due narrazioni sostanzialmente parallele, l’unica cosa che condividono è la parentela tra i due protagonisti; il secondo motivo è che nemmeno gli attori sono gli stessi, sia in “Hidden Love” che in “The First Frost” coloro i quali danno il volto ai fratelli Sang e non solo, cambiano. Quindi la connessione tra i due drama rimane più che altro una mera curiosità. Anche la tipologia narrativa stessa in realtà differisce tra i due, “Hidden Love” infatti è un drama prevalentemente adolescenziale e post-adolescenziale, mentre “The First Frost” è decisamente più adulto, sebbene conservi al suo interno dei flashback dell’era scolastica essenziali per comprendere meglio la storia della protagonista femminile. Sono comunque dei momenti minimi, con un minutaggio ridotto e rilegati generalmente all’inizio di ogni episodio, quindi rimane un drama assolutamente più attinente alla sfera adulta. E questo, se posso, è davvero un gran vantaggio.
Wen Yifan, interpretata da una strepitosa Zhang Ruonan, è una giovane donna che tenta costantemente di sopravvivere ad un passato di abusi e molestie che sono nati e si sono sviluppati all’interno di un contesto familiare che definire disfunzionale è un complimento. Yifan è una ragazza delicata, silenziosa, introversa che porta sulle spalle il peso di un’esistenza dura fatta di ricordi strazianti e ferite dolorose. La sua storia è davvero complessa, scopriamo infatti che alla morte dell’amato padre, la madre, pronta a rifarsi una vita, per non contraddire la figlia del nuovo compagno che detestava Yifan, decise di lasciare la ragazza prima con l’anziana nonna e poi con la zia. La nonna però si ammalò presto e Yifan venne raccattata dagli zii che iniziarono a maltrattarla costringendola a dormire in uno sgabuzzino tra scaffali e cartoni con solo un materasso per terra. Ma questi abusi sono solo una goccia nel mare, quando il fratello della zia si trasferì con loro, iniziarono le vere molestie che Yifan dovette sopportare. Il tutto culminato in un vero e proprio tentativo di violenza sessuale al quale lei riuscì a fuggire lanciandosi con l’uomo dal secondo piano, cosa che le costò una caviglia e il sogno di diventare una ballerina. Emblematico è il flashback in cui lei, ferita e terrorizzata davanti alla polizia accorsa sul luogo dell’incidente, si ritrova la madre di fronte, totalmente disinteressata a ciò che le è accaduto ma focalizzata solo sul non far aspettare troppo il compagno in auto, il tutto mentre la zia le chiede di ritirare la denuncia tentando di farle pensare che l’abominevole comportamente dello zio fosse stato solo travisato. Una scena aberrante, atroce, orribile che però porta Yifan fuori da quella casa, in custodia ad una famiglia fino all’ingresso nell’università della città di Yihe, scelta come luogo di fuga così da mettere più spazio possibile tra lei e la sua famiglia. Nel presente la narrazione parte proprio dalla città di Yihe dove, dopo la laurea, lavora in un giornale fino allo scoppiare di uno scandalo che la coinvolge. Il capo del giornale dove lei lavora infatti tenta degli approcci fisici nei suoi confronti e le voci su una loro presunta relazione si diffondono nell’ufficio sino a giungere alle orecchie della moglie dell’uomo che, in maniera totalmente insensata, l’addita come una traditrice e le mette le mani addosso. Questo episodio la porta ad abbandonare il lavoro per tornare nella sua città d’origine dove inizia a lavorare per un altro giornale della zona come reporter. A corto di denaro, si trasferisce quindi in una stanza sudicia all’interno di un appartamento che cade a pezzi, luogo che condivide con altre persone con le quali cerca di limitare al minimo le interazioni, traumatizzata da qualunque contatto con qualsiasi essere umano. Un giorno, dopo il lavoro, si reca con un’amica in un locale molto di moda dove incontra per la prima volta dopo anni Sang Yan, il suo primo amore dai tempi del liceo, lo stesso che all’improvviso, decisa a fuggire a Yihe dopo il tentativo di violenza da parte dello zio, aveva abbandonato malamente spezzando il cuore di entrambi, senza chiaramente mai rivelare quanto accaduto realmente. I due si ritrovano e sebbene all’inizio fingano entrambi di non riconoscersi, in verità per entrambi è un vero colpo al cuore. Riallacciare i rapporti dopo anni e dopo aver sofferto così tanto non è semplice, ma Sang Yan, da vera green flag quale è, si predispone subito ad un riavvicinamento con la ragazza. Yifan intanto, siccome sembra che la vita non sia ancora stufa di farla soffrire, subisce un nuovo tentativo di violenza da parte di uno dei suoi coinquilini, a cui, grazie all’intervento tempestivo di Sang Yan, riesce a scappare. Questo fatto però porta il ragazzo a vedere con i suoi occhi per la prima volta le condizioni di vita disastrose in cui verte la ragazza e, complice un incendio che investe il suo appartamento, finisce per un caso del destino a vivere con lei in un altro appartamento dove si ritrovano inconsapevolmente coinquilini. Yifan, dopo un momento di rifiuto iniziale, si abitua alla presenza in casa di San Yan e il loro rapporto si ricostruisce, iniziando nel contempo anche a curare ferite che il giovane scopre man mano nella ragazza. Il suo passato disastroso ha lasciato in lei degli strascichi enormi, come ad esempio il sonnambulismo. Yifan ogni volta che affronta un momento difficile durante la giornata, la notte poi si ritrova in preda a questo disturbo mentre vaga per la casa in modo sconclusionato, urtando oggetti e mobili con il rischio di ferirsi. Sang Yan quindi inizia a prendersi seriamente cura di lei, dall'accollarsi la maggior parte delle spese a riempire la casa di paraspigoli, mentre imperterrito scava nel suo passato alla ricerca di quella verità così dolorosa per la ragazza. Diventa quindi col tempo un vero e proprio punto di sostegno che lei, soprattutto nei momenti inconsci, inizia a cercare costantemente. Tenerissimi sono i momenti in cui Yifan, vagando per casa puntualmente in lacrime durante gli attacchi di sonnambulismo, raggiunge il letto di Sang Yan dove si accoccola e addormenta serenamente, abbandonandosi a quella sensazione di protezione che tutti avrebbero il diritto di conoscere nella propria vita. Sang Yan è un vero e proprio porto sicuro per lei, un punto fermo, un’ancora e un salvagente, uno scudo e una spada allo stesso tempo. E’ la sua forza, la sua armatura e il suo coraggio.
La bellezza di “The First Frost” è che affronta sostanzialmente una storia d’amore e di guarigione, e lo fa con un tono delicato, profondo e intenso che per un c-drama è qualcosa di davvero inusuale. La narrazione è totalmente immersiva, così come la recitazione degli attori. La loro introspezione è sublime, la bravura di Zhang Ruonan nel diversificare in maniera sottile ma chiara i momenti di sonnambulismo e di normalità è encomiabile. Le sue lacrime, la sua espressività, la sua dolcezza, la fragilità che riesce ad esprimere sono un viaggio meraviglioso che questa attrice ci dona. Bai Jingting non è da meno nella sua interpretazione di un Sang Yan totalmente green. Un uomo protettivo, paziente, deciso, accogliente, accudente, una vera cura per un animo dilaniato e un cuore spezzato. La loro storia è costituita da un’evoluzione lenta, molto introspettiva, fatta spesso di silenzi, sguardi, lacrime e gesti. Azioni che urlano più di mille parole tutte insieme. Questo drama mi ha profondamente colpito e catturato, mi ha sorpreso dall’inizio alla fine e mi ha tenuta letteralmente incollata allo schermo mentre ogni cosa, ogni fatto veniva sviscerato e raccontato. In questo caso la tipica calma dei cinesi, con i loro tanti episodi, è stata un enorme vantaggio. Non ho percepito un solo attimo di noia o di insoddisfazione, tutti i tasselli di un puzzle che sembrava completamente rovinato, alla fine sono tornati al loro posto e le ferite, seppur cicatrizzate, sono guarite davanti ai miei occhi che si sono riempiti dei personaggi e delle loro storie. Ottima anche la gestione delle figure secondarie che non sono state utilizzate come tappabuchi, ma bensì hanno semplicemente accompagnato la narrazione arricchendola. Una critica però ce l’ho, e verte sulla parte che racconta la permanenza di Yifan a Hong Kong in un momento in cui lei, braccata nuovamente dallo zio, per salvare Sang Yan decide di scappare. Ecco, tutto il passaggio in cui loro si cercano senza trovarsi non dico che l’avrei evitato ma avrei semplicemente fatto sì che Sang Yan riuscisse a scovarla da solo alla fine. Il fatto che a trovarla siano gli amici e che lei in un baleno, dopo mesi di silenzio assoluto, contatti Sang Yan e lo faccia andare da lei, è stato un po’ insensato. Una forzatura in una trama perfetta che ha stonato lievemente e che si sarebbe potuta serenamente evitare. Per il resto, questo è un drama che va assolutamente visto e che vi consiglio sia se siete amanti dei c-drama ma soprattutto se non lo siete affatto, perchè con questo titolo rimetterete in gioco molte certezze.
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Uma chance e muito mais!
Sinto que me falta capacidade para descrever a altura o impacto deste dorama. Me senti atravessada pela história. Que genialidade da Zhu Yi! Só posso afirmar que vale a pena cada segundo. Ah... e o talento dos atores é um bônus a parte. Eles demonstraram com mestria toda beleza, sensibilidade e coragem que a vida nos convida a ter. É um dorama para guardar no coração e refletir na vida. Se não na primeira chance que seja na segunda, terceira ou quarta... desde que que não se desista do amor.Was this review helpful to you?
˖˚⊹ ⋆♡
o que falar de the first frost? ele não é apenas o meu dorama favorito, é uma obra que marcou a minha alma. cada cena, cada silêncio carregado de emoção, cada olhar trocado entre os personagens carrega uma delicadeza rara, que transforma o simples em inesquecívelé um drama que floresce devagar, suave, melancólico e ao mesmo tempo profundamente acolhedor. a narrativa envolve como um abraço silencioso (você realmente não percebe, quando viu, já foi) e aos poucos vamos nos perdendo na sutileza dos sentimentos, "nas dores não ditas", nas promessas feitas com o coração e não com palavras.
a trilha sonora é um capítulo à parte. cada música parece que é escolhida com o coração, pontuando as emoções com uma sensibilidade que faz tudo doer um pouco mais. conseguiram fazer músicas que ecoam mesmo depois que os episódios terminam, como se fizessem parte da nossa própria memória. eu fiquei 1 semana ouvindo só a OST dessa maravilhosa e chorando pelos cantos da casa KKKKKKK
e não tem como falar de the first frost sem exaltar as atuações da Zhang Ruonan e do Bai Jingting. Zhang entrega uma personagem doce com uma fragilidade forte, que nos faz sentir cada conflito e cada amor que sua personagem carrega. e Bai Jingting brilha com uma presença sutil e intensa ao mesmo tempo...seu olhar transmite mais do que qualquer fala. ele realmente sabia o que tava fazendo...
tudo nele é feito com uma sensibilidade quase mágica: da fotografia que mais parece pintura, às atuações que dizem tanto mesmo no silêncio. the first frost não entrega apenas uma história de amor, ele oferece uma experiência emocional completa, como se nos convidasse a sentir cada detalhe com o coração aberto.
é aquele tipo de dorama que fica. que termina, mas nunca realmente vai embora. e por isso, sempre que penso em uma história que me tocou profundamente, é nele que o meu pensamento repousa. talvez nunca exista um igual...
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Maravilhoso!!
Eu nunca enrolei tanto para terminar um drama simplesmente porque eu não queria que acabasse... mas foi lindo, realmente perfeito! A evolução dos personagens foi linda, ele mostrando que independente de qualquer coisa ela sempre foi a unica na vida dele e ela tomando coragem para se abrir para as pessoas e entender que ela merecia tudo de mais incrível e maravilhoso que o mundo poderia dar. Achei justo que não passaram pano para nada que aconteceu, mas achei que a mãe da Yi Fan merecia sofrer mais, mas achei legal não forçarem uma "reconciliação" entre as duas. Gostei do casal secundário mais poderia ter explorado um pouco mais o casal, talvez se eles tivessem se acertado mais cedo. Mesmo assim, o drama como um todo foi incrível!! Para quem está com receio de assistir pode assistir sem medo. Vale super a pena!!Was this review helpful to you?
entre o bom e o ruim
de fato a história é boa, mas me incomodou muito eles usarem como de spin off de hidden love e mudarem não só >TODOS< os atores como também a história dos personagens. são diferenças gritantes. seria um ótimo dorama se fosse uma história não ligada a hidden love ou se não tivesse sofrido tantas alterações da trama original. realmente seria bem mais fácil ser uma história independente.e como hidden love é meu dorama favorito, fiquei muito decepcionada ao ver que nada tem a ver.
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"E É VOCÊ" ??
É um drama um pouco longuinho, mas é maravilhoso. A forma como foi construído (intercalando entre passado e presente) é lindo, revelando detalhes incríveis que vão se tornando marcantes.É um drama que aborda alguns temas sensíveis, paixões, perdas, crescimento pessoal, covardia e coragem. Ele simplesmente faz desejar a existência de um Sang Yan em sua vida 😍😂
A forma como aquele homem prova o amor por ela sem dizer nada com a boca, mas milhares com as atitudes faz você se apaixonar em cada detalhe.
PS.: Ele rico, mas o tanto que deve ter gastado em passagens... POR AMOR 💘
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The First Frost
Já li várias vezes que The First Frost é um dos, se não o melhor C-drama de 2025. E posso dizer que concordo, pois acompanhar Wen Yifan e Sang Yan foi uma experiência profundamente bonita! Fazia tempo que uma história não me trazia esse sentimento de aconchego. A fotografia impecável, a trilha sonora linda e a atmosfera melancólica e bonita me marcaram.Yifan é uma personagem muito bem escrita e desenvolvida. Sua apatia, silêncio e serenidade escondem dores antigas, e a construção da história consegue traduzir isso de forma bem delicada. Há algo de muito humano em vê-la tentando seguir com a vida, mesmo sem entusiasmo, apenas sobrevivendo. Ela começa a história reagindo sempre com fuga, e cada uma dessas fugas é uma tentativa legítima de sobrevivência. Quando ela finalmente se reconcilia com o passado, me emocionei tanto, pois não é que ela “deixa de fugir” — é que ela finalmente sente que pode ficar. Sua jornada foi linda, e de longe a melhor parte da história de The First Frost, para mim.
O romance entre Yifan e Song Yan é bonito e maduro. Em muitos episódios eu sentia uma distância entre eles, talvez pela falta de comunicação que acontecia às vezes ou até mesmo porque ambos eram bem introspectivos, mas amei que eles são um casal que ama mais nos gestos, nos olhares e atitudes do que nas palavras e achei lindo como essa relação pôde se reconstruir, pois mesmo anos depois ambos mantiveram seus sentimentos vivos e intensos dentro de si mesmos. Não tem nada mais lindo do que uma história de primeiro amor que se mantém por toda uma vida. O encerramento da história pra nós, espectadores, foi só o começo para eles.
Se eu pudesse mudar algo, talvez desejasse ver Yifan seguindo seu antigo sonho na dança. Sei que a profissão de repórter teve um peso simbólico muito grande, mas seria bonito vê-la dançando. Também acho que diminuiria os episódios, pois mesmo sendo fã de histórias lentas, em muitos momentos tudo parecia tão parado e eu me desconectava da história fácil.
Mesmo assim, esses detalhes são pequenos diante da força de The First Frost, que conquistou a mim e à tanta gente com sua melancolia e sua humanidade. É uma narrativa sobre o medo, o silêncio e, acima de tudo, a coragem de seguir em frente e recomeçar.
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Ps. Eu quero alguém que me ame até a morte. É você!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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