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Two sides of the same obsession
Poise VS PassionSuguki must be in control of every aspect of his partner. Suzuki lives for the unbridled joy of dancing.
At first meeting, they clash together in a discordant mess of melody until they learn the tempo of each other and create a symphony beyond what either could achieve alone.
Tense and sensual, heart-racing and breath-taking.
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Watch for the tension, not for the plot (trigger warning: sexual harrassment)
This film was not a waste of my time, because I felt like it lit a spark in me that I have not seen for a long time (possibly because I took a break from films and dramas that are like these).I would recommend this if you simply need a mere tick-in-the-box for "enemies to lovers" or even "Dance BL". Also if you like one character being like ice or snow, and the other being like fire or sunshine. That said, there are a few options that are far better. I suppose this film is a manga adaptation, so I don't even think I can blame the directors for everything that I am about to complain about.
The love shown in this film does remind me of this quote from another Japanese film, Happyend, which states, "You can say important things without words". A lot of the development of this relationship seems to be like that - without words. But in a way that seems to be almost unhealthy. The avoidant character Shinya Sugiki shows hardly any signs of true character growth. It appears that what drives his character growth is a quote about dance I find to be rather cringy - "love is what makes [dance] whole". Honestly, it seems like whatever minimal character development happens for him is pinned on this quote. Shinya Sugiki is actually a fascinating character in general, though. A lot of dichotomies. Like being self-sacrificing and also a control freak.
DON'T GET ME STARTED on the amount of boundary violations and questionable things this promotes (nothing new to BL). Stuff like Shinya Sugiki pushing his genitals against Shinya Suzuki at the start and he never even apologises for it. SEXUAL HARASSMENT HELLO? And then Shinya Suzuki literally forcing himself on Shinya Sugiki after Sugiki pushes him away. CONSENT WHERE?!!!
Cultural misrepresentation is there of The UK to some extent (I live here and it's not all old white men and women - but I suppose the ballroom scene might be like that still). But primarily of Latin American culture. The idea that Latin American dance and culture is simply "sexual" - i.e. how Suzuki describes it - is a stereotype. The British (in my eyes partly represented somehow by Sugiki) are not that cold either, although we certainly have plenty of courteous avoidants if you look in the right places, like for instance my former taste in men.
The plot makes no sense whatsoever, like how does calling someone lame then suddenly result in a surge in romantic closeness (I suppose I can see why perhaps because its like maybe the character who was called lame was like "He's the only one who sees me and will call me out for my mess"). But the reason why Sugiki keeps pulling away emotionally and physically is never made that clear, although of course self-image issues do play a role. You know what, I should give this film a bit more credit because there is at least some reasoning behind the push-and-pull dynamic. Like Sugiki talks about how he sort of became the "grim reaper", i.e. how while he wanted to replace the person in power during ballroom dances and become like a more chivalrous and warm version, he inevitably (as humans do) enjoyed being in power, and we can sort of see this leaking into his life in general.
Also, the women are sort of just supporting characters. Although they have distinct personalities, nothing about their background or story is well-developed. So if you are a fan of having side character women who actually have their own story (I know not all of you are), then this is not the film for you.
Anyway, that's it. In sum, watch for the steaminess and the aesthetics (I'll leave complaining about the smoking aesthetic for another day), but keep a critical mind and separate this romance and the cultural depictions from reality as much as you can. Or maybe that's what I need to do with my pattern of being drawn to avoidants in the past.
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"In the end you and I can never become one"
ELES JA ERAM UM SÓ NO MOMENTO EM Q SE VIRAM PELA PRIMEIRA VEZ FOI AMOR FOI ALMAS CONECTADAS COISA LINDA DMSMEUS CACTOS QUE DOR !! ja imaginava q esse filme seria maravilhoso mas superou minhas expectativas foi perfeito dms
que quimica que atuacoes que elenco incrivel ta tudo perfeito impecável espero de verdade que tenha um segundo filme c o 10dance mesmo !!
quero mais deles mais deles mais desenvolvimento mais sobre as dancas tudo preciso de mais 2h nao foi suficiente PRECISO DE 20 EPISÓDIOS .
a cena do trem to ate agora em looping foi td tao bem feito To feliz dms c esse filme lindo
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A PROMESSA FOI MAIOR QUE O PROJETO EM SI
Quando eu dei play nesse filme eu esperava muita dança, romance, sensualidade e profundidade de um jeito que apenas os projetos japoneses conseguem apresentar. E bem, você até que recebe isso, mas de forma dúbia.Eu quero começar falando sobre o que mais me incomodou nesse filme: ele não tem o toque japonês.
Por ser um filme produzido pela Netflix eu sinto que eles quiseram incluir muitos dos nossos elementos ocidentais, e não é isso que faz do Japão um país com filmes tão bons. O toque mágico japonês ficou perdido e não apareceu aqui. Foi uma pena.
PONTOS POSITIVOS (o que eu gostei):
- Ambos os protagonistas tem personalidades muito cativantes e a atuação estava no ponto. Eles te prendem.
- Os elementos de dança foram muito bem trabalhados com uma ótima trilha sonora
- A tensão sexual estava ali a todo momento e era palpável (mas durou tempo demais numa espécie de guerra fria)
- Temos conversas através do olhar
- O final aberto foi a parte mais coerente pois casa com o roteiro ambíguo que eles criaram
PONTOS NEGATIVOS (o que eu não gostei):
- Os diálogos "profundos" e monólogos internos te dão uma falsa sensação de que essa é uma história muito boa quando na verdade é apenas um filme bom sem nada de muito especial
- As passagens de tempo que duravam semanas ou meses eram muito grosseiras pois você não conseguia sentir para onde a história estava indo
- Novamente eu reforço, a internacionalização que fizeram com o projeto me incomodou bastante pois não é esse o tom que eu espero de um projeto japonês, e eu falo isso com propriedade porque eu amo os filmes japoneses, principalmente BL
- O trailer e promoção do filme vendiam uma coisa, mas quando chegou a hora do projeto já pronto eles não conseguiram manter o gás
- A dança ser o que move o filme é algo positivo, mas senti um pouco de exagero e dependência com o recurso, como se não soubessem definir os personagens fora do palco
Não me entendam mal, o filme é legal, apenas não é um grande filme. A entrega de atuação dos protagonistas, a edição e a trilha sonora são definitivamente o ponto alto.
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COMO ASSIM ACABOU??
Gostei muito!!! De início fiquei meio apreensiva com as 2 horas de filme, já que hoje em dia é difícil prender a minha atenção por tanto tempo sem pausas, mas incrivelmente, nem vi o tempo passar.O que posso falar dos atores?
Entregaram TUDO! Foi atuação, foi dança, foi química, foi sentimento!
Eles tiveram uma química absurda, e foi muito legal descobrir que eles já tinham trabalhado juntos antes.
Deu pra ver todo o esforço que eles colocaram nesses papeis, e acho que valeu muito a pena, porque os atores me convenceram completamente de que ambos eram dançarinos profissionais de ballroom.
Minhas únicas críticas negativas são em relação à confusão que senti em alguns momentos. Em certas partes, parecia que a cada hora eles estavam em um país diferente e que a linha do tempo não fazia muito sentido.
Em relação ao primeiro beijo, achei que foi muito do nada, pois nenhum dos dois tinha deixado transparecer para o outro que existia um interesse ali, ou que esse interesse fosse ao menos mútuo. Pelo menos eu não achei que ficou claro pro expectador, quanto mais para os personagens.
O último beijo também kkkk foi na frente de todo mundo, em um evento enorme e ninguém falou um A? Não mostrou a reação de ninguém e nem as possíveis consequências.
Outro ponto que me deixou meio assim, foi a questão latina da coisa. O estilo latino é tratado como puro erotismo, algo que o próprio Shinya comenta. Fiquei um pouco dividida com isso, porque não sei se dentro do meio do ballroom e da dança, realmente é visto dessa forma. E, se for, acho um pouco estereotipado, já que latinos não deveriam ser vistos apenas pela vulgaridade ou pela sexualidade.
Quando o filme acabou, eu fiquei tipo: “O quê?? Como assim acabou??”.
O final é aberto, e depois de pesquisar vi que o mangá tem vários volumes, então espero MUITO que eles estejam planejando um segundo filme.
E que eles coloquem Bailando no próximo filme, porque ficaram devendo 🙌
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Impactante
Que filme foi esse?!Sério, saí da Netflix com o coração super aquecido e palpitante. 10DANCE é aquele tipo de BL que te pega e não solta.
Eu amei muito esse filme, mesmo tendo me sentido um pouco confusa em alguns momentos. Às vezes parecia que os personagens tinham certos insights que eu “deveria” entender, mas eu ficava tipo: “ok, mas por que ele tá se sentindo assim agora?”. Dava a sensação de que eu tinha perdido uma parte da conversa interna deles. Ainda assim, isso não me afastou da história, muito pelo contrário. Talvez por ser uma adaptação de mangá, algumas coisas fiquem mais subentendidas. Se um dia eu ler, volto aqui (volto não kk) pra dizer se fez mais sentido ou se eu continuei confusa.
Eu amei muitos personagens, mas preciso dizer: meu favorito foi o loiro, o Shinya. O personagem me pegou de um jeito que eu nem sei explicar. Não é nem uma questão de rótulo, é uma vibe, uma presença, sei lá. Só sei que ele me ganhou completamente. E aquela cintura… meu Deus.
As cenas de dança são simplesmente absolute cinema. A apresentação deles juntos foi linda, intensa e cheia de química. A cena do beijo então… perfeita. Ficou marcada. E a última competição, com eles dançando juntos e as parceiras também se apresentando lado a lado, foi de uma beleza absurda.
O final me deixou com aquela sensação clara de que isso ainda não acabou. A competição 10Dance, o grande confronto entre eles, ainda não aconteceu, então fica muito a impressão de que um segundo filme é totalmente possível.
No geral, eu amei. Amei mesmo. Foi um filme que valeu cada segundo da espera e toda a ansiedade que eu tava sentindo pela estreia. Saí satisfeita, animada e querendo mais.
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Beaucoup d'attentes pour une satisfaction totale.
Incroyable,Je n'ai pas vu passer les 2h, c'était beaucoup trop court à mon goût.
On est sur un vrai BL, la romance est mise en avant, la danse étant présente juste ce qu'il faut et toujours en rapport aux personnages. On nous fait comprendre les choses par des actions, des regards, des moments, sans chercher à nous expliquer. (Enfin un BL qui ne nous prend pas pour des débiles)
C'est mature, subtil, passionné.
Le jeu d'acteur est dosé à la perfection, l'histoire est prenante et servie au compte goute avec un scénario qui prend soin de rester concentré sur l'essentiel.
Une bande son génial, avec des choix très classiques et représentatif des 10 danses. Un voyage entre retenue, contrôle, classicisme, et passion, désire, sensualité.
Une merveille avec une VF aux petits oignons qui colle parfaitement.
Maintenant je veux lire le manga.
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BL dal significato profondo e di ottima qualità, tra balli, amore ed emozioni
Una sorpresa inaspettata e sorprendentemente gradita: ecco cosa è stato per me questo film. Mi capita spesso di tenere d’occhio dei titoli – perlopiù drama, talvolta film – anche con largo anticipo rispetto alla data di uscita e ritrovarmi poi troppo carica di attese e aspettative. Qui è stato l’esatto opposto, sono venuta a conoscenza di questo film davvero per caso, ho pensato di buttargli un occhio… E non sono più riuscita a distogliere lo sguardo.Trasposizione giapponese dell’omonimo manga, la storia ruota attorno alle vicende di due ballerini agli antipodi su tutti i fronti, dal tipo di ballo allo stile di vita, dal carattere alla formazione ed educazione ricevuta, dagli obiettivi futuri al modo di affrontare la vita nel presente. Irrimediabilmente incompleti se presi singolarmente, diventeranno però l’uno la soluzione dell’altro, ma solo a fronte di un percorso difficile e scelte che porteranno a galla debolezze oltre alla paura di rimettere in tutto in gioco, di abbandonare una comfort zone di fatto poco gratificante e osare desiderare e lottare per qualcosa di più.
Diametralmente opposti ma con nomi estremamente simili – uno dei tanti dettagli che fanno la differenza – abbiamo da una parte Suzuki Shinya, figura di punta dei balli latini, vibrante e travolgente come l’atmosfera di Cuba, un ritmo che ha nel sangue e che lo porta a vivere la sua passione in modo intenso. Manca però di ambizione, preferisce essere un piccolo pesce, il numero uno di uno stagno, invece di aspirare a migliorarsi e mettersi alla prova nel grande mare del panorama internazionale.
Dall’altra parte, Sugiki Shinya, rigido e controllato, preciso e attento nella gestione della sua vita così come nei passi dei balli da sala. Mosso dall’ambizione fin dalla tenera età, insegue strenuamente ciò che ha deciso deve essere l’obiettivo della sua vita.
A far convergere le esistenze di questi due improbabili alleati, il campionato di tutti i campionati: 10 Dance, un’estenuante competizione dove i partecipanti devono cimentarsi in altrettanti tipi di stili, che spaziano dai balli di sala a quelli latini.
La scelta di allearsi e diventare insegnanti reciproci dell’area di eccellenza è promossa da motivazioni diverse per l’uno e per l’altro. Parte del gruppo di lavoro saranno anche le rispettive partner, personaggi comunque chiave a modo loro.
Da lì in poi l’evoluzione del rapporto sembra un’escalation irrefrenabile: due anime che si incontrano, rimangono affascinate, si ricercano, si studiano, si comprendono. Con sofferenza, desiderio e speranza.
Suzuki troverà nell’ambizione di Sugiki un modello da seguire e da esso verrà spronato a desiderare qualcosa di più, a mettere veramente tutto sé stesso per raggiungere gradini sempre più alti e a non accontentarsi di vivere come un piccolo pesce in un piccolo stagno. In questo senso la forza trainante di Sugiki è davvero notevole, sembra sapere esattamente quali tasti premere per provocare e stimolare Suzuki a mettersi in gioco.
Di contro, sarà grazie a Suzuki se Sugiki riuscirà a superare un evento passato e a scendere a patti con una verità a lungo rinnegata, accettando che la sua vera natura sia più simile alla figura del Dio della Morte o Mietitore, piuttosto che a quella del cavaliere gentiluomo, aspirazione e modello da lui autoimposto ma che non gli permette di essere veramente fedele a sé stesso. In questo senso, anche Suzuki saprà su cosa fare leva – parlando di “delusione” e “essere ridicolo” – per far perdere il controllo a Sugiki e privarlo di quella finta compostezza dietro alla quale si è trincerato per tutta la vita. Il modo in cui Suzuki si indispone nel vedere Sugiki trattenersi, un contenimento della rabbia che gli da praticamente sui nervi e che lo spinge con determinazione a farlo invece sbroccare, è riportato in maniera credibile e coinvolgente.
Accettare di essere diverso da ciò che si avrebbe voluto essere (Sugiki), accettare di volere qualcosa di più di ciò che si è sempre creduto bastasse (Suzuki)… Sono aspetti difficili ma che i due trovano la forza di affrontare solo grazie all’aiuto reciproco, un supporto promosso da un sentimento che nasce e che si fa via via più forte e definito. Un amore che non è semplicemente “travolgente”, ma che si riconosce come legame indissolubile tra anime e che, dal momento in cui si palesa diventa poi di fatto innegabile. Le scene intime sono davvero ben fatte, emozionanti e per nulla volgari, l’NC18 più per delle inquadrature di nudo che in realtà non hanno a che vedere direttamente con le interazioni tra i due ballerini.
Dopo aver fatto i conti con i deludenti risultati del campionato durante il quale ciascuno dei due sembra non trovare la forza per fare il proprio “passo” in avanti, ecco che nella competizione finale vince il coraggio e trova l’epilogo in una serie di balli di coppia che sembrano ripagare lo sforzo fatto per arrivare fin lì (vedere Sugiki sorridere divertito mentre balla gratifica più di qualsiasi discorso).
Tanti, ma davvero tanti, i punti di forza del film. In primis, la recitazione, semplicemente spettacolare. Grande sintonia ed espressività, scene intense e cariche di significato. Le emozioni traboccano dagli sguardi dei protagonisti, dai loro passi e movimenti, la passione per il ballo diviene passione per la vita, per l’altro, per il proprio essere. La danza, per l’appunto, qui la fa da padrona: vederli volteggiare e cimentarsi nei diversi stili - singolarmente, tra di loro, persino con le rispettive partner – è una vera e propria gioia per gli occhi.
La sensualità del ritmo cubano si fonde con il galateo e l’eleganza dell’etichetta di sala, generando un quadro ricco e affascinante, nonché splendidamente equilibrato.
Regia, scenografia e fotografia di ottimo livello e di grande impatto. Pur ambientata ai giorni nostri, sembra di vivere a metà tra il presente e un passato più o meno recente, dove la tecnologia c'è ma è limitata (c’è la metro, compare un cellulare in un paio di occasioni), trovano spazio oggetti che sembrano appartenere a qualche decade precedente (il tipo di automobili piuttosto che uno stereo portatile che sa tanto di anni '80) e altri elementi ancora a dare un tocco d’altri tempi (lampadari a cristalli dalle luci soffuse, gare con giudici e giurie senza maxischermi o pannelli dinamici pubblicitari). Tutto questo regala l’impressione di un tempo indefinito, così come lo è la percezione dell’ambientazione (un attimo prima ci si sente nel cuore de L'Avana, l’attimo dopo si passeggia tra alberi natalizi e fiocchi di neve).
Temevo un finale lontano dall’happy ending (e per una volta tanto avrei anche potuto accettarlo) invece il sipario cala su un epilogo un po’ aperto, ma in senso positivo. Il manga di cui è l’adattamento, del resto, è ancora in corso di pubblicazione, per cui non escludo possa esserci in cantiere un sequel, cosa che mi auguro, sia perché la conclusione avrebbe meritato altrimenti uno spazio maggiore, sia perché la famosa competizione 10 Dance di fatto ancora non si è vista.
Se proprio vogliamo trovare il pelo nell'uovo e valutare un paio di spunti di miglioramento, uno potrebbe essere la comunicazione spesso ridotta all’osso, sebbene questo sia però generalmente un tratto distintivo dei drama/film giapponesi, per cui difficile intervenire su questo aspetto senza snaturare nell’insieme la struttura caratteristica. L’altro riguarda la scelta delle musiche: belle, famose e orecchiabili, sanno fare egregiamente la loro parte. Ma pensare di riuscire a ottenere il medesimo risultato senza far ricorso a brani celebri poteva essere quella sfida difficile ma allo stesso tempo intrigante.
Caldamente consigliato a tutti gli amanti delle BL, della danza, della musica e delle storie di vita e d’amore.
In attesa e nella speranza di un sequel, valido anche per un saltuario rewatch.
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A química entre os dois atores é insana!
Eu sempre amei histórias com dança de salão competitiva. Não conhecia o mangá, mas fiquei super empolgada quando vi o trailer do filme. Ser um BL só aumentou a empolgação. A história é interessante e as cenas de dança são lindas, com figurinos lindos e danças bem executadas, mas a melhor parte foi o casal. A química entre os dois é excelente, criando e aumentando as expectativas ao longos da narrativa. Eu gostaria de ver mais desenvolvimento do passado de cada um, mas espero que um novo filme traga isso, continuando a história.Was this review helpful to you?
Atrapante
Ryoma y Machida son top actores japoneses y no lo pueden negar, aunque no he leído el manga la interpretación de ambos fue impecable, el manejo de Machida del español, la pulcritud que se ve en el baile, la química y tensión entre ambos, la verdad maravilloso. Ambos saben cómo llevar un personaje, había grandes expectativas y no defraudaron con ninguna de ellas, la única crítica que tengo es que no me pusieron la canción Bailando de Gente de Zona y Enrique Iglesias 😂😂😂, mentira, la verdad es una película increíble que te deja ver cuan duro es el mundo del baile, cuanta presión hay por llegar a la cima, por superar a otros, por hacerte notar, como dos personas de alguna forma perdidas se atraen y se encuentran.Was this review helpful to you?
Preliminari narrativi che non arrivano al PUNTO.
Voto reale: 6,7C’è una differenza sostanziale tra un film che racconta una storia attraverso la danza e un film che usa la danza come superficie estetica per mascherare i vuoti di scrittura. 10 Dance pur partendo da un argomento potenzialmente magnetico : la danza , con due rivali costretti a contaminarsi tecnicamente ed emotivamente – sceglie quasi sempre il ballo per fare scena, non per raccontare nel profondo. Il risultato è un’opera gradevole da guardare ma narrativamente irrisolta, spesso artificiosa, incapace di trasformare la promessa iniziale in una vera progressione drammatica.
Il problema principale è strutturale: la sceneggiatura procede per nuclei di tensione slegati, per dialoghi pensati a effetto, per silenzi gravidi di intenzione che tuttavia non sono sostenuti da un adeguato sviluppo dei personaggi. Si ha di continuo la sensazione che il film voglia sorprendere o sedurre lo spettatore sul momento, senza però costruire i passaggi necessari perché quella sorpresa abbia peso. Molte battute suonano come dichiarazioni solenni sospese nel vuoto: frasi enfatiche, cariche di sottotesto, che pretendono densità emotiva prima ancora che il rapporto fra i protagonisti l’abbia realmente guadagnata.
La relazione centrale, infatti, è il nodo più debole dell’intera storia.
L’ossessione del ballerino latino nasce e cresce in modo sbrigativo: si passa da sguardi ostili, da una rivalità quasi rabbiosa, a un coinvolgimento morboso senza che il film si prenda il tempo di mostrarne il processo interno. Manca attrito narrativo, manca gradualità, manca soprattutto la materia quotidiana della vicinanza. Non assistiamo a due uomini che lentamente si spostano l’uno nel territorio emotivo dell’altro; assistiamo piuttosto a una sceneggiatura che decide che debbano desiderarsi e accelera meccanicamente in quella direzione.
Questo rende ancora più problematico il modo in cui viene rappresentato il sentimento, più che tormentato, appare tossico e confuso, privo di una reale intellegibilità psicologica. L’amore qui non nasce da una necessità interiore riconoscibile, ma da una somma di "posture drammatiche". Il triangolo sentimentale, poi, è di una banalità da Bmovie e viene utilizzato come espediente di gelosia senza aggiungere profondità né conflitto autentico.
Anche i protagonisti, pur interpretati da due attori fisicamente credibili, tutto sommato, restano sorprendentemente incompiuti. Il campione di valzer e standard avrebbe dovuto incarnare l’algidità elegante del controllo e della disciplina; finisce invece per sembrare soprattutto un uomo contratto, rigido, emotivamente coartato, ma senza che il film ne indaghi davvero la complessità. Tanta sofferenza suggerita, tanti traumi allusi, moltissimi blocchi disseminati lungo il racconto: pochissimo, però, viene veramente elaborato. È un personaggio che accumula segni di disagio più che trasformarsi in una personalità tridimensionale.
Sul fronte tecnico, e qui il giudizio diventa ancora più severo, un film che fa della danza il proprio motore non può permettersi un livello coreutico soltanto discreto. Nel cast compare persino Pasquale La Rocca, scelta che dimostra la volontà produttiva di ancorare il film a una certa autorevolezza del settore.
Eppure questa autorevolezza resta periferica, quasi ornamentale. Le sequenze di ballo, per chi conosce davvero la danza sportiva, mostrano limiti evidenti: linee non sempre pulite, dinamiche non memorabili, conduzione scenica più recitata che danzata. In più occasioni sarebbe stato opportuno ricorrere a controfigure di alto livello, perché la macchina da presa insiste su una bravura che gli interpreti non possiedono fino in fondo. Per un film intitolato 10 Dance è un problema identitario.
Ancora più discutibile è la gestione della sensualità coreografica. La celebre scena del tango, con l’insistenza su piegamenti e allusioni pelviche, vorrebbe essere trasgressiva ma scivola spesso nel gratuito. Non c’è vera tensione erotica costruita attraverso il movimento; c’è piuttosto un ammiccamento vistoso, quasi volgare, che sostituisce la sottigliezza con l’allusione sbattuta in faccia.
Le interpretazioni seguono la stessa traiettoria altalenante: discrete, talvolta intense, ma raramente naturali. In diversi momenti i due protagonisti sembrano “recitare il tormento” più che viverlo, caricando sguardi e pause fino a una certa artificiosità. L’alchimia esiste a sprazzi, soprattutto in alcune scene più raccolte ( funziona ad esempio il suggestivo bacio danzato sul treno ma non basta a colmare il senso di incompiutezza generale).
Va riconosciuto che scenografia, fotografia e colonna sonora mantengono una dignità costante, e che l’idea simbolica del guidare un partner ferito, diventare il cavaliere di chi nel movimento prova dolore, è forse l’intuizione più bella e più matura del film. Ma anche qui si torna allo stesso punto: intuizioni incompiute, lasciate lì, senza sviluppo o approfondimento.
Il finale conferma il difetto di fondo. Dopo oltre due ore di accumulo intermittente, la risoluzione viene compressa in pochi minuti e affidata a un’apertura romanzesca che sa quasi di fantasy sentimentale più che di conclusione drammatica. Numerosi critici hanno parlato infatti di film “visivamente seducente ma narrativamente incompleto” e di un finale che sembra promettere un seguito non guadagnato dal racconto.
Non è il capolavoro passionale che una parte del pubblico ha voluto vedere, trascinata più dall’estetica dei protagonisti e da qualche bacio ben fotografato che da una reale qualità cinematografica. È un film con un buon confezionamento, una premessa fortissima e una resa decisamente inferiore alle sue ambizioni. Chi gli assegna voti da eccellenza probabilmente si è lasciato sedurre dal BL patinato; chi cerca invece un vero film sulla danza o una vera costruzione romantica resterà con la netta sensazione di aver visto un lungo preliminare narrativo che non arriva mai al punto.
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